O antigo PGR, Souto Moura, é um dos "madatários" (?) de uma lista de nomes que exige um referendo ao "casamento" entre pessoas do mesmo sexo. Não terá o senhor e seus acompanhantes mais que fazer e não terá o país mais em que gastar dinheiro que não seja num referendo destes?
Em princípio, sou contra referendos, admitindo-os, contudo, em casos específicos em que as populações sejam afectadas e devam pronunciar-se. Não é o caso.
Que é que eu tenho a ver com tal tipo de "casamentos"? Não me oponho (embora não perfilhe a denominação "casamento"), mas não me diz respeito. Já não acolho a possibilidade de adopção, pois neste caso estão terceiros, que não são achados nem ouvidos. Quem quiser filhos, deve procurar fazê-los, que "isto" não é um "produto" de mercado.
Embora entenda que há assuntos mais prementes a serem tratados pelos nossos deputados, eles é que devem decidir a questão. E, no meu entender, deverá haver liberdade de voto. Cada um que assuma as suas responsabilidades, que é para isso que estão mandatados.
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