domingo, 27 de setembro de 2009

HUMILDADES

Não há, que eu saiba, nenhuma regra escrita sobre quem deve falar em último lugar ao eleitorado após um acto eleitoral, mas o habitual, compreensivelmente, é ser o candidato vencedor. Hoje, assim não sucedeu: Paulo Portas quis ser o último, abrindo a sua intervenção com o termo "humildade", que repetiu na sua intervenção e que na sua boca soa a blasfémia.
Uma vez mais, não me forniquem.

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