As escutas a Vara-Sócrates foram consideradas nulas, por ilegais. E quem escutava não o sabia? E quem as remeteu à PGR também não sabia? E o PGR que as remeteu ao STJ idem aspas? E as conversas eram relevantes para o processo em causa?
E quem pôs cá fora a existência das ditas escutas?
Continua a confusão e o regabofe nos meandros da Justiça.
Se nem os entendidos na matéria se entendem, o que deve pensar e fazer um leigo?

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