O senhor Presidente da República "decidiu prescindir", a partir de 1 de Janeiro de 2011, do seu vencimento.
O senhor PR não decidiu coisa nenhuma, o senhor PR optou por receber as reformas, a que tem direito, em lugar do vencimento, já que, nos termos legais invocados, não pode acumular. E optou pela mais vantajosa, o que, sendo legítimo, não se critica.
Seria, assim, mais avisado utilizar um termo mais adequado do que aquele "prescindiu". É feio e não lhe fica nada bem, a ele que se invoca como "rigoroso".

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