Ia por aí um sururu por causa do e-mail entre jornalistas do Público dado à estampa pelo DN sobre as pseudo escutas a Belém.
A asfixia democrática também ia de vento em popa por banda do PSD.
O professor Marcelo diz que o assessor merecia um puxão de orelhas.
O PR diz que há-de querer saber e que falará um dia destes, mas, inesperadamente, hoje demite o assessor que estará na origem da embrulhada das alegadas espionagens, pondo em causa tudo o que vinha sendo afirmado, a começar pelo Público, origem das "notícias". Uma confusão do dianho.
Assim, e como era de esperar, todos os partidos vieram expressar a sua opinião sobre a demissão. Todos não: Manuela Ferreira Leite não quis emitir opinião, fugindo dos jornalistas que interrogavam, e Paulo Rangel disse que o assunto é tão só do âmbito restrito da Presidência. O homem que enche o peito e que tem um verbo forte e sonoro quando lhe convém, mete o rabo entre as pernas e não tem opinião! E pode? Pode!
Ele há coisas do caraças.

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