"O Estado, de forma directa ou indirecta, incluindo a CGD, não tem que estar envolvido nesta operação", disse aos jornalistas Teixeira dos Santos, em declarações em Madrid.
"Nada pode obrigar o Estado, que é livre de decidir se quer ou não envolver-se nesta operação. O Estado entende que não há qualquer interesse público relevante e por isso não tem que se envolver", acrescentou.
Questionado pela agência Lusa sobre a proposta da Orey para o Banco Privado Português (BPP), o ministro sublinhou que o problema do banco "não é um problema do Estado português. É um problema de um banco privado, dos accionistas de um banco privado e agora de alguém que quer tentar resolver (a situação)".
Teixeira dos Santos explicou que o Governo "não tem que receber nenhuma proposta da Orey" e acrescentou ter tomado "conhecimento informal" da proposta, apresentada formalmente ao Banco de Portugal.
A oposição do Governo ao plano, explicou, deve-se ao facto de que "a proposta envolve dinheiros públicos, e é uma proposta de uma viabilização do banco que passa pelo envolvimento de dinheiros do Estado na instituição

4 comentários:
Mas o Estado não "meteu" lá dinheiro, via CGD, através de aval?
Mas o aval pode ser executado ou não?
O que eu quero é uma punição exemplar.
Pois, e o aval pode ser executado? Quais foram as garantias dadas? Os quadros que já desapareceram? Outras?
Se for para encher o "saco", também eu apresento uma proposta concorrente com a da Orey.
Ou há moralidade ou comem todos, diz o povo.
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