sexta-feira, 19 de julho de 2013

Boa tarde.
Durante esta semana batemo-nos para que:
Não houvesse mais cortes nas reformas e nas pensões
Não houvesse mais despedimentos na função pública
Não houvesse mais cortes salariais na função pública e não fosse aplicada a contribuição de sustentabilidade do sistema de pensões
Durante esta semana batemo-nos para que o Governo parasse com as políticas de austeridade, em particular, para que o Governo não aplicasse os cortes de 4.700 milhões de euros.
Durante esta semana trabalhámos para o aumento do salário mínimo nacional e das pensões mais baixas; e para a extensão do subsídio social de desemprego.
Durante esta semana, trabalhámos pela diminuição do IVA da restauração (de 23% para 13%) e por uma redução progressiva do IRC.
Durante esta semana, lutámos pela criação de um programa de emergência para apoiar os 500.000 portugueses desempregados (sem qualquer rendimento), mobilizando fundos comunitários para qualificação e formação profissional.
Durante esta semana batemo-nos contra a privatização da TAP, das Águas de Portugal, da RTP e da CGD.
Durante esta semana trabalhámos pelo equilíbrio e sustentabilidade das contas públicas, através do estabelecimento de uma regra para a despesa pública, que consiste na estabilização da despesa corrente primária, em particular na despesa directamente relacionada com rendimentos.
Durante esta semana, tudo fizemos para introduzir sustentabilidade na gestão da dívida pública, através da renegociação das maturidades dos empréstimos concedidos por credores oficiais, o diferimento do pagamento dos juros e de uma posição forte de Portugal na defesa de uma solução global e europeia para o problema das dívidas soberanas dos países da zona euro. A parte da dívida soberana superior a 60% do PIB deve ser gerida ao nível europeu, assumindo cada país a responsabilidade pelo pagamento dos juros correspondentes.
Durante esta semana lutámos pelo apoio ao investimento público e privado, nomeadamente para que os fundos comunitários sejam prioritariamente dirigidos a incentivos reembolsáveis e a componente nacional dos fundos comunitários destinada ao investimento não conte para o défice.
Durante esta semana fizemos o que devíamos.
Estivemos a lutar por soluções realistas para os graves problemas dos portugueses, das famílias e das empresas.
Propusemos a estabilização da economia, nomeadamente pondo
• Fim às políticas de austeridade e estabelecendo uma política de rendimentos, através de um Acordo de Concertação Social Estratégica que envolvesse
1) Estabilização de médio prazo do quadro fiscal e das prestações sociais;
2) Evolução dos salários em torno dos ganhos de produtividade, da situação económica do País, da taxa de inflação e dos ganhos de competitividade relativa com outras economias;
3) Aumento do salário mínimo e das pensões mais reduzidas
4) Reposição dos níveis de proteção social assegurados pelo complemento social para idosos e pelo rendimento social de inserção;
5) Valorização da contratação coletiva, como quadro adequado para a promoção da melhoria da produtividade nos diferentes sectores.

Durante esta semana, defendemos o investimento público e privado, a diminuição de custos de contexto, incentivos fiscais ao investimento, a criação de um Fundo de Fomento, o financiamento às empresas e uma medida para salvar empresas economicamente viáveis, em dificuldades de tesouraria.
Mesmo assim o PSD e o CDS inviabilizaram um “compromisso de salvação nacional”.
Este processo demonstrou que estamos perante duas visões distintas e alternativas para o nosso país: manter a direcção para que aqueles que, como o PSD e o CDS, entendem que está tudo bem.
Ou dar um novo rumo a Portugal para aqueles que, como nós, consideram que os portugueses não aguentam mais sacrifícios e que esta política não está a dar os resultados pretendidos.
Que fique claro para todos os portugueses o que cada um defendeu. A nossa proposta está escrita, fundamentada e à disposição de todos os portugueses no site do PS.
Recordo que este diálogo surge na sequência de uma grave crise política aberta pelas demissões do ministro Vítor Gaspar e do ministro Paulo Portas. Crise política a que se soma a tragédia social e a espiral recessiva em que o actual Governo mergulhou o país.
Recordo que, durante estes dois anos, o PS nunca foi chamado a dar o seu contributo, apesar dos nossos alertas e das nossas propostas alternativas. O actual Governo ignorou o PS.
Mesmo assim, o PS disse sim ao apelo do senhor Presidente da República. Não poderia ser de outra forma quando o interesse nacional nos chama e é o futuro dos portugueses que está em causa.
Quisemos um diálogo com todos.
Pariticipámos no diálogo de boa-fé.
Empenhámo-nos em alcançar um compromisso.
Eu próprio, como líder do PS, impus-me um silêncio, cancelei toda a actividade pública, garantindo assim a necessária descrição em prol do êxito deste compromisso. Infelizmente, nem todos assim procederam.
Quero agradecer ao Dr. Alberto Martins que chefiou a delegação do PS e aos drs. Eurico Brilhante Dias e Óscar Gaspar o trabalho incansável e a dedicação que colocaram nas conversações.

Muitos de vós perguntam-se: E agora? O que vai acontecer?
Cabe ao senhor Presidente da República decidir.
O que vos garanto é que, qualquer que seja a decisão do senhor Presidente da República, o PS vai continuar a bater-se pela aprovação destas propostas que visam a criação de emprego, o crescimento económico, o equilíbrio nas contas públicas, a gestão sustentável da dívida pública e uma verdadeira reforma do Estado.
O que vos garanto é que continuarei a trabalhar perto dos líderes europeus pela renegociação do nosso programa de ajustamento e para que a Europa aposte em políticas de crescimento e de emprego, e para que o BCE assuma um papel mais activo no financiamento do nosso país.
Este é o meu compromisso.
Um compromisso que assumo com cada um de vós, não ignorando as dificuldades que o nosso país atravessa, olhando a realidade com confiança e o horizonte com esperança.
Alguns olham para as limitações do país e resignam-se. Eu olho para as potencialidades dos portugueses e quero aproveitá-las.
Este não é o momento para fazermos o possível. Este é o momento para fazermos o que é necessário.

PSD E CDS FICARAM ATORDOADOS E NÃO CONSEGUEM REAGIR.
SEGURO ESTEVE MUITO BEM E MOSTROU TER ESTOFO DE ESTADISTA.
O PASSA CULPAS VAI COMEÇAR.
O PR TEM DE TOMAR UMA DECISÃO EM 48 HORAS PARA NÃO DEIXAR APODRECER ISTO.
SE TEM DE CONVOCAR O CONSELHO DE ESTADO QUE O FAÇA HOJE.
SE O NÃO FIZER VAI DAR POSSE À REMODELAÇÃO MORIBUNDA.
O NEOLIBERALISMO DE PASSOS E PORTAS NÃO PASSOU.

CONSULTE NA NET AS PROPOSTAS DO PS E DO PSD E TIRE AS CONCLUSÕES.
OS NEGOCIADORES DO PS MOSTRARAM QUE NÃO DORMEM EM SERVIÇO E QUE QUEREM SALVAR PORTUGAL.

Partidos falham acordo de «salvação nacional», avança TVI

As negociações entre os três partidos que subscreveram o memorando de entendimento – PSD, PS e CDS-PP – terminaram esta sexta-feira após oito reuniões sem que tenha sido alcançado o acordo de «salvação nacional» pedido pelo Presidente da República, avança a TVI.

A SER VERDADE CONFIRMA-SE QUE O PR ENCRAVOU TUDO.
António José Seguro sacudiu quinta-feira à noite a pressão sobre o PS nas negociações com o PSD e o CDS. "Eu não cedo a pressões. Tenho o meu caminho e vou em frente", afirmou, perante cerca de 30 dirigentes socialistas que chamou à sede nacional.
Seguro falava na reunião com o secretariado e os líderes das federações distritais do partido, com que se reuniu no Largo do Rato após ter adiado a reunião da comissão política nacional.
Nesse encontro, ao que o PÚBLICO apurou, o líder socialista deu a sua visão sobre as movimentações internas contra a hipótese de o PS assinar algum "compromisso de salvação nacional" com os partidos da maioria de direita.
"Algumas pessoas queriam que o PS não tivesse entrado neste processo de diálogo e continuam a defender que o PS abandone esse processo. Discordo", afirmou Seguro, citado por um dirigente presente no encontro.
E prosseguiu: "Vou continuar este processo. Estou empenhado na procura de um acordo bom para o meu país, no respeito pelos valores e propostas do PS."
As declarações de Seguro, relatadas ao PÚBLICO, vão directas a Mário Soares, Manuel Alegre, João Galamba e Pedro Silva Pereira, por exemplo, que publicamente se têm oposto à mera possibilidade de um acordo com a direita.
Na quinta-feira, o PÚBLICO deu conta das preocupações de Mário Soares, que considera haver o risco de uma "cisão" no partido, caso o PS assine um compromisso com a actual maioria parlamentar.

SEGURO´TEM OS PODERES QUE O PARTIDO LHE CONCEDE.
PODE IR EM FRENTE E FAZER UM BOM ACORDO PARA O PAÍS. MAS SE SALVAR ESTE GOVERNO E ESTE PRESIDENTE PODE ESTATELAR-SE CONTRA O MURO DA DESGRAÇA QUE ESTES SENHORES PROVOCARAM.
O PS SÃO OS MILITANTES E OS ELEITORES QUE AINDA ACREDITAM NO PS E NOS SEUS PRINCIPIOS. SEM ELES O PS NÃO SERVE PARA COISA NENHUMA. 




O fundador do PS António Arnaut defende que, se não houver eleições, a melhor solução é um governo com “o patrocínio do Presidente da República”. “Sou favorável a que, não havendo eleições, houvesse um governo não de iniciativa presidencial, mas com o patrocínio do Presidente da República, com gente competente, mesmo mantendo a actual maioria”, diz ao i o ex-ministro de Mário Soares.
Arnaut diz que “vai ser muito difícil” um acordo entre o PS e a maioria e alerta que o compromisso pedido pelo Presidente da República não pode “revogar princípios matriciais do PS”. “Não pode implicar cortes no Serviço Nacional de Saúde, não pode implicar amputação do Estado social, nem mais despedimentos”, acrescenta Arnaut.
O ex-ministro tem dúvidas de que este governo, “remodelado ou como está”, tenha condições para garantir a “estabilidade do país”, porque “perdeu a confiança política do país”.
Na sua voz grave de barítono, o dr. Passos fez ontem um discurso perante o Conselho Nacional do PSD, transmitido para todo o excelentissimo público, que lhe mudou radicalmente a imagem.
A partir de 18 de Julho de 2013, o dr. Passos não mais será acusado de ser líder de uma facção do PSD. Ou um mero político. Ou um simples primeiro-ministro. A partir de agora, o dr. Passos passará a ser olhado como um estadista. Um estadista equiparado aos melhores estadistas mundiais.
E que disse o dr. Passos para fazer dele um estadista? Verdades duras como punhos. Que o PSD tem sido o garante da estabilidade do país. Que tem sido o partido responsável entre os irresponsáveis. Que o ajustamento está a correr muito bem e a caminho do sucesso absoluto. E que marcar eleições a partir de Junho de 2014, como fez o Presidente da República, é introduzir desde já incerteza junto dos investidores que pode comprometer o regresso do país aos mercados. 
"Não há nada mais incerto do que eleições", disse ainda o dr. Passos, carregado de razão. E assim mostrou ao Presidente que a solução de salvação nacional que ele apadrinha só devia ter dois pés: o das eleições antecipadas era dispensável.     
E isto acontece logo agora, quando as divergências entre a coligação foram superadas, as avaliações positivas da troika se sucedem e já foram cumpridos dois terços do programa de ajustamento, disse ainda gravemente o dr. Passos.
Tem o dr. Passos toda a razão. O dr. Portas é demasiado irrevogável. O dr. Seguro demasiado inseguro. O senhor Presidente demasiado complicado.
Não foi o dr. Passos que tomou decisões sem consultar o dr. Portas. Não foi o dr. Passos que desprezou o PS e os parceiros sociais ao longo destes dois anos. Não foi o dr. Passos que viu o seu ministro das Finanças demitir-se dizendo que os objetivos do ajustamento tinham falhado. Não foi o dr. Passos que sempre apoiou o caminho traçado pelo dr. Gaspar. Não foi o dr. Passos que nomeou a dra. Maria Luís contra a opinião do dr. Portas. Não foi o dr. Passos que criou os megaministérios.
Tudo isto prova que o dr. Passos é um estadista, o único que nos resta. O dr. Passos quer uma coligação posta em sossego, um Partido Socialista venerador e obrigado, parceiros sociais agradecidos, um Presidente da República para sempre nas Selvagens. Só assim pode cumprir o grande desígnio que tem para Portugal. Repito: o dr. Passos é um estadista. Um estadista mariola, mas um estadista. Agradeçamos esta dádiva dos deuses (Nicolau Santos)

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O deputado socialista e ex-presidente da Câmara de Lisboa, João Soares, reagiu esta sexta-feira, na rede social Facebook, ao ambiente de pressão e contestação interna a um hipotético acordo para o “compromisso de salvação nacional” pedido pelo Presidente da República.
Lembrando o facto dos órgãos internos do partido não terem tido a oportunidade de se pronunciarem aquando do Memorando da troika, congratula-se por desta vez a direcção estar disposta a ouvir. E por isso envia um recado para o PS.
“A primeira nota que gostava de aqui deixar tem que ver com a campanha/preconceito anti-actual direcção do PS. Anti-secretário-geral António José Seguro. É, na minha opinião, um preconceito de natureza aristocrática, portanto reaccionária, sem nenhuma relação com uma avaliação concreta do trabalho e das condições em que o trabalho dele tem sido realizado.”
Depois, o seu post toma partido em relação às negociações. Reconhecendo a demora da iniciativa presidencial e a má vontade da maioria durante os últimos dois anos, admitiu as vantagens de um acordo: “Mas lá que um eventual compromisso politico seria desejável nas atuais circunstancias de dificuldade extrema, na minha opinião seria.”
O filho de Mário Soares - que esta semana afirmou ao PÚBLICO que um acordo poderia provocar uma “cisão” no PS – manifestou ainda a sua confiança em Seguro e na sua direcção. “Tenho a certeza de que não nos proporão um eventual acordo em que não estejam salvaguardados claramente os valores essenciais do modelo social europeu, do nosso projecto politico de socialistas e até da independência da nossa Pátria.”
Também José Junqueiro, vice-presidente da bancada socialista e candidato autárquico a Viseu, comentou o processo, enviando um alerta. “Quem como eu, anda em campanha autárquica e sente o pulsar das pessoas, tem obrigação de alertar para a fadiga política que se apoderou delas. Apenas querem respostas e não "faz-de-conta". São muitas as que não têm emprego, nem dinheiro. E muitas são as que viram já partir os seus para outros destinos. Isto não se aguenta. Sobretudo se o resultado final não for claro ou uma qualquer coisa a fingir. Respostas, as pessoas querem respostas.”

SEGURO PODE NÃO CEDER A PRESSÕES MAS O PS NÃO É SÓ A DIRECÇÃO DO PARTIDO.
ESTÁ NA FORJA UM REFERENDO INTERNO OU UM CONGRESSO EXTRAORDINÁRIO?
O PS ESTÁ COM PORTUGAL E COM O POVO OU COM O PR, A DIREITA E A TROIKA?
PRECISAMOS DE SABER.
SE ALGUÉM FEZ E FAZ PRESSÕES SOBRE OS PAISES E DESGRAÇA AS PESSOAS E OS QUE MENOS TÊM SÃO ESSES SENHORES DO FMI, BCE E UE, COM CARTÃO DE ASSINANTES DO GOLDMAN SACHCS E DO NEOLIBERALISMO. A DESGRAÇA ESTÁ BEM À VISTA DE TODOS. OS POVOS É QUE PAGAM. 
A PIMCO está a apostar num acordo que mantenha o governo. "A incerteza política continua em Portugal, ma ficaríamos surpreendidos se não fosse encontrada uma solução política para evitar eleições antecipadas", referiu o gestor da PIMCO, Myles Bradshaw, numa nota aos clientes.

Apesar disto, a gestora continua a duvidar que Portugal se consiga financiar sem apoio internacional depois de Junho de 2014. "O maior problema para Portugal é se conseguirá reconquistar o acesso regular ao mercado e sair do programa da Troika. Estamos cépticos", referiu o gestor. Até porque, explica, como o País tem ‘rating' abaixo do nível de investimento, "irá depender de investidores de curto prazo, como ‘hedge funds".
A autorização para os fundos da Segurança Social reforçarem as aplicações em dívida portuguesa também não passou despercebida à PIMCO. Myles Bradshaw considera, no entanto, que essa solução até pode comprar algum tempo mas não impedirá uma extensão do programa de assistência no próximo ano.
O gestor reconhece que "não é claro se os líderes da zona euro irão estar de acordo num programa de tamanho suficiente para financiar a saída continuada de credores privados". Mas considera como muito provável que os bancos portugueses venham a ser chamados a fazer o roll over das suas posições em dívida portuguesa de forma voluntária.

TODA O MUNDO MANDA PALPITES.
António Costa considerou ontem que o acordo de salvação nacional só faria sentido se fosse para renegociar o memorando.
O presidente da Câmara Municipal de Lisboa classificou ontem de "absurda" a situação criada em torno das negociações para o acordo de salvação nacional, considerando "milagroso" um eventual acordo.

Durante a sua intervenção no programa da SIC Notícias "Quadratura do Círculo", António Costa criticou Cavaco Silva por ter colocado o Governo numa situação "de dissolução a prazo" ao impor eleições antecipadas após Junho de 2014. O socialista frisou que o acordo que está a ser negociado devia ter por ponto de partida a renegociação do memorando, o que não acontece, e frisou que o PS devia ter apresentado esta agenda.

"Ou os partidos prometeram alguma coisa ao Presidente da República que permitiu a este fazer este desafio, ou o Presidente da República tem uma solução na manga e está a comprometer politicamente os partidos, condenando-os ao fracasso, e aqui havia alguma racionalidade, ou os partidos vão ser capazes de fazer ainda um acordo milagroso que ninguém acredita que sejam capazes de fazer", disse António Costa, que é crítico da participação do PS nas negociações com a maioria nos moldes em que tem decorrido.

António Costa pediu um "esclarecimento rápido" e deixou uma questão a Seguro: "Que prémio é que o PS vê aqui?".

O líder socialista tem sido pressionado por vários socialistas - incluindo a elite do partido - a não assinar o compromisso de salvação nacional. Manuel Alegre e Mário Soares foram dois dos históricos que se opuseram às negociações, com o ex-presidente da República a ameaçar mesmo com uma cisão no partido. Hoje, na sua crónica no Diário Económico, o ex-ministro do PS Pedro Silva Pereira diz também que "a viabilização do actual Governo e uma adesão do PS às medidas de austeridade negociadas com a 'Troika' à sua revelia implicaria neutralizar o PS como partido da oposição.

É O TAL DOIS EM UM QUE A DIRECÇÃO DO PS NÃO CONSIDEROU?
SEGURO DEVE OLHAR PARA OS SOCIALISTAS DA GRÉCIA, DE FRANÇA, DE ESPANHA, DA ALEMANHA E POR AÍ FORA. FORAM DESTRUIDOS POR ACREDITAREM EM MILAGRES DA TROIKA. O NEOLIBERALISMO NÃO DIZ AO QUE VEM. EXECUTA NA PERFEIÇÃO. DESACREDITA OS POLITICOS DESDE 1980, ENFRAQUECE A DEMOCRACIA E DESTROI O ESTADO SOCIAL EM BENEFICIO DOS MERCADOS FINANCEIROS, SEM DÓ NEM PIEDADE.

Em declarações ao Etv, o presidente do BCP pede um “acordo forte e consistente” entre os partidos do arco da governação.
Nuno Amado pediu hoje uma solução rápida para a actual crise política que impeça danos de maior para o País. "Podemos viver com três semanas de crise, não podemos viver com três meses de crise", disse Nuno Amado, no programa Comissão Executiva do Etv, que será transmitido na próxima segunda-feira. "Se esta situação não tiver uma resolução e evolução rápida, pode ser muito mais danificadora para as empresas do que se pensa", avisou.
O presidente do BCP explicou que "quanto mais rápido pararmos esta situação, menores serão os estragos". E, mais do que isso, pediu também "uma solução governamental consistente, com um apoio parlamentar inequívoco", sob pena de existirem "fracturas". "Tem de ser um acordo forte, consistente e que resista nos próximos trimestres", acrescentou.
Nuno Amado defendeu igualmente a importância de se sair desta crise política com "um planeamento relativamente claro do que queremos ser como País nos próximos cinco ou dez anos".

OS BANQUEIROS QUE DERRUBARAM SÓCRATES E O GOVERNO DO PS COMEÇAM A DAR PALPITES PARA QUE A FESTA POSSA CONTINUAR E A BANCA A JOGAR NA ROLETA.
DOIS EM UM DA PROPOSTA DO PR PARA UM COMPROMISSO DE "SALVAÇÃO NACIONAL"

O PS ACEITOU O DIÁLOGO COMO É NORMAL EM DEMOCRACIA. MAS PARA NEGOCIAÇÕES SÉRIAS E LIMPAS TINHA DE APRESENTAR UMA AGENDA COM PROPOSTAS BALISADAS E IRREVOGÁVEIS. SE ACEITE INICIARIA AS NEGOCIAÇÕES, CASO CONTRÁRIO RECUSAVA.

NÃO QUERO ACREDITAR NUMA ARMADILHA , MAS QUE NÃO É UM ACORDO DE SALVAÇÃO NACIONAL NÃO É.

SERVE APENAS PARA:

1 - CONTRIBUIR PARA RECUPERAR A IMAGEM DO PRESIDENTE DA REPUBLICA;
2 - DAR VIDA A UM GOVERNO MORTO E DESTROÇADO COM AS DEMISSÕES DE GASPAR E PORTAS;
3 - RESPONSABILIZAR-SE POR UMA CRISE DO GOVERNO E DOS PARTDIDOS DA COLIGAÇÃO;
O COMÍCIO DE ONTEM EM DIRETO DO PRESIDENTE DO PSD É BEM ESCLARECEDOR: QUER RAPIDEZ NA DECISÃO, NÃO ACEITA ELEIÇÕES, VAI APRESENTAR A REMODELAÇÃO NÃO ACEITE PELO PRESIDENTE E A POLITICA DE GASPAR É PARA CONTINUAR. 

OS PORTUGUESES JÁ DEVIAM ESTAR INFORMADOS DO QUE SE ESTÁ A NEGOCIAR. EM DEMOCRACIA É ASSIM OU DEVIA SER.

A DIREITA QUER O PS COMO MULETA.

GRUPOS E PERSONAGENS QUE AGORA TANTO FALAM E EXIGEM AO PS QUE ASSINE O ACORDO, JÁ NÃO SE LEMBRAM QUEM DERRUBOU O GOVERNO SÓCRATES , QUEM CHUMBOU O PEC IV SEM FMI, QUEM DURANTE DOIS ANOS AFASTOU O PS DO DIÁLOGO. NESSA ALTURA COM O MEMORANDO JÁ ASSINADO E POR UM GOVERNO DE GESTÃO, NÃO HAVIA PROBLEMAS.

PORTUGAL NÃO PODE AJOELHAR PERANTE OS ESPECULADORES E OS MERCADOS FINANCEIROS.

QUANDO UM MEMORANDO NÃO É POSSÍVEL DE SER CUMPRIDO HÁ QUE NEGOCIAR.
ESTÁ MAIS QUE PROVADO QUE ESTAMOS MUITO PIOR.
É PRECISO RENEGOCIAR.

A DIREITA JÁ CONSEGUIU QUE, QUER O PS ACEITE OU NÃO, VAI SER JULGADO NA PRAÇA PÚBLICA.

SEGURO TEM A OPORTUNIDADE DE SE AFIRMAR E DE PROVAR QUE O QUE DISSE DURANTE DOIS ANOS ERA A SÉRIO.

ELEIÇÕES JÁ E ACORDO PARA FUTURO.

REDUZIR A DIVIDA, REDUZIR O DÉFICE E POR A ECONOMIA A FUNCIONAR NÃO VAI LÁ COM AUSTERIDADE CEGA.
ATÉ 2030 JÁ ESTÁ FIXADO O LIMITE DA DIVIDA NA UE - 60% DO PIB.
JÁ HÁ UMA LEI APROVADA QUE O DÉFICE NÃO PODE PASSAR O 0,5%.
MAS PARA PODERMOS PAGAR DIVIDA E JUROS E REDUZIR O DÉFICE, TEMOS DE TRABALHAR MUITO, EXPORTAR MAIS, E CRESCER ENTRE 3 A 4% DURANTE 20 ANOS. SERÁ POSSÍVEL? TENHO MUITAS DUVIDAS.
 
ESPERO QUE SEGURO ESTEJA CONSCIENTE QUE SALVAR PORTUGAL NÃO É SER MULETA DA DIREITA E DO PR.

NÃO CREIO PARA JÁ NUMA CISÃO NO PS, MAS QUE PODEMOS IR PARA UM CONGRESSO EXTRAORDINÃRIO NÃO TENHO DUVIDAS. SE SEGURO CEDER NUMA PROPOSTA QUE SÓ SALVE A COLIGAÇÃO E O PR O PS VAI REAGIR E O POVO VAI SENTIR-SE TRAIDO. 


quarta-feira, 17 de julho de 2013

Paulo Portas, ex-ministro da Defesa do governo de Santana Lopes, determinou a adjudicação da compra dos Pandur seis dias após Jorge Sampaio, então presidente da República, ter anunciado que iria dissolver o parlamento. A notícia é hoje avançada pelo Correio da Manhã.
O contrato, no valor de 344 milhões de euros, envolvia a aquisição de 260 viaturas blindadas para o exército e para a marinha. O despacho, avança a publicação, tem data de 6 de Dezembro de 2004 mas, dias antes, a 30 de Novembro, Jorge Sampaio tinha anunciado a dissolução do parlamento e, por conseguinte, a queda do governo.
O mesmo contrato, assinado com a austríaca Steyr, foi denunciado pelo actual ministro da Defesa, Aguiar-Branco, por incumprimento da empresa

O CONTRATO NÃO ERA IRREVOGÁVEL?
Um grupo de empresários e economistas preparam-se para lançar um apelo público no sentido de que PSD, PS e CDS chegam a um entendimento sobre o “compromisso de salvação nacional” exigido pelo Presidente da República a 10 de Julho.
Daniel Bessa, ex-ministro do governo de António Guterres, Francisco Van Zeller, ex-presidente da Confederação da Industria Portuguesa, João Talone, ex-presidente da EDP, e Morais Cabral, administrador do grupo Mello, são os promotores de um apelo que pretende ver rapidamente estabelecido o acordo entre os partidos que assinaram o memorando. “Para que o exercício cumpra os objectivos pretendidos, ao acordo das entidades que hoje nos financiam, enquanto não conseguirmos dispor da autonomia que só poderá ser assegurada por um regresso pleno aos mercados financeiros”, lê-se no documento.
Os promotores recordam as condições exigidas pelo Presidente da República (“compromisso de curto prazo” que permita cumprir os objectivos do memorando para as finanças públicas, um “compromisso de médio prazo” que dê “sustentabilidade a uma execução orçamental rigorosa e a “antecipação das eleições legislativas”, possivelmente para daqui a um ano) e consideram que, ao exigir o compromisso, Cavaco Silva “colocou-se em linha com os anseios mais profundos manifestados pela população portuguesa”.
No documento é ainda referido que os dois anos passados sobre a assinatura do Memorando de Entendimento deixaram resultados positivos (nomeadamente “nas contas externas”), objectivos que não foram cumpridos (sobretudo “em matéria de finanças públicas e de reformas estruturais”), mas também um “rasto de sofrimento”, de que o “desemprego constitui o exemplo maior”.

A DIREITA NÃO DORME E LUTA POR AQUILO EM QUE ACREDITA CEGAMENTE.
A POLITICA NEOLIBERAL JÁ MOSTROU O QUE VALE.
Em comunicado, a Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP), a Confederação Empresarial de Portugal (CIP), a Confederação do Turismo Português (CTP) e a União Geral de Trabalhadores (UGT) apelam para que "este entendimento seja encontrado tão rapidamente quanto possível.
As quatro confederações empresariais - que apresentaram no mês passado um compromisso coeso para o crescimento económico em Portugal - às quais se juntou a UGT apelam também aos partidos "que se encontram a negociar o compromisso de médio prazo que envidem todos os esforços, pondo de lado interesses partidários de conjuntura".
A CAP, CCP, CIP, CTP e UGT pedem também que, na sequência de um "entendimento entre os agentes políticos, sejam implementadas medidas, que permitam aos portugueses olhar com confiança o futuro, acreditando que o esforço desenvolvido garantirá um Portugal melhor e mais justo".
As confederações lembram que o país está viver um período difícil e que o crescimento económico e a melhoria de vida dos portugueses depende do entendimento de todos os agentes com responsabilidades políticas.
"Estamos convencidos de que o diálogo e a concertação social precisam deste compromisso nacional, sob pena de o país correr o sério risco de entrar numa fase de grande gravidade em termos económicos e sociais, de consequências imprevisíveis", referem em comunicado.

ATÉ SEXTA-FEIRA VAI SER UM VÊ SE TE AVIAS.
QUANDO FOI DO PEC IV NINGUÉM SE PREOCUPOU COM A QUEDA DO GOVERNO E COM A VINDO DO FMI.
AGORA VERTEM LÁGRIMAS DE CROCODILO.
A UGT MUDA DE DISCURSO CONFORME OS DIAS.

Grécia desce o IVA na restauração a partir de 1 de agosto

O primeiro-ministro anunciou numa comunicação televisiva que o IVA desce de 23% para 13%.
Jorge Nascimento Rodrigues
Grécia desce o IVA na restauração a partir de 1 de agosto Getty Images
A Grécia vai descer o IVA na restauração para 13% a partir de 1 de agosto, anunciou hoje em comunicação televisiva o primeiro-ministro Antonis Samaras.
A anterior medida de subida do IVA para 23% neste sector é revogada.
 
E A GRÉCIA NÃO ESTÁ COMO PORTUGAL " O BOM ALUNO ".
QUE EUROPA É ESTA QUE NOS QUEREM IMPINGIR?


 
 Sim, é bom não ter Governo
Henrique Monteiro
Sinceramente, a observação não é minha. Mas estava a almoçar com o Ricardo Costa (cantina da Impresa a 5,95€, que a crise é para todos) quando ele me disse: "Já viste que estamos praticamente sem Governo há quase três semanas?".
E eu vi!
E não é bom? - perguntei-lhe. E lembrámos a Bélgica, a Itália e tantos outros exemplos de países que estiveram sem Governo durante meses. No entusiasmo, cheguei a propor que houvesse apenas um Governo três meses por ano. Os restantes nove seriam assim passados: sem comícios, inaugurações, declarações, ataques soezes, golpadas e nomeações.
Em paz.
Um pouco mais a sério, toda a vacuidade da política rasteira em que Portugal é tão useiro se revela nestas alturas. Os congressos são adiados, as intermináveis visitas a feiras, bombeiros, Câmaras Municipais e empresas diversas estão suspensas. Alguns, tendem a confundir isto com liberdade, quando é tanto de isto que nos sai tão caro e nos obriga a impostos altos, a leis estúpidas, a pequenos poderes exercidos sem controlo.
A ausência deste ruído de fundo sempre gritado, como se o mundo fosse acabar caso não escolhamos imediatamente um lado ou outro de uma imaginária barricada, é refrescante. E até pode ser que tanto o Governo como a Oposição estejam agora a trabalhar a sério e a pensar no país.  
Pode ser que sim! Deus queira que sim!
PS - A esquerda do PS anda sempre muito preocupada com as cedências do PS à direita. Hão de perguntar-se a si próprios, um dia destes, se não acham que os desiludidos do PSD (e devem ser umas boas centenas de milhares) não olham também para o PS quando, este, na ânsia de agradar a um sector do grupo parlamentar que nem é representativo da direção, vota a favor de moções de censura de 'Os Verdes' e leva a sério propostas inexequíveis. Mas isto é só uma pergunta... 


Vai haver acordo!

Nicolau Santos


 
PSD, CDS e PS estão à beira de chegar a um acordo, que respeita os três princípios exigidos pelo Presidente: marcação da data de eleições, acordo sobre o memorando e entendimento quanto ao pós-troika.
O PSD está tão empenhado em que isso aconteça que se mostra disponível para aceitar a flexibilização das metas orçamentais e das políticas, bem como dos prazos para os seus cumprimentos.
O líder do PS também pende claramente para a assinatura do acordo. Por um lado, porque talvez este não seja o momento ideal para ir para o Governo. Depois, porque a Europa pode mudar após as eleições alemãs e essa mudança vir a favorecer Portugal.  
Com o acordo, o PSD e o CDS ganham tempo para recuperar da sua desgastada imagem. Eleições agora seriam provavelmente dramáticas para os dois partidos. O PS ganha respeitabilidade e as mudanças que vinha pedindo. E o país respira de alívio.
Há, claro, algumas incógnitas. A troika aceitará a flexibilização que lhe pedem? O Presidente considerará o acordo sólido e credível? E quem ganhará mais com o adiamento das eleições antecipadas, o centro-direita ou o centro-esquerda?
A partir de Junho de 2014 se saberá. Até lá, podemos dormir mais descansados. Vai haver acordo, o Governo vai continuar em funções, as taxas de juro da dívida pública descerão e o PS votará a moção de censura dos Verdes contra o executivo sem que isso perturbe esta "ménage a trois".
Até porque, se não fosse assim, o Presidente da República não iria dormir na quinta-feira à casa do vigilante nas Selvagens. Habemus salvação! 


ATÉ ÁMANHÃ VAI HAVER PALPITES PARA TODOS OS GOSTOS.
O PSD tem esperança de chegar a acordo com o PS já amanhã para um "compromisso de salvação nacional". O presidente da bancada parlamentar dos sociais-democratas, Luís Montenegro, espera apresentar resultados no conselho nacional do partido, que se realiza amanhã.

"Temos feito um esforço grande para sermos céleres na construção de soluções que possam dar ao país um nível de abrangência maior e que possam ser motivadoras para ultrapassarmos os problemas difíceis que o país atravessa hoje. Se for possível cumprir o calendário de modo a que seja discutido no conselho nacional, assim será, mas o conselho já estava calendarizado", afirmou Luís Montenegro, no Parlamento.

Mas a esperança laranja é refreada pelos socialistas. O líder parlamentar do PS diz que o acordo ainda é uma incerteza. Por outro lado, Carlos Zorrinho responde ainda aos socialistas João Galamba e Manuel Alegre, que disseram nos últimos dias que um eventual acordo com a maioria significaria o suicídio político de António José Seguro.

"Não tenho nenhuma ideia de que o líder político do Partido Socialista tenha alguma tendência suicida. Antes pelo contrário, tem uma grande tendência para estar ao lado dos portugueses e defender os interesses de Portugal", disse Zorrinho, no Parlamento.

Entretanto ,permanece a dúvida sobre a possibilidade de ainda haver tempo de ouvir os parceiros sociais neste processo de "salvação nacional" pedido pelo Presidente da República. Para o Governo, essa não é nitidamente uma prioridade. A questão foi colocada ao ministro dos Assuntos Parlamentares, Marques Guedes, que respondeu da seguinte forma: "Neste momento, a tarefa em que os partidos da maioria estão empenhados, e o Governo também, é fazer uma busca de entendimento entre o PSD, PS e CDS-PP. Esse é o objectivo e é nisso que está todo o nosso empenhamento".

Luís Marques Guedes falava aos jornalistas à saída da conferência de líderes, no Parlamento.

O ACORDO QUE O PSD ANTECIPA NÃO É MAIS DO QUE UMA PRESSÃO SALOIA SOBRE O PS. AGORA QUE COLOCARAM O PAIS NA BANCA ROTA QUEREM A MULETA DO PS PARA SE SALVAR.
UM COMPROMISSO DESTA NATUREZA EM 3 DIAS É UMA BRINCADEIRA DE MAU GOSTO. ISTO É SÉRIO DE MAIS PARA SER TRATADO COM OS PÉS.
PRIMEIRO É PRECISO SABER:
1 - há OU NÃO ELEIÇÕES ANTECIPADAS?
2 - o COMPROMISSO VAI PARA ALÉM DAS ELEIÇÕES?
3 CUMPRIR O DÉFICE E A DIVIDA SÓ COM RENEGOCIAÇÃO DO MEMORANDO.
4 - aS ELEIÇÕES NÃO PODEM SER CONDICIONADAS PELO ACORDO. OS ELEITORES DEVEM SABER COM RIGOR O ESTADO DESGRAÇADO EM QUE ESTÁ O PAÍS, QUAIS AS PROPOSTAS PARA RESOLVER A CRISE E PRAZOS.
5 - OS PORTUGUESES DEVEM SABER COM CLAREZA O ESTADO DA NAÇÃO.
6 - HAVENDO ELEIÇÕES ACORDADAS O PR DISSOLVE O PARLAMENTO? E QUEM VAI INDICAR PARA 1º. MINISTRO. COMO SERÁ FORMADO O NOVO GOVERNO? COM QUE PROGRAMA?
EM 3 DIAS É IMPOSSÍVEL FAZER UM ACORDO SÉRIO E CUMPRÍVEL.

terça-feira, 16 de julho de 2013

O deputado do PS falava durante um almoço do American Club
O deputado socialista João Galamba defendeu hoje que o acordo entre PSD, CDS-PP e PS pedido pelo Presidente da República implica o suicídio de um dos elementos, admitindo que Cavaco Silva tem "em mente" o suicídio político do líder socialista.
"É impossível porque para ser bem-sucedido implicava o suicídio político de um deles. Acho que o suicídio político que o Presidente da República tem em mente é o suicídio político do líder do Partido Socialista, porque qualquer acordo implicaria que o Partido Socialista renunciasse ao que tem dito nos últimos anos", defendeu João Galamba.
O deputado do PS falava durante um almoço do American Club, num hotel de Lisboa, num debate em que participaram igualmente Miguel Frasquilho, do PSD, e Nuno Magalhães, do CDS-PP

ISTO NÃO É UM COMPROMISSO DE SALVAÇÃO NACIONAL.
É O COMPROMISSO DE SALVAÇÃO DOS ESPECULADORES E GARANTIR O PAGAMENTO DA DIVIDA AOS CREDORES.
DEVIA CHAMAR-SE "COMPROMISSO DE SALVAÇÃO DO MEMORANDO".
NÃO É AJOELHANDO AOS MERCADOS FINANCEIROS E GARANTIDO A CRIAÇÃO DE RIQUEZA COM A ESPECULAÇÃO FINANCEIRA QUE OS PAISES SE LEVANTAM.
HÁ SOLUÇÕES E BEM DIFERENTES.
OUTROS PAISES JÁ AS EXPERIMENTARAM E CORRERAM COM O FMI.
O PAPÃO DA DIREITA QUE É UM NOVO RESGATE É JÁ UM MITO. JÁ ESTÁ EM MARCHA E CHAMA-SE RESGATE MAS COM OUTRA ROUPAGEM E SEM O FMI.
SÃO UNS BRINCALHÕES ESTES NEOLIBERAIS DE PACOTILHA.
A LUTA É ENTRE NEOLIBERALISMO SELVAGEM E DEMOCRACIA DO POVO.
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A ministra de Estado e das Finanças, Maria Luís Albuquerque, juntou-se esta terça-feira à tarde à terceira reunião entre PSD, PS e CDS com vista à negociação do "compromisso de salvação nacional" pedido pelo Presidente da República. O PSD esclarece que nenhum dos presentes na reunião participa enquanto membro do Governo.
Maria Luís Albuquerque chegou à sede nacional do CDS, no Largo do Caldas, em Lisboa, cerca de hora e meia depois da reunião ter começado, juntando-se, assim, às delegações dos três partidos que se reúnem desde domingo, e ao "observador" da Presidência da República, David Justino, que na segunda-feira começou a participar nestes encontros.
Maria Luís Albuquerque é o quinto membro do Governo a integrar as negociações, mas o PSD esclarece que nenhum deles participa nessa qualidade. "Nas reuniões de processo de diálogo interpartidário mantidas com vista a alcançar um 'compromisso de salvação nacional' participam, exclusivamente, representantes dos partidos políticos e um representante do Presidente da República como observador. O Governo não participa nas referidas reuniões", afirma uma nota do PSD divulgada durante o encontro.
Do lado do PSD, a delegação é chefiada por Jorge Moreira da Silva, vice-presidente do PSD, juntamente com Miguel Poiares Maduro e Carlos Moedas, respectivamente ministro-adjunto e secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro.
No entanto, dos representantes do PSD, Maria Luís Albuquerque é a única que não é militante social-democrata. A actual ministra das Finanças e ex-secretária de Estado do Tesouro foi cabeça-de-lista do PSD por Setúbal nas eleições legislativas antecipadas de Junho de 2011, mas com o estatuto de independente.
Pelo CDS, Pedro Mota Soares, vice-presidente do CDS e ministro da Solidariedade e Segurança Social faz-se acompanhar por Miguel Morais Leitão, secretário de Estado dos Assuntos Europeus.
A delegação do PS é liderada pelo ex-líder parlamentar, Alberto Martins,  conta com dois economistas: Eurico Dias e Óscar Gaspar, também da direcção do partido. Com Maria Luís Albuquerque, foram os únicos economistas presentes na reunião.
A nota do PSD afirma ainda que na reunião desta terça-feira "aprofundaram os temas e analisaram-se documentos sobre a situação economico-financeira do país".
"Os trabalhos prosseguiram de forma intensa, tendo as delegações partidárias acordado continuar as reuniões amanhã com a apresentação de contributos escritos com vista à obtenção de um 'Compromisso de Salvação Nacional' com a máxima brevidade", conclui o comunicado.

O PS NÃO PODE ASSINAR UM ACORDO QUE O COMPROMETA COM O DESGOVERNO DA MAIORIA.
PORQUE SERÁ QUE NÃO SE FALOU AINDA EM ELEIÇÕES ANTECIPADAS.
PORQUE NÃO FAZ PARTE DAS CONVERSAÇÕES UM COMBATE FEROZ À CORRUPÇÃO?
SE NÃO HÁ ELEIÇÕES ANTECIPADAS E ESTE GOVERNO CONTINUA EM GESTÃO É O DESASTRE TOTAL E A DESTRUIÇÃO DO PS.
O DIÁLOGO DO PS NÃO ERA COM O POVO?
ESTA GENTE QUE O PSD ESTÁ A CHAMAR ÀS NEGOCIAÇÕES É DE CONFIANÇA?
VOU ESTAR ATENTO E VIGILANTE. MAS NÃO ME AGRADA NADA A PRESSÃO COLOCADA PELA DIREITA. QUEREM RÁPIDO E A TODA A FORÇA.
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O PS manifestou disponibilidade para receber hoje ao final da tarde uma delegação do Bloco na sede do partido, em Lisboa.
O encontro, de acordo com a nota de imprensa, poderá acontecer às 19h00.
"A reunião entre representantes das direcções dos dois partidos ocorre num momento de emergência nacional, onde os diálogos interpartidários são essenciais para encontrarmos soluções para os graves problemas que o país atravessa", observa o PS em comunicado.
A delegação do BE será composta pelos dirigentes Fernando Rosas, Mariana Mortágua e José Gusmão, indicou fonte do partido à agência Lusa.
Hoje, a Comissão Política do BE propôs hoje "rondas de negociação" ao PS e ao PCP com vista à construção de um programa de governo de esquerda, "sem qualquer condição prévia e no mais curto espaço de tempo".
"O BE propõe tanto ao PS como ao PCP a abertura de um processo de discussão e aprovação das bases programáticas de um governo de esquerda. Propomos que estas conversações se façam sem qualquer condição prévia e no mais curto espaço de tempo", afirmou o coordenador bloquista João Semedo, na sede lisboeta do partido.
Os dirigentes do BE registaram "positivamente que, entretanto, a direcção do PCP tenha proposto ao BE a realização de uma reunião", referindo-se à iniciativa comunista da véspera na qual foram fomentados encontros com BE, PEV, Intervenção Democratica.

MAIS UMA VEZ O PCP COM 12% NAS SONDAGENS QUER LIDERAR A ESQUERDA E SEM O PS.
O BE JÁ PERCEBEU QUE NUMA NEGOCIAÇÃO TEM DE HAVER CEDÊNCIAS.
O PS TORNOU-SE NO MEDIADOR COM TODOS OS PARTIDOS QUE QUEIRAM DIALOGAR.
O SENHOR PRESIDENTE DA REPUBLICA AO ELIMINAR O BE E O PCP, ESQUECEU-SE QUE QUANDO O SOL NASCE É PARA TODOS.
O PS TEM DE SER FIRME E CLARO.


 

Elsa Roncon dos Santos, directora-geral do Tesouro e Finanças, revela que a proposta foi chumbada e que o dossier passou para o IGCP.
A Direcção-geral do Tesouro e Finanças ainda em funções, Elsa Roncon dos Santos, revelou hoje na comissão de inquérito aos swaps que apresentou uma proposta no sentido de lidar com os contratos de gestão do risco financeiro assinados pelas empresas públicas logo em Outubro de 2011.
"Em Outubro de 2011, a DGTF tinha como objectivo cumprir o despacho de 2011 e por isso submeteu superiormente uma forma de operacionalizar o relacionamento com o IGCP e com a Inspecção Geral de Finanças", garantiu hoje Elsa Roncon dos Santos.
Contudo, esta proposta da DGTF "não teve acolhimento", reconheceu, em resposta ao deputado do PS, Filipe Neto Brandão. A então secretária de Estado (actual ministra das Finanças), Maria Luís Albuquerque, pediu parecer ao IGCP e passou todo o dossier dos swaps para esta entidade, explicou a directora-geral. "Foi entendido que, sendo o IGCP responsável por gerir a dívida pública directa seria a entidade com capacidade para gerir a dívida pública indirecta", acrescentou ainda Elsa Roncon dos Santos.
Entre esta decisão e o início das negociações dos contratos de swap com os bancos passou mais de um ano. As negociações foram iniciadas pelo IGCP em Novembro de 2012, num momento em que as perdas potenciais superavam já os três mil milhões de euros.
Recorde-se que a directora-geral está à espera de ser substituída no cargo, depois de ter apresentado a sua demissão a Vítor Gaspar, a 1 de Julho, no mesmo dia em que o então ministro das Finanças também apresentou a sua demissão. Elsa Roncon dos Santos garantiu que os motivos foram "pessoais".

É URGENTE IR ATÉ AO FIM.
O TIRO SAIU PELA CULATRA?
QUISERAM ARRANJAR CULPADOS E PARECE QUE CADA VEZ SE ENTERRAM MAIS.
MAIS UMA DEMISSÃO E OUTRAS SE SEGUIRÃO.

É URGENTE DEMITIR ESTE GOVERNO JÁ QUE ELE TÃO TEM CORAGEM PARA SE DEMITIR.
A BRINCADEIRA CABOU E A HORA DE RECREIO TERMINOU.
 
Antigo ministro da Economia de José Sócrates culpa actual Governo pela “verdadeira telenovela mexicana”.
"Defendo a realização de eleições este ano", disse Manuel Pinho ao Diário de Notícias, desvalorizando uma expectável derrapagem na aprovação do Orçamento para 2014 porque "estabilidade" é o que os credores mais querem.
O antigo ministro da Economia critica o Governo actual por ter provocado "uma verdadeira telenovela mexicana" e argumenta que a proposta de Cavaco Silva - de convocar eleições antecipadas no próximo ano -, "é equivalente a nomear um governo cuja função é organizar o seu próprio funeral".
Afastado de Portugal e da política há cerca de quatro anos, Pinho refere que desde o chumbo do PEC IV que "Portugal é visto como um dos países europeus com problemas" e defende que "com medidas fortemente recessivas [Portugal] não pode crescer" sendo que "os problemas de Portugal, Espanha e Irlanda não serão resolvidos enquanto a Europa não der um passo em frente".




  


             

O PCP vai promover um “conjunto de contactos, reuniões e encontros com personalidades empenhadas na afirmação de um Portugal desenvolvido e soberano”, comunicou esta segunda-feira Jaime Toga, membro da comissão política do comité central do PCP.
Em conferência de imprensa na sede do partido, Jaime Toga informou que o PCP “endereça convites para a realização a curto prazo de encontros com organizações sociais, com o PEV, o Bloco de Esquerda e a Intervenção Democrática”.
Questionado pelos jornalistas sobre a inclusão do PS nos contactos e reuniões a promover, o membro da comissão política comunista afirmou que “a direcção do PS fez a opção de renovar o compromisso com o pacto de agressão”, ao ter iniciado este fim-de-semana as conversações com vista ao acordo tripartido para o “compromisso de salvação nacional” exigido pelo Presidente da República, Cavaco Silva, na passada quarta-feira.
“Cabem todos aqueles que estão identificados com os objectivos de demissão da Assembleia da República e convocação de eleições antecipadas”, frisou Jaime Toga. Objectivos com os quais, acrescentou, “o PS não está identificado”.
O membro da comissão política comunista assegurou também que o PCP não será “instrumento ou cúmplice” da continuação da “política de direita”.
Sobre o Presidente da República, Jaime Toga declarou que este assume “a responsabilidade de todas e de cada uma das consequências” ao não demitir o Governo nem convocar eleições. A “exclusão de forças políticas” é, para o comunista, “reveladora de concepções antidemocráticas”. Quanto ao “compromisso” por Cavaco exigido, “não é de salvação nacional, mas sim de prosseguimento da destruição nacional”.
Jaime Toga reafirmou ainda o apoio à moção de censura ao Governo apresentada pelo Partido Ecologista “Os Verdes” e apelou à adesão à acção de luta convocada para o dia 24 de Julho, junto à Assembleia da República. “Quem está a mais é o Governo”, que está “obcecadamente agarrado ao poder”, mas que é “parte do passado”, afirmou.

COM ESTA PCP NÃO É POSSÍVEL CONSTRUIR NADA. SÃO OS PRINCIPAIS INIMIGOS DO PS HÁ 40 ANOS.
OS VERDES PARA TEREM MORAL TÊM DE SABER QUANTO VALEM EM LEIÇÕES E NÃO SE ESCONDER  NO PC.
ALIARAM-SE À DIREITA PARA DERRTUBAR O GOVERNO DO PS COMO SEMPRE.
AINDA ESTÃO EM 1917.

Hungria rompe com FMI

O governador do banco central húngaro enviou hoje uma carta a Christine Lagarde solicitando o fecho do escritório do Fundo em Budapeste.
Jorge Nascimento Rodrigues
Gyorgy Matolcsy, governador do Magyar Nemzeti Bank, o banco central da Hungria, escreveu hoje uma carta à diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, solicitando o fecho do escritório do Fundo em Budapeste. O banqueiro central alegou que não é necessário manter a presença do FMI no país. Matolcsy era o anterior ministro da Economia do governo chefiado por Viktor Orbán.
A Hungria, durante a crise de 2008, contraiu em novembro um empréstimo junto do FMI, da União Europeia e do Banco Mundial num total de 20 mil milhões de euros, na vigência do anterior governo. Orbán formou governo em 2010. Naquele montante, a linha de empréstimo por parte do FMI foi de 15,7 mil milhões de dólares (cerca de 12,4 mil milhões de euros ao câmbio da altura).
O atual governo declara que reembolsará o FMI do que lhe deve até final do ano. A Hungria tem três pagamentos para realizar ao Fundo, segundo as contas que apresentou: duas tranches de 913 milhões de euros no terceito e quarto trimestre deste ano e uma última de 299 milhões no primeiro trimestre de 2014. O país pretende antecipar esse pagamento de 2014.
Em resposta à Reuters, o FMI respondeu que não substituirá a sua representante Iryna Ivaschenko, quando esta terminar em agosto a estadia.
No final de 2011, o então ministro da Economia Matolcsy iniciou negociações com o FMI para a obtenção de uma linha "cautelar", que nunca  se concretizou. Em fevereiro de 2013, o Tesouro húngaro regressou aos mercados da dívida, pela primeira vez desde há dois anos, com uma emissão de obrigações em dólares num montante de 3,25 mil milhões.
O atual governo húngaro tem sido acusado pelo Parlamento Europeu e pela Comissão Europeia de "comportamentos anti-democráticos", desde que Viktor Orbán entrou em funções. Em 2014 ocorrerão eleições legislativas. Segundo o "Budapost", esta decisão do governo tem um duplo objetivo: influenciar os mercados da dívida no sentido de uma descida das yields dos títulos e marcar pontos na próxima campanha eleitoral.
 
É PRECISO A EUROPA DIZER AO FMI QUE NÃO PRECISAMOS DE TUTORES.
O BCE QUE ALTERE OS ESTATUTOSA PARA DAR CRÉDITO AOS PAISES.

Soares

Soares dá como certo falhanço de acordo pedido por Cavaco

Paula Cravina de Sousa  
16/07/13 09:48
     
  

Mário Soares critica o Governo e refere que o acordo só seria conseguido "se o PS fosse dirigido por alguém que não tivesse senso, o que não é obviamenteo caso".
O histórico do PS diz que o acordo é impossível e faz hoje duras críticas ao Executivo de Passos Coelho e também ao ministro demissionário dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, num artigo publicado no Diário de Notícias.

O ex-Presidente da República afirma ainda que o acordo entre os três partidos PSD, CDS e PS "é uma impossibilidade aparente" e que o PS já "nada" tem a ver com as avaliações feitas pela ‘troika' e "quem foi além do memorando foi o Governo Passos Coelho, com uma subserviência total em relação á ‘troika'.

Mário Soares considera também que o Presidente da República, Cavaco Silva, "humilhou" Passos Coelho e Paulo Portas ao não aceitar a proposta de governo apresentada e ao impor um acordo de salvação nacional entre os três principais partidos, PSD, CDS e PS.
"O Presidente da República humilhou, no seu discurso, Passos Coelho e o seu actual aliado, Paulo Portas, que muda de opinião como quem muda de camisa", refere o ex-presidente da República.

Mário Soares considera que "este Governo de Passos Coelho, que está há muito moribundo e completamente paralisado, não teve a dignidade de se demitir".

O histórico do PS considera também que "somos piores que a Grécia" e que "os mercados e a ‘troika' já perceberam que com este Governo tudo irá de mal a pior" e que "enquanto persistir este Governo nada se modifica".

Soares tece ainda duras críticas a Paulo Portas e realça a sua presença na última sessão do Parlamento, permanecendo ao lado de Passos Coelho "como um cordeirinho", tendo falado "sem dizer nada de jeito". "Uma tristeza da parte de um homem inteligente mas, ao que parece, sem carácter", pode ainda ler-se.

A PROPOSTA DO SENHOR PRESIDENTE DA REPUBLICA NÃO SERVE A NINGUÉM. É TARDIA E SEM SENTIDO. DIZ MAS NÃO DIZ O QUE VAI FAZER. QUE GOVERNO ATÉ JUNHO DE 2014?
A LUTA JÁ COMEÇOU HÁ MUITO: OU NEOLIBERALISMO OU DEMOCRACIA. NÃO PODEMOS ADORMECER.
A CONFUSÃO EM PORTUGAL JÁ SE ESTENDEU A ESPANHA.
O PS NÃO PODE DEIXAR-SE ENREDAR NA PROPOSTA DO PR. A DIREITA ESTÁ MORIBUNDA E É PRECISO ENTERRÁ-LA.
É INTERESSANTE OUVIR AGORA ALGUNS COMENTADORES E JORNALISTAS A APELAR AO PS E PREOCUPADOS COM O PS SE NÃO ASSINAR O ACORDO. E QUANDO FOI APRESENTADO O PEC IV O QUE FIZERAM E DISSERAM? TENHAM VERGONHA NA CARA,
O POVO NÃO É ESTUPIDO.


 

Diretora-geral do Tesouro demitiu-se mas fica em funções até haver substituto

O jornal Correio da Manhã avançou hoje que Elsa Roncon dos Santos apresentou a sua demissão à ministra, mas aceitou continuar à frente da Direção-Geral do Tesouro até que seja designado um substituto.
Fonte oficial do Ministério confirmou à Lusa que a diretora-geral do Tesouro pediu para cessar funções, que o pedido foi aceite, e que Elsa Roncon dos Santos irá manter-se no cargo enquanto durar o concurso para a sua substituição.

ISTO ESTÁ A AFUNDAR-SE.
SÓ HÁ UMA SAIDA: ELEIÇÕES JÁ SENHOR PRESIDENTE
A revolta contra a austeridade já chegou ao Parlamento Europeu.
Esta semana os deputados europeus da esquerda manifestaram-se contra a Troika.
Esta foto (em anexo) está a correr a Europa toda, mas ... alguém a viu na imprensa portuguesa?
Como podem ver, deputados europeus manifestaram-se com a palavra de ordem:
Tirem as patas de cima de: CHIPRE, PORTUGAL, GRÉCIA, ESPANHA, IRLANDA.
Mas... por cá, se não for a internet, nada sabemos!
 
                  DIFUNDE-A..
 
 
 
 
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