sexta-feira, 14 de junho de 2013

FURACÕES E TORNADOS

Seis empresas e 24 indivíduos acusados pela Procuradoria Geral da República de fuga ao Fisco calculada em 37 milhões de euros.
O Ministério Público (MP) deduziu acusação a 30 arguidos, seis dos quais sociedades comerciais, no âmbito de um dos processos da Operação Furacão, investigação que envolve centenas de empresas e alguns bancos. A Procuradoria-Geral da República refere, em nota enviada às redacções, que a acusação, datada de 6 de Junho, "abrange uma entidade promotora de serviços que foram considerados como ilícitos e as entidades e pessoas aderentes, que não regularizaram anteriormente a sua situação tributária".

DE online

E você, acredita em glutões?

MUDE-SE DE CONSTITUIÇÃO, JÁ!

O Governo vai alterar a lei da greve para que os sindicatos do sector da Educação passem a ser obrigados a assegurar serviços mínimos aos exames.
Pedro Passos Coelho anunciou-o hoje, no Parlamento, durante o debate quinzenal: "Assumo aqui publicamente o compromisso de mudar a lei, impedindo que as famílias e estudantes sejam afetados". Segundo o primeiro-ministro, "há uma desproporção entre o legítimo direito à greve e o interesse público".
A alteração desejada pelo Governo não terá qualquer efeito na greve dos professores marcada para os próximos dias.

Expresso online



O melhor é alterar a Constituição e proibir as greves, todas.  (Nota: isto não representa qualquer juízo de valor sobre a greve dos professores no período de  exames).

E AGORA?


O Ministério Público requereu a "declaração 

nulidade" do julgamento do Tribunal de Elvas, 
em processo sumário, pelo crime de "ofensa à 
honra do Presidente da República, que levou
 à condenação de um jovem de 25 anos, 
Carlos Costal.
Em nota à comunicação social, a Procuradoria-Geral
 da República justifica a decisão por "não ser admissível", no caso deste crime, o uso do 
"processo sumário", tal como estabelece o 
artigo 381.º, n.º2 do Código do Processo Penal.
Na prática, o julgamento e a condenação de que 
foi alvo o jovem de 25 anos, Carlos Costal, ficam anulados e o Tribunal de Elvas terá que proceder 
a novo julgamento, se assim entender.
Carlos Costal, residente em Campo Maior, 
mas que se deslocou a Elvas por ocasião da 
celebração do 10 de Junho, foi condenado, 
a dois dias depois, pelo referido Tribunal  
uma multa de 1300 euros por invetivado
 Cavaco Silva com 
"vai mas é trabalhar!"
 DN on line

E agora, Cavaco Silva vai recorrer? 


CARACTEREOLOGIA

Há vários tipos de pensamento que se tornam tipos humanos. É importante catalogá-los. Têm sempre existido ao longo da História.

Uns pensam como escravos: nunca sairão da caverna, mesmo se libertados. E desdenham da Liberdade.
Outros pensam como servos: resignam-se, embora suspeitem do que a liberdade seja, mas acham a igualdade impossível e perversa - temem-na quase tanto como os seus senhores.
Outros ainda pensam como lacaios: odeiam liberdade e igualdade, porque as migalhas sujas de que se alimentam caem dos banquetes dos que as sufocam. São implacáveis na repressão aos que sonham.
Mais outros, não sabem o ambas que sejam, porque vivem na libertinagem desigual do desbragamento da riqueza e do poder, temendo, porém, que um dia a roda da fortuna desande. Nestes há variantes diversas. Uns são lacaios de categoria mais elevada, outros escravos dos seus luxos e prazeres, outros drogados pelo mando, outros meramente alienados com o brilho e a fama. São mais a deplorar que a invejar. Mas uns tantos são perigosos e pérfidos.
Finalmente, encurtando razões, há os que, por não se sabe que capricho da natureza, nasceram com a Liberdade e a Igualdade impressas a fogo no coração e na cabeça, e levam na fronte a sua marca. Alguns deles sonham mesmo mais além, sonham com a Fraternidade. Esses são o alvo de todos os outros, e contudo só eles a todos os outros conseguiriam libertar...

"Da Crise atrás da Crise" by Paulo Ferreira da Cunha

"Da Crise atrás da Crise" by Paulo Ferreira da Cunha

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Na sétima avaliação, o Fundo Monetário Internacional (FMI) lança dúvidas sobre a capacidade de serem atingidos os principais objectivos do programa de ajustamento.

JÁ NÃO FALTARÁ MUITO TEMPO PARA O FMI VIR DIZER QUE SE ENGANARAM.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) não sabe se os ganhos conseguidos na frente externa serão mantidos assim que a economia portuguesa recuperar, revelam os documentos da sétima avaliação do programa de ajustamento.
O FMI explica que as melhorias da competitividade externa de Portugal continuam “limitadas”. A redução dos custos laborais foi até agora alcançada através dos cortes nos salários dos funcionários públicos e que o crescimento da produtividade se deve aos despedimentos e aumento do desemprego. “Continua a ser pouco claro se os ganhos conseguidos até à data serão suficientes para garantir que o ajustamento externo resiste assim que a economia recuperar”, referem os técnicos do Fundo.

Num capítulo dedicado a avaliar as reformas estruturais e as melhorias na competitividade externa, o FMI deixa elogios à correcção conseguida no défice externo, lembrando que o indicador passou de 10% do PIB em 2010 para menos de 2% em 2012, que as exportações representaram 60% do ajustamento externo entre 2009 e 2012 e que a balança comercial foi positiva por um período de 12 meses pela primeira vez desde a II Guerra Mundial. No entanto, aponta que o comportamento das exportações “pode ter sido inflacionado pela contínua contracção das importações”.

Numa avaliação preliminar, o Fundo conclui que o progresso foi até agora “limitado” nessa frente, mas que pode estar a ser influenciado por vários factores: as reformas estruturais demoram tempo a dar frutos, algumas delas ainda não foram implementadas e que a forte compressão da procura interna e o elevados custos de financiamento das empresas estão a bloquear os resultados das reformas estruturais.

ELES SABEM QUE A RECEITA ESTÁ ERRADA MAS INSISTEM.
GREVE NÃO PREJUDICARÁ OS ALUNOS
 
 
 
A garantia é dada por João Casanova em entrevista. Entretanto, o SOL apurou o modo



como o Governo responderá aos efeitos da greve. Se o número de alunos que falharem

o exame for muito relevante, haverá uma nova prova especificamente para estes.



Se não for, eles serão incluídos na 2ª fase – embora no acesso à universidade

fiquem em situação idêntica aos da 1ª fase.
 
JÁ NINGUÉM SE ENTENDE. ESTE GOVERNO ESTÁ MORTO.



 
 
 


 








 



 

 





 
 



 
   
O rácio da dívida pública pode superar os 140% do Produto Interno Bruto (PIB) até 2024, caso ocorra uma combinação de choques adversos “plausíveis”, alertou nesta quinta-feira o Fundo Monetário Internacional (FMI), acrescentando que a margem de financiamento “não é ilimitada”.
Na análise de sustentabilidade de dívida pública que acompanha os documentos da sétima avaliação do Programa de Assistência Económica e Financeira (PAEF), divulgados nesta quinta-feira, o FMI afirma que “a dinâmica da dívida pode tornar-se insustentável” num cenário de choques adversos combinados.
Os choques apontados pela instituição são um choque de crescimento que reduza o produto em cinco pontos percentuais entre 2013 e 2015 (o que poderia aumentar o rácio da dívida em sete pontos percentuais), uma subida das taxas de juro de 400 pontos-base no mesmo período (que teria um impacto de cinco pontos percentuais) e uma redução do potencial de crescimento (que teria um impacto semelhante ao da subida das taxas de juro).
O FMI aponta ainda um quarto choque que teria implicações negativas na trajectória da dívida: a realização de potenciais imparidades identificadas, nomeadamente com parcerias público-privadas (PPP) e dívida de empresas públicas, que levaria imediatamente o rácio da dívida para perto de 140% do PIB, um valor que só cairia abaixo dos 120% em 2023, de acordo com as estimativas do FMI.
“Um choque combinado que incorpore todos os cenários mencionados (excepto a redução do potencial de crescimento) levaria a dívida acima dos 140% do PIB até 2024, um resultado claramente insustentável”, concluem os técnicos do FMI.
Referindo-se à necessidade de recalibrar as metas do défice, que foram revistas em alta ao longo da sétima avaliação da troika, o FMI explica que, tendo em conta as melhores condições de financiamento, “as autoridades argumentaram que era muito válido reavaliar a combinação entre ajustamento e financiamento”, uma sugestão com que o FMI concordou. “Mas as duas partes reconheceram também que a margem para financiamento não é ilimitada e que as implicações para a trajectória da dívida não podem ser ignoradas”, alerta a organização.
A avaliação divulgada esta quinta-feira surge um dia depois de o FMI ter discutido e aprovado a sétima avaliação a Portugal e o respectivo pagamento da oitava tranche do empréstimo acordado, no valor de 657,47 milhões de euros, informou o FMI.

VAMOS DE MAL A PIOR.
APROVAM A 7ª. AVALIAÇÃO E A SEGUIR DÃO O GOLPE DE MISERICORDIA COM UM RELATÓRIO DEMOLIDOR.
MAS QUEREM APLICAR A MESMA RECEITA E JÁ.
PORTAS FICA EM MAUS LENÇOIS E OS COMPROMISSOS DO SENHOR GASPAR E DO GOVERNADOR DO BP SÃO ESCLARECEDORES.
ISTO NÃO VAI LÁ COM TRUQUES E CONFUSÕES PARA ENGANAR O POVO.
PERANTE O RECONHECIMENTO DO FALHANÇO QUE AGORA NINGUÉM QUER ASSUMIR, PORTUGAL TEM DE FALAR GROSSO E DIZER QUE CUMPRIU TUDO E ATÉ ULTRAPASSOU O EXIGIDO E QUE OS RESULTADOS SÃO UMA CATÁSTROFE.
NÃO PODEMOS PERMITIR QUE AQUILO QUE O FMI NUNCA CONSEGUIU IMPINGIR, ESTÁ QUASE A ACONTECER A PORTUGAL COMO BOM ALUNO DA UE.
O ESTADO SOCIAL NÃO PODE SER DESTRUIDO COMO ESTES SENHORES QUEREM.
NÃO PODEM FAZER-SE PRIVATIZAÇÕES A PREÇO DE SALDO.
NÃO PODE HAVER CORTES DE MAIS DE 5 MIL MILHÕES EM ANO E MEIO. NEM EM 8 ANOS SERÁ POSSÍVEL COM UMA ECONOMIA EM RECESSÃO HÁ 3 ANOS E VAI CONTINUAR E AGRAVAR-SE.
NÃO SÃO OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS QUE GASTARAM DE MAIS.
SÃO AS PPP, RENDAS E A CORRUPÇÃO DESCARADA. TEM DE SE ATACAR ESTE CANCRO DA DEMOCRACIA.

 

Autárquicas

PS acusa Governo de "falta de isenção" na marcação das eleições

"Este Governo quebrou a tradição de não manter a data de outubro, pela primeira vez, de não conseguir um consenso entre os diversos partidos e de decidir de acordo com os partidos que o apoiam, demonstrando uma falta de isenção preocupante", disse à Lusa Rui Solheiro.
O também secretário nacional das autarquias do PS manifestou assim a posição oficial do partido relativamente à decisão de hoje do Conselho de Ministros de marcar as eleições autárquicas para dia 29 de setembro.

SE O PS PENSA QUE ESTE GOVERNO VAI MUDAR, ENGANA-SE.
SÃO MESMO ASSIM E CADA DIA QUE PASSA VAI SER PIOR.
O PS TEM SIDO BRANDO NAS CRITICAS E NO DESMASCARAR DE MEDIDAS ABUSIVAS.
OS CORTES, A CORRUPÇÃO, O DESASTRE DO DESEMPREGO E O FALHANÇO DESTES DOIS ANOS, DEVIAM ESTAR EM PERMANÊNCIA NA AGENDA DO PS.
ELES SÃO OS MESMO QUE DURANTE DOIS ANOS MALHARAM NO PS E NO GOVERNO FORTE E FEIO. CHUMBARAM O PEC IV. PATROCINARAM MANIFES.
 
 
  
  

Governo promete cortes até 15 de julho; dívida pode chegar a 140%

Publicado há 28 mins

O Governo comprometeu-se a concluir os cortes na despesa pública até 15 de julho. O FMI não aplica a taxa sobre as pensões se surgirem medidas equivalentes.

«Até ao final da sessão legislativa (15 de julho de 2013), vamos finalizar todas as alterações legislativas chave para implementar a revisão das despesas públicas, através da aprovação pelo Conselho de Ministros ou da submissão ao Parlamento, se necessário», lê-se na carta de intenções enviada por Vítor Gaspar e por Carlos Costa à presidente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde.
A carta, datada de 12 de junho, está incluída na análise do FMI no âmbito da sétima avaliação do programa de assistência financeira a Portugal, hoje divulgada.
O ministro das Finanças, Vítor Gaspar, e o governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, referem ainda que foram identificadas medidas para reforçar a sustentabilidade, a eficiência e a equidade social dos programas de despesa e das funções do Governo.
Já o Fundo Monetário Internacional admite não aplicar a chamada Taxa Social Única sobre as pensões, uma das medidas que faz parte da reforma do Estado, desde que sejam encontradas medidas permanentes equivalentes.
«Depois do processo de consulta pública atualmente em curso, alguns elementos da reforma do Estado podem ainda ser alteradas - há, por exemplo, uma forte oposição à introdução de uma contribuição de sustentabilidade sobre as pensões - mas com o compromisso de as autoridades compensarem quaisquer mudanças com medidas permanentes equivalentes», refere o FMI, na sua análise no âmbito da sétima avaliação a Portugal, hoje divulgada.
João Paulo Meneses com Lusa
 
O GOVERNADOR DO BP JÁ FAZ PARTE DO GOVERNO.
ESTÁ EM CONSULTA PUBLICA A REFORMA DO ESTADO?
AS CARTAS DE INTENÇÕES SEM CONHECIMENTO DOS PORTUGUESES SÃO UMA FALTA DE RESPEITO AOS PORTUGUESES E AOS ORGÃOS DE SOBERANIA.

juda Externa

Governo apresenta corte de 4,7 mil milhões na despesa até 2014

A 03 de maio, o Governo enviou uma carta à 'troika' (FMI, Banco Central Europeu e Comissão Europeia), em que especificava as medidas da reforma do Estado até 2015, apontando para um corte cumulativo de 4,7 mil milhões de euros neste horizonte temporal.
No entanto, no memorando hoje divulgado pelo FMI em conjunto com a análise da instituição no âmbito da sétima avaliação do Programa de Assistência Económica e Financeira (PAEF) de Portugal, o Governo afirma que "o pacote total de medidas para 2014 vai ascender a 4,7 mil milhões de euros".

QUE GOVERNO É ESTE QUE DEIXA QUE SEJA A TROIKA A INFORMAR OS PORTUGUESES DOS CORTES QUE VAI FAZER ATÉ 2014?
QUAL É A BRINCADEIRA QUE PAULO PORTAS VAI APRESENTAR COM O TAL GUIÃO?
POR QUAMTO TEMPO OS PORTUGUESES VÃO ACEITAR SER ENGANADOS TODOS OS DIAS?

O Fundo Monetário Internacional (FMI) considera que os riscos para Portugal cumprir as metas do programa de assistência, já revistas em março, «permanecem elevados» e sublinha que o consenso social e político «está significativamente mais fraco».

Na sua análise referente à sétima avaliação do programa de ajuda externo a Portugal, hoje divulgada, o Fundo refere que a economia portuguesa está a fazer progressos na redução dos seus desequilíbrios, mas destaca as condições económicas «extremamente fracas» e os riscos que se colocam ao sucesso do programa.
A instituição liderada por Christine Lagarde entende que o consenso político e social que tem apoiado o programa de assistência económica e financeiro de Portugal «está significativamente mais fraco», alertando que «à medida que as condições de financiamento estão a melhorar (...) o apetite pelas reformas está a diminuir».
Dinheiro Digital / Lusa

NÃO ERA NECESSÁRIO UMA EQUIPA TÉCNICA PARA SE SABER QUE ISTO ESTÁ CADA VEZ PIOR. O SUCESSO DO PROGRAMA VAI SENDO VENDIDO CONFORME OS INETERESSES EM JOGO. É UM FALHANÇO COLOSSAL E QUALQUER DIA TEMOS O FMI A DIZER QUE TAL COMO NA GRÉCIA SE ENGANARRAM NA RECEITA.
pretexto do relacionamento entre o Executivo e o banco de investimento americano JP Morgan, elementos da oposição e do Governo voltaram a trocar críticas no Parlamento.
Para a oposição é a transformação total da visão do Governo em relação ao banco norte-americano. De “monstro vendedor de produtos financeiros tóxicos”, a JP Morgan transformou-se no “belo assessor” para a privatização dos CTT.
Bloco de Esquerda e PCP estranham que o Governo, que já quis levar a JP Morgan a tribunal no caso das “swap”, vem agora de novo contratar esta instituição financeira para fazer consultoria no processo dos CTT.
O comunista Bruno Dias fez a pergunta ao secretário de Estado dos Transportes e Comunicações. “Diga quanto dinheiro vai ser pago a estes assessores e com que contrapartidas?”
O secretário de Estado Sérgio Monteiro não respondeu a esta pergunta, mas garantiu que as relações do Governo com a JP Morgan estão completamente normalizadas desde há uma semana.
Sérgio Monteiro leu um comunicado das Finanças em que se dá conta dessa normalização. No entanto, esse comunicado não especifica os termos do acordo alcançado com o banco norte-americano nem quais são as contrapartidas estabelecidas com a JP Morgan.

ISTO É MAIS UM ESCANDALO E DOS GRANDES.
TEM RAZÃO PAULO MORAIS COM O QUE ESCREVE E ASSUME E O QUE DIZ PUBLICAMENTE.
ISTO A CONTINUAR ASSIM NÃO TEM CONSERTO.
ESTE SENHOR SERGIO MONTEIRO NUMA DEMOCRACIA A SÉRIO NÃO ENTRAVA NO GOVERNO. FOI ELE QUE NEGOCIOU PELOS BANCOS OS CONTRATOS DAS PPPs.
O CUSTO DA ASSESSORIA É SEGREDO DE ESTADO? MAS QUEM PAGA SÃO OS NOSSOS IMPOSTOS.
O valor das ilegalidades evidenciadas nos pareceres sobre as contas de 2010 e 2011 da Região Autónoma da Madeira (RAM) foi de 3,85 mil milhões de euros, revelou hoje o Tribunal de Contas.
"4,376 mil milhões de euros consubstancia o valor das ilegalidades espelhadas nos relatórios de fiscalização sucessiva e 3,85 mil milhões de euros o valor das ilegalidades evidenciadas nos pareceres sobre as contas da RAM de 2010 e 2011 relacionadas, sobretudo, com as situações irregulares que deram origem ao pedido de assistência financeira formulado em 2011", lê-se no relatório de actividades da Secção Regional da Madeira do Tribunal de Contas (TdC) relativo ao ano passado.
O documento ressalva, contudo, que "o montante imputado a uma ilegalidade pode estar evidenciado simultaneamente no parecer e nos relatórios de fiscalização sucessiva em que a situação irregular foi detectada, originando uma sobreavaliação do valor total das irregularidades".
"Tal é o caso, por exemplo, da ultrapassagem dos limites de endividamento em 2010 e em 2011 e, bem assim, da falta de reporte de encargos à DGO [Direcção-geral do Orçamento]", refere o relatório.

QUANDO É QUE ACABARÃO ESTAS BRINCADEIRAS DO SENHOR JARDIM?
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Estado português tem 11 mil milhões no banco


por Luís Reis Ribeiro


O Estado português tem hoje uma situação de tesouraria bem mais desafogada do que no primeiro ano do ajustamento - no final de março tinha 11,2 mil milhões de euros em depósitos bancários, o triplo face ao mesmo período de 2011.


Além disso, o Governo tem vindo a endividar-se de forma significativa (a aumentar a dívida bruta a pagar pelas futuras gerações), aproveitando a melhoria de condições de financiamento da República e a descida gradual das taxas de juro de mercado. Em cima disto, contará ainda com mais 10 mil milhões de euros em empréstimos da troika.

A DIVIDA AUMENTA ASSUSTADORAMENTE E HÁ DINHEIRO NO BANCO? NESTES 11 MIL MILHÕES ESTÁ OS 7 MIL MILHÕES PARA OS BANCOS DE QUE ESTAMOS A PAGAR JUROS?

quarta-feira, 12 de junho de 2013

O que me aflige? Um milhão de desempregados, a fuga em massa dos quadros, uma recessão de 4% do PIB, uma dívida de milhões e milhões de euros do sector público
Quando hoje olho para o país e para os portugueses, quatro anos depois de a crise se ter tornado evidente para todos, e dois anos após a actual coligação ter tomado as rédeas do poder para a resolver, vejo o nosso futuro individual e colectivo cercado por todos os lados e uma necessidade imperiosa, e que não pode esperar mais, de desatar o nó górdio em que nos encontramos metidos.
O que me aflige?
Um milhão de desempregados, dos quais 40% jovens, e em risco sério de crescimento. Uma fuga em massa dos melhores quadros, cuja formação foi paga com os nossos impostos, e não é compensada por qualquer importação de talentos. Uma recessão económica de 4% do PIB, com tendência para se agravar, e sem horizonte à vista para se inverter. Uma dívida de milhões e milhões de euros do sector público aos fornecedores que não se sabe quando será paga. Uma procura interna estiolada e um investimento interno a cair a pique. Uma quase total ausência de investimento externo, e falta de condições eficazes para o atrair. Défices orçamentais aquém das metas impostas pela troika, que tem, aliás, alargado os prazos para a respectiva concretização. Uma dívida pública que tem trepado dolorosamente e se fixa hoje em 130% do PIB. Um acesso ao mercado de obrigações a dez anos, vital para o pós-troika, com taxas de juro que, por exemplo, na semana passada, se situavam ainda acima dos 6%. Uma grande maioria da classe média, sempre tida como o motor da economia, profundamente assustada e angustiada com a austeridade irracional e iníqua que lhes tem sido imposta, limitada à despesa de sobrevivência. Um aumento sistemático da pobreza e da pobreza envergonhada, e até de fome sinalizada em crianças nas escolas. Um envelhecimento crescente da população e uma taxa de natalidade a decrescer há anos, sem solução à vista. Uma reforma da administração pública, no sentido de a tornar mais eficiente e eficaz (o que se não confunde com despedimentos sem racionalidade nem baseados em estudos credíveis), que continua por fazer. Uma profunda mexida no sistema fiscal para o tornar duradouramente equitativo e amigo do investimento nacional e estrangeiro, bem como uma radical mudança de actuação da máquina tributária, para a colocar mais próxima e a auxiliar os contribuintes, que continuam também sem ver a luz do dia. Uma ampla reforma da justiça, para a tornar célere e eficaz e tributária da confiança dos cidadãos, que aguarda oportunidade política para a pôr em marcha. Uma coesão social, uma concertação entre parceiros sociais e uma convergência política, que foram os grandes activos iniciais desta coligação, que se encontram agora no limite do total rompimento. Uma postura discreta e submissa numa Europa e numa Alemanha que, para lá da austeridade, pouco se interessaram por nós.
O que proponho, então, de imediato, para ser minimamente construtivo?
O saldo positivo da balança comercial com o exterior (em parte devido à diminuição das importações) e os progressos feitos no domínio dos défices estruturais são manifestamente insuficientes para romper o cerco em que nos encontramos.
Avanço como prioridades imediatas o combate ao desemprego, através do crescimento económico e do investimento interno e externo reprodutivos, assentes, respectivamente, no aumento da procura interna de bens e serviços portugueses (o que supõe uma alteração qualitativa da austeridade e a adequada gestão das expectativas dos agentes económicos) e nas reformas duradouras e coerentes dos sistemas fiscal e de justiça. A opção por ter uma voz agressiva e eficaz na Europa, escolhendo para isso os melhores parceiros e as mais adequadas tácticas. E sustar toda e qualquer austeridade fiscalmente iníqua e com riscos de anticonstitucional.
Juiz conselheiro jubilado do Tribunal de Contas

O BARCO VAI-SE AFUNDAR SENHOR PR.
A consultora contratada pelo Governo para avaliar os swaps nas empresas públicas propôs a liquidação de dois produtos subscritos pela Refer, tendo-os classificado como complexos, revela o relatório do IGCP entregue segunda-feira no Parlamento e a que o PÚBLICO teve acesso.
 
Numa escala de um a cinco (sendo o cinco o patamar de maior complexidade), a Stormharbour deu uma pontuação de quatro e de três aos instrumentos vendidos pelo Bank of America e pelo JP Morgan, quando a actual secretária de Estado do Tesouro era directora financeira da empresa.

Maria Luís Albuquerque, que tem estado a liderar as negociações do Estado com os bancos que comercializaram estes instrumentos, tem vindo a afirmar que a Refer nunca subscreveu swaps considerados especulativos na auditoria conduzida desde meados do ano passado.

O SOL QUANDO NASCE É PARA TODOS.
PORQUE SERÁ QUE ESTA SENHORA NÃO FOI DEMITIDA?


A ministra do executivo de Sarkozy condenou a intenção de Barroso de querer negociar, em prejuízo, na sua opinião, da defesa da exceção cultural europeia

A ex-ministra da Justiça francesa, Rachida Dati, exigiu hoje a demissão do presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, acusando-o de “ineficácia” e de se “curvar” perante os Estados Unidos.
“O senhor Barroso deve ir-se embora, e depressa. A sua falta de coragem e a sua ineficácia prejudicaram decididamente muito os europeus”, afirmou em comunicado a deputada europeia do PPE (Partido Popular Europeu, centro-direita).
A ministra do executivo de Sarkozy condenou a intenção de Barroso de querer negociar, em prejuízo, na sua opinião, da defesa da exceção cultural europeia, um acordo de livre comércio com os Estados Unidos.
“Para que serve a Comissão Europeia se, por medo dos seus parceiros comerciais, ela se recusa a defender os europeus e tudo o que constitui a nossa especificidade? O senhor Barroso está a curvar-se perante os Estados Unidos antes mesmo de as negociações começarem”, sustentou.
Referindo-se ao encerramento das estações públicas gregas de rádio e televisão ERT, Rachida Dato considerou que se trata de “um símbolo trágico do fracasso da Europa em proteger o povo grego”.
“Se a Grécia está num tal estado atualmente, a Europa não está isenta de responsabilidades”, observou.
Para a ex-ministra, o chefe do executivo europeu vive “acima da realidade dos europeus” e é em grande parte responsável pelo “euroceticismo atualmente em crescimento na Europa”.
“Se queremos salvar a Europa, devemos começar por desembaraçarmo-nos de todos os ‘tecnocratas’ que vivem tranquilos acima das realidades dos europeus”, acrescentou, incluindo nas suas críticas o comissário dos Assuntos Económicos, Olli Rehn.

ISTO VAI MAL NA EUROPA. ATÉ CAVACO TEVE DE IR AO PARLAMENTO PARA DIZER QUE O FMI PODE IR EMBORA DA TROIKA.
A EX-MINISTRO DE SARKOZI PEDE PARA BARROSO ABANDONAR A COMISSÃO.
O FMI DIZ QUE FALHOU E QUE A CULPA FOI DA UE.
O BCE DIZ QUE NÃO PODE SER CULPADO.
A COMISSÃO PARECE UM SACO DE GATOS.
http://youtu.be/zXG4R-uTbkA

O vídeo de hoje
Foi um protesto silencioso e sem grandes sobressaltos para o Presidente da República, mas marcou o início do discurso de Cavaco Silva, esta manhã, no Parlamento Europeu em Estrasburgo.
Pouco depois de começar a falar, os deputados do Grupo da Esquerda Unitária Europeia, onde se inserem os representantes portugueses do PCP e do Bloco de Esquerda, levantaram-se e, silenciosamente. limitaram-se a empunhar cartazes verdes e vermelhos, onde se lia: "Troika fora de Portugal".
O protesto não causou perturbações ao que estava programado e Cavaco Silva continuou a discursar normalmente, como se nada se tivesse passado.
No Parlamento Europeu, o Presidente português chamou a atenção para os problemas com que Portugal se defronta e que entretanto já alastraram para o interior do Velho Continente, atingindo presentemente nações do coração
 
ALGUMA COISA TERÁ DE SER FEITA PARA PORTUGAL TER UM PRESIDENTE DA REPUBLICA QUE CUMPRA A CONSTITUIÇÃO E QUE SEJA O GARANTE DO BOM FUNCIONAMENTO DAS INSTITUIÇÕES
A SITUAÇÃO PIORA CADA DIA QUE PASSA.

Função Pública
Governo manda serviços ignorarem lei no pagamento dos subsídios
12 Junho 2013, 00:01 por Catarina Almeida Pereira
 
Executivo argumenta que não há orçamento para pagar já em Junho os subsídios por inteiro.
O Governo está a dar ordens aos serviços da administração pública para pagarem apenas parte dos subsídios de férias, procedendo "conforme o estabelecido no início do ano", por motivos orçamentais

UM GOVERNO QUE NÃO CUMPRE A LEI NEM O ACORDÃO DO TRIBUNAL CONSTITUCIONAL COLOCA-SE FORA DA LEI. 
Os partidos da oposição atacam Gaspar não estar presente no debate na especialidade do Orçamento do Rectificativo.
Os partidos da oposição acusaram hoje o ministro das Finanças de falta de respeito pela Assembleia da República ao não estar presente no debate na especialidade do Orçamento do Rectificativo.
O PCP acusou o ministério das finanças de "ausência de perspectiva institucional" e o Bloco de esquerda falou de "deslealdade institucional e desrespeito pelo trabalho da AR". João Galamba do PS disse que o ministro das Finanças "não veio porque não quis". Os partidos da maioria defenderam que a presença do ministro das finanças neste debate teria sido "mais da adequada", mas o PSD lembrou que os secretários de estado presentes - orçamento, administração publica e assuntos fiscais - têm legitimidade política para responder.
Os deputados da comissão de Orçamento e Finanças defenderam desde o início da discussão sobre o processo de apreciação do Rectificativo que o ministro das finanças devia vir ao Parlamento explicar o documento. O Governo fez-se representar por secretários de Estado. As declarações foram feitas na reunião da comissão de Orçamento que aprecia o Rectificativo.
O secretário de Estado do Orçamento rejeitou falta de explicações do Governo sobre o Rectificativo, lembrando que o governo se fez representar no plenário por vários ministros e nas comissões por secretários de Estado. Morais Sarmento acrescentou afastou ainda a acusação de falta de transparência do Governo por o Rectificativo prever verbas para swaps e a secretária de Estado do Tesouro não estar presente hoje na comissão. Morais Sarmento recordou que está em curso uma comissão de inquérito às swaps onde essas matérias podem ser tratadas.

É UM GOVERNO ASSUSTADO E DESORIENTADO.
FOGE AO DEBATE E O MINISTRO DAS FINANÇAS GOSTA DE FALAR SEM CONTRADITORIO.
É O QUE TEMOS PARA MAL DOS NOSSOS PECADOS.

O Ministério das Finanças emitiu nesta quarta-feira um comunicado, no qual confirma que já foi possível chegar a acordo com o JP Morgan no que diz respeito à liquidação de swaps vendidos pelo banco a empresas públicas.
A instituição norte-americana, que o Governo tinha inicialmente ameaçado levar a tribunal, vendeu uma dezena de contratos considerados especulativos que acumulavam perdas potenciais de 400 milhões de euros.

“O Governo confirma que o processo de negociação foi concluído na semana passada. O resultado da negociação decorreu da aplicação consistente da metodologia definida pelo IGCP”, a entidade responsável pela auditoria aos instrumentos de cobertura de juro contratualizados por 15 empresas públicas e que detectou 56 contratos tóxicos em seis entidades: Metro de Lisboa, Metro do Porto, CP, STCP, Carris e EGREP.
No comunicado, a tutela de Vítor Gaspar acrescenta que “os contratos de derivados de taxa de juro entre empresas do Sector Empresarial do Estado e o banco JP Morgan encontram-se assim encerrados”, estando “normalizada a relação entre as entidades do sector público e esta instituição financeira”.
O JP Morgan era o segundo banco cujos contratos acumulavam maiores perdas potenciais, de cerca de 400 milhões de euros. Uma das empresas a que vendeu swaps considerados especulativos foi a EGREP, que viu o seu presidente (João Vale Teixeira) ser afastado do cargo na sequência desta polémica. O mesmo aconteceu com o presidente da Metro de Lisboa/Carris, José Silva Rodrigues, e com Paulo Magina, ex-administrador da CP e que ocupava hoje o cargo de vogal da Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública.
O Santander Totta, que o Governo também ameaçou levar a tribunal, é o banco responsável pelas maiores perdas potenciais: cerca de 1300 milhões de euros. Neste caso, ainda não foi possível um entendimento, embora o Expresso tenha noticiado que as conversações com o Estado português foram retomadas.
Além do JP Morgan, o Governo também conseguiu um desfecho positivo nas negociações com o Barclays, o Nomura e o Crédit Suisse, desconhecendo-se ainda qual o estádio do diálogo com as restantes três instituições financeiras que comercializaram estes produtos: Deutsche Bank, BNP Paribas e Goldman Sachs.
O acordo com o JP Morgan permitiu, tal como o PÚBLICO noticiou na semana passada, que a instituição norte-americana fosse escolhida para assessorar o processo de privatização dos CTT, a par da Caixa Bi. A operação tem arranque calendarizado para o segundo semestre de 2013, ou seja, até final de Junho.

MAIS PARECE "RABO ESCONDIDO COM O GATO DE FORA".
O NEGOCIO FOI FEITO ÀS ESCONDIDAS?
OS CTT QUANTO VÃO CUSTAR EM ASSESSORIA? NÃO É CONTRAPARTIDA POIS NÃO?
ISTO AINDA VAI DAR QUE FALAR.
 

"Estão a ser exigidos sacrifícios muito pesados aos portugueses" - Cavaco Silva

"Estão a ser exigidos sacrifícios muito pesados aos portugueses, que têm manifestado um admirável sentido de responsabilidade, reforçando laços de solidariedade e de entreajuda que permitem minorar algumas das situações mais dramáticas", afirmou Aníbal Cavaco Silva, no plenário do Parlamento Europeu.
O chefe de Estado disse que, em Portugal, "a dureza da recessão manifesta-se há 10 trimestres consecutivos", a taxa de desemprego "atingiu 17,7%, sendo o desemprego jovem de 42%", e existe "um preocupante aumento do risco de pobreza".

LÁ FORA FALA NOS PROBLEMAS GRAVES PORQUE PASSAM OS PORTUGUESES, MAS EM PORTUGAL FALA NOS EXITOS (?) DA AGRICULTURA.
DÁ PARA ENTENDER?

terça-feira, 11 de junho de 2013

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O secretário-geral da UGT, Carlos Silva, avisou hoje o Governo que abrirá "uma guerra" com a central sindical, se avançar com a requisição civil na greve dos professores do dia 17.
“Devo dizer que, se o Governo levar por diante essa ameaça velada [de avançar com a requisição civil de professores], vai criar uma guerra com a UGT que acho é desnecessária”, disse à Lusa o secretário-Geral da União dos Trabalhadores, Carlos Silva.
“Satisfeito” com a determinação da comissão arbitral que considera não se justificar decretar serviços mínimos para a greve agendada pelos professores para o dia 17, Carlos Silva adiantou que, com a requisição civil, o governo poria em risco a relação com “o único parceiro social da área dos trabalhadores que sempre tem sido muleta dos vários governos, nomeadamente este último”.
Depois de no ano passado a UGT ter feito um acordo com o Governo “atravessando-se em defesa do país”, Carlos Silva espera agora que a tutela “tenha a sensatez e a sensibilidade de manter um parceiro social que continua a ter um papel relevante e que quer fazer parte da solução e não dos problemas”.
O líder da UGT afirmou ainda que já hoje transmitiu, telefonicamente, “a vários membros do Governo" a posição da central, que subscreverá “as posições dos sindicatos da FNE (Federação Nacional de Educação), sindicatos com responsabilidade, liderados por figuras incontornáveis da tendência social democrática, que não tem um braço um braço de ferro”, mas que estão “a defender aquilo que acham que é seu por justiça e por direito”.
Esperando que “de ambos os lados haja sensatez”, Carlos Silva deixa ainda o recado de que “a troika não manda no país e tem que ser o Governo a dizer à troika que a submissão é tempo que já lá vai”.
Carlos Silva reagia ao anúncio de que o colégio arbitral nomeado para decidir sobre a determinação de serviços mínimos na greve dos professores do dia 17 decidiu que não há lugar à sua decretação.
A decisão de decretar serviços mínimos vem no seguimento da entrega do pré-aviso de greve por nove estruturas sindicais para a greve da próxima segunda-feira, dia em que se iniciam os exames nacionais do ensino secundário, com as provas de Português A e B e Latim, estando a sua realização em causa.
Carlos Silva falava em Santarém, onde hoje visitou a Feira Nacional de Agricultura, que decorre no centro nacional de Exposições (CNEMA) até ao próximo dia 16.

A TEIMOSIA É MÁ CONSELHEIRA SENHOR MINISTRO CRATO.
ESTE GOVERNO ESTÁ CADA VEZ MAIS ISOLADO E DE CABEÇA PERDIDA.
O VERÃO COMEÇA A AQUECER.
 
 
 
 
                                     

Uma parte da Avenida da Boavista, no Porto, encerrou hoje, completamente, ao trânsito, para que a via possa ser requalificada. O encerramento, que se prolonga até Novembro, obriga a vários condicionamentos e alterações na circulação. O melhor é evitar a zona.
Desde a manhã desta terça-feira que já não é possível circular na Avenida da Boavista, entre a Praça Mouzinho de Albuquerque (mais conhecida por rotunda da Boavista) e a Rua de Agramonte. Começaram, finalmente, as obras projectadas pela Câmara do Porto para este troço da avenida e as previsões da autarquia é que as condicionantes de circulação e estacionamento na zona se prolonguem até ao dia 9 de Novembro.
Segundo o aviso da câmara, o trânsito será proibido no troço já referido e também na Rua de Agramonte, no troço compreendido entre a Rua da Meditação e a Rua de Gonçalo Sampaio. A excepção, nos dois casos, é para "cargas e descargas e acesso a garagens".
 
As taxas de juro das obrigações portuguesas negociadas no mercado secundário continuam a subir em todas as maturidades, tendo já atingido os 6,648% a 10 anos, atingindo novos máximos de Fevereiro. Hoje, o spread nacional a 10 anos face às obrigações alemãs já esteve nos 500 pontos base.
 
A PARTIR DOS 6% TEIXEIRA DOS SANTOS PEDIA A VINDA DA TROIKA. ESTAMOS A CHEGAR AOS 7%. O QUE FARÁ O SENHOR PR? CONTINUA A DIZER QUE QUEM CONTROLA O GOVERNO É A AR? E QUEM OLHA PELOS PORTUGUESES E PELO PAÍS?
SE UM LADRÃO NOS ESTÁ A ASSALTAR A CASA CHAMAMOS A POLICIA.
SE O GOVERNO ESTÁ A DESTRUIR O PAIS QUEM TEM PODERES PARA O MANDAR EMBORA POR INCOMPETÊNCIA E PELO NÃO FUNCIONAMENTO DAS INSTITUIÇÕES?
Candidatos do PSD às autárquicas dão sinais de querer esconder ou omitir ligação ao partido durante a campanha.
Moita Flores omite símbolo do PSD
Não há símbolos do PSD (nem dos outros dois partidos) que apoiam o candidato a Oeiras. Aliás nem o rosto do candidato. "O meu nível de notoriedade é tal que não preciso de colocar a minha cara", diz o escritor, comentador televisivo e ex-inspector da Polícia Judiciária ao SOL. As caras que aparecem nos outdoors são da Catarina (foto), da Patrícia, do tio Carlos e do Pedro. "São cidadãos de Oeiras, são pessoas reais, que nos apoiam", explica Alexandre Luz, o social-democrata que dirige a concelhia oeirense. "A campanha conta uma história, mas não a quero antecipar", acrescenta. Recentemente, o símbolo do PSD apareceu colado anonimamente nos cartazes. ‘Laranjinhas’ descontentes? "Foram adversários nossos", diz Moita Flores. Alexandre Luz convence-se de que a impopularidade do Governo não o fará perder votos em Oeiras. "A marca PSD ganhará onde os candidatos forem melhores. Os ‘cartões amarelos’ surgirão noutros lados". O símbolo nos cartazes da campanha de Moita Flores só aparecerá "lá mais para a frente".
Menezes quer Governo em luta com a troika
Acossado judicialmente (por causa da acumulação de mandatos) e com os adversários políticos a multiplicarem-se no Porto (o ex-edil Nuno Cardoso veio juntar-se a Rui Moreira e Manuel Pizarro como alternativa para o eleitorado do centro), Menezes não arrisca. Prescinde da imagem do PSD nos cartazes e avança com um discurso de contestação ao poder. Menezes desafiou anteontem o Governo a lutar contra "a receita troikiana, que não vai levar a lado nenhum".
Ex-governante incógnito em Viseu
Almeida Henriques, ex-secretário de Estado Adjunto da Economia e do Desenvolvimento Regional arranjou uma ‘terceira via’ na questão de ostentar ou não o símbolo do PSD: a ‘seta’ do partido não está nos cartazes – surge um símbolo parecido, mas suficientemente discreto para não ser relacionável de imediato. Ainda que o facto de ter estado no Governo parecer não o afectar: a Eurosondagem dá-lhe 50% das intenções de voto, 11 pontos à frente do socialista José Junqueiro.
Seara continua em 'stand by'
Em Lisboa, a questão é diferente. Fernando Seara não tem sequer campanha. Enquanto não houver decisão judicial que esclareça se o presidente da câmara de Sintra pode ser candidato em Lisboa sem violar a lei de limitação de mandatos, o PSD Lisboa está em stand by. "Costa vai andar sozinho e nós nem sequer temos candidato", desabafa um dirigente local

ESTA É A DEMOCRACIA DO FAZ DE CONTA. SÃO CANDIDATOS DO PSD MAS NÃO QUEREM QUE SE SAIBA.
UMA VERGONHA.

O eurodeputado do PS, Capoulas Santos, responsabilizou hoje o primeiro Governo de Cavaco Silva pela má negociação europeia que Portugal fez na adesão à CEE, na área da agricultura. O ex-ministro socialista interpretou as palavras de ontem do Presidente como um elogio aos agricultores que enfrentaram enormes desigualdades nos últimos 25 anos.


O SENHOR PR QUIZ DESCULPAR-SE MAS FALHOU.
SERIA BOM QUE AGORA FALASSE DAS PESCAS E DEPOIS DO QUE ACONTECEU À INDUSTRIA.
E SE NÃO FOSSE MAÇADA PODIA INFORMAR OS PORTUGUESES COMO FORAM APLICADOS OS QUADROS COMUNITÁRIOS DE APOIO.
  • Colégio arbitral dá vitória a sindicatos, requisição civil está excluída - FNE

    "Tínhamos razão quando dizíamos que a marcação de serviços mínimos em educação não tinha suficiente consistência, e o colégio arbitral veio confirmá-lo, no caso concreto desta greve do dia 17 de junho", disse à Lusa João Dias da Silva, depois de ter sido conhecido o acórdão do colégio arbitral que decidiu não haver justificação para que os serviços mínimos sejam decretados.
    A greve dos professores coincide com o primeiro dia de exames nacionais do ensino secundário, essenciais para a avaliação dos alunos e, por isso mesmo, para a sua candidatura ao ensino superior.
    Agência Lusa
     
    ESTE É O GOVERNO DAS ILEGALIDADES SENHOR PR.

    O Estado, através da Parpública, já escolheu as duas entidades que o vão assessorar no processo de privatização dos CTT.

    A assessoria financeira será realizada pelo Caixa – Banco de Investimento e pelo JP Morgan, enquanto a assessoria jurídica ficará a cargo da Vieira de Almeida e Associados.

    Estado avança para tribunal contra Santander e JPMorgan no caso dos “swaps”

    No final de Abril, o Governo anunciou a intenção de avançar para tribunal contra o norte-americano JP Morgan e o espanhol Santander no âmbito do caso dos swaps. Ao contrário do que aconteceu com outras instituições financeiras, o Executivo não chegou a acordo com os dois bancos na negociação dos contratos especulativos assumidos por empresas públicas na última década

    ALGUÉM ME EXPLICA ESTE NEGOCIO?

     


    Cavaco, o pós-troika, Lord Jones (e o 10 de Junho)

    Henrique Monteiro
    Como se vê, se estas questões forem devidamente respondidas, Portugal volta a crescer e o problema do desemprego resolve-se. Discutir o pós-troika é que não lembra, porque falta ainda um ano. Só daqui a um ano temos de saber o que fazer quando o dinheiro da assistência faltar e tivermos de nos refinanciar nos mercados com juros superiores aos que a dita troika nos cobra. Nesse dia, talvez façamos uma revolução, se o Bloco de Esquerda, o PCP, e aquela parte do PS que não vai a Bildeberg e exulta com as frases de Mário Soares estiver para aí virada. Uma revolução para quê? Perguntarão alguns? E pronto! Lá estão vocês, como o Cavaco, a querer discutir o pós-qualquer coisa. Depois, logo se vê e se for preciso faz-se uma contrarrevolução.
    Em contraponto com o pós-troika, o que tem dado que falar - é o quadro de Crivelli, aparentemente vendido por três milhões para o estrangeiro. É incrível! Estamos todos horrorizados e de acordo que se trata de algo incrível.
    Mas é também uma boa definição do jornalismo. G.K. Chesterton dizia que o jornalismo "consiste, sobretudo, em dar a informação de que Lord Jones morreu a uma séria de gente que não sabia sequer que Lord Jones estava vivo". Bem, o quadro do Crivelli, que já teve honras de várias páginas nos jornais mais conceituados, faz parte deste tipo de jornalismo. Quem sabia que havia um pintor chamado Crivelli ponha o dedo no ar! Quem sabia que um quadro de Crivelli podia valer três milhões de euros, ponha o dedo no ar! Quem sabia que havia um quadro do Crivelli em Portugal, ponha o dedo no ar! Quem sabia que esse quadro era de Pais do Amaral ponha o dedo no ar! Ao fim da quarta pergunta não vejo mais de 10 ou 20 dedos. Mas apesar de o quadro ser privado, de quase ninguém saber da sua existência, de raros o terem visto e de o Estado não o querer comprar, há uma coisa que os portugueses não podem admitir: é que ele seja vendido ao estrangeiro, a quem o mostre!
    Nós o pós-troika não discutimos. Mas para o Crivelli estamos sempre prontos. Porque, lá está, é daquelas coisas de o nosso futuro depende.
     
    PS - Ontem, ao ter escrito que não tinha orgulho ESPECIAL em ser português, recebi uma série de mensagens a condenar-me por ter vergonha de ser português; algumas aconselhavam-me a não mais escrever no meu idioma. Ora quero deixar claro (se isso tiver alguma eficácia, uma vez que já estou habituado a que muita gente leia o que lhe apetece e não o que está escrito), que não tenho qualquer vergonha em ser português, longe disso; o que disse e repito é que não tenho orgulho ESPECIAL em sê-lo, porque não entendo que ser português nos torne melhores do que se fôssemos de outra nacionalidade - na verdade eu não fiz nada para ser português, aconteceu nascer em Portugal de pais portugueses. Outro ponto é que não pus em causa haver um dia de Portugal, mas sim o tipo de mensagem que se transmite neste dia de Portugal.
     
    FALAR DA REUNIÃO DE BILDEBERG COM ESTA LEVIANDADE  ESCONDE QUALQUER COISAINHA. O DR. HENRIQUE MONTEIRO SABE MELHOR QUE EU QUE ESTA REUNIÃO SECRETA ONDE O QUE SE DIZ NÃO PODE SER GRAVADO NEM ESCRITO. ONDE ESTÃO BANQUEIROS, NEGOCIANTES DE ARMAS, POLTICOS, EMPRESÁRIOS E POR AÍ FORA. A COMUNICAÇÃO SOCIAL NÃO ENTRA NESTE JOGO, NEM SABE O QUE SE PASSA. MAS ESTÃO LÁ DENTRO 3 REPRESENTANTES DOS MAIORES JORNAIS AMERICANOS.
    O PRESIDENTE ATUAL É O CHEFE DO BANCO MUNDIAL. O PATRÃO DO SENHOR MONTEIRO, PINTO BLSEMÃO, FAZ PARTE DA DIRECÇÃO.
    TAL COMO A TRILATERAL, A MAÇONARIA, O OPUS DEI, SENDO ORGANIZAÇÕES SECRETAS, EXISTEM EM DEMOCRACIA. PARA QUÊ? O SENHOR HENRIQUE SABE MELHOR QUE EU.
    SE NÃO DÁ UMA ALFINETADA NO PS SEMPRE QUE ESCREVE É POR ESQUECIMENTO. PESO NA CONSCIÊNCIA POR TER SIDO MILITANTE?
    AGORA PERMITE-SE TUDO AO PR E AO GOVERNO PORQUE O PAÍS ESTÁ MAL. E HÁ DOIS ANOS? NÃO SE LEMBROU DISSO. 






    O presidente da comissão organizadora do 10 de Junho diz ser preciso um "grande compromisso"

    O verdadeiro discurso político do 10 de Junho ficou a cargo do presidente da Comissão Organizadora das Comemorações do Dia de Portugal. Silva Peneda pôs o "entendimento" no centro da sua intervenção e lembrou que "a concretização das ideias mais brilhantes aconteceu sempre como resultado da interacção entre os homens".
    No mesmo sentido, o ex-ministro de Cavaco Silva inscreveu o consenso no ADN luso, citando o padre António Vieira, Jorge de Sena, Luís de Camões e D. Manuel Clemente para ilustrar que "a busca de compromisso é uma componente indissociável da nossa cultura".
    O presidente do Conselho Económico e Social (CES) - palco privilegiado da concretização de entendimentos entre parceiros sociais - disse que "a dimensão da reforma é imensa" e que "precisa de tempo, de coerência e de ser compreendida". Uma mensagem para o PS, que mostra uma crispação pública em relação ao governo que Silva Peneda procurou refrear, mas também para o executivo. Porque se o processo de reformas requer "coragem e visão", não é menos importante que os responsáveis políticos saibam temperar essa posição "com gradualismo e bom senso".
    Contudo - e ainda que o tom tenha sido, sobretudo, o da promoção de um "grande compromisso", de abrir portas aos "processos de diálogo" e de quebrar "barreiras sem sentido"-, Silva Peneda lembrou que "a conflitualidade faz parte da vida de qualquer sociedade" e que a "legitimidade" de um governo não se esgota num resultado eleitoral: ela "poderá sair reforçada ou não, conforme o poder político seja mais ou menos capaz de construir pontes com outros centros de poder".
    Olhando para a situação social do país, Silva Peneda lembrou que "o trabalho é o principal factor de coesão" social. E quando os níveis de desemprego rondam os 20%, o presidente do CES alerta para a "séria ameaça" para a comunidade. "Daqui ao medo", que poderá originar escolhas políticas menos democráticas, "é um pequeno passo", sublinhou.
    É confrontado com a actual realidade que Silva Peneda convoca todos os responsáveis políticos para o "grande compromisso que comece por reconhecer os erros e desvarios cometidos no passado recente".

    QUE PENA ESTA GENTE NÃO SE TER LEMBRADO DISSO HÁ DOIS ANOS.
    SÓCRATES LUTOU S´OZINHO PARA QUE A TROIKA NÃO VIESSE E TINHA O COMPROMISSO DA COMISSÃO EUROPEIA E DO BCE PARA RESOLVER OS GRAVES PROBLEMAS DO PAÍS. O PEC IV COM ALGUMAS ALTERAÇÕES E COM MAIS TEMPO ERA A SOLUÇÃO.
    AGORA SÃO OS CONSENSOS COM O PS, OS COMPROMISSOS, A RESPONSABILIDADE, O INTERESSE NACIONAL. QUE BOM SERIA QUE O SENHOR PR SE TIVESSE LEMBRADO DE CHAMAR OS SEUS AMIGOS, CATROGA E OUTROS QUE ANDARAM A NEGOCIAR E A FAZER CAMPANHA PARA DERRUBAR O GOVERNO, PARA LHES DIZER QUE A SITUAÇÃO MERECIA UM COMPROMISSO DE FUTURO.
    FALA-SE TODOS OS DIAS NA FALTA DE ALTERNATIVA. UM GRANDE EMBUSTE DA DIREITA E DOS NEOLIBERAIS PARA SE MANTEREM NO PODER A QUALQUER PREÇO.
    EM DEMOCRACIA HÁ SEMPRE ALTERNATIVA.
    NÃO É O POVO QUE DECIDE?
    ENTÃO DE QUE TÊM MEDO?
    A EUROPA COMEÇA A DAR SINAIS DE MUDANÇA. VAMOS A ISSO E DERRUBAR ESTE NEOLIBERALISMO QUE DESGRAÇA OS POVOS E A EUROPA.
    NA EUROPA E EM PAISES COM DIFICULDADES MAIORES DO QUE EM PORTUGAL, REALIZARAM-SE ELEIÇÕES: IRLANDA, GRÉCIA, HUNGRIA, ITALIA, FRANÇA, ESPANHA, CHIPRE, MALTA E POR AÍ FORA. OS POVOS DECIDIRAM E A UE E O G20 NÃO SE COIBIRAM DE ARRANJAR SOLUÇÕES POUCO DEMOCRÁTICAS. MAS COMO ERAM DA COR TUDO SEGUIU NA PAZ DO SENHOR.

    Macário Correia diz que se mantém no cargo após confirmação de perda de mandato

    O autarca (PSD) disse ter sido notificado da decisão na sexta-feira, mas sublinhou que ainda dispõe de dez dias para se pronunciar sobre a matéria, prazo que corresponde ao trânsito em julgado da decisão.
    Macário Correia, que falava aos jornalistas à margem da apresentação pública da nova rede de transportes urbanos, escusou-se a fazer mais declarações sobre o caso que envolve a perda do seu mandato.

    SERÁ QUE O PSD CONVIVE BEM COM ESTAS SITUAÇÕES?
    VALENTIM LOUREIRO, ISALTINO MORAIS, MACÁRIO CORREIA, DUARTE LIMA, DIAS LOUREIRO, OLIVEIRA E COSTA, E POR AÍ FORA.
    ABILIO CURTO DO PS FOI CONDENADO E PRESO.
    O ex-presidente da República diz que nestes dois anos de Governo liderado por Passos Coelho, Portugal "foi de mal a pior".
    Mário Soares considera que Vítor Gaspar "é um fanático neoliberal, que ignora as pessoas e só pensa nos mercados". Num artigo de opinião publicado hoje no Diário de Notícias, o ex-Presidente da República escreve sobre os dois anos de Governo, considerando que Portugal "foi de mal a pior" neste período.
    "A política de austeridade está a ser um desastre para Portugal, cada vez maior, como para a zona euro. Mas o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, é um fanático neoliberal, que ignora as pessoas (que para ele não contam) e só pensa nos mercados usurários, dos quais indirectamente depende", sublinha Mário Sores.
    Segundo considera, "o pior é que é ele [Vítor Gaspar] que manda no Governo."
    Mário Soares sublinha que o facto de o Governo não ter comemorado o seu segundo aniversário "foi uma prova de bom senso", já que "não havia nada a comemorar".
    Sobre a contestação social de que o Governo tem sido alvo, Soares deixa o aviso: "Se assim continuar, como tem sucedido, as pessoas desesperadas podem deixar de ser pacíficas."
    O ex-chefe de Estado considera ainda que o primeiro-ministro, Passos Coelho, mostrou uma "insensibilidade completa ao que se passa à sua volta" ao declarar ao joran Expresso, no sábado, que se iria recandidatar nas próximas eleições. "Além de incompetente é inconsciente", acrescenta.
    "Passos Coelho, seguidor do seu amigo Vítor Gaspar, odiado por todo o país, não vai ter "segundo fôlego", como pretende. Prepare-se para isso, que é o mais provável", escreve Mário Soares no DN.

    SOARES NÃO VAI DESISTIR PORQUE TEM RAZÃO E É UM HOMEM SEM MEDO.
    ESTE GOVERNO É A DESGRAÇA DO PAIS E DOS PORTUGUESES.
    E O SENHOR PR ESTÁ CADA VEZ MAIS COMPROMETIDO COM AS ATITUDES DESTE DESGOVERNO.
    O Presidente da República enalteceu o sentido de responsabilidade dos portugueses e salientou que é preciso que se assumam compromissos para o futuro e apostar-se na criação de emprego e no crescimento económico.
    Ainda que seja “preciso corrigir desequilíbrios” é essencial que se relance o crescimento da economia e a criação de emprego, salientou Cavaco Silva numa entrevista à RTP esta segunda-feira, 10 de Junho, onde considerou que as forças políticas não estão assim tão separadas.

    “Cada vez mais, de uma forma crescente, o Governo tem vindo a reconhecer que é necessário colocar o relançamento da economia e a criação do emprego” em lugar de destaque. E o maior partido da oposição “reconhece que é necessário construir compromissos para o futuro.”

    Já na Europa há o reconhecimento que “há um fracasso” nas políticas levadas a cabo. E que o problema de países como Portugal é “verdadeiramente europeu.” Por isso, “a Europa tem de encontrar uma resposta”, defende.

    “Alguma coisa tem de mudar para que os cidadãos não se afastem cada vez mais dos seus líderes” e a “resposta tem de vir da Europa”, sendo que esta “é fundamental para Portugal.”

    Cavaco Silva considera que houve, na Europa, “muita agitação, muitos atrasos”, numa região em que a “interdependência entre os estados é muito forte”, mas em que a união ainda não é a necessária. “É preciso trabalhar em conjunto. E, talvez, os instrumentos do passado não sejam suficientes” para resolver os problemas do presente. “É porque isso que se tenta avançar para uma união” maior, nomeadamente através da união bancária, algo que Cavaco Silva considera “fundamental, para evitar fragmentação dos mercados financeiros.”

    “Na Europa atrasámo-nos a tomar medidas para o crescimento”, com a atenção a ter estado “muito tempo focada na austeridade e nas sanções.” Ainda assim, já se reconheceu que agora é preciso “colocar enfase no crescimento e emprego.”

    O Presidente da República salientou ainda que “os nossos problemas não são assim tão diferentes dos problemas os outros países europeus.”

    resumindo: A CULPA É DA EUROPA.
    HÁ DOIS ANOS A CULPA ERA DO PS E DE SÓCRATES. A JUVENTUDE DEVIA MANIFESTAR-SE. A AUSTERIDADE TINHA ULTRAPASSADO OS LIMITES. OBRIGARAM UM GOVERNO DE GESTÃO A NEGOCIAR UM MEMORANDO QUE A DIREITA TAMBEM NEGOCIOU E ASSUMIU COMO SEU PROGRAMA.
    AS INSTITUIÇÕES ESTÃO PARALIZADAS; A FOME AUMENTA; O DESEMPREGO É GALOPANTE; O DÉFICE DERRAPA; A DIVIDA CRESCE; O PIB BAIXA; OS JUROS SÃO INSUPORTÁVEIS; OS PROFESSORES FAZEM GREVE; OS JOVENS EMIGRAM; AS CRIANÇAS VÃO COM FOME PARA AS ESCOLAS E O SENHOR PR DIZ QUE A CRISE É EXCLUSIVA DA EUROPA.
    PORTUGAL VAI VENCER COM O GRANDE CRESCIMENTO (?) DA AGRICULTURA E À CUSTA DO PATRIMONIO.
    VENDE-SE TUDO AO DESBARATO.
    AS DECLARAÇÕES DO SENHOR PR SÃO NO MÍNIMO RIDICULAS.
    O sequestro do Presidente põe em causa o regular funcionamento das instituições
    O Presidente pode demitir o governo se ficar provado o "irregular funcionamento das instituições". Mas o discurso de ontem de Aníbal Cavaco Silva é uma prova cabal do "irregular funcionamento das instituições", de um chefe de Estado sequestrado por um governo e colocado em lugar incerto - embora o seu avatar circule por aí e debite orações sobre as maravilhas da agricultura.
    Nas cerimónias do 10 de Junho, o verdadeiro discurso que falou do Portugal de hoje foi feito por Silva Peneda, o presidente do Conselho Económico e Social, escolhido pelo Presidente da República para presidir às comemorações do 10 de Junho. E só isto pode ser um "sinal" de que a cabeça de Cavaco Silva - capaz de escolher um homem como Silva Peneda para aquela função - largou o seu corpo e se juntou à coligação governamental depois de ter sido alvo de eventuais malfeitorias naquela famosa reunião de sábado em Belém a seguir ao Conselho de Ministros.
    A calamidade da situação do país foi bem apresentada por Silva Peneda. Numa sociedade que tem os números de desemprego que tem a portuguesa "daqui ao medo é um pequeno passo". Mas o Presidente da República que tinha afirmado, perante Sócrates, que se tinham atingido "os limites dos sacrifícios" fechou os olhos ao mundo à sua volta - e preferiu recordar a literatura neo-realista dos tempos da miséria e da ditadura, como se servisse de grande consolo aos portugueses de 2013 pensar que o país era muito pior e mais miserável nos anos 60, na época em que pontificava em Belém o contra-almirante Américo de Deus Thomaz - que ficou na memória colectiva por, não tendo na realidade nenhum poder face a Salazar, ocupar o seu tempo a fazer discursos estúpidos.
    Ao aceitar ser uma espécie de ministro sem pasta do actual governo, Cavaco Silva perdeu o que lhe restava de capacidade para ocupar o cargo de "Presidente de todos os portugueses", no momento mais difícil da vida do país depois da ditadura. Ao explicar que não quer ter nenhum papel político, ainda piorou a situação. Já não há nada a fazer: como disse o primeiro-ministro Aníbal Cavaco Silva relativamente ao Presidente em funções nos anos 90, ainda poderia restar ao governo ajudar o chefe de Estado a acabar o mandato com dignidade. Infelizmente, tal não é possível. O sequestro do Presidente da República é um acontecimento grave e põe em causa o regular funcionamento das instituições democráticas.

    O POVO ENGANOU-SE MAIS UMA VEZ AO ELEGER UM HOMEM QUE NUNCA FEZ OUTRA COISA DURANTE QUASE 40 ANOS QUE FOI FAZER POLITICA, MAS QUE GOSTA DE DIZER QUE NÃO É POLITICO. ENTÃO O QUE É? UM VERBO DE ENCHER?
    COMO MINISTRI DAS FINANÇAS FOI UM DESASTRE. COMO 1º. MINISTRO 10 ANOS E COM DINHEIRO AOS MONTES NÃO FEZ AS REFORMAS. COMO PRESIDENTE FICA CALADO À ESPERA QUE A TEMPESTADE PASSE.
    QUANDO O  PAIS PEDE A DEMISSÃO DO GOVERNO, MAIS EMPREGO, MAIS ECONOMIA, MENOS FOME E MISÉRIA, MAIS CRESCIMENTO, MENOS AUSTERIDADE, MAIS DEMOCRACIA, MAIS REGULAR FUNCIONAMENTO DAS INSTITUIÇÕES, O PR VEM FALAR DE AGRICULTURA E DEFENDER-SE.ANEDÓTICO...

    segunda-feira, 10 de junho de 2013



    Renegociar a dívida? Nunca houve outra alternativa...

    Henrique Monteiro
                        
    A dívida portuguesa, já aqui o escrevi várias vezes, é também indomável, insustentável, impagável e o que mais lhe queiram chamar. Basta olhar para as simulações. Partindo do seu nível de 2012 (123,6% do PIB), que já está ultrapassado, chegaremos a 2017 na mesma situação - sublinho na mesma situação - caso cresçamos 1% ao ano no PIB e produzamos 2% de saldo primário. Ou seja, se a economia em vez de contrair crescer e se os gastos do Estado (sem contar com os juros) sejam dois por cento inferiores às receitas.
    Mas porque não havemos de crescer mais, como dizem os partidos da oposição. Vamos lá pôr três por cento (recordo que a própria Alemanha está com crescimento negativo, mas não custa sonhar). Pois, meus amigos, se crescermos três por cento e não tivermos défice (que é uma coisa tão extraordinária que é preciso recuar a Salazar e a Afonso Costa para nos recordarmos), conseguimos em 2017 passar a dívida pública para 121% do PIB. Querem mais? Descobrimos petróleo, ouro e exportamos 1000 Cristianos Ronaldos; crescemos 6% ao ano (assim tipo China); ao mesmo tempo não gastávamos no Estado nem mais um chavo do que aquele que recebemos, e conseguíamos em 2017 ter a dívida pública a representar 104,7% do PIB. Como veem, isto é simples... Tanto mais que numa visão mais realista - crescimento de 1% (e este é otimista) saldo primário de 1,5% (ou seja o Estado a gastar menos do que arrecada) a nossa dívida continua a subir e, em 2017 estará em 126%. Na verdade, eu não quero deprimir ninguém, mas se não houver crescimento e o Estado continuar a gastar mais do que ganha chegamos aos 150% de dívida num instante. E estes valores, superiores a 130% são considerados insustentáveis e apenas resolúveis pela insolvência. Ao contrário, depois da saída da troika, Portugal tem 20 anos para fazer descer o rácio da dívida a 60% do PIB (metade do que está atualmente).

    A MUITO CUSTO LÁ VÃO DIZENDO ALGUMAS VERDADES. ESTÁ ESCRITO, DITO E ESTUDADO POR QUEM SABE DISTO.
    PORTUGAL NÃO TEM HIPOTESE DE PAGAR A DIVIDA.
    E CHAGER A 60% E 0,5% DE DEFICE SÓ LÁ PARA O FIM DO SÉCULO.