"O governo tem que ter orgulho de defender os portugueses", afirmou o porta-voz do CDS-PP
O deputado do CDS-PP João Almeida considerou hoje que o Governo "não deve ter vergonha de contrariar a ´troika'", defendendo mais força política nas negociações com os responsáveis das instituições internacionais.
"O Governo não tem que ter vergonha de contrariar a ´troika', o Governo tem que ter orgulho de defender os portugueses", afirmou o porta-voz do CDS-PP, numa declaração política no plenário da Assembleia da República.
Defendendo que o caminho não é seguir em frente como se nada fosse, João Almeida apoiou a ideia de "mais força política nas negociações com a ´troika'", nomeadamente em matérias que a ´troika' queria impor como obrigatórias.
Nesses casos, continuou, o Governo deve num primeiro momento fazer com que sejam "opcionais", para conseguir assegurar depois "que passem de opções ao seu total afastamento para que nunca sejam aplicadas".
Na sua intervenção, João Almeida preconizou ainda "soluções eficientes e equitativas para resolver problemas estruturais", sublinhando que não se pode colocar a justiça social em causa para resolver questões do ponto de vista da eficiência.
"Se temos um problema estrutural na segurança social, temos de perceber que não é só com cortes que se resolve esse problema, não se resolve sem haver mais população ativa empregada e não se resolve sem termos um salário médio mais elevado do que temos, se isso não acontecer não há cortes que valham à sustentabilidade da segurança social", disse.
Por outro lado, acrescentou, a sustentabilidade divida pública também não se resolve sem crescimento económico e sem competitividade, daí a necessidade de Portugal precisar de "menos impostos e mais estabilidade do sistema fiscal".
Na resposta à intervenção da bancada do CDS-PP, o deputado do PS Rui Paulo Figueiredo optou por pegar novamente no tema da crise política no seio da coligação que sustenta o Governo, questionado o que estão ainda os democratas-cristãos a fazer no executivo liderado por Pedro Passos Coelho, na medida que que as propostas que apresentam são "facultativas", não tendo feito "nenhum vencimento".
Falando do CDS-PP como "uma espécie de polícia bom" em contraposição o PSD que se apresenta como "o polícia mau", o deputado socialista recordou igualmente a polémica à volta da chamada TSU dos pensionistas, interrogando sobre quem quer que a medida exista para descredibilizar o CDS, já que foi uma fonte oficial do Governo que disse que foi o líder democrata-cristão que "recuou".
"É o PSD, o primeiro-ministro que quer descredibilizar o CDS", questionou.
Uma pergunta que João Almeida garantiu que o CDS-PP já esclareceu.
"É uma questão revelante, mas há uma muito mais relevante, sobre essa já temos para nós esclarecido. Importante é que quem vai impedir que essa medida exista", referiu.
como isto vai.
O MINISTRO DAS FINANÇAS BRINCA COM OS PORTUGUESES FAZENDO UMA CONFERENCIA DE IMPRENSA CARICATA. NÃO FOI MAIS DO QUE UMA FUGA PARA A FRENTE, SE QUANTIFICAR, SEM PREVER, SEM AFIRMAR. É UM SUPER BONUS FISCAL COMO NAS PROMOÇÕES DE SABENETES: COMPRE 3 E PAGUE 2.
O QUE O MINISTRO QUIS FOI SENTAR-SE AO LADO DO MINISTRO DA ECONOMIA COM MAIS 4 SECRETÁRIOS MUDOS, PARA ENGANAR O PAGODE DE QUE TUDO VAI BEM.
HOJE HÁ RESULTADOS PARA A EXECUÇÃO ORÇAMENTAL E NÃO SÃO FAMOSOS.
ONTE FOI AO BEIJA MÃO À ALEMANHA E TROUXE PROMESSAS DE UM BANCO QUE ESTEVE 10 ANOS EM PORTUGAL E FUGIU QUANDO VIU QUE A CRISE ERA GRAVE.
FOI MAIS UM GOLPE DE TEATRO DESTE MINISTRO DAS FINANÇAS COM CONSEQUENCIAS GRAVES PARA O PAIS E PARA OS PORTUGUESES.
PORTUGAL CAMINHA A PAÇOS LARGOS PARA A FALÊNCIA E OS CULPADOS QUEREM FINGIR QUE ESTÁ TUDO BEM.
"O Governo não tem que ter vergonha de contrariar a ´troika', o Governo tem que ter orgulho de defender os portugueses", afirmou o porta-voz do CDS-PP, numa declaração política no plenário da Assembleia da República.
Defendendo que o caminho não é seguir em frente como se nada fosse, João Almeida apoiou a ideia de "mais força política nas negociações com a ´troika'", nomeadamente em matérias que a ´troika' queria impor como obrigatórias.
Nesses casos, continuou, o Governo deve num primeiro momento fazer com que sejam "opcionais", para conseguir assegurar depois "que passem de opções ao seu total afastamento para que nunca sejam aplicadas".
Na sua intervenção, João Almeida preconizou ainda "soluções eficientes e equitativas para resolver problemas estruturais", sublinhando que não se pode colocar a justiça social em causa para resolver questões do ponto de vista da eficiência.
"Se temos um problema estrutural na segurança social, temos de perceber que não é só com cortes que se resolve esse problema, não se resolve sem haver mais população ativa empregada e não se resolve sem termos um salário médio mais elevado do que temos, se isso não acontecer não há cortes que valham à sustentabilidade da segurança social", disse.
Por outro lado, acrescentou, a sustentabilidade divida pública também não se resolve sem crescimento económico e sem competitividade, daí a necessidade de Portugal precisar de "menos impostos e mais estabilidade do sistema fiscal".
Na resposta à intervenção da bancada do CDS-PP, o deputado do PS Rui Paulo Figueiredo optou por pegar novamente no tema da crise política no seio da coligação que sustenta o Governo, questionado o que estão ainda os democratas-cristãos a fazer no executivo liderado por Pedro Passos Coelho, na medida que que as propostas que apresentam são "facultativas", não tendo feito "nenhum vencimento".
Falando do CDS-PP como "uma espécie de polícia bom" em contraposição o PSD que se apresenta como "o polícia mau", o deputado socialista recordou igualmente a polémica à volta da chamada TSU dos pensionistas, interrogando sobre quem quer que a medida exista para descredibilizar o CDS, já que foi uma fonte oficial do Governo que disse que foi o líder democrata-cristão que "recuou".
"É o PSD, o primeiro-ministro que quer descredibilizar o CDS", questionou.
Uma pergunta que João Almeida garantiu que o CDS-PP já esclareceu.
"É uma questão revelante, mas há uma muito mais relevante, sobre essa já temos para nós esclarecido. Importante é que quem vai impedir que essa medida exista", referiu.
como isto vai.
O MINISTRO DAS FINANÇAS BRINCA COM OS PORTUGUESES FAZENDO UMA CONFERENCIA DE IMPRENSA CARICATA. NÃO FOI MAIS DO QUE UMA FUGA PARA A FRENTE, SE QUANTIFICAR, SEM PREVER, SEM AFIRMAR. É UM SUPER BONUS FISCAL COMO NAS PROMOÇÕES DE SABENETES: COMPRE 3 E PAGUE 2.
O QUE O MINISTRO QUIS FOI SENTAR-SE AO LADO DO MINISTRO DA ECONOMIA COM MAIS 4 SECRETÁRIOS MUDOS, PARA ENGANAR O PAGODE DE QUE TUDO VAI BEM.
HOJE HÁ RESULTADOS PARA A EXECUÇÃO ORÇAMENTAL E NÃO SÃO FAMOSOS.
ONTE FOI AO BEIJA MÃO À ALEMANHA E TROUXE PROMESSAS DE UM BANCO QUE ESTEVE 10 ANOS EM PORTUGAL E FUGIU QUANDO VIU QUE A CRISE ERA GRAVE.
FOI MAIS UM GOLPE DE TEATRO DESTE MINISTRO DAS FINANÇAS COM CONSEQUENCIAS GRAVES PARA O PAIS E PARA OS PORTUGUESES.
PORTUGAL CAMINHA A PAÇOS LARGOS PARA A FALÊNCIA E OS CULPADOS QUEREM FINGIR QUE ESTÁ TUDO BEM.

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