O ministro Paulo Portas explicou hoje, no debate do estado da Nação, as razões que o levaram a recuar na saída do Governo.
O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas - que Passos garantiu que continua em funções no cargo - subiu à tribuna para explicar ao plenário as razões que o levaram a recuar na saída do Governo.
"Prefiro pagar preço da reputação, a não fazer o que posso e devo por um futuro melhor". E usando as próprias palavras que escreveu na carta com razões para o seu pedido de demissão, explicou que a "consciência" dos homens tem que ser "separada do interesse das instituições", lembrando um ensinamento de Adriano Moreira, fundador do CDS, e que "entre a razão do partido e a razão pessoal, deve prevalecer a razão de partido", citando aqui o histórico social-democrata Francisco Sá Carneiro.
SERÁ QUE O MIUDO AINDA TEM REPUTAÇÃO?
É UM ARTISTA DA POLÍTICA. MAS DESTA VEZ O POVO NÃO DORME. SENTE NA PELE AS AVENTURAS DESTA GENTE QUE NOS DESGOVERNA.
O QUE ELE QUERIA ERA SER LIDER DO PSD.
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