«Até agora foram feitas três comunicações ao MP e não excluímos que haja mais», disse Carlos Tavares num encontro com jornalistas em que também deu conta de alguns novos problemas encontrados pela equipa de seis pessoas que a CMVM tem em permanência no Banco Privado Português.
«Há casos em que foram criados títulos fictícios» e também foram detectadas situações em que o BPP retirou para si, das carteiras dos clientes, «activos melhores e substituiu por piores» e, «como devem imaginar, isso não é licito», afirmou Carlos Tavares, quando questionado sobre o tipo de indícios criminais encontrados e comunicados ao Ministério Público, sem querer adiantar mais.
O presidente da CMVM mostrou-se preocupado com o facto de os clientes terem recebido extractos recentes em que as desvalorizações das suas carteiras de investimentos são maiores do que em Dezembro. Esta situação pode ter resultado na substituição dos activos.
4 comentários:
O sr. Rendeiro ainda não foi preso, porquê?
Porque a comissão de inquérito queria prender Constâncio.
A roubalheira não interessava aos deputados da oposição porque os votos falaram mais alto.
Coitado do Oliveira e Costa, que vai pagar as favas sozinho. A ser verdade o que diz a notícia, o sr. Rendeiro e companheiros já deviam estar à sombra.
... mas quem acredita que Portugal deixou de ser - nesta, como noutras situações - uma República das Bananas?
Se Portugal fosse uma democracia moderna e adulta, há muito teriam sido presos muitos dos responsáveis pelos escândalos financeiros (e não só). Assim... reina a impunidade.
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