O DN de hoje descobre a careca ao "denunciador" das pretensas escutas a Belém. Aliás, Louçã já havia referido o seu nome. Tudo cheira mal, aliás na sequência do artigo do provedor do Público de domingo passado, aqui referido e que vai ter continuidade no próximo domingo.
O "denunciador" trabalhou por conta própria ou por encomenda? E vai continuar como assessor de Cavaco?
As escutas, ou as suspeitas, a existirem, não deviam ser esclarecidas pelo PR junto do primeiro-ministro?
A notícia ontem conhecida da saída do director do Público não terá a ver com este assunto? Belmiro de Azevedo veio dizer umas coisas, nas é bem provável que se tenha sentido incomodado, digo eu.
O director do Público não consegue explicar porque motivo teve o assunto retido mais de um ano, sem que nada de novo tenha ocorrido, para o publicar recentemente.
Vamos esperar pelos novos capítulos.
1 comentário:
Em tempos, Emídio Rangel afirmou que conseguiria eleger um presidente da república. O Zé Manel Fernandes deveria querer derrubar um primeiro-ministro (ou eleger um primeiro-ministro?)
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