quinta-feira, 30 de julho de 2009

O SENHOR NOGUEIRA FAZ DE NÓS ESTUPIDOS. ANDOU 4 ANOS A FAZER MANIFES E A SERVIR-SE DOS PROFESSORES

Movimentos vão usar acções de rua, 'e-mails' para professores, textos em blogues e uma manifestação, para a qual os sindicatos serão convidados, para 'tirar' o partido do Governo
Os movimentos independentes de professores vão organizar uma campanha para derrotar o PS nas próximas eleições legislativas. Acções de rua, e-mails para professores, textos em blogues e uma manifestação da classe são as formas que os docentes vão utilizar em Setembro, em plena campanha eleitoral, para impedir que o PS volte ao Governo.
O Movimento Mobilização e Unidade dos Professores (MUP), a Associação de Professores e Educadores em Defesa do Ensino (Apede) e o Promova reuniram na terça feira e do encontro saiu um objectivo declarado: "fazer campanha política contra o Partido Socialista". Confrontado com a hipótese de os movimentos serem instrumentalizados pelos partidos da oposição, Ilídio Trindade, do MUP, defendeu que "não se trata de apelar ao voto em nenhum partido político, mas apenas tirar o PS do Governo, para estancar a dinâmica destrutiva na educação".
Para tal, os professores vão utilizar a Internet, através da qual contam fazer chegar a cerca de 90% da classe textos contra o actual executivo. Autor do maior blogue sobre educação em Portugal (A Educação do Meu Umbigo), Paulo Guinote está disponível para alinhar nesta frente, mas sempre de forma independente. "De forma a explicitar em quem não voto e não em quem voto e a dar a minha opinião sobre os programas dos partidos", até porque "concordo com o objectivo da campanha mas não com a forma, com esta estratégia do tudo ou nada que pode levar a um corte completo com um futuro Governo", explicou Guinote.
Mas os professores não se vão limitar ao mundo digital e querem promover acções de rua, a culminar numa grande manifestação, para a qual vão pedir a participação dos sindicatos. No entanto, a avaliar pela reacção do líder da Fenprof, esta última proposta não terá a adesão sindical. "Os sindicatos não fazem campanha contra partidos", respondeu de forma taxativa Mário Nogueira. "Apenas fazemos lutas contra políticas e em defesa dos professores", continuou o dirigente da Fenprof, que ainda assim admitiu "que é bom que não haja uma maioria absoluta de nenhum partido, de forma a favorecer o diálogo".
Para os movimentos, a campanha faz sentido mesmo sem o apoio dos sindicatos, e "em pequeno ou em grande número", os professores vão manifestar-se na mesma. "Isto porque percebemos que grande parte da classe está descontente A título de exemplo, fizemos uma pequena sondagem no site do MUP onde perguntámos que medidas deviam ser feitas para pacificar a classe e as respostas apontavam para a suspensão do modelo de avaliação, o fim da divisão e das quotas na carreira e a reposição da autoridade dos professores, que curiosamente foi a resposta mais dada...", diz Trindade.

o s guinotes e outros que tais sabemos de onde vêm.
AGORA QUEREM BATER E ESCONDER A MÃO. OS SINDICATOS NÃO. SÃO MOVIMENTOS INDEPENDENTES.
SÓ QUEREM TIRAR O PS DO GOVERNO. NAO APELAM AO VOTO. QUE ENGRAÇADOS ESTES INDEPENDENTES. ATÉ APRECE QUE NINGUÉM S CONHECE.

2 comentários:

R. da Cunha disse...

Estou mesmo a ver: todos os professores e seus familiares vão votar no Mário Nogueira, perdão, na CDU. CDU, sim, não PCP, que não vai a votos sozinho. Vai a votos com um apêndice, apêndice esse que ninguém conhece de lado nenhum, mas que tem estado refastelado no Parlamento.

Tom disse...

Os profs. têm as suas queixas, admito. Só não entendo é como se deixam arrastar pelo M. Nogueira, que faz o seu papel (e bem feito, sejamos justos)