sexta-feira, 12 de julho de 2013

A social-democrata defende que a decisão de Cavaco foi "arriscada" mas "defende o interesse nacional"
Manuela Ferreira Leite rejeitou a proposta de remodelação governamental que teria Paulo Portas como vice-primeiro-ministro e Pires de Lima ministro da Economia.
“Qualquer pessoa que conheça minimamente o PSD sabe que o partido nunca aceitaria um acordo em que o CDS fosse a parte forte”, acrescentando que “não faz parte do ADN do PSD que o CDS ficasse com a parte de leão”.
Ferreira Leite considerou ainda “arriscada” a decisão de Cavaco Silva, que pede um entendimento de médio prazo entre PSD, CDS e PS num compromisso de salvação nacional.
“A responsabilidade neste momento é dos partidos, têm que se entender num momento difícil para o país. Se nada se conseguir, os partidos vão ter que dar satisfações aos eleitores”, afirmou.
Sobre a recusa de Cavaco em aceitar a proposta de eleições antecipadas, a antiga ministra das Finanças não se mostrou surpreendida. “O Presidente da República sempre tem defendido que nesta fase do programa de ajustamento seria impensável criar-se uma crise política com eleições antecipadas”, acrescentando que “a proposta de eleições antecipadas do PS tem mais interesse político do que nacional”.
Ferreira Leite salienta que “este momento é particularmente complexo”, porque “todos diziam que o programa de ajustamento é demasiado rígido, mas para ajustar esta situação algumas pessoas tinham que engolir sapos”.
“A primeira pessoa que não quis engolir sapos foi o ministro das Finanças e acho que aí é que está a origem da crise”, lembrou.
No entanto, Manuela Ferreira Leite considera que este é um governo “em plenitude das suas funções”, até porque “não lhe falta nenhum ministro”. A social-democrata lembra que Portugal teve “um ministro das Finanças demissionário durante oito meses e nunca ninguém disse que tínhamos um governo que não era legítimo”. Assim, Ferreira Leite garante que não olha para este governo como sendo “enfraquecido por saber que o Paulo Portas pediu demissão”.

OS AMIGOS DO PRESIDENTE CRITICAM MAS COMPREENDEM.
AS CARPIDEIRAS LEMBRAM-SE AGORA QUE O PS TEM DE SEGURAR O GOVERNO PORQUE O PAIS PRECISA DE SALVAÇÃO.
E QUANDO FOI DO PEC IV NÃO SE LEMBRARAM E OBRIGARAM UM GOVERNO DE GESTÃO A ASSINAR O MEMORANDO?
HIPOCRISIA PURA.
BASTA OLHAR E OUVIR O GOVERNADOR DO BP QUE MAIS PARECE UM COMENTADOR POLITICO, PARA SE PERCEBER QUE A SITUAÇÃO É DRAMÁTICA.
O PS TEM DE FAZER UM ACORDO COM OS PORTUGUESES.

QUANDO OS MERCADOS FINANCEIROS MANDAM NUM PAIS OS RESULTADOS SÃO ESTES.
CRIAR RIQUEZA COM A ESPECULAÇÃO FINANCEIRA NÃO RESOLVE.
HÁ VÁRIOS EXEMPLOS: FINLANDIA, COREIA DO SUL, BRASIL. INDIA, CHINA, INDONÉSIA E OUTROS, QUE APOSTARAM NA ECONOMIA E NA INDUATRIA E VENCERAM.
AJOELHAR PERANTE OS ESPECULADORES DO MERCADO FINANCEIRO LEVA À DESGRAÇA.
ESTAMOS NUMA FASE DE: OU VENCE A DOUTRINA NEOLIBERAL NA EUROPA E NO MUNDO OU VAI SURGIR UM NOVO MODELO DE DESENVOLVIMENTO NA UE.
ESTE É O PRINCIPAL PROBLEMA DOS PRÓXIMOS ANOS.
A POLITICA SEM IDEOLOGIA NÃO TEM FUTURO.

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