A directora do FMI sugere que meta do défice só não foi flexibilizada devido à incerteza das decisões do Tribunal Constitucional.
Em conferência de imprensa em Washington, durante a reunião anual do FMI e do Banco Mundial, Christine Lagarde afirmou que "Portugal é um dos países em que o FMI disse que é preciso um pouco mais de tempo, porque um dos factores que o país pode ter para conciliar crescimento e consolidação orçamental é magro".
"Um ‘frontloading' massivo da consolidação não é necessariamente apropriado em todo o lado. É por isso que em Portugal, tal como na Grécia, dissemos que é preciso mais tempo e seria benéfico, de forma a proteger as áreas que são causadoras de crescimento e criação de emprego", acrescentou.
As declarações de Lagarde surgem depois da oitava e nona avaliações da ‘troika', em que as autoridades internacionais rejeitaram rever em alta a meta do défice para o próximo ano, de 4% do PIB para 4,5%.
E a directora do FMI deu a entender que, não fossem os problemas que o Governo tem tido com o Tribunal Constitucional, e essa margem poderia ter sido conseguida.
"No caso de Portugal temos tido uma dificuldade particular, que tem a ver com a visão do Tribunal Constitucional, que tem autoridade para decidir o que é ou não constitucional. E isso levou a revisitar regularmente o programa, para ir ao encontro dos requisitos impostos pelo tribunal", sublinhou
MAIS TEMPO E MENOS JUROS. PORTUGAL NÃO TEM ECONOMIA PARA RESOLVER O DÉFICE EM 3 ANOS. DE 6 A 10 ANOS SERÁ O TEMPO NECESSÁRIO.
O TRIBUNAL CONSTITUCIONAL EXISTE PARA ZELAR PELO CUMPRIMENTO DA CONSTITUIÇÃO. QUEM ESTÁ A VIOLAR A LEI É O GOVERNO
Em conferência de imprensa em Washington, durante a reunião anual do FMI e do Banco Mundial, Christine Lagarde afirmou que "Portugal é um dos países em que o FMI disse que é preciso um pouco mais de tempo, porque um dos factores que o país pode ter para conciliar crescimento e consolidação orçamental é magro".
"Um ‘frontloading' massivo da consolidação não é necessariamente apropriado em todo o lado. É por isso que em Portugal, tal como na Grécia, dissemos que é preciso mais tempo e seria benéfico, de forma a proteger as áreas que são causadoras de crescimento e criação de emprego", acrescentou.
As declarações de Lagarde surgem depois da oitava e nona avaliações da ‘troika', em que as autoridades internacionais rejeitaram rever em alta a meta do défice para o próximo ano, de 4% do PIB para 4,5%.
E a directora do FMI deu a entender que, não fossem os problemas que o Governo tem tido com o Tribunal Constitucional, e essa margem poderia ter sido conseguida.
"No caso de Portugal temos tido uma dificuldade particular, que tem a ver com a visão do Tribunal Constitucional, que tem autoridade para decidir o que é ou não constitucional. E isso levou a revisitar regularmente o programa, para ir ao encontro dos requisitos impostos pelo tribunal", sublinhou
MAIS TEMPO E MENOS JUROS. PORTUGAL NÃO TEM ECONOMIA PARA RESOLVER O DÉFICE EM 3 ANOS. DE 6 A 10 ANOS SERÁ O TEMPO NECESSÁRIO.
O TRIBUNAL CONSTITUCIONAL EXISTE PARA ZELAR PELO CUMPRIMENTO DA CONSTITUIÇÃO. QUEM ESTÁ A VIOLAR A LEI É O GOVERNO
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