O PS encheu o pavilhão do Inatel, num comício em que José Junqueiro recordou o passado, «advoguei sempre que se fizesse a política de verdade dizendo-se claramente ao povo a situação do país para o habituar à ideia dos sacrifícios que haviam um dia de ser feitos».
«Este é um discurso que foi feito em 9 de Junho de 1928, há cerca de 90 anos e já nem me lembrou quem era o primeiro-ministro nessa altura», referiu.
O cabeça-de-lista por Viseu lembrou depois um despacho, em que segundo o socialista está espelhada a verdadeira asfixia democrática.
«Todas as declarações, entrevistas ou quaisquer outras intervenções de dirigentes ou funcionários dos orgãos, ou serviços do Ministério da Educação, enquanto tais para orgãos da comunicação social estão sujeitas a prévia autorização do membro do Governo da tutela», declarou.
«E quem assinou? Couto dos Santos do PSD e quem era a ministra» Manuela Ferreira Leite», concluiu José Junqueiro.
José Sócrates não fez alusão no seu discurso à oposição, mas sublinhou que «não estamos nesta campanha para alimentar qualquer tipo de conspiração. Estamos nesta campanha com elevação».
Também Teixeira dos Santos marcou presença neste comício, onde recordou o músico Zeca Afonso para apelar ao voto dos portugueses.
«No dia 27 cá estaremos para votar, mas os nossos votos têm que se multipicar e recordemos Zeca Afonso, traz um amigo também», afirmou o ministro socialista.

1 comentário:
Num país com outra maturidade que não as bananas e democrático já se estaria a falar de um "impeachment" ao Presidente se restassem dúvidas quanto ao seu envolvimento altamente mafioso de encomendar um trabalhito buê da fixe. De facto somos um povo de brandos costumes...
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