
Esteve para ser a surpresa da arruada da manhã, mas Carmona Rodrigues só à tarde deu 'aquele' abraço a Santana Lopes. Um apoio que frisa ser pessoal e não político. Quanto ao sentido de voto, lembra o fado 'nem às paredes confesso'.
"Um apoio pessoal a um amigo de há 43 anos" - assim quis definir Carmona Rodrigues o abraço que foi ontem dar a Pedro Santana Lopes durante a arruada que ao fim da tarde se iniciou na Av. da Igreja.
A "surpresa" do abraço do antigo vice-presidente de Santana Lopes na autarquia lisboeta esteve para acontecer de manhã, na baixa da cidade, tendo Santana Lopes afirmado aos jornalistas que "por razões ligadas à universidade, Carmona não podia ir ao Chiado - mas que podia transmitir o abraço pessoal".
Pouco depois, através da Lusa, chegava às redacções um esclarecimento do próprio Carmona Rodrigues a "negar qualquer apoio político". "Não apoio ninguém, é uma posição que manifestei quando decidi não me recandidatar e que mantenho" disse o actual vereador que ficou depois largas horas telefonicamente incontactável.
Foi, assim, com grande surpresa que a imprensa viu chegar Carmona Rodrigues à arruada da tarde, uma das mais tradicionais do PSD de Lisboa, que desde sempre se realiza na zona das avenidas Novas. A chegada de Carmona Rodrigues fez recrudescer o entusiasmo na arruada e foi o momento para Santana Lopes frisar à imprensa que "não mentiu" quando tinha divulgado o abraço.
O encontro da tarde serviu para Carmona Rodrigues esclarecer que tem "uma amizade de mais de 43 anos com Santana Lopes que acabou por ficar prejudicada por vicissitudes políticas". No entanto, frisou que "por razões da sua vida pessoal Santana Lopes e ele se encontraram à cerca de duas semanas e puderam esclarecer uma série de equívocos que os tinham afastado". Carmona Rodrigues assumiu que ele e Santana Lopes não se falavam há dois anos mas que quando se reaproximaram tiveram oportunidade de esclarecer "tudo o que se tinha passado" e de "o ultrapassar".
Quanto ao sentido de voto, Carmona Rodrigues lembrou apenas a letra do fado "nem às paredes confesso". E só após insistentes perguntas disse ter sempre votado no PSD durante toda a vida, excepto quando votou em si próprio. Mas deixou sempre o ponto em aberto: não se trata de "uma assinatura perpétua". DN
porque seráque mudou de ideias e foi?
"Um apoio pessoal a um amigo de há 43 anos" - assim quis definir Carmona Rodrigues o abraço que foi ontem dar a Pedro Santana Lopes durante a arruada que ao fim da tarde se iniciou na Av. da Igreja.
A "surpresa" do abraço do antigo vice-presidente de Santana Lopes na autarquia lisboeta esteve para acontecer de manhã, na baixa da cidade, tendo Santana Lopes afirmado aos jornalistas que "por razões ligadas à universidade, Carmona não podia ir ao Chiado - mas que podia transmitir o abraço pessoal".
Pouco depois, através da Lusa, chegava às redacções um esclarecimento do próprio Carmona Rodrigues a "negar qualquer apoio político". "Não apoio ninguém, é uma posição que manifestei quando decidi não me recandidatar e que mantenho" disse o actual vereador que ficou depois largas horas telefonicamente incontactável.
Foi, assim, com grande surpresa que a imprensa viu chegar Carmona Rodrigues à arruada da tarde, uma das mais tradicionais do PSD de Lisboa, que desde sempre se realiza na zona das avenidas Novas. A chegada de Carmona Rodrigues fez recrudescer o entusiasmo na arruada e foi o momento para Santana Lopes frisar à imprensa que "não mentiu" quando tinha divulgado o abraço.
O encontro da tarde serviu para Carmona Rodrigues esclarecer que tem "uma amizade de mais de 43 anos com Santana Lopes que acabou por ficar prejudicada por vicissitudes políticas". No entanto, frisou que "por razões da sua vida pessoal Santana Lopes e ele se encontraram à cerca de duas semanas e puderam esclarecer uma série de equívocos que os tinham afastado". Carmona Rodrigues assumiu que ele e Santana Lopes não se falavam há dois anos mas que quando se reaproximaram tiveram oportunidade de esclarecer "tudo o que se tinha passado" e de "o ultrapassar".
Quanto ao sentido de voto, Carmona Rodrigues lembrou apenas a letra do fado "nem às paredes confesso". E só após insistentes perguntas disse ter sempre votado no PSD durante toda a vida, excepto quando votou em si próprio. Mas deixou sempre o ponto em aberto: não se trata de "uma assinatura perpétua". DN
porque seráque mudou de ideias e foi?
1 comentário:
não há pudor
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