A dívida pública detida pelos bancos que operam em Portugal aumentou mais de 250 por cento entre o final de 2009 e março do ano passado, tendo vindo desde então a registar uma diminuição, mas continuando em níveis elevados que deixam os bancos em risco relativamente a problemas no Estado. O Relatório de Estabilidade Financeira, divulgado pelo Banco de Portugal, revela ainda que os recursos dos clientes já representam mais de 50 por cento do valor dos ativos das instituições bancárias.
“O início de 2012 marcou o aumento da compra de dívida pública portuguesa pelos bancos que operam no país, uma tendência crescente que se manteria até ao final do primeiro trimestre de 2012”, lê-se no Relatório de Estabilidade Financeira hoje divulgado pelo Banco de Portugal.
Segundo o documento, “em março de 2012, os títulos de dívida na carteira dos bancos ascendiam a 36 milhões de euros, três vezes mais do que no final de 2009. Já após o primeiro trimestre de 2012, a tendência foi de redução da dívida no balanço dos bancos, o que se sentiu de forma particularmente significativa no último trimestre do ano”.
O aumento da dívida pública nas instituições bancárias que operam em Portugal veio equilibrar a dificuldade que o Estado tinha em financiar-se nos mercados internacionais, uma situação que levou os presidentes dos principais bancos a afirmarem publicamente, em abril, que não podiam continuar a financiar o Estado, o que terá acelerado o pedido de ajuda externa.
“O aumento do financiamento dado pelos bancos ao Estado português, após o agravar da crise financeira e da crise da dívida levou ao aumento da interação entre o risco soberano e o risco dos bancos e do sector financeiro em geral em relação a 2009, o que deixa os bancos mais vulneráveis a eventuais problemas na economia portuguesa e com as contas do Estado”, acrescenta o Banco de Portugal.
Segundo o documento, “em março de 2012, os títulos de dívida na carteira dos bancos ascendiam a 36 milhões de euros, três vezes mais do que no final de 2009. Já após o primeiro trimestre de 2012, a tendência foi de redução da dívida no balanço dos bancos, o que se sentiu de forma particularmente significativa no último trimestre do ano”.
O aumento da dívida pública nas instituições bancárias que operam em Portugal veio equilibrar a dificuldade que o Estado tinha em financiar-se nos mercados internacionais, uma situação que levou os presidentes dos principais bancos a afirmarem publicamente, em abril, que não podiam continuar a financiar o Estado, o que terá acelerado o pedido de ajuda externa.
“O aumento do financiamento dado pelos bancos ao Estado português, após o agravar da crise financeira e da crise da dívida levou ao aumento da interação entre o risco soberano e o risco dos bancos e do sector financeiro em geral em relação a 2009, o que deixa os bancos mais vulneráveis a eventuais problemas na economia portuguesa e com as contas do Estado”, acrescenta o Banco de Portugal.
FOI UM ALTO NEGOCIO PARA A BANCA. QUANDO EM ABRIL REUNIRAM PARA NÃO COMPRAR MAIS DIVIDA, OBRIGARAM A VINDA DA TROIKA.
DEPOIS FOI O ESTADO A RESERVAR 12 MIL MILHÕES PARA RECAPITALIZAR A BANCA.
O BPN LEVOU UNS MILHARES DE MILHÕES.
UM DIA SE FARÁ A HISTÓRIA DESTES NEGOCIOS.

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