Sondagem diz que Merkel não terá maioria nas eleições alemãs de setembro
Uma sondagem da televisão alemã ZDF, hoje divulgada, não prevê uma maioria para a atual coligação do Governo presidida pela chanceler Angela Merkel, nem para uma potencial aliança entre o Partido Social-Democrata (SPD) e Os Verdes.
De acordo com o estudo, se as eleições fossem no domingo a União Democrata-Crista (CDU), o partido de Merkel, conseguiria - juntamente com o aliado da Baviera, a União Social-Cristã (CSU) - 40% dos votos e o outro parceiro de coligação, o Partido Liberal (FDP), 5%.
O SPD teria 27% e Os Verdes 14%, indicou.
UMA GROSSEIRA MANIPULAÇÃO. MERKEL COM A CDU E CSU TERIA 40% DOS VOTOS E COM OS LIBERAIS 45%. O SPD COM OS VERDES TERIAM 41% E COM A ESQUERDA 49%. NÃO ´´E SEGURO QUE O PARTIDO LIBERAL SE JUNTE DE NOVO A MERKEL. ASSIM TERIAMOS UMA GRANDE COLIGAÇÃO À ESQUERDA COM 54% DOS VOTOS. MAS A SENHORA MERKEL VAI PERDER ENTRE 3 A 5% ATÉ ÀS ELEIÇÕES, LOGO O SPD PODE SER CONVIDADO A FORMAR GOVERNO. SÓ ASSIM SERIA POSSIVEL UMA REVIRAVOLTA MA UE.
Neste blog combinei comigo mesmo, falar sobretudo de Matosinhos; mas há coisas que sendo Nacionais, são como é evidente também de Matosinhos.
Quando um Presidente tem uma frase como a que se segue:
“As vozes que se ouviram têm que ser escutadas”.(a respeito da manif de 2 de Março)
La Palisse não diria melhor.
Um homem, que vê uma boa quantidade dos seus colaboradores, serem acusados de crimes financeiros ligados ao BPN.
Um homem que ganhou 150% (num ano) do dinheiro aplicado em ações não cotadas em bolsa, compradas e vendidas ao ex-presidente do BPN.
Um homem que confundiu Thomas Mann, com Thomas More.
Um homem que quando perguntado não soube dizer quantos cantos tem os Lusíadas.
Um homem que como chefe do Governo, permitiu que um seu Secretário de Estado, o da Cultura, censurasse uma obra do nosso único prémio Nobel (Saramago).
Um homem, que chama ao 10 de Junho o dia da Raça, e cospe bolo-rei porque fala com a boca cheia.
Um homem que não consegue explicar o negócio da sua casinha do Algarve, negócio feito com gente ligada ao BPN.
Pois foi um homem destes que alguns Portugueses elegeram para Presidente da República.
Este homem, que um dia parou o País com um anúncio trágico-cómico á Nação a respeito dos Açores; que chateou a Nação, com as famosas escutas; que irritou o País a fazer politica desde Belém, no tempo do Sócrates, mas fugiu de uma escola de miúdos, com medo da contestação da ganapada, veio ao fim de mais de um mês de silêncio mumifico, justificar-se com aquilo a que podemos chamar silêncios activos.
Este reformado indignado, porque já se indignou com a reforma que recebe, apesar de ter trocado o vencimento de Presidente pela reforma para poder receber mais uns cêntimos, que levou a maior vaia de todas na manif de 2 de Março, por mim, tanto me faz que fale , como não. Hoje, hoje mesmo, acabei de o demitir de meu Presidente da república.
Como se faz isso, perguntam vocês? Pois muito fácil.
Passo a rir-me de cada vez que este Cavácuo abre a boca. Deixo de lhe ter o mínimo respeito, e publicito isso a todos quantos comigo convivem.
Façam-no também todos vocês e verão que daqui a 6 meses, o homem, borrado de medo, deixa de falar de vez, e não sai do Palácio de Belém. Ipaminondas da Silva
Depois de aprovada a moção de confiança, o Parlamento prepara-se para fechar para as férias grandes.
Depois de aprovada a moção de confiança, o Parlamento prepara-se para fechar para as férias grandes. As notícias já falam de reforço policial no Algarve para garantir que ninguém incomoda o Presidente da República, o primeiro-ministro e os outros políticos nos seus banhos retemperadores. Depois de dois anos de ‘troika', com muita austeridade e dificuldades para os portugueses, os políticos preparam-se para uma ‘silly season' à antiga. Não quero ser desmancha-prazeres, mas o período de tranquilidade poderá ser curto. Em Setembro chega a ‘troika' e há um Orçamento do Estado para 2014 para fazer, além disto, o mundo não pára.
Um artigo do Financial Times citava ontem um relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) sobre a Grécia e as notícias são más. O Fundo confirma as piores análises: o dinheiro do segundo resgate para a Grécia não chega. Os gregos beneficiam actualmente de um envelope financeiro de 172 mil milhões de euros. No entanto, para o FMI é claro que os países da zona euro vão ter de transferir mais 11 mil milhões para Atenas e, adicionalmente, assumir um novo perdão de dívida de 7,4 mil milhões (4% do PIB) para que o governo grego consiga gerir minimamente um endividamento público que passa os 176% do produto. O relatório do FMI é de tal forma negro que admite que a Grécia não consiga pagar as próximas prestações aos credores institucionais, o que significaria a falência real do país. Perante isto, os países da América Latina não aprovaram que o FMI transferisse a próxima tranche de fundos para Atenas.
É claro que a Grécia está por um fio. Os alemães vão enterrar a cabeça na areia como a avestruz até às eleições a 22 de Setembro. Porém, os problemas não desaparecem porque os negamos. Adivinha-se um novo terramoto com epicentro em Atenas e ondas de choque que atingirão Lisboa depois de arrasarem Roma e Madrid. Com um ‘default' na Grécia ou uma nova reestruturação de dívida, os mercados vão ficar com os nervos à flor da pele. Muitos bancos europeus podem ficar à beira da falência, reclamando mais ajuda. Os investidores vão fugir da dívida pública europeia, nomeadamente de países como Espanha, Portugal e mesmo Irlanda.
Neste cenário, a economia nacional não regressará aos mercados no Verão do próximo ano e também necessitará de mais ajuda internacional - um segundo resgate -, numa altura em que o FMI já saltou do barco, recusando novas ajudas aos Estados europeus. Assim, os portugueses vão sofrer com mais austeridade. Qual será a reacção do novo Governo de Merkel perante uma Europa novamente em crise aguda? Finalmente avançará para a reforma do modelo europeu? Estará disposto a novos resgates para os países periféricos? Na verdade, ninguém tem resposta para estas questões. Vá gozando o Sol e a praia, mas prepare-se: há tempos conturbados no caminho.
O PS NÃO PODE ÀS SEGUNDAS, QUARTAS E SEXTAS DIZER QUE SÓ NEGOCEIA NO PARLAMENTO E ÀS TERÇAS, QUINTAS E SÁBADOS DIZER QUE ESTÁ DISPONÍVEL PARA FALAR COM A DIREITA. AOS DOMINGOS FAZ O BALANÇO.
Sondagens do jornal i e do Diário de Notícias divulgadas esta sexta-feira revelam que os centristas alcançaram resultados recorde, mas no mau sentido. Paulo Portas não passou despercebido aos portugueses, que parecem culpar o líder do CDS pela quase queda do Governo há algumas semanas.
As posições dos inquiridos foram recolhidas após ter ficado fechada a sétima remodelação ao Governo de coligação.
O CDS até ganhou terreno no Executivo, com direito a mais ministros e a um líder promovido a «vice», e Portas ficou responsável pelas áreas fracturantes da situação actual, mas também é só aí que o também líder do CDS consegue ganhar, pois as intenções de voto mostram uma queda que o jornal i pergunta se não será também ela irrevogável.
Questionados pelo jornal sobre o culpado da crise, os portugueses, cerca de 45,9% não hesitaram em apontar Portas como o culpado. Em segundo lugar, surge Cavaco Silva com 22,2% das respostas, seguindo-se Seguro, com 16,5%, e só depois Passos Coelho, com 9,3%.
Por outro lado, quem parece ter passado entre os pingos da chuva é o PSD, que registou uma subida nas intenções de voto. Nos dois inquéritos de opinião, os sociais-democratas foram os únicos a subir, a par dos socialistas que continuam seguros com Seguro no topo daa intenções de voto.
No entanto, a subida do PSD não livra os laranjas do seu segundo pior resultado dos últimos dez meses, escreve ainda o jornal i. Resultados das sondagens:
PS – 34,6% (sondagem do jornal i) / 35% (sondagem do DN)
PSD – 24,1% (i) / 32% (DN)
CDS – 8,1% (i) / 3% (DN)
CDU – 13,1% (i) / 11% (DN)
BE – 8,7% (i) / 7%
ESPERO QUE A DIREÇÃO DO PS SAIBA INTERPRETAR OS RESULTADOS. OU APRESENTA UMA ALTERNATIVA CREDÍVEL OU CONTINUA EM ÁGUAS MORNAS. NÃO SE PODE PISCAR O OLHO À ESQUERDA E FAZER ACORDOS COM A DIREITA. O POVO NÃO ACEITA SE NÃO SÃO CAPAZES CONVOQUE--SE UM CONGRESSO EXTRAORDINÁRIO JÁ.
Nas intenções de voto, socialistas e sociais-democratas sobem 4%, mantendo a diferença da sondagem anterior (3%). Os outros partidos descem, com o CDS a ficar nos 3%. Paulo Portas penalizado na sua popularidade.
Inquiridos respondem a um CDS mais forte no governo com a pior intenção de voto de sempre. Centristas penalizados pela crise
O PS e o PSD são os únicos partidos a registar uma subida nas intenções de voto no barómetro i/Pitagórica de Julho. Após um mês de crise, provocada pela demissão de Paulo Portas do governo, o CDS não sai incólume deste episódio e recebe dos portugueses o pior resultado desde o início do barómetro.
O partido liderado por António José Seguro soma já três meses consecutivos em ascensão. O sobressalto de Abril - com a queda dos 36,7 para os 28,6% - tem vindo a ser progressivamente contrariado, mas não o suficiente para que o PS volte a esse resultado, o melhor desde Outubro do ano passado. Este mês os socialistas sobem para os 34,6% das intenções de voto, sete décimas acima do valor registado em Junho.
Em sentido contrário estava, até ao último barómetro, o PSD. Em Maio e Junho os social-democratas registaram uma tendência de queda que culminou, há um mês, no pior resultado de sempre (23,7%). No entanto, ultrapassadas as três semanas de crise política - desencadeadas pela saída de Vítor Gaspar e pelo bater de porta revogável de Paulo Portas -, Passos Coelho recebe uma benesse dos eleitores: o PSD consegue recuperar algum terreno e recolhe, em Julho, 24,1% das intenções de voto. Uma subida, ainda que muito ligeira - e que não representa mais do que o segundo pior resultado do partido dos últimos dez meses.
HOJE HÁ SONDAGENS PARA TODOS OS GOSTOS.
Rui Machete vendeu acções da SLN ao BPN com ganho de 150%
Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros nega ter vendido à Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento os títulos da instituição de Oliveira Costa que tinha comprado para a sua carteira.
Rui Machete foi accionista da SLN/BPN PATRICIA DE MELO MOREIRA/AFP
O actual ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, adquiriu, no início da década passada, cerca de 25,5 mil títulos da SLN, dona do BPN, a um euro cada, que alienaria nos anos seguintes ao grupo liderado por Oliveira Costa, mas agora a dois euros e meio por acção.
Um negócio com timings e contornos idênticos à operação de compra e venda de acções da SLN/BPN pelo actual Presidente da República, e que resultou num ganho para a família Cavaco Silva de 350 mil euros.
As primeiras acções da SLN contabilizadas na carteira de investimentos de Machete foram subscritas, em 2001, no aumento de capital da holding para 350 milhões de euros. Nos anos seguintes, voltou a investir na SLN e, no final de 2005, detinha 25.496 títulos. As acções foram vendidas com uma mais-valia de 150%.
Portugal pagou quase 84 milhões só em comissões para emitir dívida este ano
O Estado pagou 83,8 milhões de euros só em comissões para colocar as duas emissões de dívida de médio/longo prazo realizadas este ano, as primeiras desde que pediu ajuda financeira à 'troika'
Lusa - Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico
9:35 Sexta feira, 2 de Agosto de 2013 |
De acordo com uma resposta do IGCP - Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública a um requerimento feito pelo líder parlamentar do Bloco de Esquerda, Pedro Filipe Soares, o Estado pagou pela emissão de 2,5 mil milhões de euros em dívida a cinco anos realizada a 23 de janeiro, 31,25 milhões de euros em comissões, o equivalente a 0,125%.
A taxa de juro do cupão anual a pagar aos investidores é de 4,35%.
Os bancos responsáveis pela colocação desta emissão foram o Barclays, o BES, o Deutsche Bank e o Morgan Stanley.
Já quanto à emissão realizada a 07 de maio, quando foram colocados três mil milhões de euros em dívida a dez anos, o Estado pagou 52,5 milhões de euros em comissões apenas, o equivalente a 0,175%.
A taxa de juro do cupão anual a pagar a quem investiu nesta dívida é de 5,75%.
Os bancos responsáveis por esta emissão foram o Caixa BI, o Citigroup, o Credit Agricole, o Goldman Sachs, o HSBC e o Societe Generale.
Estas foram as duas primeiras emissões de linhas de Obrigações do Tesouro desde abril de 2011, altura em que Portugal pediu ajuda financeira ao Fundo Monetário Internacional e à União Europeia, levando os responsáveis governamentais a dizer que com estas emissões Portugal estava de regresso em pleno aos mercados de dívida pública de médio/longo prazo.
O valor das comissões não foge à média praticada em outras emissões de médio/longo prazo, de acordo com os dados fornecidos pelo IGCP.
No total das 13 linhas sindicadas dos quais o IGCP disponibiliza dados na resposta ao BE, terão sido pagas comissões aos bancos na ordem dos 620 milhões de euros pela colocação inicial no mercado de cerca de 40 mil milhões de euros em dívida a médio/longo prazo.
As taxas das comissões aplicadas às emissões variam entre um mínimo de 0,125% e 0,275%.
Passos Coelho vai de férias, como é habitual na primeira quinzena de agosto e o vice-primeiro-ministro vai liderar pelo menos uma reunião do Conselho de Ministros.
O IRREVOGÁVEL JÁ ESTÁ MAIS PRÓXIMO DE LIDERAR O PSD.
Miguel Relvas, antigo ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, vai assumir o cargo de Alto Comissário da Casa Olímpica da Língua Portuguesa, revelou nesta quinta-feira o jornal I.
Segundo apurou o PÚBLICO, esta instituição não tem quaisquer ligações ao Estado português nem será financiado por quaisquer dinheiros públicos. Terá financiamento de empresas privadas, mas, para já, ainda não tem orçamentos nem plano de actividades definido. José Manuel Constantino, líder do Comité Olímpico de Portugal (COP), é o presidente da Comissão de Honra deste organismo, mas não haverá verbas do COP envolvidas.
Este cargo, explica Relvas no comunicado, não será remunerado, como também não serão remunerados os detentores dos restantes cargos. "Como condições prévias, exijo fazê-lo a título não oneroso e geograficamente abrangente, isto é, englobando nas realidades culturais a promover, além dos países que têm comités olímpicos, aqueles territórios que, fazendo parte de outros países soberanos, têm com a cultura portuguesa uma conexão forte e associações que perseguem os mesmos fins que os comités olímpicos nacionais”, escreveu o antigo ministro que apresentou a sua demissão do Governo em Abril deste ano.
Relvas diz que esta Casa Olímpica, uma organização cívica criada no Rio de Janeiro, cidade que será o palco dos Jogos Olímpicos de 2016, pretende divulgar a cultura dos vários países de língua portuguesa com a promoção de vários eventos com o duplo objectivo de “promover a Língua Portuguesa como língua de trabalho do Comité Olímpico Internacional” e de acompanhar a missão olímpica portuguesa nos Jogos. “[No Rio de Janeiro] é objectivo do COP criar um espaço de promoção da cultura nacional na cidade-sede do maior evento multidesportivo do mundo, como tem sido hábito nas últimas edições dos Jogos, com excepção da última edição em Londres, onde tal não se verificou”, acrescenta o comunicado
ISTO É UMA AFRONTA E UM INSULTO À LINGUA PORTUGUESA.
Joaquim Pais Jorge tentou vender "swaps" ao governo de Sócrates com o argumento de que iriam melhorar o aspecto das contas públicas.
Depois de a revista Visão ter divulgado que Joaquim Pais Jorge terá tentado vender três contratos swap ao governo de José Sócrates quando trabalhava no Citigroup, Bloco de Esquerda e PCP pedem a demissão do secretário de Estado. Já o PS, aconselha Pais Jorge a ponderar seriamente "se considera que continua a ter condições para exercer funções".
O coordenador do Bloco de Esquerda (BE) João Semedo pediu hoje a demissão do secretário de Estado do Tesouro, Joaquim Pais Jorge, durante a apresentação do candidato do partido à Câmara da Marinha Grande.
"A transparência manda que este secretário de Estado seja demitido", sustentou João Semedo. É que para o coordenador do BE, "quem fez isto não tem condições para ser hoje secretário de Estado e muito menos para, em nome do Estado e do interesse público, gerir um dossier tão complexo".
O caso dos contratos ‘swap' continua a "adquirir contornos escabrosos", frisou o bloquista, acrescentando que "temos uma ministra que contratou ‘swaps' enquanto gestora de uma empresa pública e temos agora um secretário de estado que, enquanto gestor de um banco, vendia esses contratos ‘swap'. Ou seja, no mesmo governo temos quem os comprava e quem os vendia", assinalou.
O PCP também pede a demissão de Joaquim Pais Jorge. Bernardino Soares lembra que o PCP já pediu a demissão da própria ministra das Finanças e que o actual secretário de Estado do Tesouro também não pode continuar. Uma exigência que tem por base as revelações feitas pela revista Visão.
Do lado do PS, o deputado João Galamba do PS não pede a demissão do secretário de Estado do Tesouro, mas exige que o primeiro-ministro explique porque escolheu Joaquim Pais Jorge. Por seu lado, Eurico Dias aconselha Pais Jorge a ponderar seriamente "se considera que continua a ter condições para exercer funções". O membro do secretariado do PS afirma que a notícia deixa o secretário de Estado numa "situação muito fragilizada", tendo agora a obrigação de "explicar se acha que este tipo de instrumentos deve ser utilizada para ocultar dívida pública".
SÓ NÃO SABIA DISTO QUEM QUER SER ENGANADO. ESTE GOVERNO ESTÁ CHEIO DE GENTE DO GOLDMAN SACHS, JPMORGAN, CITYGROUP. DOIS SECRETÁRIOS DE ESTADO FORAM DESPEDIDOS POR CAUSA DOS SWAPS E A PRINCIPAL RESPONSÁVEL FOI PROMOVIDA. AGORA APARECE MAIS UM. ISTO NÃO PODE TER CONTEMPLAÇÕES. É PRECISO CONTINUAR A MALHAR FORTE E FEIO.
Silva Lopes: “Durante os próximos 20 anos vamos ter austeridade. Os tempos da bagunça não voltam”
01 Agosto 2013, 17:36 por Eva Gaspar
Silva Lopes antecipa que as taxas de juro exigidas pelos mercados ao Estado português não vão baixar para níveis sustentáveis, pelo que o país terá de pedir um segundo empréstimo à Europa com condições de austeridade mais duras. Prevê que a troika possa flexibilizar as metas do défice, mas só no final do ano, depois de apresentado o novo Orçamento.
José Silva Lopes não acredita que o país consiga passar a “governar-se nos mercados” a partir do fim do programa de assistência da troika em meados de 2014, pelo que terá de negociar um segundo resgate internacional. Mostrando-se certo de que a “Europa não vai deixar de nos socorrer” – mais incerta, diz, será uma nova participação do FMI – o antigo ministro das Finanças e governador do Banco de Portugal antecipa que um segundo empréstimo externo deverá ser acompanhado de “condições de austeridade piores do que as actuais”.
Em entrevista ontem à SIC-Notícias, diz que Portugal não tem alternativa a políticas de austeridade, mas que desejavelmente estas deveriam ser menos intensas. “Durante os próximos 20-30 anos vamos ter austeridade. Os tempos da bagunça não voltam. Daqui em diante, o Estado tem de ter muito mais controlo sobre a despesa”. Mas se “não podemos recuar na austeridade, o ideal era podermos avançar a 40 km/h e não a 100 à hora”, ilustra.
Fixar essa velocidade, diz, “depende muito pouco de nós”, mas sobretudo da Europa e da Alemanha, que em sua opinião deveria adoptar uma política mais expansionista para estimular o sector exportador, designadamente português. A união monetária deverá, por seu turno, caminhar para um “modelo de federalismo orçamental que implicará mais controlo sobre as contas públicas dos Estados-membros”. Sem esse aprofundamento, o euro não será viável, considera.
Sobre a capacidade de a coligação governamental conseguir manter-se até ao fim da legislatura em 2015, Silva Lopes diz que o “duro” Orçamento do Estado para 2014 será, neste Outono, o grande teste. “O CDS tem tido uma posição muito reticente em relação à austeridade e agora tem a austeridade nos braços. Provavelmente vai fazer um esforço para que ela seja menor, mas duvido que tenha grandes resultados”.
Quanto à possibilidade de a troika aceitar metas menos exigentes para o défice – actualmente fixadas em 5,5% para este ano e em 4% do PIB para 2014, após a segunda flexibilização acordada nesta 7ª e última avaliação – Silva Lopes não acredita que os credores possam dar sinais de abertura quando regressarem a Portugal em Setembro. Acredita, porém, que esse sinal possa ser dado mais perto do fim do ano, possivelmente em Dezembro, já depois da aprovação do OE para 2014.
20 anos PARA PAGAR OS DESVARIOS DOS ESPECULADORES E A INCOMPETENCIA DA UE E SEUS LIDERES. A CORRUPÇÃO, PPPS, SWAPS, MERCADOS, ESPECULAÇÃO, EMPRESAS PUBLICAS E EMPRESAS MUNICIPAIS. REDUÇÃO EDE DEPUTADOS, REDUÇÃO DE ASSESSORES, REDUÇÃO DE AUTARCAS E AUTARQUIAS, REDUÇÃO DA FROTA AUTO DO ESTADO CENTRAL E LOCAL, REGULAÇÃO DA BANCA, REFORÇO DA UE, RECUPERAÇÃO DE IMPOSTOS E POR AÍ FORA, SE ASSIM FOR EM 20 ANOS PAGAMOS A DIVIDA QUE FOR JUSTIFICADA, AS CONTAS PUBLICAS SERÃO CLARAS E SAUDÁVEIS E A AUSTERIDADE TEM OA DIAS CONTADOS. OS CULPADOS DESTA CRISE QUE COMEÇOU A SER TRABALHADA EM 1980 NÃO SÃO PUNIDOS? O NEOLIBERALISMO QUE LEVOU A ESTA SITUAÇÃO DE SELVA E CRIME NÃO É COMBATIDO? OS OFFSHORES E PRAÇAS FINANCEIRAS NÃO SÃO VIGIADAS?
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Mês sim, mês não, lá vem à tona mais um grande icebergue de porcaria, com o nome de Paulo Portas a reboque. A meses de tudo ficar irrevogável, o bom do Álvaro denunciou mais um acervo de contrapartidas-fantasma, mais uma medalha no peito do maquinador que abomina os "actos de dissimulação". Este, no rescaldo do chilique com que paralisou o país, viu-se promovido, passando agora a vigiar... a aplicação dos "seus" contratos militares.
O amigo de sempre, Pires de Lima, tomou conta das torneiras que em breve pingarão dinheiro; a banca e os do costume bateram logo palmas à estatura do novo ministro, mesmo antes da sua primeira carimbadela. Nada que se compare com um estrangeirado com a mania que é outsider e original, claro.
Entrar para a pandilha que nos governa implica a conversão imediata aos piores dos hábitos: temos uma recém- -ministra que dá entorses à verdade, jogando com palavras para camuflar a manobra em falso. Até aquele senhor despenteado aprendeu o jargão em poucos dias. E descobriu as delícias de navegar por mares já muito navegados, andando agora a anunciar mais "grupos" em busca de "ideias" para a RTP.
Como contraponto à invasão de neófitos, a escolha de um veterano para dormitar nos corredores do poder revelou total falta de decência: ressuscitaram um mono apontado pelo amigo americano como nepotista e perdulário.
Lá longe, à beira do poço, os ricos brincam "aos pobrezinhos". E riem dos cómicos peixes vermelhuscos que se vão entretendo a morder as caudas uns aos outros.
A TEMPERATURA VAI SUBIR. ESTE VERÃO VAI SER QUENTE.
EM OUTUBRO COM O OUTONO VIRÁ MAIS UMA IRREGOVÁVEL MEDIDA? OU MAIS UM GOVERNO EM APUROS?
Desde há muito tempo que os cientistas sabem que os corpos negros – objetos celestes que mudam a energia atómica das moléculas em redor - produzem radiação, um efeito que cria uma repulsão. Foi agora descoberta uma nova força ainda maior que a gravitacional. Esta nova força, criada graças a um certo nível de energia de fotões com a irradiação do corpo negro inferior a cerca de 6.000 graus Kelvin, afeta apenas as menores partículas do universo. Os cientistas austríacos que descobriram a força estudam agora a forma como essa força afeta a poeira cósmica. “Estes pequenos grãos desempenham um papel importante na formação de plantas e estrelas”, refere M. Sonnleitner, da Universidade de Innsbruck, Áustria. Os cientistas tiveram algumas dificuldades em replicar o efeito em laboratório. Contudo, esta pode ser uma descoberta que pode responder a algumas questões da astrofísica.
O FMI defende que a dívida pública grega só será sustentável se os membros do Euro perdoarem dívidas de Atenas no valor de 7,4 mil milhões de euros. O fundo estima que o segundo pacote de ajuda já não é suficiente e que o país precisa de mais 11 mil milhões de euros. Onze países da América Latina recusaram-se, entretanto, a aprovar novas tranches de ajuda à Grécia
ISTO É O QUE PODE ACONTECER A PORTUGAL PORQUE NÃO TEM CONDIÇÕES PARA PAGAR A DIVIDA.
Parece um conceito complicado, mas na verdade é muito mais simples do que pensa. Saiba o que é um contrato de 'swap'.
É talvez uma das expressões mais usada por estes dias e que envolve milhões. Muitos milhões de euros.
Mas afinal o que são estes instrumentos complicados chamados 'swap'?. Na verdade são simples.
Imagine que pediu um empréstimo ao banco para comprar uma casa. Ou seja, contraiu um crédito à habitação. Esse empréstimo, na maior parte das vezes, é acordado tendo por base uma taxa de juro variável. E que sobe ou desce consoante a variação da Euribor.
Agora imagine que acredita que os juros vão subir muito nos próximos anos. O melhor, seria fixar essa taxa, travar essa subida. É exactamente isso que um contracto de 'swap' permitiria que fosse usado num crédito à habitação.
Como a própria palavra indica, 'swap' é uma troca. Neste caso uma taxa de juro variável por uma fixa.
O pior é se ao contrário do que pensava as taxas de juro em vez de subirem, descerem. Então nesse caso fica a pagar o valor fixo.
Imagine 5%, quando no mercado o preço do dinheiro já só custa 2%. Foi exactamente isso que aconteceu no caso de algumas empresas públicas. Acordaram contratos numa altura em que as taxas de juro estavam a subir, pensando que iriam subir ainda mais e tentaram trancar essa valorização.
Mas a realidade nem sempre é o que nós pensamos que vai ser. E neste caso não foi. As taxas de juro desceram e agora as perdas potenciais podem chegar aos 3 mil milhões de euros.
No fundo é como no casino. Apostamos no vermelho mas às vezes sai o preto. Há sempre alguém que ganha.
NÃO É ASSIM TÃO FÁCIL MAS DÁ PARA COMPREENDER. EM TERMOS JURIDICOS AS ESTES CONTRATOS APLICA-SE A LEI INGLESA ( A CITY). DEPOIS HÁ VÁRIAS MODALIDADE COMO JOGAR NO CASINO.
“As operações realizadas pelo banco são perfeitamente legais”, garantiu o presidente do Santander Totta a propósito do caso dos swaps.
António Vieira Monteiro lembrou ainda não foi permitido ao banco o acesso aos estudos realizados pelo IGCP e outras entidades.
O responsável disse igualmente que "existem alguns erros no estudo apresentado pelo IGCP. Enviámos uma carta a pedir a correcção dos erros".
"Os prazos estão a correr e esperamos que o IGCP de acordo com o que já informalmente disse, o faça formalmente" acrescentou.
Vieira Monteiro exemplificou ainda dizendo que no caso do Metro do Porto foi dito que o banco ganhou 100 milhões de euros quando "nem 10% desse montante ganhámos". “As operações realizadas pelo banco são perfeitamente legais”, garantiu o presidente do Santander Totta a propósito do caso dos swaps.
António Vieira Monteiro lembrou ainda não foi permitido ao banco o acesso aos estudos realizados pelo IGCP e outras entidades.
O responsável disse igualmente que "existem alguns erros no estudo apresentado pelo IGCP. Enviámos uma carta a pedir a correcção dos erros".
"Os prazos estão a correr e esperamos que o IGCP de acordo com o que já informalmente disse, o faça formalmente" acrescentou.
Vieira Monteiro exemplificou ainda dizendo que no caso do Metro do Porto foi dito que o banco ganhou 100 milhões de euros quando "nem 10% desse montante ganhámos".
A PERITA EM SWAPS DRª. MARIA LUIS E MINISTRA DAS FINANÇAS NÃO SE APERCEBE DE NADA. JOGA AO ATAQUE MAS SEM PROVAR NADA DO QUE AFIRMA. O QUE PODE TRAZER-LHE PROBLEMAS ESQUECE OU DIZ NÃO SE LEMBRAR. DEMOROU DOIS ANOS (2) A ATUAR E CONHECIA TÃO BEM ESTAS OPERAÇÕES. PORQUE NÃO AGIU LOGO QUE SOUBE? COMO DIRETORA FINANCEIRA DA REFER TAMBÉM FEZ SWAPS. PORQUE NÃO FALA NELES E LIQUIDOU DOIS ANTACIPADAMENTE? JÁ TODA A GENTE PERCEBEU QUE FOI UM ATAQUE EM FALSO AO ANTEIROR GOVERNO. ESTAS OPERAÇÕES CRIADAS POR UM ALTO QUADRO DO GOLDMAN SACHS SÃO MUITO COMPLEXAS COMO TANTAS OUTRAS QUE EXISTEM NO MERCADO FINANCEIRO DA ESPECULAÇÃO. NEM O CRIADOR CONSEGUIU PREVER O ALCANCE DESTES CONTRATOS, MAS SABIA QUE OS BANCOS NUNCA PERDIAM. E HOJE VEM O PERITO EM PPPs QUE SUBSCREVEU QUASE TODAS AS DOS TRANSPORTES PELOS PRIVADOS E QUE FOI PREMIADO COM UM CARGO NO GOVERNO, LANÇAR MAIS LAMA PARA CIMA DESTE CASO. ESTE SERGIO MONTEIRO AINDA VAI A MINISTRO DAS FINANÇAS. ESTE GOVERNO ESTÁ FERIDO DE MORTE. SÓ O SENHOR PR É QUE ACREDITA NELES PORQUE TEM LÁ ALGUNS AMIGALHAÇOS DO BPN/SLN. QUEM VAI PAGAR ISTO TUDO É O POVO E O PAÍS.
Ministra das Finanças é o "elo mais fraco", diz Rui Rio
Em entrevista à RTP1, Rui Rio lamentou os "erros primários nestes dois anos" de Governo, a começar pelo "disparate completo" da criação de superministérios, "em nome da demagogia".
O presidente da Câmara portuense defendeu hoje que alguém "que não diz a verdade toda" no Parlamento não deve ser ministra das Finanças e considerou a governante como o "elo mais fraco" e "uma pedra no sapato" do Governo.
"Se vivêssemos numa democracia adulta, uma pessoa que não diz a verdade toda, e pelo menos isso é certo que ela fez, não devia ocupar o cargo (...). O Governo tem um problema neste momento. É uma pena ter aquela pedra no sapato", frisou o presidente da Câmara do Porto, Rui Rio, em entrevista hoje à noite à RTP1.
Recusando avaliar se a ministra mentiu no caso dos contratos 'swap', Rui Rio vincou que a experiência que tem e a avaliação que faz às "capacidades" da governante "é muito má", defendendo que, "se fosse primeiro-ministro", Maria Luís Albuquerque "evidentemente não seria ministra das Finanças".
O também presidente da Junta Metropolitana do Porto revelou que esta entidade alertou Maria Luís Albuquerque para os contratos 'swap' na empresa do Metro do Porto e que ela, "pura e simplesmente", não respondeu.
Quanto ao Governo, Rui Rio lamentou os "erros primários nestes dois anos", a começar pelo "disparate completo" da criação de superministérios, "em nome da demagogia".
Reforço do CDS é culpa da ministra
"O erro está corrigido, mas o elo mais fraco é este erro com a ministra das Finanças", vincou. Até o "reforço do CDS-PP" na recente remodelação governamental é, para Rio, culpa da ministra.
"É o preço que o Governo pagou por manter a ministra das Finanças", observou. Questionado sobre se o executivo tem condições para se manter durante mais dois anos, o autarca sustentou que "vai depender do mérito do Governo", mas afirmou que o mesmo tem agora "mais hipóteses do que há dois meses".
Rui Rio destacou o papel do Presidente da República na gestão da crise política, porque a forma como a geriu "criou condições mais favoráveis ao país". O autarca social-democrata revelou que apenas "qualquer coisa transcendente e importante para o país pode alterar por completo" a programação de vida "fora da política" desenhada para depois das autárquicas, quando termina o mandato de 12 anos na Câmara do Porto."
A minha programação de vida é sair para uma atividade ligada à minha profissão de economista. Estou à procura de uma saída profissional fora da política", adiantou.
Assobios para a troika
Quanto aos mercados, que "há dois anos" colocaram Portugal "no lixo", Rio nota que agora aplaudem o país dizendo que está no bom caminho mas "a situação ainda é pior".
"Batem-nos palmas porque tivemos um Governo que teve coragem de tomar medidas duras e uma população que teve capacidade de as sofrer quase em silêncio", observou.
Para Rui Rio, "os assobios são mais para a troika, que impõe ao Governo mais do que devia".
O social-democrata sustentou que o crescimento económico do país depende da sua capacidade de "exportar mais" e apontou como "pedra de toque" o investimento estrangeiro que é preciso promover, "com um pacote eficaz de medidas amigas do investimento".
DUAS MENSAGENS DEMOLIDORAS PARA O GOVERNO E PARA O CANDIDATO AO PORTO. TUDO BOA GENTE.
O presidente da Câmara do Porto revelou hoje não poder apoiar nem votar no candidato social-democrata à autarquia portuense, Luís Filipe Menezes, e criticou o partido pela escolha "que vai destruir tudo o que foi feito" na cidade."Se apoiasse Luís Filipe Menezes era hipócrita. Se não dissesse nada era oportunista. Todos os dias faz promessas e promessas e promessas (...). Tenho a obrigação ética de me demarcar muito claramente do candidato que vai destruir tudo o que foi feito. Isto descredibiliza os partidos", lamentou o autarca social-democrata, em entrevista hoje à noite à RTP1.
Afirmando-se "desgostoso", Rui Rio reprovou o PSD por estar "a infligir pesadas medidas aos portugueses, dizendo que a culpa é de quem endividou o país" e, ao mesmo tempo, escolhe "para o Porto Luís Filipe Menezes, que em Gaia fez pior do que os antecessores socialistas que [o Governo] critica".
"Tenho a obrigação de demarcar do meu partido. Não é politicamente honesto porque o partido que durante 12 anos disse uma coisa [aos eleitores do Porto], agora diz algo completamente diferente", afirmou.
Rio admitiu poder vir a ser "sancionado" pelo PSD pela posição assumida na entrevista, mas recusou "ser hipócrita" e alertou que quem suceder a Menezes na Câmara de Gaia "vai ter um problema gigantesco".
A gestão de Rui Rio em três mandatos na Câmara do Porto ficou marcada pelo rigor nas contas e a Menezes tem sido imputada a criação de dívidas na Câmara de Gaia, que gere há quatro mandatos.
"É possível austeridade e rigor e ao mesmo tempo crescimento. Foi assim que fiz a obra que está feita e dar à cidade o dinamismo que ela hoje tem", notou Rui Rio.
"O candidato do meu partido ter-me-á feito maior oposição do que o PS nestes últimos 12 anos", acrescentou.
Rio diz que gostava que o seu sucessor fosse "o que mais se aproximasse" do que fez na gestão da autarquia, mas frisou não sentir "a obrigação de dar uma indicação de voto claro".
"O candidato do meu partido é precisamente aquele em que não posso votar", insistiu.
Para Rui Rio, a possibilidade de apoiar outro candidato apenas poderá surgir "se acontecer algo de extraordinário".
Questionado sobre se o independente Rui Moreira será o que tem projectos mais próximos dos seus, Rio remeteu para os eleitores do Porto "as leituras que entenderem".
Admitiu, contudo, que alguns dos "impulsionadores de Rui Moreira" são personalidades "de topo da cidade" e que muitos apoiaram a carta aberta dirigida ao Governo pela Câmara do Porto contra a gestão do processo da Sociedade de Reabilitação Urbana Porto Vivo.
Nas marcas que deixa ao Porto, Rio destacou "a coesão social, com o investimento de mais de 170 milhões de euros nos bairros", a reabilitação das escolas, a melhoria na mobilidade, nomeadamente devido "à abertura de mais de cem novas ruas", a vitalidade no turismo e o projecto de reabilitação urbana "boicotado pelo Governo".
Quanto aos confrontos que manteve com a comunicação social e instituições do Porto, vincou que o objectivo foi apenas um.
"Posso abrir uma guerra, ou duas ou três, mas o interesse privado só passa se for conciliável com o interesse público", concluiu.
Lsua/SOL
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Sousa Tavares: "Maria Luís colocou-se numa situação insustentável"
Miguel Sousa Tavares admite que tinha "boa impressão" da ministra das Finanças, mas considera que Maria Luís Albuquerque está "fragilizada" e pode não continuar no Governo.
Mariana Cabral
Miguel Sousa Tavares comenta a atualidade nacional na SIC
Miguel Sousa Tavares considera que "os indícios estão fortemente contra a ministra das Finanças" e mostra-se reticente quanto à continuidade de Maria Luís Albuquerque no Governo, depois da polémica do caso swap.
"É uma pessoa que quem tenho muito boa impressão, mas colocou-se a si própria numa situação insustentável", disse o escritor no seu comentário semanal no Jornal da Noite da SIC.
Segundo Sousa Tavares, a ministra das Finanças "não resistiu em mandar as culpas para cima do anterior Governo" e saiu "fragilizada" do caso.
Inquirido sobre a continuidade de Maria Luís Albuquerque no Executivo, Miguel Sousa Tavares respondeu que estaria dependente do resultado da comissão de inquérito sobre os swap, à qual a ministra foi novamente chamada.
"É pertinente saber por que razão é que ela demorou um ano e meio a reagir", inquiriu, acrescentando que compreendeu a posição do PS no caso, pedindo a demissão da governante, porque "o PS foi diretamente posto em causa com as declarações da ministra das Finanças".
ESTA SENHORA NÃO TEM ESTALECA PARA SER MINISTRA DO QUE QUER QUE SEJA.