Depois das trapalhadas na votação das últimas eleições presidenciais, cujos contornos se assemelham a terceiro-mundismo, vai ser eliminado o cartão de eleitor, papelinho cuja existência (salvo, por razões aceitáveis, no imediato pós-25/4) nunca entendi. Há males que vêm por bem.
PS - Já se conhecem as razões de todas as discrepâncias verificadas no acto eleitoral?
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