Morreu Bobby Robson. Paz à sua alma.
Vai por aí uma guerra entre o Sindicato dos Jogadores de Futebol, por um lado, e a Federação de Futebol e o seleccionador, por outro, por causa da previsível naturalização do jogador Liedson e eventual chamada à selecção. Não entendo por que só agora o referido sindicato se pronuncia. Não me recordo de o ouvir a quando do Deco nem do Pepe. Se o Levezinho está nos conformes para adquirir a nacionalidade, pois seja. A questão, essa sim, é a da descaracterização da selecção. Sou contra os jogadores naturalizados, salvo se desde pequeninos. Os jogadores da selecção deveriam ter origem portuguesa (sejam os pais naturais de Angola, de Cabo Verde, da Ucrânia, do Irão ou do Cazaquistão e sejam brancos, pretos, mestiços, vermelhos ou amarelos...), sem prejuízo de poderem ter outra nacionalidade. Da mesma forma que os clubes deveriam ser obrigados (nas provas internas, pelo menos), a jogar com um número máximo, a determinar, de estrangeiros. Neste aspecto, estou de acordo com o sindicato. E tal princípio deveria ser extensivo a todos os países que praticam a modalidade.
Vou deixar de frequentar os estádios de futebol, não só por causa das claques, que sempre me assustaram um pouco, mas porque agora me assustam mais, uma vez que não vai haver policiamento, já que os clubes se "esquecem" de pagar aos polícias. Porca miséria.
E ao sétimo dia, perdão, ao sétimo jogo, o FCPorto descansou, quer dizer, perdeu.
2 comentários:
Vá lá uma novidade...
A derrota do Porto.
E bemlembrado o Bobby Robson.
Foi pessoa a quem os clubes por onde passou podem agradecer.e Mourinho ainda mais...
Do Levezinho, pois, concordo na íntegra com o R.da Cunha.
abr...prof... bfds
Subscrevo.
Por este andar, qualquer dia os campeonatos são disputados apenas por estrangeiros de segunda apanha.
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