As praxes académicas, tal como se vêm realizando, sempre me pareceram despropositadas, humilhantes, "fascitas" e "boçais", com consequências trágicas há muito conhecidas.
Vem agora, tardiamente, o ministro da tutela avisar os reitores para não pactuarem com tais práticas "fascistas" e "boçais".
Vale mais tarde que nunca e de lamentar é que tenha que ser o ministro a lançar o aviso aos responsáveis dos estabelecimentos, que sempre fecharam os olhos a essa prática degradante.

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