sexta-feira, 25 de setembro de 2009

ENCERRAMENTO DA CAMPANHA DO PS. QUE DIFERENÇA DO PSD DE MFL: SEM ATAQUES PESSOAIS E SEM INVENTONAS

O PS levou os apoiantes ao rubro no comício de encerramento da campanha, na antiga FIL, em Lisboa. José Sócrates, António Costa, Jaime Gama, Almeida Santos apelaram ao voto no progresso contra «o choradinho das carpideiras e o medo dos velhos do Restelo». Todas as referências ao PSD foram assinaladas com estridentes vaias.
«O que moveu a campanha do PSD foi o ódio a um homem, o que moveu a campanha do PS foi o amor a Portugal», afirmou António Costa, num balanço dos últimos 15 dias, denunciando «as campanhas negras, os insultos e as insinuações» que os social-democratas lançaram contra Sócrates.
«Nós fizemos a campanha da liberdade contra a fabricação da intriga. A fabricação da intriga não é a política de verdade», lançou, por seu turno, Jaime Gama, cabeça-de-lista por Lisboa, numa sala cheia de pessoas e de bandeiras coloridas.
De um lado, o PS, um partido «moderno, progressista e unido». Do outro, o PSD, um partido «fechado e envelhecido», «uma candidatura de facção». Esta é a escolha que deve ser feita no domingo, segundo os máximos dirigente socialistas.
Com a campanha a correr bem na recta final, José Sócrates não quer ser prejudicado pelas sondagens que dão o PS a ganhar com folga as eleições legislativas. Esta sexta-feira, mais uma vez, avisou que as sondagens não ganham as eleições e que é preciso lutar até domingo. «A única coisa que conta são os votos que entram nas urnas», avisou, para que ninguém fique em casa.


aTÉ ÀS 19hOO DE DOMINGO QUE NINGUÉM FALTE. aINDA NÃO ESTÁ GANHO E ATENÇÃO ATÉ AO ÚLTIMO VOTO CONTADO E CONFIRMADO.

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