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O líder do PS, António José Seguro, acredita que é possível Portugal sair da crise sem que seja preciso fazer alterações à Constituição.
"Acho que é possível sairmos da crise sem mudarmos a Constituição", defendeu hoje Seguro em declarações aos jornalistas, citado pela Reuters.
O líder socialista explicou também por que não será possível um acordo com o governo em torno da consolidação orçamental.
"O Governo e o PS consideram que o equilíbrio das contas públicas é uma meta muito importante. Mas o PS tem um caminho diferente para lá chegar. O que Junho mostrou é que é impossível fazer um acordo com este governo porque este governo é intransigente no seguimento da sua política. Nós e o governo temos caminhos que não se cruzam, é impossível cruzarem-se", declarou.
Seguro rematou esta ideia com o que se passou na Irlanda, onde "houve uma atitude diferente, houve um diálogo interpartidário substantivo, enquanto em Portugal, o governo impediu esse diálogo". "Durante dois anos não quiseram saber das propostas do PS para nada", resumiu.
Desse modo, o líder do maior partido da oposição diz que tanto o governo como a troika terão de se explicar aos portugueses caso o primeiro programa de resgate venha a falhar.
"Quando se fez o memorando, estava previsto que Portugal sairia deste programa em Junho de 2014 de boa saúde. Não vai sair? Então têm de explicar porquê", argumentou.
Sobre o orçamento para 2014 e o voto contra do PS, Seguro refere que se trata de um orçamento de "mais do mesmo que não nos tira deste processo
É PRECISO MAIS QUALQUER COISINHA DR. SEGURO.
"Acho que é possível sairmos da crise sem mudarmos a Constituição", defendeu hoje Seguro em declarações aos jornalistas, citado pela Reuters.
O líder socialista explicou também por que não será possível um acordo com o governo em torno da consolidação orçamental.
"O Governo e o PS consideram que o equilíbrio das contas públicas é uma meta muito importante. Mas o PS tem um caminho diferente para lá chegar. O que Junho mostrou é que é impossível fazer um acordo com este governo porque este governo é intransigente no seguimento da sua política. Nós e o governo temos caminhos que não se cruzam, é impossível cruzarem-se", declarou.
Seguro rematou esta ideia com o que se passou na Irlanda, onde "houve uma atitude diferente, houve um diálogo interpartidário substantivo, enquanto em Portugal, o governo impediu esse diálogo". "Durante dois anos não quiseram saber das propostas do PS para nada", resumiu.
Desse modo, o líder do maior partido da oposição diz que tanto o governo como a troika terão de se explicar aos portugueses caso o primeiro programa de resgate venha a falhar.
"Quando se fez o memorando, estava previsto que Portugal sairia deste programa em Junho de 2014 de boa saúde. Não vai sair? Então têm de explicar porquê", argumentou.
Sobre o orçamento para 2014 e o voto contra do PS, Seguro refere que se trata de um orçamento de "mais do mesmo que não nos tira deste processo
É PRECISO MAIS QUALQUER COISINHA DR. SEGURO.

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