Distinção
Nobel da Literatura para canadiana Alice Munro
por Sofia Fonseca com agênciasHoje
Fotografia © REUTERS/Mike Cassese
O Comité do Nobel anunciou hoje que a
canadiana Alice Munro é a vencedora do galardão da Literatura. É a 13.ª mulher a
recebê-lo.
Alice Munro, 82 anos, escreve sobretudo contos, um género que raramente foi
distinguido pelo comité Nobel. Esta é, aliás, segundo a France Press, a primeira
vez e, 112 anos que o Comité Nobel distingue alguém que apenas escreve este
género de literatura.
Autora de "Amada Vida", que segundo anunciou recentemente será o seu último livro, "O Amor de uma Boa Mulher", "Fugas", "A Vista de Castle Rock" ou "O Progresso do Amor" (todos editados pela Relógio d'Água), Alice Munro é a primeira canadiana a receber o Nobel da Literatura. A escritora surgiu nos últimos anos na lista de prováveis vencedores do prémio da academia sueca.
Munro é a 13.ª mulher a receber o Nobel da Literatura, depois da sueca Selma Lagerlöf, que foi a primeira, em 1909, ou da alemã Herta Müller, em 2009, que era até agora a última.
"Munro é apreciada pela sua arte subtil do conto, imbuída de um estilo claro e de realismo psicológico", descreveu o Comité numa biografia da escritora. "As suas histórias desenrolam-se geralmente em pequenas cidades, em que a luta das pessoas por uma vida digna leva muitas vezes a problemas de relacionamento e de conflitos morais - questão que está enraizada nas diferenças geracionais ou projetos de vida contraditórios", continua.
A escritora tornou-se célebre por escrever contos centrados na vida rural de Ontário, o que a levou a ser comparada ao russo Anton Tchekhov.
Autora de "Amada Vida", que segundo anunciou recentemente será o seu último livro, "O Amor de uma Boa Mulher", "Fugas", "A Vista de Castle Rock" ou "O Progresso do Amor" (todos editados pela Relógio d'Água), Alice Munro é a primeira canadiana a receber o Nobel da Literatura. A escritora surgiu nos últimos anos na lista de prováveis vencedores do prémio da academia sueca.
Munro é a 13.ª mulher a receber o Nobel da Literatura, depois da sueca Selma Lagerlöf, que foi a primeira, em 1909, ou da alemã Herta Müller, em 2009, que era até agora a última.
"Munro é apreciada pela sua arte subtil do conto, imbuída de um estilo claro e de realismo psicológico", descreveu o Comité numa biografia da escritora. "As suas histórias desenrolam-se geralmente em pequenas cidades, em que a luta das pessoas por uma vida digna leva muitas vezes a problemas de relacionamento e de conflitos morais - questão que está enraizada nas diferenças geracionais ou projetos de vida contraditórios", continua.
A escritora tornou-se célebre por escrever contos centrados na vida rural de Ontário, o que a levou a ser comparada ao russo Anton Tchekhov.
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