"Ferreira Torres alvo de penhora na Câmara", titulava ontem o JN.
Não sei quem mais lamentar, se o BPI (os outros bancos não contam para este filme), se Avelino Ferreira Torres. O antigo presidente da Câmara do Marco de Canavezes, com dívidas à banca no valor de cerca de 2 milhões de euros, deve ao BPI cerca de 10 mil euros. Como, ao que parece, o autarca não tem bens nem outras fontes de rendimento para além das senhas de presença que aufere na Câmara como vogal sem pelouro, onde recebe cerca de de 70 euros por cada uma das duas reuniões mensais do executivo, viu tal rendimento ser penhorado pelo BPI. O tribunal vai dar total acolhimento à pretensão do BPI? E como poderá sobreviver o autarca sem esse rendimento, durante mais de 6 anos, tantos quantos os necesários para amortização do capital, fora juros? Vai solicitar o RSI? E este é penhorável?
Misérias, é o que é... de devedores e de credores...
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