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domingo, 23 de janeiro de 2011

REFLEXÕES

Já reflectiu? Reflectiu bem? Não tem dúvidas?
Então, toca a ir pôr a cruzinha no quadrado adequado.
Tenha cuidado, não se engane, como tentaram enganá-lo(a) na campanha.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

ARTISTA - 2

Nos últimos minutos do último dia da campanha, o professor de economia e finanças vem dizer que não concorda com a diminuição dos salários da função pública, que teria sido preferível um aumento no IRS. E porque só o disse agora? Não se lembrou antes porquê? E não sabe que o aumento do IRS iria aumentar a receita, mantendo-se a despesa, que é o que está em causa? Este homem é o famoso economista que apregoa, ou quer apenas atirar poeira para os olhos para ganhar os votos dos mais incautos ou menos avisados?
Havia alternativas à diminuição dos salários? Talvez, mas não é isso que está em causa. O que está em causa é a arte demagógica do candidato.

UM ARTISTA

Não há nada a esclarecer, diz o sujeito. Aliás, os jornalistas devem ter sido comprados, ao que se presume das suas declarações.
Um artista de primeira qualidade, com um ego maior que o Centro Cultural de Belém.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

ESCLARECIMENTOS, PRECISAM-SE

A pouco mais de 24 horas de terminar a campanha para as presidenciais, o re-candidato Cavaco Silva vai esclarecer as dúvidas levantadas, ou vai continuar a chutar para canto?
- Caso das escutas: quem ordenou as "notícias", quem as permitiu, quem pactuou, quem foi penalizado...
- Caso das acções da SLN/BPN
- Caso da permuta da vivenda na aldeia da Coelha

Pode ser tudo legal, tudo aceitável, tudo razoável, mas os eleitores, os cidadãos em geral, gostariam de não ter dúvidas. E receio que elas se mantenham, o que não me parece favorecer o candidato. Ou não será assim?

ARGUMENTÁRIO

Cavaco não gostaria de ter que ir a uma 2.ª volta porque o país iria fazer, desnecessariamente (no seu ponto de vista) uma grande despesa. Como essa não terá pegado, inventou outro argumento: a taxa de juro da dívida portuguesa, estabelecida pelos "mercados", iria subir ainda mais (por acaso, vem descendo).
Falta acrescentar o argumento (talvez se veja "obrigado" a isso), que se outro que não ele for eleito entramos na bancarrota.
Ele ou o caos!
Este homem é um portento.

EXAGEROS?

Segundo um inquérito da Marktest, Cavaco obterá 62% dos votos e Lopes 3,3%.
Exageros, digo eu.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

CALÚNIAS E VIL-BAIXEZAS

Cavaco diz que, nesta campanha, não caluniou ninguém, contrariamente ao que "outros" fazem, que utilizam sistematicamente calúnias e vil-baixezas. Como tenho dado pouca atenção ao assunto, acredito piamente, já que Cavaco é um homem sério e honesto, segundo ele próprio, o que não é pouco. Cavaco é um bom chefe de família, como ficou demonstrado quando afirmou que tem que cuidar da mulher, cuja reforma não atinge os 800 euros (as diversas entidades patronais abotoaram-se com os descontos da CGA e da Segurança Social, ou faltou a muitas aulas? - não seria caso único, ao que é voz corrente, mas que carece de confirmação), e tem ainda de cuidar do pecúlio familiar, economista previdente que também é.
E as escutas, já estão deslindadas? A PJ e a PGR ainda não deram por terminado o inquério às ditas? É a proverbial lentidão da justiça... Ou a coisa foi arquivada, sem que me tenha dado conta?

SONHOS

Martin Luther King tinha um sonho, que se concretizou depois da sua morte.
José Torres proclamou "deixem-me sonhar" ir ao Mundial do México (Carlos Manuel concretizou o sonho).
Sonhei uma destas noites com o "resultado" das presidenciais, vendo os candidatos a consultar a "pauta", como se de um exame se tratasse.
Perante os resultados da referida "pauta":

Cavaco----- 49,95%
Alegre------ 29,05%
Lopes------- 9,00%
Nobre------- 5,50%
Moura------ 4,50%
Coelho------ 2,00%

vi Alegre a a rir baixinho e a afastar-se sorrateiramente, Lopes, Nobre, Moura e Coelho a dizerem "passei no teste", e Cavaco aos saltos a gritar "ganhei, sou o maior!" e depois a murmurar "desisto".

Com o grito (quase não ouvia o "desisto"), acordei e fui fazer chichi, a rir-me do raio do sonho.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

MEDO OU ARROGÂNCIA?

Maria Flor Pedroso entrevistou, na Antena Um, a solo, os candidatos à presidência da República. Estava prevista para hoje a última entrevista, com Cavaco Silva, que declinou o convite.
Qual a razão por que o candidato recusou ser entrevistado? Não valia a pena, está tudo esclarecido? Se assim for, não há razão para continuar "na estrada", a 'vender' produtos que não tem ou estão fora do prazo de validade. Recolha-se a Belém, até porque o tempo está propício a apanhar resfriados e até poupa dinheiro.
Palpita-me que a razão é de outra natureza: por arrogância e/ou por medo. Ele não é, julga-se, mais um candidato em igualdade de condições, ele é, julga-se, O Candidato e, assim sendo, não frequenta locais pouco recomendáveis. Ele nada tem a dizer aos milhares (milhões?) de ouvintes de rádio, só fala ao pessoal dos mercados ou aos comensais dos seus jantares. Ou, então, receou ser confrontado com alguma pergunta menos "simpática", talvez embaraçante.
São gestos desta natureza que ajudam a qualificar um homem, um político, que ele diz não ser.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

CANDIDATO OU CHEFE DE FACÇÃO?

Declaração de interesses: Cavaco Silva nunca foi à minha missa, nem como ministro das Finanças, como primeiro-ministro ou Presidente da República.

A sua campanha para a eventual reeleição mais parece ser destinada à "eleição" de primeiro-ministro, já que se assume como um chefe de facção, nem sequer salvaguardando os interesses do país num momento particularmente difícil. Vejam-se as suas declarações, na véspera da emissão da dívida da República, para a crise política que ele adivinha vir já aí, e o tacticismo bacoco ao comentar o relativo sucesso daquela emissão. E, já agora: é importante saber se os nossos credores são os chineses, os brasileiros ou indianos? (*)

Teremos (teremos?) que aguentar com ele mais cinco anos, mas não confio no sujeito. Alguém que não olha a direito para os seus interlocutores, que se escapa a responder aos esclarecimentos solicitados (remetendo para locais pouco acessíveis e onde, por vezes, ele sabe que não há resposta), que tem o desplante de ser a honestidade feita homem, "mísero professor de finanças", numa afirmação de falsa modéstia, cheia de soberba, não me serve.

(*) A China admitiu ter comprado dívida portuguesa e espanhola. São uns chatos, pois deveriam ter ficado por Espanha.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

MUDEM DE RUMO

Acabou-se a bagunça. Os candidatos a Belém podem mudar de rumo, ou de tema: Cavaco não dirá nem mais uma palavra sobre o negócio das acções da SLN/BPN. O homem não quer falar, pronto.
E sobre as famigeradas escutas, quererá falar?

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

CAMPANHAS

Caiu, com estrondo, na campanha para as presidenciais, o chorudo negócio de Cavaco Silva (e família) com a SLN/BPN. Tal negócio parece-me absolutamente lícito, embora de duvidosa moralidade para quem se arroga ser o mais honesto à face da Terra. Não creio que o assunto mereça tanto tempo de antena, ainda que Cavaco devesse ser mais preciso e concreto. Afirmar-se de consciência tranquila e remeter para a declaração de rendimentos entregue oportunamente no TC ou para a página da PR é muito curto. Adiante.

Mais importante, penso, e que não vejo ser abordada, é a questão das falsas escutas a Belém (e, já agora, do agente infiltrado nas suas comitivas). Cavaco fez, no momento que lhe aprouve (ainda que tardiamente, digo eu), uma comunicação ao País que nada esclareceu. Esta, sim, parece-me uma questão essencialmente política e deveria ser colocada ao re-candidato e devidamente esclarecida. Quem foi quem naquele "processo" que, tudo indica, foi uma inventona?

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

E A VENATÓRIA?

Embora a época de caça ainda não tenha aberto oficialmente, alguns caçadores já se encontram no terreno. Cuidado para não se deixar apanhar desprevenido, com as calças nos pés! Estes caçadores atiram em tudo o que mexe.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

DEBATES

Ainda sobre o debate de ontem, entre Cavaco e Alegre, devo acrescentar que houve uma ideia nova, a aproveitar: algo como uns Estados Gerais da Justiça, avançada por Alegre.
Se há "coisa" que em Portugal bateu mesmo no lajedo, com estrondo, é a Justiça. Aprovo a ideia.
Também comungo da opinião dos opositores quanto à ineficácia da gestão do nacionalizado BPN, ainda que me escape a profundidade dos reais buracos que foram encontrados, obra dos gestores anteriores.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

DEBATES

Cavaco vs Alegre, no último debate. Confesso que esperava um pouco mais de clarificação das posições dos candidatos. Alguma crispação, algumas concordâncias/discordâncias e pouco mais.

Alegre não pressionou Cavaco nas questões do BPN e das escutas, que mais mossa poderiam ter feito ao re-candidato.

Cavaco refugiou-se na declaração de rendimentos entregue no Tribunal Constitucional e nos comunicados constantes da página da Presidência. É curto, muito curto. Sabe muito bem que a consulta da declaração de rendimentos não está ali à mão e que os comunicados na internet não são acessíveis a todos os cidadãos. Além de que as comunicações que fez ao país não foram entendidas por ninguém, mormente a das escutas. Por que não aproveitar a oportunidade para, de uma vez por todas, clarificar as coisas em termos entendíveis para o comum dos cidadãos e ficar, de uma vez por todas, livre de suspeições? Não basta dizer que há-de nascer duas vezes alguém mais honesto que ele próprio.

Em resumo: creio que, uma vez mais, nenhum dos candidatos alterou o sentido de voto de ninguém.

PS - E agora, que há mais um candidato reconhecido, vai haver novos debates? Ou este candidato é de 3.ª, faz de conta? Por pouca simpatia que possa ter por ele, não me parece minimamente aceitável que fique de fora. A lei tem que ser igual para todos. Ou não?

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

DEBATES

Como seria de prever, os debates entre os candidatos presidenciais têm sido uma enorme sensaboria, salvo o que opôs Defensor a Cavaco, em que apareceram umas pequemas picardias. Pouco mais será de esperar, mesmo no último, em que Cavaco e Alegre se vão defrontar.
Mas há aqui algo que me espanta e que ninguém explica.
Para além da época pouco propícia para ocorrerem, o "calendário" dos debates foi autorizado, organizado e aprovado pelos interessados antes do termo da entrega das candidaturas e da respectiva validação. No entanto, estão ainda para validação mais três candidaturas que, se vierem a merecer acolhimento, se verão afastadas dos debates, sem possibilidades de se darem a conhecer, bem como às suas "propostas". Salvo se, como se se tratasse de uma Liga de Honra, houver debates entre esses três candidatos e, por votação telefónica de valor acrescentado, "o vencedor" defrontar o "vencedor" da Primeira Liga, que há-de também ser apurado pelo mesmo sistema.
E o PR poderá muito bem ser eleito pelo mesmo processo, poupando-nos a nós a maçada de ir votar e poupando-se ao Tesouro uns milhões de euros em boletins, esferográficas, urnas, energia eléctrica, senhas, etc. E não me digam que não é um processo democrático; ninguém fica excluído de escolher o "melhor" de todos eles.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

PRESUNÇÃO...

Francisco Lopes, candidato a Presidente da República apoiado pelo PCP (e Melancias?), 'acredita que haverá 2.ª volta'. Suponho, assim, que na tal hipotética 2.ª volta lá terei que votar Lopes. Pode contar com o meu voto, camarada Lopes.

domingo, 21 de novembro de 2010

RIGOR E PRESUNÇÃO

Cavaco Silva, re-candidato à presidência da República, andou pelo Porto, tendo visitado em Serralves a exposição "Às Artes, Cidadãos" e almoçado com um grupo de notáveis.
É evidente que o PR não pode ficar aprisionado em Belém durante dois meses, mas este tipo de viagens e visitas não me parece que façam parte do "rigor" e "isenção" sempre apregoados por Cavaco. Presunção e água benta... Se isto não é campanha encapotada, parece. E como se costuma dizer, à mulher de César...

terça-feira, 16 de novembro de 2010

DISSIDENTE

O Conselho Nacional do PSD aprovou, com o voto contra de Jorge Nuno Sá, o apoio do partido à recandidatura de Cavaco.
Há sempre uns dissidentes ou "há sempre alguém que diz não".

domingo, 7 de novembro de 2010

LIDO

(...)"Mas Cavaco ama a dificuldade. Rodeado pelos fieis defuntos da política portuguesa, nada lhe parece impossível".
(...)"De qualquer maneira, ele fica bem, empretigado e sisudo, ao lado dos Jerónimos, lembrando ao povo e aos turistas que Portugal não desapareceu e continua a cozer pacificamente a sua miséria à beira do rio.
E a actividade excursionista, que o levará com certeza a cada aldeia do nosso querido berço não deixará de alegrar os rústicos que não frequentam a Europa e, princilpalmente, de espalhar a esperança e promover o patriotismo indígena.
Fora isso, o dr. Cavaco não serve para nada, excepto para substituir um grupo de políticos por outro grupo de políticos precisamente igual ao primeiro, e às vezes para observar de um palanque a Guarda Republicana em uniforme de gala. O que chega e sobra para os portugueses votarem nele."

(Vasco Pulido Valente, in Público de ontem)