O líder do CDS e ainda ministro dos Negócios Estrangeiros terminou o debate do estado da nação desta sexta-feira a reforçar a ideia de que a solução de Governo proposta pelo primeiro-ministro ao Presidente da República é "sólida" e ultrapassa a moção de censura anunciada nesta sexta-feira pelo PEV.
Sem nunca referir a palavra irrevogável, que constava do seu pedido de demissão do Governo na passada semana, Portas recordou o que já tinha dito ao partido, no conselho nacional, citando o ex-líder do PSD e antigo primeiro-ministro Sá Carneiro. "Primeiro Portugal, depois o partido e depois as circunstâncias pessoais", disse, tendo concluído que em primeiro lugar escolheu o país.
Portas citou ainda o antigo líder do CDS Adriano Moreira para dizer que se identifica com a ideia de "institucionalismo". "Não obriga a ignorar a consciência dos homens mas vincula-nos a separar bem entre a consciência dos homens e das instituições", afirmou.
Quanto ao diálogo com o PS, pedido pelo Presidente da República, Portas lembrou que negociar significa ceder. Considerando que o debate de hoje não foi "contaminado" pela crispação, o líder do CDS notou: "Ninguém pôs condições impossíveis". E terminou o discurso a apelar ao empenho no diálogo com os socialistas.
"Não se deve perder aos microfones o que se pode ser conseguido à mesa. Vamos fazer esse esforço", rematou.
ESTE INDIVIDUO CONTINUA IGUAL A SI PROPRIO: AGAROTADO.
A PROPOSTA ESTÁ MORTA E QUANDO DIZ O QUE DISSE HOJE, PORTAS DESAFIA MAIS UMA VEZ O PRESIDENTE DA REPUBLICA E ENXOVALHA A INSTITUIÇÃO.
O SENHOR PRESIDENTE PARA NÃO PERDER A DOGNIDADE DA FUNÇÃO DEVIA CONVOCAR DE IMEDIATO ELEIÇÕES.
O QUE HOJE FOI DITO PELOS PARTIDOS DA COLIGAÇÃO DESFEITA, NÃO PERMITE QUALQUER DIÁLOGO SÉRIO.
A GAROTICE CONTINUA.
"É uma solução que bem proximamente demonstrará a confiança, vencendo a censura hoje anunciada", afirmou Paulo Portas, aplaudido de pé pelas duas bancadas da maioria no final da sua intervenção.
O líder do CDS lembrou que, "em tempo veloz", a maioria PSD/CDS "entregou [a Cavaco Silva] uma "solução estável e sólida". E deu conta do que considerou ser a apreciação geral sobre a proposta, que não a do Presidente da República. "A sociedade, parceiros sociais e mercados registaram esse entendimento", afirmou.Sem nunca referir a palavra irrevogável, que constava do seu pedido de demissão do Governo na passada semana, Portas recordou o que já tinha dito ao partido, no conselho nacional, citando o ex-líder do PSD e antigo primeiro-ministro Sá Carneiro. "Primeiro Portugal, depois o partido e depois as circunstâncias pessoais", disse, tendo concluído que em primeiro lugar escolheu o país.
Portas citou ainda o antigo líder do CDS Adriano Moreira para dizer que se identifica com a ideia de "institucionalismo". "Não obriga a ignorar a consciência dos homens mas vincula-nos a separar bem entre a consciência dos homens e das instituições", afirmou.
Quanto ao diálogo com o PS, pedido pelo Presidente da República, Portas lembrou que negociar significa ceder. Considerando que o debate de hoje não foi "contaminado" pela crispação, o líder do CDS notou: "Ninguém pôs condições impossíveis". E terminou o discurso a apelar ao empenho no diálogo com os socialistas.
"Não se deve perder aos microfones o que se pode ser conseguido à mesa. Vamos fazer esse esforço", rematou.
ESTE INDIVIDUO CONTINUA IGUAL A SI PROPRIO: AGAROTADO.
A PROPOSTA ESTÁ MORTA E QUANDO DIZ O QUE DISSE HOJE, PORTAS DESAFIA MAIS UMA VEZ O PRESIDENTE DA REPUBLICA E ENXOVALHA A INSTITUIÇÃO.
O SENHOR PRESIDENTE PARA NÃO PERDER A DOGNIDADE DA FUNÇÃO DEVIA CONVOCAR DE IMEDIATO ELEIÇÕES.
O QUE HOJE FOI DITO PELOS PARTIDOS DA COLIGAÇÃO DESFEITA, NÃO PERMITE QUALQUER DIÁLOGO SÉRIO.
A GAROTICE CONTINUA.

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