Franquelim Alves regressou esta semana a um cargo de confiança política do Governo, a direcção do Compete.
O ex-secretário de Estado da Inovação, que esteve apenas cinco meses no Governo, foi ‘despedido’ pelo novo ministro da Economia, António Pires de Lima. Mas em troca regressou ao lugar onde estava, a gestão de fundos comunitários no Programa Operacional Factores de Competitividade (Compete).
A passagem pelo Governo começou atribulada e foi muito criticado pelo CDS, por ter sido administrador da SLN (proprietária do BPN). Pires de Lima, que é também dirigente centrista, acabou, no entanto, por o compensar.
Há algumas semanas, depois de ter saído do Governo, soube-se que Franquelim Alves, enquanto presidente do Instituto de Gestão do Crédito Público, travou em 2005 contratos swaps propostos pelo Citigroup. Este caso dos swaps do Citigroup levou à demissão do recém-nomeado secretário de Estado do tesouro, Joaquim Pais Jorge, que na altura integrava a equipa do Citigroup.
helena.pereira@sol.PT
ESTE SENHOR TEM SEMPRE KUGAR DE DESTAQUE.
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
"Não acredito que o país consiga suportar mais aumentos de impostos para resolver o problema do Estado", disse
Passos Coelho disse esta sexta-feira em Bragança que espera que o Tribunal Constitucional (TC) "não nos impeça de fazer tudo".
"Espero que não haja uma leitura no futuro tão restritiva do princípio da confiança que nos impeça no fundo de fazer tudo - quer dizer, nem poder baixar os salários ou as pensões, nem poder reduzir o emprego, porque então isso significaria que o Estado só conseguiria financiar-se à custa dos impostos e eu não acredito que o País consiga suportar mais aumentos de impostos para resolver o problema do Estado", foram as palavras do primeiro-ministro.
"Espero que esta leitura que o Tribunal Constitucional fez do princípio da confiança não se venha no futuro a revelar tão estreita tão estreita que, no fundo, nada se consiga alterar no lado do Estado, estruturalmente. Isso seria uma péssima notícia para o País e seria sobretudo uma indicação muito negativa para os mercados financeiros e para os nossos credores oficiais", acrescentou ainda Passos Coelho.
Após o chumbo por parte do TC do diploma da requalificação da função pública, o primeiro-ministro disse existirem "outras medidas" que podem compensar este chumbo mas que estas "podem é não ser tão justas".
"Temos enfrentado muitas dificuldades para baixar esta despesa [do Estado]. Mas quero garantir-vos que saberemos superar essas dificuldades. Não iremos pôr o País em risco por causa dessas dificuldades. Se as melhores soluções não puderem ser encontradas, encontraremos outras soluções que podem não ser tão melhores, mas que resolvam os problemas", disse Passos Coelho.
O primeiro-ministro garantiu ainda que o governo irá "estudar" as objecções levantadas pelo TC relativamente à Lei da Mobilidade dos funcionários públicos e procurar "corrigir os fundamentos de inconstitucionalidade do diploma". “É preciso estudar e ver exactamente quais são as objecções que o Tribunal Constitucional tem e de que forma é que nós poderemos ultrapassar essas objecções", disse o chefe do governo.
Os juízes do Tribunal Constitucional chumbaram na quinta-feira o regime jurídico da "requalificação de trabalhadores em funções públicas", cuja "fiscalização abstracta preventiva" tinha sido pedida por Cavaco Silva. O juiz presidente do tribunal, Joaquim Sousa Ribeiro, esclareceu que alguns artigos foram declarados inconstitucionais por violarem a "garantia da segurança no emprego" e o "princípio de proporcionalidade constantes dos artigos 53 e 18 número dois da Constituição da República Portuguesa".
DEIXE-SE DE TRETAS SEMHOR PEIMEIRO MINISTRO E NÃO ENGANE OS PORTUGUESES.
A CONSTITUIÇÃO É PARA CUMPRIR E OS ÓRGÃOS DE SOBERANIS DEVEM SER RESPEITADOS.
QUEM VIOLA SISTEMATICAMENTE A CONSTITUIÇÃO É O GOVERNO QUE AINDA CHEFIA.
DEMITA-SE E PEÇZ ELEIÇÕES ANTECIPADAS PARA SABER SE TEM A CONFIANÇA DOS PORTUGUESES QUE TANTO SOFREM.
CORTAR SEMPRE AOS MESMOS É UM ABUSO.
SE NÃO TEM SOLUÇÕES COMO PROMETEU NA CAMPANHA ELEITORAL DEIXE O LUGAR A OUTRO.
"Espero que não haja uma leitura no futuro tão restritiva do princípio da confiança que nos impeça no fundo de fazer tudo - quer dizer, nem poder baixar os salários ou as pensões, nem poder reduzir o emprego, porque então isso significaria que o Estado só conseguiria financiar-se à custa dos impostos e eu não acredito que o País consiga suportar mais aumentos de impostos para resolver o problema do Estado", foram as palavras do primeiro-ministro.
"Espero que esta leitura que o Tribunal Constitucional fez do princípio da confiança não se venha no futuro a revelar tão estreita tão estreita que, no fundo, nada se consiga alterar no lado do Estado, estruturalmente. Isso seria uma péssima notícia para o País e seria sobretudo uma indicação muito negativa para os mercados financeiros e para os nossos credores oficiais", acrescentou ainda Passos Coelho.
Após o chumbo por parte do TC do diploma da requalificação da função pública, o primeiro-ministro disse existirem "outras medidas" que podem compensar este chumbo mas que estas "podem é não ser tão justas".
"Temos enfrentado muitas dificuldades para baixar esta despesa [do Estado]. Mas quero garantir-vos que saberemos superar essas dificuldades. Não iremos pôr o País em risco por causa dessas dificuldades. Se as melhores soluções não puderem ser encontradas, encontraremos outras soluções que podem não ser tão melhores, mas que resolvam os problemas", disse Passos Coelho.
O primeiro-ministro garantiu ainda que o governo irá "estudar" as objecções levantadas pelo TC relativamente à Lei da Mobilidade dos funcionários públicos e procurar "corrigir os fundamentos de inconstitucionalidade do diploma". “É preciso estudar e ver exactamente quais são as objecções que o Tribunal Constitucional tem e de que forma é que nós poderemos ultrapassar essas objecções", disse o chefe do governo.
Os juízes do Tribunal Constitucional chumbaram na quinta-feira o regime jurídico da "requalificação de trabalhadores em funções públicas", cuja "fiscalização abstracta preventiva" tinha sido pedida por Cavaco Silva. O juiz presidente do tribunal, Joaquim Sousa Ribeiro, esclareceu que alguns artigos foram declarados inconstitucionais por violarem a "garantia da segurança no emprego" e o "princípio de proporcionalidade constantes dos artigos 53 e 18 número dois da Constituição da República Portuguesa".
DEIXE-SE DE TRETAS SEMHOR PEIMEIRO MINISTRO E NÃO ENGANE OS PORTUGUESES.
A CONSTITUIÇÃO É PARA CUMPRIR E OS ÓRGÃOS DE SOBERANIS DEVEM SER RESPEITADOS.
QUEM VIOLA SISTEMATICAMENTE A CONSTITUIÇÃO É O GOVERNO QUE AINDA CHEFIA.
DEMITA-SE E PEÇZ ELEIÇÕES ANTECIPADAS PARA SABER SE TEM A CONFIANÇA DOS PORTUGUESES QUE TANTO SOFREM.
CORTAR SEMPRE AOS MESMOS É UM ABUSO.
SE NÃO TEM SOLUÇÕES COMO PROMETEU NA CAMPANHA ELEITORAL DEIXE O LUGAR A OUTRO.
Sócrates reúne-se hoje com ex-governantes e socialistas mas a agenda não é conhecida
Por Margarida Gomes
Nas vésperas de António José Seguro falar narentrée do PS, em Évora, ex-primeiro-ministro almoça com militantes.
O PS escolheu o encerramento da Universidade de Verão do partido, em Évora, amanhã, para palco da rentrée socialista, mas alguns membros do Governo de José Sócrates, em que se inclui Manuel Pizarro, ex-secretário de Estado da Saúde e candidato à Câmara do Porto, vão juntar-se hoje num encontro a norte.
A agenda não é conhecida, mas seguramente que as eleições autárquicas que estão à porta e a actualidade política serão o prato forte deste encontro que, ao que o PÚBLICO apurou, irá decorrer num restaurante do distrito de Viseu. O anfitrião é o actual presidente da Câmara de Resende, António Borges, e ex-coordenador do CRUARB (Comissariado para a Renovação Urbana da Área Ribeira-Barredo), criado na década de 80, para resolver o problema do realojamento da zona histórica do Porto.
Da lista dos comensais fazem parte, para além de José Sócrates e Manuel Pizarro, Augusto Santos Silva, ex-ministro da Defesa, Francisco Assis, deputado e ex-líder da bancada parlamentar do PS, Renato Sampaio, deputado e candidato do PS ao Agrupamento de Juntas de Freguesia do Centro Histórico do Porto, Acácio Pinto, deputado pelo círculo eleitoral de Viseu, os presidentes das câmaras de Amarante e de Mangualde, Armindo Abreu e João Azevedo, o antigo vereador da Câmara do Porto Hernâni Gonçalves, entre outros convidados.
Fonte socialista desvalorizou o facto deste almoço coincidir com a realização da Universidade do Verão do partido, que decorre até sábado em Évora, sob o mote Novo Rumo para Portugal, e revelou que este não é o primeiro encontro do género que se faz. De facto, é verdade que alguns socialistas próximos do ex-primeiro-ministro costumam encontrar-se nesta altura do ano, só que desta vez o grupo é bem maior.
Não são conhecidas as razões pelas quais o encontro deste Verão foi alargado, mas as eleições autárquicas serão, seguramente, um bom pretexto para o almoço ser extensivo a mais alguns convidados.
Refira-se que o secretário-geral do PS, António José Seguro, assumiu publicamente o objectivo de vencer a Câmara do Porto nas eleições autárquicas de 29 de Setembro.
No jantar de Reis da concelhia do PS/Porto, no edifício da Alfândega, o líder socialista dirigiu-se ao presidente da concelhia, que é também o candidato ao Porto, e disse ser o seu dever "como secretário-geral" estar onde estão os socialistas e o projecto do PS. "Eu quero afiançar-te que assim estarei, de ora em diante, junto dos socialistas do Porto na sua luta, com um objetivo: voltarmos a governar esta cidade, voltarmos a governar o concelho do Porto", garantiu então.
QUAL O OBLETIVO?
EM CIMA DE UM ATO ELEITORAL É ESTRANHO.
A agenda não é conhecida, mas seguramente que as eleições autárquicas que estão à porta e a actualidade política serão o prato forte deste encontro que, ao que o PÚBLICO apurou, irá decorrer num restaurante do distrito de Viseu. O anfitrião é o actual presidente da Câmara de Resende, António Borges, e ex-coordenador do CRUARB (Comissariado para a Renovação Urbana da Área Ribeira-Barredo), criado na década de 80, para resolver o problema do realojamento da zona histórica do Porto.
Da lista dos comensais fazem parte, para além de José Sócrates e Manuel Pizarro, Augusto Santos Silva, ex-ministro da Defesa, Francisco Assis, deputado e ex-líder da bancada parlamentar do PS, Renato Sampaio, deputado e candidato do PS ao Agrupamento de Juntas de Freguesia do Centro Histórico do Porto, Acácio Pinto, deputado pelo círculo eleitoral de Viseu, os presidentes das câmaras de Amarante e de Mangualde, Armindo Abreu e João Azevedo, o antigo vereador da Câmara do Porto Hernâni Gonçalves, entre outros convidados.
Fonte socialista desvalorizou o facto deste almoço coincidir com a realização da Universidade do Verão do partido, que decorre até sábado em Évora, sob o mote Novo Rumo para Portugal, e revelou que este não é o primeiro encontro do género que se faz. De facto, é verdade que alguns socialistas próximos do ex-primeiro-ministro costumam encontrar-se nesta altura do ano, só que desta vez o grupo é bem maior.
Não são conhecidas as razões pelas quais o encontro deste Verão foi alargado, mas as eleições autárquicas serão, seguramente, um bom pretexto para o almoço ser extensivo a mais alguns convidados.
Refira-se que o secretário-geral do PS, António José Seguro, assumiu publicamente o objectivo de vencer a Câmara do Porto nas eleições autárquicas de 29 de Setembro.
No jantar de Reis da concelhia do PS/Porto, no edifício da Alfândega, o líder socialista dirigiu-se ao presidente da concelhia, que é também o candidato ao Porto, e disse ser o seu dever "como secretário-geral" estar onde estão os socialistas e o projecto do PS. "Eu quero afiançar-te que assim estarei, de ora em diante, junto dos socialistas do Porto na sua luta, com um objetivo: voltarmos a governar esta cidade, voltarmos a governar o concelho do Porto", garantiu então.
QUAL O OBLETIVO?
EM CIMA DE UM ATO ELEITORAL É ESTRANHO.
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Governo "está-se marimbando" ou "fez de propósito" - Vital Moreira
O eurodeputado socialista Vital Moreira considerou hoje "flagrantemente inconstitucional" o regime de mobilidade na função pública, que foi chumbado pelo Tribunal Constitucional (TC), mas o Governo "está-se marimbando" para a Constituição ou "fez de propósito".
"A decisão do TC é boa", disse o eurodeputado, que é também constitucionalista, insistindo que "nem tudo o que é politicamente mau é inconstitucional", mas este regime de mobilidade na função pública era "francamente inconstitucional".
Durante um jantar na Universidade de Verão do PS, em Évora, Vital Moreira abordou o assunto oferecendo duas explicações, uma "benévola" para o executivo liderado por Passos Coelho e a outra "bastante menos benévola".
DITO ISTO NUMA UNIVERSIDADE DE VERÃO DO PS DEPOIS DA DE ONTEM DE OUTRA DEPUTADA EUROPEIA, PARECE UMA BRINCADEIRA DE MAU GOSTO.
É PARA ISTO QUE SE FAZEM ESTES ENCONTROS?
ESTAMOS CONVERSADOS.
OU A POLÍTICA ANDA MUITO POR BAIXO E NÃO HÁ NADA PARA DIZER AOS JOVENS OU ENTÃO OS POLÍTICOS QUE TEMOS ENDOIDECERAM E TÊM DE SER TODOS CORRIDOS URGENTEMENTE.
Durante um jantar na Universidade de Verão do PS, em Évora, Vital Moreira abordou o assunto oferecendo duas explicações, uma "benévola" para o executivo liderado por Passos Coelho e a outra "bastante menos benévola".
DITO ISTO NUMA UNIVERSIDADE DE VERÃO DO PS DEPOIS DA DE ONTEM DE OUTRA DEPUTADA EUROPEIA, PARECE UMA BRINCADEIRA DE MAU GOSTO.
É PARA ISTO QUE SE FAZEM ESTES ENCONTROS?
ESTAMOS CONVERSADOS.
OU A POLÍTICA ANDA MUITO POR BAIXO E NÃO HÁ NADA PARA DIZER AOS JOVENS OU ENTÃO OS POLÍTICOS QUE TEMOS ENDOIDECERAM E TÊM DE SER TODOS CORRIDOS URGENTEMENTE.
Os juízes do Tribunal Constitucional consideraram que as novas regras da mobilidade especial para os funcionários públicos são inconstitucionais.
Em conferência de imprensa no Palácio Ratton, o juíz presidente do tribunal, Joaquim Sousa Ribeiro, esclareceu que alguns artigos são declarados inconstitucionais por violarem a "garantia da segurança no emprego" e o "princípio de proporcionalidade constantes dos artigos 53 e 18 número dois da Constituição da República Portuguesa".
Ao abrigo da nova lei, o Governo impõe um novo regime de mobilidade especial que prevê um período máximo de 12 meses. Terminado este período, os trabalhadores poderão optar por ficar em lista de espera para uma eventual colocação, mas sem receberem qualquer rendimento, ou optar pela cessação do contrato de trabalho sendo que, neste caso, terão direito à atribuição do subsídio de desemprego.
Quanto à remuneração durante este processo, estabelece a proposta do executivo que o trabalhador receba o equivalente a dois terços, 66,7% nos primeiros seis meses e a metade enquanto permanecer nessa situação, incidindo sobre a remuneração base mensal referente à categoria, escalão, índice ou posição e nível remuneratórios, detidos à data da colocação em situação de requalificação.
As propostas de lei sobre o sistema de requalificação dos funcionários públicos e de aumento do horário de trabalho para as 40 horas semanais foram consideradas inconstitucionais pelos sindicatos da função pública.
Decisão impede poupança de quase 900 milhões prevista pelo Governo
O chumbo Tribunal Constitucional ao novo regime de mobilidade especial, que prevê a possibilidade de despedimento de funcionários públicos há mais de um ano em requalificação, pode impedir a realização da poupança de 894 milhões de euros prevista pelo Governo.
Numa carta enviada à ‘troika’ no início de maio, - na sequência do chumbo do Tribunal Constitucional (TC) à suspensão dos subsídios de férias dos trabalhadores em funções públicas -, o Governo comprometia-se a fazer cortes para compensar este chumbo e ainda algumas das medidas que seriam já parte da chamada reforma do Estado.
O Governo comprometia-se a poupar 894 milhões de euros ao longo de três anos com as desvinculações e mobilidade especial.
Em 2013, o Governo esperava já poupar 50 milhões de euros (dos quais 7 milhões de euros apenas com a mobilidade especial). A poupança crescia para 448 milhões de euros em 2014 e com outros 394 milhões de euros de poupança com estes funcionários em 2015.
CADA CAVADELA SUA MIN HOCA. E VÃO 5 CHUMBOS. É OBRA.
GOVERNAR A CORTAR NAS PENSÕES, NOS VENCIMENTOS, NOS APOIOS SOCIAIS, NOS DESPEDIMENTOS, QUALQUER BADMECO FARIA MELHOR.
Em conferência de imprensa no Palácio Ratton, o juíz presidente do tribunal, Joaquim Sousa Ribeiro, esclareceu que alguns artigos são declarados inconstitucionais por violarem a "garantia da segurança no emprego" e o "princípio de proporcionalidade constantes dos artigos 53 e 18 número dois da Constituição da República Portuguesa".
Ao abrigo da nova lei, o Governo impõe um novo regime de mobilidade especial que prevê um período máximo de 12 meses. Terminado este período, os trabalhadores poderão optar por ficar em lista de espera para uma eventual colocação, mas sem receberem qualquer rendimento, ou optar pela cessação do contrato de trabalho sendo que, neste caso, terão direito à atribuição do subsídio de desemprego.
Quanto à remuneração durante este processo, estabelece a proposta do executivo que o trabalhador receba o equivalente a dois terços, 66,7% nos primeiros seis meses e a metade enquanto permanecer nessa situação, incidindo sobre a remuneração base mensal referente à categoria, escalão, índice ou posição e nível remuneratórios, detidos à data da colocação em situação de requalificação.
As propostas de lei sobre o sistema de requalificação dos funcionários públicos e de aumento do horário de trabalho para as 40 horas semanais foram consideradas inconstitucionais pelos sindicatos da função pública.
Decisão impede poupança de quase 900 milhões prevista pelo Governo
O chumbo Tribunal Constitucional ao novo regime de mobilidade especial, que prevê a possibilidade de despedimento de funcionários públicos há mais de um ano em requalificação, pode impedir a realização da poupança de 894 milhões de euros prevista pelo Governo.
Numa carta enviada à ‘troika’ no início de maio, - na sequência do chumbo do Tribunal Constitucional (TC) à suspensão dos subsídios de férias dos trabalhadores em funções públicas -, o Governo comprometia-se a fazer cortes para compensar este chumbo e ainda algumas das medidas que seriam já parte da chamada reforma do Estado.
O Governo comprometia-se a poupar 894 milhões de euros ao longo de três anos com as desvinculações e mobilidade especial.
Em 2013, o Governo esperava já poupar 50 milhões de euros (dos quais 7 milhões de euros apenas com a mobilidade especial). A poupança crescia para 448 milhões de euros em 2014 e com outros 394 milhões de euros de poupança com estes funcionários em 2015.
CADA CAVADELA SUA MIN HOCA. E VÃO 5 CHUMBOS. É OBRA.
GOVERNAR A CORTAR NAS PENSÕES, NOS VENCIMENTOS, NOS APOIOS SOCIAIS, NOS DESPEDIMENTOS, QUALQUER BADMECO FARIA MELHOR.
As reuniões informais entre Governo e os órgãos de Comunicação Social poderão acabar já em setembro, por ordem do próprio primeiro-ministro, que considerou que esse modelo de briefings, criado pelo secretário de Estado Pedro Lomba, só deu confusão.
Segundo apurou o CM, Pedro Passos Coelho deu esta indicação ao ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional, Poiares Maduro, que ficou de lhe apresentar um novo instrumento de comunicação com a imprensa no final deste mês, após regressar de férias. Esse novo modelo poderá passar pela criação da figura do porta-voz, mas ainda a ser repensado, segundo disse ontem fonte do gabinete de Poiares Maduro.
Certo é que o secretário de Estado Pedro Lomba já não dará a cara nos briefings, conforme declarou, no passado dia 17, em entrevista ao ‘Expresso’.
Fica, no entanto, por esclarecer o papel de João Alvim, cuja nomeação como adjunto de Pedro Lomba foi publicada ontem em Diário da República. Alvim, especialista em Comunicação e Marketing, foi chamado por Pedro Lomba para ajudar na coordenação política, além de ter também competência na área da Imprensa Regional e Local.
Os briefings foram anunciados em junho após a tomada de posse de Pedro Lomba. Começaram por ser diários, depois duas vezes por semana e agora estão cancelados. Para Passos Coelho, a gota de água foi o briefing em que esteve presente o ex secretário de Estado do Tesouro Joaquim Pais Jorge.
Segundo apurou o CM, Pedro Passos Coelho deu esta indicação ao ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional, Poiares Maduro, que ficou de lhe apresentar um novo instrumento de comunicação com a imprensa no final deste mês, após regressar de férias. Esse novo modelo poderá passar pela criação da figura do porta-voz, mas ainda a ser repensado, segundo disse ontem fonte do gabinete de Poiares Maduro.
Certo é que o secretário de Estado Pedro Lomba já não dará a cara nos briefings, conforme declarou, no passado dia 17, em entrevista ao ‘Expresso’.
Fica, no entanto, por esclarecer o papel de João Alvim, cuja nomeação como adjunto de Pedro Lomba foi publicada ontem em Diário da República. Alvim, especialista em Comunicação e Marketing, foi chamado por Pedro Lomba para ajudar na coordenação política, além de ter também competência na área da Imprensa Regional e Local.
Os briefings foram anunciados em junho após a tomada de posse de Pedro Lomba. Começaram por ser diários, depois duas vezes por semana e agora estão cancelados. Para Passos Coelho, a gota de água foi o briefing em que esteve presente o ex secretário de Estado do Tesouro Joaquim Pais Jorge.
NÃO ACERTAM UMA.
O QUE QUEREM FZER ESTES APRENDIZES?
Na maturidade a cinco anos, os juros estavam a subir para os 6,244%, também em alta face aos 6,192% da sessão anterior
Os juros da dívida soberana portuguesa seguiam hoje a subir em todas as maturidades, uma tendência seguida pela Grécia e Espanha.
Pelas 10:00, os juros da dívida soberana a dois anos negociavam nos 4,842%, acima dos 4,790% do dia anterior.
A 22 de agosto, a Bloomberg procedeu a uma reclassificação das obrigações de referência da dívida pública portuguesa, o que teve um impacto nos prazos inferiores a 10 anos, aumentando em 100 pontos base os juros relativos a dois anos.
Na maturidade a cinco anos, os juros estavam a subir para os 6,244%, também em alta face aos 6,192% da sessão anterior.
Esta maturidade mantém-se acima do valor anterior à crise política (na altura de 5,211%).
Durante a crise política, os juros a cinco anos dispararam para 7,324% a 12 de julho, o máximo desde novembro de 2012.
Os juros da dívida soberana portuguesa a 10 anos estavam também a subir para 6,590%, contra os 6,576% na sessão anterior.
A 12 de julho, os juros com aquela maturidade tocaram nos 7,508%.
Os juros da Grécia e Espanha estavam hoje em alta, enquanto em Itália estavam a aliviar em todas as maturidades.
2º. RESGATE APROXIMA-SE?
Pelas 10:00, os juros da dívida soberana a dois anos negociavam nos 4,842%, acima dos 4,790% do dia anterior.
A 22 de agosto, a Bloomberg procedeu a uma reclassificação das obrigações de referência da dívida pública portuguesa, o que teve um impacto nos prazos inferiores a 10 anos, aumentando em 100 pontos base os juros relativos a dois anos.
Na maturidade a cinco anos, os juros estavam a subir para os 6,244%, também em alta face aos 6,192% da sessão anterior.
Esta maturidade mantém-se acima do valor anterior à crise política (na altura de 5,211%).
Durante a crise política, os juros a cinco anos dispararam para 7,324% a 12 de julho, o máximo desde novembro de 2012.
Os juros da dívida soberana portuguesa a 10 anos estavam também a subir para 6,590%, contra os 6,576% na sessão anterior.
A 12 de julho, os juros com aquela maturidade tocaram nos 7,508%.
Os juros da Grécia e Espanha estavam hoje em alta, enquanto em Itália estavam a aliviar em todas as maturidades.
2º. RESGATE APROXIMA-SE?
Afastada da televisão desde 2009, regressa na mesma estação que convidou Sócrates para comentador
Manuela Moura Guedes vai regressar ao activo depois de um hiato de quatro anos, um regresso a duplicar, uma vez que começou a sua carreira na RTP1. O i sabe que a escolha do nome da jornalista para apresentar o "Quem Quer Ser Milionário" partiu da Valentim de Carvalho, produtora do programa, que recebeu a luz verde da estação pública. Moura Guedes vai ocupar a cadeira por onde já passaram Carlos Cruz, Maria Elisa Domingues, Diogo Infante, Jorge Gabriel e José Carlos Malato. Moura Guedes volta ao activo na RTP, a estação que convidou Sócrates - que a considerava arqui-inimiga - para comentador permanente.
No início deste ano já se sabia que o programa iria voltar, com estreia aguardada para o final de Setembro. O "Quem Quer Ser Milionário", que saiu do ar no final de 2010, não é uma estreia no formato de entretenimento para Moura Guedes, que se torna assim o segundo rosto feminino a conduzir o concurso, depois de Maria Elisa, em 2000 e 2001. A apresentadora chegou mesmo a acompanhar o "Festival RTP da Canção", em 1979. Ao lado de Fialho Gouveia anunciou a vencedora Manuela Bravo, apenas um ano depois de começar a ser locutora na RTP1.
A oportunidade apareceu quando estava na Faculdade de Direito de Lisboa, num curso que não terminou. A escolha de Moura Guedes para apresentar o concurso não aconteceu por acaso, já que no mesmo ano estreava a sua breve carreira musical. "Conversa Fiada; O Que Pode Ser" foi o primeiro single, com a cantora na capa do disco sentada numa esplanada a beber um batido.
No ano seguinte começa na Rádio Comercial como locutora, participando em programas como "Jogo de Damas", com Dora Maria e Maria João Aguiar. Entre a televisão e a rádio, lança o segundo single, "Sonho Mau; Sonho Bom", com arranjos de Shegundo Galarza. O grande sucesso da carreira como cantora acontece finalmente em 1981, com uma canção escrita por Miguel Esteves Cardoso. O single "Flor Sonhada; Foram Cardos, Foram Prosas" conseguiu atingir as 35 mil vendas. O último episódio musical de Moura Guedes acontece com o álbum "Álibi" (1982), um conhecido fracasso de vendas, reeditado apenas em 2007.
Depois de "Álibi", Moura Guedes concentra-se na RTP1, apresentando "Berros e Bocas", com Luís Filipe Barros, e "Raios e Coriscos", com Catarina Portas. Em 1995 chega à TVI como pivot do "Jornal Nacional". Com um hiato pelo meio na estação de Queluz, volta em 2008 ao ecrã para apresentar o "Jornal Nacional de Sexta-Feira". Depois da polémica suspensão do programa por parte da administração da Prisa, em 2009 chega a um acordo de rescisão com a TVI, um ano antes de José Carlos Malato revitalizar o "Quem Quer Ser Milionário" na RTP1.
COMO NINGUÉM A QUIZ A RTP APROVEITOU.
No início deste ano já se sabia que o programa iria voltar, com estreia aguardada para o final de Setembro. O "Quem Quer Ser Milionário", que saiu do ar no final de 2010, não é uma estreia no formato de entretenimento para Moura Guedes, que se torna assim o segundo rosto feminino a conduzir o concurso, depois de Maria Elisa, em 2000 e 2001. A apresentadora chegou mesmo a acompanhar o "Festival RTP da Canção", em 1979. Ao lado de Fialho Gouveia anunciou a vencedora Manuela Bravo, apenas um ano depois de começar a ser locutora na RTP1.
A oportunidade apareceu quando estava na Faculdade de Direito de Lisboa, num curso que não terminou. A escolha de Moura Guedes para apresentar o concurso não aconteceu por acaso, já que no mesmo ano estreava a sua breve carreira musical. "Conversa Fiada; O Que Pode Ser" foi o primeiro single, com a cantora na capa do disco sentada numa esplanada a beber um batido.
No ano seguinte começa na Rádio Comercial como locutora, participando em programas como "Jogo de Damas", com Dora Maria e Maria João Aguiar. Entre a televisão e a rádio, lança o segundo single, "Sonho Mau; Sonho Bom", com arranjos de Shegundo Galarza. O grande sucesso da carreira como cantora acontece finalmente em 1981, com uma canção escrita por Miguel Esteves Cardoso. O single "Flor Sonhada; Foram Cardos, Foram Prosas" conseguiu atingir as 35 mil vendas. O último episódio musical de Moura Guedes acontece com o álbum "Álibi" (1982), um conhecido fracasso de vendas, reeditado apenas em 2007.
Depois de "Álibi", Moura Guedes concentra-se na RTP1, apresentando "Berros e Bocas", com Luís Filipe Barros, e "Raios e Coriscos", com Catarina Portas. Em 1995 chega à TVI como pivot do "Jornal Nacional". Com um hiato pelo meio na estação de Queluz, volta em 2008 ao ecrã para apresentar o "Jornal Nacional de Sexta-Feira". Depois da polémica suspensão do programa por parte da administração da Prisa, em 2009 chega a um acordo de rescisão com a TVI, um ano antes de José Carlos Malato revitalizar o "Quem Quer Ser Milionário" na RTP1.
COMO NINGUÉM A QUIZ A RTP APROVEITOU.

A eurodeputada socialista Edite Estrela defendeu hoje que o primeiro-ministro, em vez de "entrar em confronto verbal" e de atacar o Tribunal Constitucional (TC), já devia ter acabado "com os privilégios injustificados" dos juízes do Palácio Ratton.
Num discurso na sessão de abertura da Universidade de Verão do PS, em Évora, Edite Estrela afirmou que "o primeiro-ministro procura bodes expiatórios para imolar perante a opinião pública" o TC, tendo recordado o discurso de Pedro Passos Coelho na Festa do Pontal, no Algarve.
O "ataque ao TC", realçou a eurodeputada do PS, visa "condicionar a decisão dos juízes sobre as candidaturas autárquicas e, sobretudo, sobre os despedimentos e o aumento dos horários na Função Pública e sobre a convergência do regime de pensões entre o público e o privado".
Nesse sentido, considerou que, "em vez deste confronto verbal", Pedro Passos Coelho "devia ter tido a coragem, há muito, de acabar com os privilégios injustificados que subsistem na sociedade, designadamente, com a singularidade de os juízes do palácio Ratton se poderem reformar com apenas dez anos de serviço".
Edite Estrela acusou o Governo de ser "forte com os pobres e fraco com os poderosos", alegando que o executivo PSD/CDS-PP "mantém estes privilégios e corta nas baixas pensões dos que já não recebem o suficiente para comer e para os remédios".
Na festa do Pontal, a 16 de Agosto, Pedro Passos Coelho reconheceu a existência do risco do chumbo de algumas medidas pelo TC e considerou que, a acontecer, tal poderá pôr em causa alguns resultados e fazer "andar para trás".
O ditado popular "só se lembra de Santa Bárbara quando trovoa" foi utilizado pela eurodeputada para acusar o primeiro-ministro e o Governo PSD/CDS-PP de só se lembrarem de dialogar com o PS "quando estão aflitos". "A relação do Governo, mais precisamente do primeiro-ministro, com o maior partido da oposição é, no mínimo, estranha. Faz lembrar o aforismo popular 'só se lembra de Santa Bárbara quando trovoa'", afirmou.
Edite Estrela criticou assim o primeiro-ministro e o Governo por entender que "só se lembram do PS quando estão aflitos, seja por pressão externa, seja porque precisam de um apoio alargado para as decisões difíceis". "De resto, ignoram olímpica e arrogantemente as propostas do PS. Primeiro, fazem os disparates e só depois, em desespero, procuram envolver o PS para salvarem a face. E chegam ao desplante de culpar o PS pela falta de diálogo e de consensos", referiu Edite Estrela.
Frisando que só se lembram dos socialistas quando "oportunisticamente querem arranjar co-responsáveis para as medidas impopulares", a eurodeputada assinalou que "o PS responde pelo que fez e pelo que propõe, mas não permite ser associado à governação desastrosa da coligação PSD/CDS-PP". "E convém recordar que este Governo se mantém em funções por obra e graça das decisões irrevogáveis do Dr. Paulo Portas", disse, considerando que [o ex-ministro dos Negócios Estrangeiros, actual vice-primeiro-ministro e líder do CDS-PP] "Paulo Portas é o político mais poderoso do país", porque "só ele, e mais ninguém, pode derrubar o Governo".
"Nem o Presidente da República, nem a Assembleia da República, nem os partidos da oposição têm esse poder. Agora, confortavelmente sentado no cadeirão de vice-primeiro-ministro, Paulo Portas não tem a menor vontade de largar o poder", acrescentou
E EU PENSAVA QUE A uNIVERSIDADE DE vERÃO DO ps PODERIA SERVIR PARA APRESENTAR AOS MAIS JOVENS QUE O PS É DIFERENTE DA DIREITA E QUE DEFENDE UMA SOCIEDADE DIFERENTE E TEM UMA IDEOLOGIA.
E EU QUE PENSAVA QUE ESTE ANO OS JOVENS IAM OUVIR FALAR DE NOVO MODELO ECONOMICO, DE SWAPS, DE DESENVOLVIMENTO, DA EUROPA, DE UMA SOCIEDADE SOLIDÁRIA.
E EU QUE PENSAVA QUE UMA DEPUTADA NA EUROPA TERIAM UMA VISÃO MAIS GLOBAL DA EUROPA E DO MUNDO.
E EU QUE PENSAVA QUE O PS NÃO PERDERIA A OPORTUNIDADEDE FALAR DE PODER LOCAL.
MAS AFINAL O QUE ESTA SOCIALISTA DE AVIÁRIO FOI DIZER É QUE PASSOS COELHO DEVE REVER AS REFORMAS DOS JUIZES DO TC.
SINCERAMENTE!!!
A DIREITA VAI AGRADECER ESTA IDEIA BOMBÁSTICA PARA TÍTULO DE JORNAIS.
O "ataque ao TC", realçou a eurodeputada do PS, visa "condicionar a decisão dos juízes sobre as candidaturas autárquicas e, sobretudo, sobre os despedimentos e o aumento dos horários na Função Pública e sobre a convergência do regime de pensões entre o público e o privado".
Nesse sentido, considerou que, "em vez deste confronto verbal", Pedro Passos Coelho "devia ter tido a coragem, há muito, de acabar com os privilégios injustificados que subsistem na sociedade, designadamente, com a singularidade de os juízes do palácio Ratton se poderem reformar com apenas dez anos de serviço".
Edite Estrela acusou o Governo de ser "forte com os pobres e fraco com os poderosos", alegando que o executivo PSD/CDS-PP "mantém estes privilégios e corta nas baixas pensões dos que já não recebem o suficiente para comer e para os remédios".
Na festa do Pontal, a 16 de Agosto, Pedro Passos Coelho reconheceu a existência do risco do chumbo de algumas medidas pelo TC e considerou que, a acontecer, tal poderá pôr em causa alguns resultados e fazer "andar para trás".
O ditado popular "só se lembra de Santa Bárbara quando trovoa" foi utilizado pela eurodeputada para acusar o primeiro-ministro e o Governo PSD/CDS-PP de só se lembrarem de dialogar com o PS "quando estão aflitos". "A relação do Governo, mais precisamente do primeiro-ministro, com o maior partido da oposição é, no mínimo, estranha. Faz lembrar o aforismo popular 'só se lembra de Santa Bárbara quando trovoa'", afirmou.
Edite Estrela criticou assim o primeiro-ministro e o Governo por entender que "só se lembram do PS quando estão aflitos, seja por pressão externa, seja porque precisam de um apoio alargado para as decisões difíceis". "De resto, ignoram olímpica e arrogantemente as propostas do PS. Primeiro, fazem os disparates e só depois, em desespero, procuram envolver o PS para salvarem a face. E chegam ao desplante de culpar o PS pela falta de diálogo e de consensos", referiu Edite Estrela.
Frisando que só se lembram dos socialistas quando "oportunisticamente querem arranjar co-responsáveis para as medidas impopulares", a eurodeputada assinalou que "o PS responde pelo que fez e pelo que propõe, mas não permite ser associado à governação desastrosa da coligação PSD/CDS-PP". "E convém recordar que este Governo se mantém em funções por obra e graça das decisões irrevogáveis do Dr. Paulo Portas", disse, considerando que [o ex-ministro dos Negócios Estrangeiros, actual vice-primeiro-ministro e líder do CDS-PP] "Paulo Portas é o político mais poderoso do país", porque "só ele, e mais ninguém, pode derrubar o Governo".
"Nem o Presidente da República, nem a Assembleia da República, nem os partidos da oposição têm esse poder. Agora, confortavelmente sentado no cadeirão de vice-primeiro-ministro, Paulo Portas não tem a menor vontade de largar o poder", acrescentou
E EU PENSAVA QUE A uNIVERSIDADE DE vERÃO DO ps PODERIA SERVIR PARA APRESENTAR AOS MAIS JOVENS QUE O PS É DIFERENTE DA DIREITA E QUE DEFENDE UMA SOCIEDADE DIFERENTE E TEM UMA IDEOLOGIA.
E EU QUE PENSAVA QUE ESTE ANO OS JOVENS IAM OUVIR FALAR DE NOVO MODELO ECONOMICO, DE SWAPS, DE DESENVOLVIMENTO, DA EUROPA, DE UMA SOCIEDADE SOLIDÁRIA.
E EU QUE PENSAVA QUE UMA DEPUTADA NA EUROPA TERIAM UMA VISÃO MAIS GLOBAL DA EUROPA E DO MUNDO.
E EU QUE PENSAVA QUE O PS NÃO PERDERIA A OPORTUNIDADEDE FALAR DE PODER LOCAL.
MAS AFINAL O QUE ESTA SOCIALISTA DE AVIÁRIO FOI DIZER É QUE PASSOS COELHO DEVE REVER AS REFORMAS DOS JUIZES DO TC.
SINCERAMENTE!!!
A DIREITA VAI AGRADECER ESTA IDEIA BOMBÁSTICA PARA TÍTULO DE JORNAIS.
domingo, 25 de agosto de 2013
João Semedo acusa Passos Coelho de ter «lata, descaramento e falta de vergonha»
O coordenador do Bloco de Esquerda (BE) João Semedo acusou hoje o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, de ter «lata, descaramento [e] falta de vergonha» ao comentar os dados da execução orçamental e confirmar a redução da despesa do Estado.
«Lata, descaramento, falta de vergonha, é isso que o primeiro-ministro tem para mostrar ao país», afirmou o bloquista durante uma ação do partido de apresentação dos candidatos do distrito do Porto.Lembrando o discurso de Passos Coelho, que sábado em Sintra comentou os dados da execução orçamental, João Semedo afirmou: «dizia ontem o primeiro-ministro que está muito empenhado em construir um país e uma sociedade em que o Estado deixe de extorquir dinheiro aos portugueses. Mas este governo tem feito alguma outra coisa que não tenha sido extorquir dinheiro aos portugueses?».
Para Semedo o «aumentou brutal dos impostos em 2013», o «corte dos salários e das pensões», o «aumento dos preços de todos os bens e serviços essenciais», foram «extorquir dinheiro aos portugueses».
«Como é que se pode aceitar tanta lata, tanto descaramento, tanta vergonha de um primeiro-ministro que fez o maior aumento de impostos de toda a história da democracia portuguesa?», frisou Semedo.
O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, afirmou sábado que os novos dados da execução orçamental, divulgados na sexta-feira, confirmam a redução da despesa do Estado.
De acordo com a síntese de execução orçamental de julho, divulgada na sexta-feira pela Direção-Geral do Orçamento, o défice da administração central melhorou, até julho, cerca de 500 milhões de euros, embora os gastos com subsídios de desemprego tenham aumentado 10,5% e o défice das administrações públicas ultrapassado os cinco mil milhões de euros.
Diário Digital com Lusa
