Na cidade de Coahuila, no México, vive um homem com um nome quase impronunciável, que se supõe ser o maior do Mundo e que, em parte, significa "homem puro".
Ora chamem lá o homem, pelo seu nome, que é:
BRHADARANNYARKOPANISHADVIVEKACHUDAMANI Erre Muñoz Castillo.
Consegui? Parabéns.
(Fonte: 20 minutos)
sexta-feira, 31 de julho de 2009
VIDA NOVA PARA O SÁRA OCIDENTAL?

Desapareceu das manchetes o Sára Ocidental e a Frente Polizário, mas ambos "estão lá".
Agora, o rei de Marrocos, Mohamed VI, no seu Discurso do Trono (foto), por ocasião do 10.º aniversário da sua entronização, vem declarar que instaurará a autonomia naquela região, proposta que já havia levado à ONU há anos, mas que não teve seguimento, embora a Espanha e os EUA tivessem visto com bons olhos tal proposta.
Como irão reagir a Argélia e a Frente? E como se concretizará tal autonomia? A seguir...
A CULPA FOI DO BUSH E DO ZÉ MANEL
Tony Blair vai ser chamado a depor perante uma Comissão que investiga desde a preparação à participação do Reino Unido na Guerra do Iraque.
A culpa é do W., do Aznar, do Zé Manel e do vinho do Pico, tomado que foi como de 'tea' se tratasse.
A porta da presidência europeia vai-se fechar para o 'friend' Tony? Oh my God!
A culpa é do W., do Aznar, do Zé Manel e do vinho do Pico, tomado que foi como de 'tea' se tratasse.
A porta da presidência europeia vai-se fechar para o 'friend' Tony? Oh my God!
EFEMÉRIDES
quinta-feira, 30 de julho de 2009
E AGORA DR. LOUÇÃ? JÁ É O SEGUNDO A JUNTAR AO DE AROUCA
BE também tentou 'roubar' PS
Por Helena Pereira
Não foi apenas o PS a tentar ‘pescar’ entre os militantes do BE com o caso Joana Amaral Dias. Maria do Rosário Gama, alegrista e professora que se destacou na contestação à reforma na Educação de Maria de Lurdes Rodrigues, foi assediada pelos bloquistas, justamente em Coimbra, avança a edição de sexta-feira do SOL
Por Helena Pereira
Não foi apenas o PS a tentar ‘pescar’ entre os militantes do BE com o caso Joana Amaral Dias. Maria do Rosário Gama, alegrista e professora que se destacou na contestação à reforma na Educação de Maria de Lurdes Rodrigues, foi assediada pelos bloquistas, justamente em Coimbra, avança a edição de sexta-feira do SOL
COMO ERA DE ESPERAR - 2
O Tribunal Constitucional chumbou o Estatuto dos Açores, que lhe foi submetido, em fiscalização sucessiva, pelo Provedor de Justiça e pelo PSD. Esta do PSD é que não me entra na cabeça, uma vez que votou sempre favoravelmente o Estatuto, mas há coisas que não são para entender.
Esta decisão do TC não me surpreende, já que sempre entendi que o PR tinha razão.
Hoje não estou para surpresas.
Esta decisão do TC não me surpreende, já que sempre entendi que o PR tinha razão.
Hoje não estou para surpresas.
COMO ERA DE ESPERAR
Fátima Felgueiras e seus companheiros de infortúnio foram ilibados dos crimes de que estavam acusados, relacionados com os dinheiros dos futebóis. Por mim, nunca duvidei da inocência dos acusados, pelo que a decisão do tribunal não me surpreende. Espero que a senhora volte a ser candidata à autarquia e que volte a ganhar com a maior maioria de sempre.
A SENHORA NÃO PODE ESTAR BEM. ENTÃO UM PROGRAMA PARA DEPOIS DAS ELEIÇÕES?
Portugal
Ferreira Leite não comenta programa eleitoral socialista
O PSD recusou-se a comentar o programa eleitoral do PS e disse que o programa social-democrata apenas será apresentado quando tudo estiver pronto. Manuela Ferreira Leite recusou ainda pactos para salvar as empresas da actual crise.
O PSD recusou-se, esta quinta-feira, a comentar o programa eleitoral do PS e confirmou que o programa eleitoral social-democrata só deverá ser apresentado em Setembro ou Outubro quando tudo estiver pronto.
Aos jornalistas, a presidente do PSD explicou que na quarta-feira esteve concentrada «na apresentação das linhas políticas que irão com certeza orientar as nossas propostas para o país».
«Não deixo de registar evidentemente que o PS escolheu ontem exactamente o momento para apresentar as suas propostas em relação ao país. Estou concentrada no meu trabalho e é nesse trabalho que vou continuar a preocupar-me», frisou Manuela Ferreira Leite.
A líder social-democrata sublinhou ainda de forma categórica que não fará qualquer proposta «que não seja exequível na prática e portanto não vou fazer anúncios apenas porque soam bem mas que não têm a mínima adesão à realidade».
No final de encontro com a Associação Industrial Portuguesa, a líder do partido disse concordar com o princípio defendido pela AIP de que os partidos têm de se unir para salvar as empresas da crise, mas não quis falar em «pacto».
«Interessa apenas que haja acordos ideológicos e políticos no sentido de se definir exactamente qual a orientação que se deve dar ao país. Todos falamos que é necessário melhorar a competitividade. Precisamos que passe do discurso à prática», explicou.
Para Ferreira Leite, «é necessário que haja orientações muito definidas no sentido de esta questão que é essencial se concretize e para isso devem estar envolvidos os governos, as oposições e as associações empresariais no sentido de isto, na prática, se concretizar».
o ps já tinha anunciado o dia há muito.
O QUE NÃO COMPREENDO SÃO OS DESABAFOS DE FERREIRA LEITE.
ACORDOS IDEOLÓGICOS?
ORIENTAÇÕES DE QUEM?
ESTEVE ATRABALHAR OU A CRITICAR O PS NUM FORUM DO DIÁRIO ECONÓMICO QUE ALTEROU A PÁGINA ON LINE, MAS QUE QUE RESOLVI NÃO PUBLICAR. NÃO DOU MAIS PUBLICIDADE.
Ferreira Leite não comenta programa eleitoral socialista
O PSD recusou-se a comentar o programa eleitoral do PS e disse que o programa social-democrata apenas será apresentado quando tudo estiver pronto. Manuela Ferreira Leite recusou ainda pactos para salvar as empresas da actual crise.
O PSD recusou-se, esta quinta-feira, a comentar o programa eleitoral do PS e confirmou que o programa eleitoral social-democrata só deverá ser apresentado em Setembro ou Outubro quando tudo estiver pronto.
Aos jornalistas, a presidente do PSD explicou que na quarta-feira esteve concentrada «na apresentação das linhas políticas que irão com certeza orientar as nossas propostas para o país».
«Não deixo de registar evidentemente que o PS escolheu ontem exactamente o momento para apresentar as suas propostas em relação ao país. Estou concentrada no meu trabalho e é nesse trabalho que vou continuar a preocupar-me», frisou Manuela Ferreira Leite.
A líder social-democrata sublinhou ainda de forma categórica que não fará qualquer proposta «que não seja exequível na prática e portanto não vou fazer anúncios apenas porque soam bem mas que não têm a mínima adesão à realidade».
No final de encontro com a Associação Industrial Portuguesa, a líder do partido disse concordar com o princípio defendido pela AIP de que os partidos têm de se unir para salvar as empresas da crise, mas não quis falar em «pacto».
«Interessa apenas que haja acordos ideológicos e políticos no sentido de se definir exactamente qual a orientação que se deve dar ao país. Todos falamos que é necessário melhorar a competitividade. Precisamos que passe do discurso à prática», explicou.
Para Ferreira Leite, «é necessário que haja orientações muito definidas no sentido de esta questão que é essencial se concretize e para isso devem estar envolvidos os governos, as oposições e as associações empresariais no sentido de isto, na prática, se concretizar».
o ps já tinha anunciado o dia há muito.
O QUE NÃO COMPREENDO SÃO OS DESABAFOS DE FERREIRA LEITE.
ACORDOS IDEOLÓGICOS?
ORIENTAÇÕES DE QUEM?
ESTEVE ATRABALHAR OU A CRITICAR O PS NUM FORUM DO DIÁRIO ECONÓMICO QUE ALTEROU A PÁGINA ON LINE, MAS QUE QUE RESOLVI NÃO PUBLICAR. NÃO DOU MAIS PUBLICIDADE.
O SENHOR NOGUEIRA FAZ DE NÓS ESTUPIDOS. ANDOU 4 ANOS A FAZER MANIFES E A SERVIR-SE DOS PROFESSORES
Movimentos vão usar acções de rua, 'e-mails' para professores, textos em blogues e uma manifestação, para a qual os sindicatos serão convidados, para 'tirar' o partido do Governo
Os movimentos independentes de professores vão organizar uma campanha para derrotar o PS nas próximas eleições legislativas. Acções de rua, e-mails para professores, textos em blogues e uma manifestação da classe são as formas que os docentes vão utilizar em Setembro, em plena campanha eleitoral, para impedir que o PS volte ao Governo.
O Movimento Mobilização e Unidade dos Professores (MUP), a Associação de Professores e Educadores em Defesa do Ensino (Apede) e o Promova reuniram na terça feira e do encontro saiu um objectivo declarado: "fazer campanha política contra o Partido Socialista". Confrontado com a hipótese de os movimentos serem instrumentalizados pelos partidos da oposição, Ilídio Trindade, do MUP, defendeu que "não se trata de apelar ao voto em nenhum partido político, mas apenas tirar o PS do Governo, para estancar a dinâmica destrutiva na educação".
Para tal, os professores vão utilizar a Internet, através da qual contam fazer chegar a cerca de 90% da classe textos contra o actual executivo. Autor do maior blogue sobre educação em Portugal (A Educação do Meu Umbigo), Paulo Guinote está disponível para alinhar nesta frente, mas sempre de forma independente. "De forma a explicitar em quem não voto e não em quem voto e a dar a minha opinião sobre os programas dos partidos", até porque "concordo com o objectivo da campanha mas não com a forma, com esta estratégia do tudo ou nada que pode levar a um corte completo com um futuro Governo", explicou Guinote.
Mas os professores não se vão limitar ao mundo digital e querem promover acções de rua, a culminar numa grande manifestação, para a qual vão pedir a participação dos sindicatos. No entanto, a avaliar pela reacção do líder da Fenprof, esta última proposta não terá a adesão sindical. "Os sindicatos não fazem campanha contra partidos", respondeu de forma taxativa Mário Nogueira. "Apenas fazemos lutas contra políticas e em defesa dos professores", continuou o dirigente da Fenprof, que ainda assim admitiu "que é bom que não haja uma maioria absoluta de nenhum partido, de forma a favorecer o diálogo".
Para os movimentos, a campanha faz sentido mesmo sem o apoio dos sindicatos, e "em pequeno ou em grande número", os professores vão manifestar-se na mesma. "Isto porque percebemos que grande parte da classe está descontente A título de exemplo, fizemos uma pequena sondagem no site do MUP onde perguntámos que medidas deviam ser feitas para pacificar a classe e as respostas apontavam para a suspensão do modelo de avaliação, o fim da divisão e das quotas na carreira e a reposição da autoridade dos professores, que curiosamente foi a resposta mais dada...", diz Trindade.
o s guinotes e outros que tais sabemos de onde vêm.
AGORA QUEREM BATER E ESCONDER A MÃO. OS SINDICATOS NÃO. SÃO MOVIMENTOS INDEPENDENTES.
SÓ QUEREM TIRAR O PS DO GOVERNO. NAO APELAM AO VOTO. QUE ENGRAÇADOS ESTES INDEPENDENTES. ATÉ APRECE QUE NINGUÉM S CONHECE.
Os movimentos independentes de professores vão organizar uma campanha para derrotar o PS nas próximas eleições legislativas. Acções de rua, e-mails para professores, textos em blogues e uma manifestação da classe são as formas que os docentes vão utilizar em Setembro, em plena campanha eleitoral, para impedir que o PS volte ao Governo.
O Movimento Mobilização e Unidade dos Professores (MUP), a Associação de Professores e Educadores em Defesa do Ensino (Apede) e o Promova reuniram na terça feira e do encontro saiu um objectivo declarado: "fazer campanha política contra o Partido Socialista". Confrontado com a hipótese de os movimentos serem instrumentalizados pelos partidos da oposição, Ilídio Trindade, do MUP, defendeu que "não se trata de apelar ao voto em nenhum partido político, mas apenas tirar o PS do Governo, para estancar a dinâmica destrutiva na educação".
Para tal, os professores vão utilizar a Internet, através da qual contam fazer chegar a cerca de 90% da classe textos contra o actual executivo. Autor do maior blogue sobre educação em Portugal (A Educação do Meu Umbigo), Paulo Guinote está disponível para alinhar nesta frente, mas sempre de forma independente. "De forma a explicitar em quem não voto e não em quem voto e a dar a minha opinião sobre os programas dos partidos", até porque "concordo com o objectivo da campanha mas não com a forma, com esta estratégia do tudo ou nada que pode levar a um corte completo com um futuro Governo", explicou Guinote.
Mas os professores não se vão limitar ao mundo digital e querem promover acções de rua, a culminar numa grande manifestação, para a qual vão pedir a participação dos sindicatos. No entanto, a avaliar pela reacção do líder da Fenprof, esta última proposta não terá a adesão sindical. "Os sindicatos não fazem campanha contra partidos", respondeu de forma taxativa Mário Nogueira. "Apenas fazemos lutas contra políticas e em defesa dos professores", continuou o dirigente da Fenprof, que ainda assim admitiu "que é bom que não haja uma maioria absoluta de nenhum partido, de forma a favorecer o diálogo".
Para os movimentos, a campanha faz sentido mesmo sem o apoio dos sindicatos, e "em pequeno ou em grande número", os professores vão manifestar-se na mesma. "Isto porque percebemos que grande parte da classe está descontente A título de exemplo, fizemos uma pequena sondagem no site do MUP onde perguntámos que medidas deviam ser feitas para pacificar a classe e as respostas apontavam para a suspensão do modelo de avaliação, o fim da divisão e das quotas na carreira e a reposição da autoridade dos professores, que curiosamente foi a resposta mais dada...", diz Trindade.
o s guinotes e outros que tais sabemos de onde vêm.
AGORA QUEREM BATER E ESCONDER A MÃO. OS SINDICATOS NÃO. SÃO MOVIMENTOS INDEPENDENTES.
SÓ QUEREM TIRAR O PS DO GOVERNO. NAO APELAM AO VOTO. QUE ENGRAÇADOS ESTES INDEPENDENTES. ATÉ APRECE QUE NINGUÉM S CONHECE.
JÁ CUMPRIU MAIS QUE A PENA
A PJ capturou um homem de 54 anos, que há 16 se evadiu da cadeia, onde cumpria uma pena de 10 anos (tinha cumprido cerca de 2,5).
Durante este tempo "viveu" em grutas e outros buracos, em total estado de primitivismo.
Por mim, este homem já pagou pelo crime que cometeu (desconheço qual tenha sido). Deixem-no ir para casa, se é que tem casa.
Durante este tempo "viveu" em grutas e outros buracos, em total estado de primitivismo.
Por mim, este homem já pagou pelo crime que cometeu (desconheço qual tenha sido). Deixem-no ir para casa, se é que tem casa.
Conferência no Diario Económico com Manuela Ferreira Leite
O PSD fez pressão sobre o Diário Ecnómico e o texto inicial online foi alterado.
àmanhã publico as duas versões.
àmanhã publico as duas versões.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
QUE FALA A JOANA SE A DEIXAREM

Francisco Louçã versus Joana Amaral Dias
No dia seguinte á divulgação das listas de deputados do PS deu-se a estranha coincidência da denúncia de Louçã de que o PS teria abordado Joana Amaral Dias numa tentativa de a “roubar” ao BE. Desde logo há a estranha coincidência do dia em que Louçã fez o espalhafato assim como também se estranha que Louçã não tenha feito qualquer comentário à presença de Miguel Vale de Almeida nas listas do PS. Isto é, Louçã ficou muito incomodado porque uma militante que foi apagada ter sido convidada enquanto não se incomodou com a perda de uma personalidade com grande notoriedade.
É bom recordar que não é a primeira vez que Joana Amaral Dias poderá ter sido contactada por gente ligada ao PS ou próxima do PS, só assim se compreende que tenha sido mandatária da candidatura presidencial de Mário Soares. Também é bom recordar que muita gente estranhou que o seu nome tenha deixado de fazer parte da liderança do BE. Como se tudo isto não bastasse, foram públicas as críticas ao vídeo lançado pelo BE aquando do seu congresso porque seguindo a moda estalinista tinha feito desaparecer Joana Amaral Dias.
Então, o que preocupa Louçã?
A única pessoa prejudicada pela falsa indignação de Louçã é a própria Joana Amaral Dias. É evidente que onde há fumo deverá haver fogo, Joana Amaral Dias poderá ter tido alguma conversa com o “inimigo” e Louçã soube disso, aproveitando-se desse facto para tirar um coelho da cartola. Não fez a denúncia no momento, esperando pela altura mais adequada, não permitiu que fosse Joana Amaral Dias, fê-lo com grande pompa e circunstância contando com o silêncio da militante do BE, como se esta não estivesse autorizada a falar em público.
A única pessoa prejudicada por este gesto de Louçã é a própria Joana Amaral Dias, para os do Bloco anda a “dormir” com o inimigo, para os do PS é alguém com quem não se pode falar ao almoço, lembrando os famosos magistrados que foram a correr fazer queixinhas ao senhor Palma. Se Joana Amaral Dias ficar no BE ou permanece marginalizada ou leva um lugar de deputada como prémio pelo gesto, se sair do BE será considerada uma traidora, para além de merecer a desconfiança dos que julgavam poder tomar um café com ela.
Esta situação não tem nada de inédito, foi com expedientes destes que muitos militantes comunistas foram condenados ao ostracismo ao longo da história do movimento comunista. Sempre que alguém é suspeito de não viver para a idolatrar o chefe e ganha vida própria é eliminado de forma a deixar de ser útil, não basta corrigir o militante desavindo, é preciso eliminá-lo retirando-lhe a credibilidade.
Desde há muito que o culto da personalidade de Francisco Loução, um líder arrogante, complexado e vaidoso, é promovida no Bloco de Esquerda. É o maior, é um economista reconhecido internacionalmente, mais um pouco e ainda ganha uns prémios da química como os que em tempos eram atribuídos a Elena Ceausescu. Como todos os grandes líderes comunistas ou candidatos a esse estatuto Louçã é idolatrado pelos seus devotos, é promovido a um estatuto intelectual que transformam tudo o que diz em mandamento religioso, que tornam as suas propostas poções mágicas.
Num movimento comunista, mesmo que disfarçado de uma mistura entre o Enver Hodja e os U2, o líder é o líder, é como um eucalipto, à sua volta nada nasce ou poder nascer para lhe fazer sombra. É por isso que todos os militantes do BE que mais captam a simpatia popular vão sendo apagados, retirados da ribalta, ao lado de Louçã só é permitida a presença de cinzentões. Há muito que Joana Amaral Dias tem vindo a desaparecer da primeira fila, no BE só Louçã pode pensar, todos os outros, sejam a Joana Amaral Dias ou o Zé, estão lá para o promover, idolatrar e fazer o que ele manda.
É bom recordar que não é a primeira vez que Joana Amaral Dias poderá ter sido contactada por gente ligada ao PS ou próxima do PS, só assim se compreende que tenha sido mandatária da candidatura presidencial de Mário Soares. Também é bom recordar que muita gente estranhou que o seu nome tenha deixado de fazer parte da liderança do BE. Como se tudo isto não bastasse, foram públicas as críticas ao vídeo lançado pelo BE aquando do seu congresso porque seguindo a moda estalinista tinha feito desaparecer Joana Amaral Dias.
Então, o que preocupa Louçã?
A única pessoa prejudicada pela falsa indignação de Louçã é a própria Joana Amaral Dias. É evidente que onde há fumo deverá haver fogo, Joana Amaral Dias poderá ter tido alguma conversa com o “inimigo” e Louçã soube disso, aproveitando-se desse facto para tirar um coelho da cartola. Não fez a denúncia no momento, esperando pela altura mais adequada, não permitiu que fosse Joana Amaral Dias, fê-lo com grande pompa e circunstância contando com o silêncio da militante do BE, como se esta não estivesse autorizada a falar em público.
A única pessoa prejudicada por este gesto de Louçã é a própria Joana Amaral Dias, para os do Bloco anda a “dormir” com o inimigo, para os do PS é alguém com quem não se pode falar ao almoço, lembrando os famosos magistrados que foram a correr fazer queixinhas ao senhor Palma. Se Joana Amaral Dias ficar no BE ou permanece marginalizada ou leva um lugar de deputada como prémio pelo gesto, se sair do BE será considerada uma traidora, para além de merecer a desconfiança dos que julgavam poder tomar um café com ela.
Esta situação não tem nada de inédito, foi com expedientes destes que muitos militantes comunistas foram condenados ao ostracismo ao longo da história do movimento comunista. Sempre que alguém é suspeito de não viver para a idolatrar o chefe e ganha vida própria é eliminado de forma a deixar de ser útil, não basta corrigir o militante desavindo, é preciso eliminá-lo retirando-lhe a credibilidade.
Desde há muito que o culto da personalidade de Francisco Loução, um líder arrogante, complexado e vaidoso, é promovida no Bloco de Esquerda. É o maior, é um economista reconhecido internacionalmente, mais um pouco e ainda ganha uns prémios da química como os que em tempos eram atribuídos a Elena Ceausescu. Como todos os grandes líderes comunistas ou candidatos a esse estatuto Louçã é idolatrado pelos seus devotos, é promovido a um estatuto intelectual que transformam tudo o que diz em mandamento religioso, que tornam as suas propostas poções mágicas.
Num movimento comunista, mesmo que disfarçado de uma mistura entre o Enver Hodja e os U2, o líder é o líder, é como um eucalipto, à sua volta nada nasce ou poder nascer para lhe fazer sombra. É por isso que todos os militantes do BE que mais captam a simpatia popular vão sendo apagados, retirados da ribalta, ao lado de Louçã só é permitida a presença de cinzentões. Há muito que Joana Amaral Dias tem vindo a desaparecer da primeira fila, no BE só Louçã pode pensar, todos os outros, sejam a Joana Amaral Dias ou o Zé, estão lá para o promover, idolatrar e fazer o que ele manda.
O PROGRAMA DE GOVERNO JÁ PODE SER CONSULTADO NA NET EM
www.socrates2009.pt
São 120 páginas de boa leitura.
Está lá tudo para entrarmos no século XXI
Um Programa de Centro Esquerda, Moderno e de Boas Reformas.
www.socrates2009.pt
São 120 páginas de boa leitura.
Está lá tudo para entrarmos no século XXI
Um Programa de Centro Esquerda, Moderno e de Boas Reformas.
JORNALISMO DE SARJETA OU DETURPAÇÃO JORNALISTICA OU AINDA TENDÊMCIA BLOQUIATA DE JORNALISTA
PS
Paulo Campos nega ter convidado Joana Amaral Dias para deputada ou cargo de Estado
O secretário de Estado das Obras Públicas, Paulo Campos, desmentiu hoje, «categoricamente», ter sido o autor de um convite à ex-dirigente do Bloco de Esquerda Joana Amaral Dias para integrar as listas de deputados do PS
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Enviar por mail
Segundo a edição electrónica do JN, foi Paulo Campos quem tentou convencer Joana Amaral Dias a integrar a lista de candidatos do PS às próximas legislativas.
«Amigo de Joana Amaral Dias há vários anos, Paulo Campos foi convidado pelo presidente da Federação Distrital de Coimbra do PS, Vítor Baptista, a ocupar o terceiro lugar na lista socialista deste distrito. Mas decidiu recusar esse convite e telefonou a Joana Amaral Dias para saber se ela estaria interessada no lugar», refere ainda o JN.
Em declarações à agência Lusa, desmentiu que tenham alguma vez convidado Joana Amaral Dias para candidata a deputada, ou para assumir um cargo de Estado.
«Desminto que nos meus contactos pessoais e privados que mantenho com a drª Joana Amaral Dias tenha feito um convite para assumir o lugar de candidata a deputada. Desminto também, de forma categórica, que nesses contactos tenha oferecido ou proposto qualquer lugar no Governo ou em qualquer outra função no Estado», declarou Paulo Campos, em reacção às notícias que o dão como autor do convite à ex-dirigente do Bloco de Esquerda.
Paulo Campos frisou ainda que não deu conhecimento destes «contactos pessoais» com Joana Amaral Dias «à direcção do PS, ao secretário-geral, José Sócrates, ou à Federação Distrital de Coimbra do PS».
«Nem estava mandatado por eles para formalizar qualquer convite», acrescentou
LI NA NET NO JN E NÃO GOSTEI QUE O JORNALISTA TENHA PUBLICADO COMO EXCLUSIVO, QUANDO ME PARECE QUE A NOTICIA É DA VISÃO.
E UM CASO DESTES PUBLICA-SE SEM OUVIR O ACUSADO?
Paulo Campos nega ter convidado Joana Amaral Dias para deputada ou cargo de Estado
O secretário de Estado das Obras Públicas, Paulo Campos, desmentiu hoje, «categoricamente», ter sido o autor de um convite à ex-dirigente do Bloco de Esquerda Joana Amaral Dias para integrar as listas de deputados do PS
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Segundo a edição electrónica do JN, foi Paulo Campos quem tentou convencer Joana Amaral Dias a integrar a lista de candidatos do PS às próximas legislativas.
«Amigo de Joana Amaral Dias há vários anos, Paulo Campos foi convidado pelo presidente da Federação Distrital de Coimbra do PS, Vítor Baptista, a ocupar o terceiro lugar na lista socialista deste distrito. Mas decidiu recusar esse convite e telefonou a Joana Amaral Dias para saber se ela estaria interessada no lugar», refere ainda o JN.
Em declarações à agência Lusa, desmentiu que tenham alguma vez convidado Joana Amaral Dias para candidata a deputada, ou para assumir um cargo de Estado.
«Desminto que nos meus contactos pessoais e privados que mantenho com a drª Joana Amaral Dias tenha feito um convite para assumir o lugar de candidata a deputada. Desminto também, de forma categórica, que nesses contactos tenha oferecido ou proposto qualquer lugar no Governo ou em qualquer outra função no Estado», declarou Paulo Campos, em reacção às notícias que o dão como autor do convite à ex-dirigente do Bloco de Esquerda.
Paulo Campos frisou ainda que não deu conhecimento destes «contactos pessoais» com Joana Amaral Dias «à direcção do PS, ao secretário-geral, José Sócrates, ou à Federação Distrital de Coimbra do PS».
«Nem estava mandatado por eles para formalizar qualquer convite», acrescentou
LI NA NET NO JN E NÃO GOSTEI QUE O JORNALISTA TENHA PUBLICADO COMO EXCLUSIVO, QUANDO ME PARECE QUE A NOTICIA É DA VISÃO.
E UM CASO DESTES PUBLICA-SE SEM OUVIR O ACUSADO?
terça-feira, 28 de julho de 2009
LIDER DO PND EXIGE EXPLICAÇÕES AO PSD NACIONAL
PND exige posição a líder PSD sobre tiros contra dirigívelO Partido da Nova Democracia (PND) entregou hoje uma carta na sede social-democrata exigindo uma posição pública da presidente do PSD sobre o abate a tiro de um dirigível do PND na Madeira.
À saída da sede nacional social-democrata, em Lisboa, a presidente do PND, Maria Augusta Montes Gomes, queixou-se de ter sido mal recebida pelo PSD e observou: «De facto, parece que a doença da Madeira do senhor Alberto Jardim chegou aqui também à sede nacional do PSD, coisa que não esperávamos».
O PND quer que a presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, «se pronuncie publicamente» e diga se «acha bem que se vá para uma festa de espingarda às costas dar tiros a militantes de outros partidos, se está de acordo com isso, se lhe parece bem, se não tem nada a dizer sobre este assunto, se não tem uma palavra a dizer sobre este tipo de atitude», declarou Maria Augusta Gomes
À saída da sede nacional social-democrata, em Lisboa, a presidente do PND, Maria Augusta Montes Gomes, queixou-se de ter sido mal recebida pelo PSD e observou: «De facto, parece que a doença da Madeira do senhor Alberto Jardim chegou aqui também à sede nacional do PSD, coisa que não esperávamos».
O PND quer que a presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, «se pronuncie publicamente» e diga se «acha bem que se vá para uma festa de espingarda às costas dar tiros a militantes de outros partidos, se está de acordo com isso, se lhe parece bem, se não tem nada a dizer sobre este assunto, se não tem uma palavra a dizer sobre este tipo de atitude», declarou Maria Augusta Gomes
JÁ HÁ REACÇÕES AO ESTUDO
O PS considera que o estudo divulgado, esta terça-feira, sobre as despesas do Estado vem confirmar que com os socialistas os Governos têm sido mais poupados. Já o PSD, elogia a objectividade do estudo, considerando que merece uma «profunda reflexão».
Um estudo que merece uma atenção e reflexão profunda e que está acima das quezílias partidárias», é deste modo que o deputado social-democrata, Patinha Antão, comenta o estudo publicado, esta terça-feira, pelo no jornal i, da autoria de um professor da universidade de Columbia, e que tenta saber quais foram os governos mais gastadores.
Já o porta-voz do PS, João Tiago Silveira, considera que este estudo vem dar razão aos socialistas quando defendem que foram mais bem sucedidos no controlo do défice.
«Com o PSD e com Manuela Ferreira Leite o crescimento do Estado foi maior e os números não mentem, pelo contrário o que diz este estudo é que quando o PS esteve no Governo aí sim o crescimento foi inferior porque os portugueses fizeram sacrifícios e o resultado foi que conseguimos reduzir o défice», justificou o socialista.
«E foi isto que permitiu agora, em termos de crise mundial, ajudar as pessoas e as pequenas e médias empresas», acrescentou.
O PSD mais despesista do que o PS revela este estudo do professor Ricardo Reis, que mostra ainda que os Governos de Durão Barroso e de Pedro Santana Lopes foram os que mais contribuiram para o aumento da despesa do Estado.
Patinha Antão, que integra a comissão parlamentar de Finanças não quis fazer uma análise politica, mas elogiou a objectividade do estudo considerando que mostra que este é um problema que se tem vindo a arrastar ao longo de décadas.
«Todos os portugueses hoje percebem que no futuro todos temos que fazer sacríficos, mas com a percepção clara de que as soluções políticas, de Governo têm uma eficiência bem maior do que a que têm tido até agora», destacou Patinha Antão.
Ainda segundo o estudo, as maiorias são menos despesistas do que as minorias o porta-voz do PS insiste, por isso, na necessidade de renovar a maioria socialista.
«Este é um ensaio independente que o que vem dizer é que tem de existir estabilidade, que é aquilo que nós dizemos aos portugueses. É muito importante que o PS tenha uma maioria clara para poder governar com estabilidade, o que é muito importante para conseguirmos lidar com esta crise mundial», concluiu João Tiago Silveira.
Patinha Antão considerou que a chave para este problema das despesas do Estado pode ser resolvido com uma colaboração da sociedade civil.
«Só quando as novas elites fizerem ouvir a sua voz, exigindo por parte dos responsáveis políticos atitudes de mais qualidade, é que as coisas melhoram de uma maneira significativa», sublinhou o social-democrata.
o pcp - não regiu porque anda preocupado com a manife dos agricultores
o be - anda a procurar saida para o facto politico criado por Louça da Joana que não fala
o pp - anda pelas feiras e não quer falar
Um estudo que merece uma atenção e reflexão profunda e que está acima das quezílias partidárias», é deste modo que o deputado social-democrata, Patinha Antão, comenta o estudo publicado, esta terça-feira, pelo no jornal i, da autoria de um professor da universidade de Columbia, e que tenta saber quais foram os governos mais gastadores.
Já o porta-voz do PS, João Tiago Silveira, considera que este estudo vem dar razão aos socialistas quando defendem que foram mais bem sucedidos no controlo do défice.
«Com o PSD e com Manuela Ferreira Leite o crescimento do Estado foi maior e os números não mentem, pelo contrário o que diz este estudo é que quando o PS esteve no Governo aí sim o crescimento foi inferior porque os portugueses fizeram sacrifícios e o resultado foi que conseguimos reduzir o défice», justificou o socialista.
«E foi isto que permitiu agora, em termos de crise mundial, ajudar as pessoas e as pequenas e médias empresas», acrescentou.
O PSD mais despesista do que o PS revela este estudo do professor Ricardo Reis, que mostra ainda que os Governos de Durão Barroso e de Pedro Santana Lopes foram os que mais contribuiram para o aumento da despesa do Estado.
Patinha Antão, que integra a comissão parlamentar de Finanças não quis fazer uma análise politica, mas elogiou a objectividade do estudo considerando que mostra que este é um problema que se tem vindo a arrastar ao longo de décadas.
«Todos os portugueses hoje percebem que no futuro todos temos que fazer sacríficos, mas com a percepção clara de que as soluções políticas, de Governo têm uma eficiência bem maior do que a que têm tido até agora», destacou Patinha Antão.
Ainda segundo o estudo, as maiorias são menos despesistas do que as minorias o porta-voz do PS insiste, por isso, na necessidade de renovar a maioria socialista.
«Este é um ensaio independente que o que vem dizer é que tem de existir estabilidade, que é aquilo que nós dizemos aos portugueses. É muito importante que o PS tenha uma maioria clara para poder governar com estabilidade, o que é muito importante para conseguirmos lidar com esta crise mundial», concluiu João Tiago Silveira.
Patinha Antão considerou que a chave para este problema das despesas do Estado pode ser resolvido com uma colaboração da sociedade civil.
«Só quando as novas elites fizerem ouvir a sua voz, exigindo por parte dos responsáveis políticos atitudes de mais qualidade, é que as coisas melhoram de uma maneira significativa», sublinhou o social-democrata.
o pcp - não regiu porque anda preocupado com a manife dos agricultores
o be - anda a procurar saida para o facto politico criado por Louça da Joana que não fala
o pp - anda pelas feiras e não quer falar
CAIU O MITO CAVACO. PASSADOS 24 ANOS ALGUÉM TEVE A CORAGEM DE FAZER O BALANÇO DE 24 ANOS DE GOVERNO. 13 DO PPD E 11 DO PS
Descubra qual foi o governo que mais gastou nos últimos 24 anos
Publicado em 28 de Julho de 2009 "i"
.
Cavaco Silva referiu-se, no ano 2000, às despesas do Estado como um monstro incontornável. Quando o PSD está no poder o monstro cresce mais, em média, do que quando o PS está no governo. Quando o PS e o PSD tiveram maioria absoluta, o monstro cresceu menos
Um artigo no ano 2000, Cavaco Silva referiu-se às despesas do Estado como um monstro incontrolável. Parte desta caracterização devia-se à percepção de que há muito desperdício no Estado, e outra parte ao aumento contínuo na despesa pública desde que Portugal entrou na CEE em 1986. O Estado consome hoje mais de 8700 milhões de euros, mais do dobro em termos reais do que há 23 anos. O número acima refere-se ao consumo público. Num ano, os recursos disponíveis num país são iguais ao que produzimos mais o que importamos menos o que exportamos, e podem ser usados para consumir ou para investir. Uma medida do tamanho do monstro é a parte do consumo feito pelo Estado. Não inclui o investimento público nem as transferências; quando o Estado tira a uns para dar a outros, em impostos, subsídios, e assistências variadas, não gasta recursos, limita-se a redistribuí-los. Esta medida está bem abaixo das despesas totais do Estado, porque mede só os recursos que são devorados pelo monstro. Na figura 1 pode ver o rácio da despesa pública em consumo com o PIB. Também em relação ao tamanho da economia, a despesa tem aumentado continuamente, de 14-15% para 21-22% hoje em dia. Na figura está o mesmo rácio para a zona euro. Se o crescimento inicial do Estado levou a convergência em relação à Europa, desde meados de 2004 que Portugal tem um Estado maior do que a média. O que explica este crescimento? Uma variável importante é o estado da economia. Nas recessões como a actual, é de esperar que o Estado gaste mais para tentar estimular a economia. Outra variável é o défice. Seria bom se quando o défice das contas públicas cresce, os nossos governantes o corrigissem em parte cortando nas despesas. Uma análise estatística mostra que estes factores estão ambos presentes em Portugal: quando o PIB desce 1% acima do normal, o rácio da despesa com o PIB aumenta 0,4%, e quando o défice é 1% mais alto em média num ano, a despesa cai 0,07% no trimestre seguinte e só um pouco mais nos trimestres seguintes. Embora os défices levem a alguma contenção, repare quão modesta é a estimativa. Para equilibrar um défice de 1% do PIB, os impostos têm de aumentar quase 0,9%. Ou seja, em Portugal, quando a despesa sobe e surge um défice, em média isso leva nos anos seguintes a um aumento dos impostos que cobrem quase a totalidade do aumento inicial. O Estado vai aumentando no tempo, e a carga fiscal seguindo--se-lhe. Assim vamos, de défice em défice, de aumento em aumento na despesa. Além da economia, a ideologia conta muito para a despesa do Estado. Este é um dos temas políticos mais ferozmente debatidos entre quem prefere um Estado mais ou menos intervencionista na economia e na sociedade. Sendo o PSD o partido à direita, esperaríamos que o crescimento do Estado fosse mais moderado quando está no poder. Mas os dados revelam uma realidade surpreendente. Quando o PSD está no poder, o monstro cresce em média 0,35% por ano, enquanto quando é o PS no poder a despesa cresce apenas 0,25% por ano. Se olharmos só para o efeito do partido no poder na despesa pública para além do efeito das variáveis económicas, então o contributo do PSD para o monstro é ainda maior, o dobro do que o do PS. Olhando para os quatro governos individualmente, o maior aumento na despesa veio durante os governos de Durão Barroso e Santana Lopes: 0,48% por ano. Segue--se-lhe o governo de Cavaco Silva com 0,32%, António Guterres com 0,31%, e por fim José Sócrates com um aumento de apenas 0,14%. Se excluirmos o enorme aumento na despesa no primeiro trimestre de 2009 associado à crise, o governo de José Sócrates e dos ministros Campos e Cunha e Teixeira dos Santos teria a rara distinção de ser o único governo que reduziu o tamanho do monstro, de 21,5% do PIB quando tomou posse para 21% no final de 2008. É importante realçar que destas simples médias não se devem tirar conclusões demasiado fortes. Mas elas fornecem pistas que põem em dúvida algumas explicações. Por exemplo, pode argumentar-se que o crescimento do monstro durante o governo de Cavaco e Silva se deveu apenas à convergência em relação à Europa. No entanto, como o gráfico mostra (e a análise estatística confirma), a despesa convergiu a um ritmo muito mais acelerado com Cavaco do que com Guterres. Tal como Miguel Cadilhe escreveu há uns anos, o monstrinho transformou-se num grande monstro no início da década de 90. Outra história que não convence diz que a despesa subiu com o PSD entre 2002 e 2005 por causa dos compromissos assumidos por Guterres. Só que o aumento aconteceu sobretudo na parte final do mandato, com Santana Lopes e Bagão Félix. No início, logo a seguir a Guterres e com Durão Barroso e Ferreira Leite, a despesa crescia a um ritmo semelhante ao verificado nos tempos de Cavaco Silva. Um facto final é que quando o PSD ou o PS tiveram uma maioria absoluta, o monstro cresceu menos. Este é também um dos achados mais robustos em análises internacionais neste tópico. Uma explicação plausível diz que os governos minoritários têm de ceder a mais interesses na busca de acordos no Parlamento e isto implica abrir os cordões à bolsa. Outra explicação nota que os governos minoritários têm menos poder em relação à administração pública, e que os funcionários querem naturalmente ter mais tarefas e poder. De acordo com as sondagens e previsões, o próximo governo em Portugal será de minoria, e poderá vir a incluir os partidos à esquerda do PS que defendem um Estado bem maior. Suspeito por isso que o sucesso deste governo no controlo do monstro se vá perder rapidamente.
os mais gastadores: durão/santana/ferreira leite e cavaco silva. Depois Guterres e por fim Sócrates/Teixeira dos Santos.
EM 24 ANOS O PSD GOVERNOU 13 E O PS 11.
Vale a pena ler no semanário "i" os gráficos e os artigos.
ALGUÉM IRÁ PEDIR DESCULPA DOS ATAQUES QUE FIZERAM.
Publicado em 28 de Julho de 2009 "i"
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Cavaco Silva referiu-se, no ano 2000, às despesas do Estado como um monstro incontornável. Quando o PSD está no poder o monstro cresce mais, em média, do que quando o PS está no governo. Quando o PS e o PSD tiveram maioria absoluta, o monstro cresceu menos
Um artigo no ano 2000, Cavaco Silva referiu-se às despesas do Estado como um monstro incontrolável. Parte desta caracterização devia-se à percepção de que há muito desperdício no Estado, e outra parte ao aumento contínuo na despesa pública desde que Portugal entrou na CEE em 1986. O Estado consome hoje mais de 8700 milhões de euros, mais do dobro em termos reais do que há 23 anos. O número acima refere-se ao consumo público. Num ano, os recursos disponíveis num país são iguais ao que produzimos mais o que importamos menos o que exportamos, e podem ser usados para consumir ou para investir. Uma medida do tamanho do monstro é a parte do consumo feito pelo Estado. Não inclui o investimento público nem as transferências; quando o Estado tira a uns para dar a outros, em impostos, subsídios, e assistências variadas, não gasta recursos, limita-se a redistribuí-los. Esta medida está bem abaixo das despesas totais do Estado, porque mede só os recursos que são devorados pelo monstro. Na figura 1 pode ver o rácio da despesa pública em consumo com o PIB. Também em relação ao tamanho da economia, a despesa tem aumentado continuamente, de 14-15% para 21-22% hoje em dia. Na figura está o mesmo rácio para a zona euro. Se o crescimento inicial do Estado levou a convergência em relação à Europa, desde meados de 2004 que Portugal tem um Estado maior do que a média. O que explica este crescimento? Uma variável importante é o estado da economia. Nas recessões como a actual, é de esperar que o Estado gaste mais para tentar estimular a economia. Outra variável é o défice. Seria bom se quando o défice das contas públicas cresce, os nossos governantes o corrigissem em parte cortando nas despesas. Uma análise estatística mostra que estes factores estão ambos presentes em Portugal: quando o PIB desce 1% acima do normal, o rácio da despesa com o PIB aumenta 0,4%, e quando o défice é 1% mais alto em média num ano, a despesa cai 0,07% no trimestre seguinte e só um pouco mais nos trimestres seguintes. Embora os défices levem a alguma contenção, repare quão modesta é a estimativa. Para equilibrar um défice de 1% do PIB, os impostos têm de aumentar quase 0,9%. Ou seja, em Portugal, quando a despesa sobe e surge um défice, em média isso leva nos anos seguintes a um aumento dos impostos que cobrem quase a totalidade do aumento inicial. O Estado vai aumentando no tempo, e a carga fiscal seguindo--se-lhe. Assim vamos, de défice em défice, de aumento em aumento na despesa. Além da economia, a ideologia conta muito para a despesa do Estado. Este é um dos temas políticos mais ferozmente debatidos entre quem prefere um Estado mais ou menos intervencionista na economia e na sociedade. Sendo o PSD o partido à direita, esperaríamos que o crescimento do Estado fosse mais moderado quando está no poder. Mas os dados revelam uma realidade surpreendente. Quando o PSD está no poder, o monstro cresce em média 0,35% por ano, enquanto quando é o PS no poder a despesa cresce apenas 0,25% por ano. Se olharmos só para o efeito do partido no poder na despesa pública para além do efeito das variáveis económicas, então o contributo do PSD para o monstro é ainda maior, o dobro do que o do PS. Olhando para os quatro governos individualmente, o maior aumento na despesa veio durante os governos de Durão Barroso e Santana Lopes: 0,48% por ano. Segue--se-lhe o governo de Cavaco Silva com 0,32%, António Guterres com 0,31%, e por fim José Sócrates com um aumento de apenas 0,14%. Se excluirmos o enorme aumento na despesa no primeiro trimestre de 2009 associado à crise, o governo de José Sócrates e dos ministros Campos e Cunha e Teixeira dos Santos teria a rara distinção de ser o único governo que reduziu o tamanho do monstro, de 21,5% do PIB quando tomou posse para 21% no final de 2008. É importante realçar que destas simples médias não se devem tirar conclusões demasiado fortes. Mas elas fornecem pistas que põem em dúvida algumas explicações. Por exemplo, pode argumentar-se que o crescimento do monstro durante o governo de Cavaco e Silva se deveu apenas à convergência em relação à Europa. No entanto, como o gráfico mostra (e a análise estatística confirma), a despesa convergiu a um ritmo muito mais acelerado com Cavaco do que com Guterres. Tal como Miguel Cadilhe escreveu há uns anos, o monstrinho transformou-se num grande monstro no início da década de 90. Outra história que não convence diz que a despesa subiu com o PSD entre 2002 e 2005 por causa dos compromissos assumidos por Guterres. Só que o aumento aconteceu sobretudo na parte final do mandato, com Santana Lopes e Bagão Félix. No início, logo a seguir a Guterres e com Durão Barroso e Ferreira Leite, a despesa crescia a um ritmo semelhante ao verificado nos tempos de Cavaco Silva. Um facto final é que quando o PSD ou o PS tiveram uma maioria absoluta, o monstro cresceu menos. Este é também um dos achados mais robustos em análises internacionais neste tópico. Uma explicação plausível diz que os governos minoritários têm de ceder a mais interesses na busca de acordos no Parlamento e isto implica abrir os cordões à bolsa. Outra explicação nota que os governos minoritários têm menos poder em relação à administração pública, e que os funcionários querem naturalmente ter mais tarefas e poder. De acordo com as sondagens e previsões, o próximo governo em Portugal será de minoria, e poderá vir a incluir os partidos à esquerda do PS que defendem um Estado bem maior. Suspeito por isso que o sucesso deste governo no controlo do monstro se vá perder rapidamente.
os mais gastadores: durão/santana/ferreira leite e cavaco silva. Depois Guterres e por fim Sócrates/Teixeira dos Santos.
EM 24 ANOS O PSD GOVERNOU 13 E O PS 11.
Vale a pena ler no semanário "i" os gráficos e os artigos.
ALGUÉM IRÁ PEDIR DESCULPA DOS ATAQUES QUE FIZERAM.
segunda-feira, 27 de julho de 2009
A FENPROF NÃO QUER NEGOCIAÇÃO. QUER AGITAÇÃO EM ANO DE ELEIÇÕES
"Para nós foi uma não revisão do Estatuto da Carreira Docente, em que nada daquilo que pretendíamos foi acatado pelo Ministério da Educação, tudo nos foi imposto. Não houve da parte do Ministério da Educação qualquer aproximação às nossas propostas", anunciava no final do encontro a dirigente sindical, Anabela Sotaia, depois das partes não terem chegado a acordo.
Face à posição deste Governo, em particular do Ministério da Educação, a sindicalista anunciou desde já a apresentação de uma carta reivindicativa dos professores e educadores a todos os partidos políticos logo no dia 1 de Setembro.
Para a sindicalista o início do ano lectivo "poderá ser conturbado" e mais ainda quando os professores souberem os resultados das colocações, que deverá acontecer no final de Agosto, isto porque são poucos os professores contratados que irão ter colocação no final de Agosto e porque, segundo Anabela Sotaia, "há ainda milhares de professores, nomeadamente dos quadros de zona pedagógica, que não obtiveram no início de Julho lugar de quadro ou de escola de agrupamento".
Ministério lamenta posição da FenprofDo lado oposto o Ministério da Educação lamenta a posição "absolutamente lamentável" que apresentou durante o decorrer das negociações com Jorge Pedreira, secretário de Estado Adjunto e da Educação, a referir que a atitude assumida pela Fenprof "demonstra a posição que tem vindo a tomar e que nada tem a ver com a defesa dos interesses dos docentes, mas tem a ver com questões de ordem política".
Para Jorge Pedreira a Fenprof deixou claro que preferia que o Governo não aprovasse as alterações ao Estatuto da Carreira Docente, alterações que a tutela entende que vão beneficiar todos os professores.
"Encurtar a carreira em cinco anos, permitir melhores condições de progressão para os professores que não consigam chegar a professor titular e um novo escalão de topo para que aqueles que estão neste momento no topo da carreira possam progredir. É isto que a Fenprof disse hoje que preferia que o Governo não aprovasse", explicou Jorge Pedreira aos jornalistas.
Os encontros com os representantes dos professores vão prosseguir estando para amanhã marcada uma reunião no Ministério da Educação com a Federação Nacional dos Sindicatos de Professores (FNE).
Para já e para que não restem dúvidas, Jorge Pedreira deixou bem claro que o Estatuto da Carreira Docente avançará para aprovação em Conselho de Ministros mesmo que não haja um acordo com os sindicatos.
Face à posição deste Governo, em particular do Ministério da Educação, a sindicalista anunciou desde já a apresentação de uma carta reivindicativa dos professores e educadores a todos os partidos políticos logo no dia 1 de Setembro.
Para a sindicalista o início do ano lectivo "poderá ser conturbado" e mais ainda quando os professores souberem os resultados das colocações, que deverá acontecer no final de Agosto, isto porque são poucos os professores contratados que irão ter colocação no final de Agosto e porque, segundo Anabela Sotaia, "há ainda milhares de professores, nomeadamente dos quadros de zona pedagógica, que não obtiveram no início de Julho lugar de quadro ou de escola de agrupamento".
Ministério lamenta posição da FenprofDo lado oposto o Ministério da Educação lamenta a posição "absolutamente lamentável" que apresentou durante o decorrer das negociações com Jorge Pedreira, secretário de Estado Adjunto e da Educação, a referir que a atitude assumida pela Fenprof "demonstra a posição que tem vindo a tomar e que nada tem a ver com a defesa dos interesses dos docentes, mas tem a ver com questões de ordem política".
Para Jorge Pedreira a Fenprof deixou claro que preferia que o Governo não aprovasse as alterações ao Estatuto da Carreira Docente, alterações que a tutela entende que vão beneficiar todos os professores.
"Encurtar a carreira em cinco anos, permitir melhores condições de progressão para os professores que não consigam chegar a professor titular e um novo escalão de topo para que aqueles que estão neste momento no topo da carreira possam progredir. É isto que a Fenprof disse hoje que preferia que o Governo não aprovasse", explicou Jorge Pedreira aos jornalistas.
Os encontros com os representantes dos professores vão prosseguir estando para amanhã marcada uma reunião no Ministério da Educação com a Federação Nacional dos Sindicatos de Professores (FNE).
Para já e para que não restem dúvidas, Jorge Pedreira deixou bem claro que o Estatuto da Carreira Docente avançará para aprovação em Conselho de Ministros mesmo que não haja um acordo com os sindicatos.
LOUÇÃ QUIZ TAPAR SOL COM A PANEIRA E ESCONDER OS PROBLEMAS DAS LISTAS DE DEPUTADOS.
BE
Daniel Oliveira excluído das listas do Bloco de Esquerda
por E.C.Hoje
O líder do BE referiu ao DN que as listas de Lisboa foram votadas por consenso. Já Daniel Oliveira diz que "não confirma, não desmente e não comenta"
Confrontado com informações que dão conta da sua exclusão das listas do Bloco de Esquerda pelo círculo de Lisboa às próximas legislativas de 27 de Setembro Daniel Oliveira, lacónico, limita-se a dizer que "não confirma, não desmente e não comenta".
Já Francisco Louçã, líder do BE, adianta apenas que "não comenta boatos" e lembra que as listas para Lisboa foram votadas por consenso, existindo uma perfeita sintonia de posições entre ele, Luís Fazenda, o líder parlamentar e candidato à Câmara de Lisboa e Miguel Portas, eurodeputado.
Ex-assessor de imprensa do BE no Parlamento, Daniel Oliveira é actualmente colunista no jornal Expresso e um dos participantes do programa da SIC O Eixo do Mal".
Participa igualmente no blogue Arrastão - onde escreve igualmente Pedro Sales, actual assessor de Imprensa do BE - que nos informa estar este estar a seguir um percurso de três semanas de férias que sucessivamente o levam a Beirute, Byblos e Baalbek (Líbano) e em Jerusalém e Telavive (Israel).
Jornalista de profissão, Daniel Oliveira integrou o PCP de onde saiu tal como o eurodeputado Miguel Portas ou João Semedo.
Em Janeiro deste ano, num texto escrito para a edição portuguesa do Le Monde Diplomatique Daniel Oliveira admitia que "uma das angústias da esquerda, depois de tantos anos de recuo político, é a ausência de um programa congregador para a conquista do poder. Antes de convergirem, têm as esquerdas de construir um programa comum? Não. A esquerda só saberá o que fazer se acreditar que o fará. A construção de um programa comum não é a condição para convergências para a conquista do poder de Estado. O programa nasce, sempre nasceu, da necessidade. As soluções são sempre uma resposta a problemas. O programa comum será, assim, uma consequência".
Refira-se que o seu irmão José Guilherme Gusmão, um economista de 33 anos e membro da Comissão Política do BE, vai ser o cabeça-de-lista pelo distrito de Santarém.
o caso joana é uma invenção de louçã para fins eleitoralistas.
Daniel Oliveira excluído das listas do Bloco de Esquerda
por E.C.Hoje
O líder do BE referiu ao DN que as listas de Lisboa foram votadas por consenso. Já Daniel Oliveira diz que "não confirma, não desmente e não comenta"
Confrontado com informações que dão conta da sua exclusão das listas do Bloco de Esquerda pelo círculo de Lisboa às próximas legislativas de 27 de Setembro Daniel Oliveira, lacónico, limita-se a dizer que "não confirma, não desmente e não comenta".
Já Francisco Louçã, líder do BE, adianta apenas que "não comenta boatos" e lembra que as listas para Lisboa foram votadas por consenso, existindo uma perfeita sintonia de posições entre ele, Luís Fazenda, o líder parlamentar e candidato à Câmara de Lisboa e Miguel Portas, eurodeputado.
Ex-assessor de imprensa do BE no Parlamento, Daniel Oliveira é actualmente colunista no jornal Expresso e um dos participantes do programa da SIC O Eixo do Mal".
Participa igualmente no blogue Arrastão - onde escreve igualmente Pedro Sales, actual assessor de Imprensa do BE - que nos informa estar este estar a seguir um percurso de três semanas de férias que sucessivamente o levam a Beirute, Byblos e Baalbek (Líbano) e em Jerusalém e Telavive (Israel).
Jornalista de profissão, Daniel Oliveira integrou o PCP de onde saiu tal como o eurodeputado Miguel Portas ou João Semedo.
Em Janeiro deste ano, num texto escrito para a edição portuguesa do Le Monde Diplomatique Daniel Oliveira admitia que "uma das angústias da esquerda, depois de tantos anos de recuo político, é a ausência de um programa congregador para a conquista do poder. Antes de convergirem, têm as esquerdas de construir um programa comum? Não. A esquerda só saberá o que fazer se acreditar que o fará. A construção de um programa comum não é a condição para convergências para a conquista do poder de Estado. O programa nasce, sempre nasceu, da necessidade. As soluções são sempre uma resposta a problemas. O programa comum será, assim, uma consequência".
Refira-se que o seu irmão José Guilherme Gusmão, um economista de 33 anos e membro da Comissão Política do BE, vai ser o cabeça-de-lista pelo distrito de Santarém.
o caso joana é uma invenção de louçã para fins eleitoralistas.
DEPOIS DOS TRABALHADORES DA AUTOEUROPA, QUIMONDA E MINAS DE ALJUSTREL, OS EMPRESÁRIOS RECONHECEM O TRABALHO DE MANUEL PINHO
Hoje
Ex-ministro
Empresários organizam jantar de homenagem a Manuel Pinho
O ex-ministro da Economia e da Inovação, Manuel Pinho, participa hoje num jantar de homenagem organizado pela administração da empresa do sector da cortiça Bi-Silque e pela direcção da Associação Portuguesa de Cortiça (APCOR)
O evento, que decorrerá na cidade de Ovar, contará com a presença dos presidentes das Câmara Municipais de Ovar, Paços de Ferreira e de Espinho, e também do presidente da Junta de Freguesia de Paramos.
Além da administração da Bi-Slique e da direcção da APCOR, o jantar de homenagem a Manuel Pinho inclui representantes da AEP - Associação Empresarial de Portugal, Apiccaps - Associação Portuguesa dos Industriais do Caçado, Componentes e Artigos de Pele e seus Sucedâneos e da AIDA -Associação Industrial do Distrito de Aveiro.
A homenagem a Manuel Pinho é justificada pelos organizadores como reconhecimento do «trabalho desenvolvido [enquanto ministro da Economia e da Inovação do XVII Governo Constitucional], em particular no âmbito das pequenas e médias empresas (PME)».
Entre as dezassete empresas portuguesas que estarão representadas no jantar de homenagem, constam a farmacêutica Bial, grupo Amorim, Aerosoles, Frezite, grupo Cordex, Coelima, Hello Kitty e a Fepsa, líder mundial de produtos de feltro de topo de gama, caso dos chapéus feitos para George Bush ou para venda nas lojas Hermès.
Manuel Pinho pediu a demissão a 2 de Julho, na sequência de um incidente na Assembleia da República, quando o ex-ministro colocou os dois dedos indicadores na testa a imitar chifres, num gesto dirigido ao líder da bancada parlamentar do Partido Comunista Português, Bernardino Soares.
Ex-ministro
Empresários organizam jantar de homenagem a Manuel Pinho
O ex-ministro da Economia e da Inovação, Manuel Pinho, participa hoje num jantar de homenagem organizado pela administração da empresa do sector da cortiça Bi-Silque e pela direcção da Associação Portuguesa de Cortiça (APCOR)
O evento, que decorrerá na cidade de Ovar, contará com a presença dos presidentes das Câmara Municipais de Ovar, Paços de Ferreira e de Espinho, e também do presidente da Junta de Freguesia de Paramos.
Além da administração da Bi-Slique e da direcção da APCOR, o jantar de homenagem a Manuel Pinho inclui representantes da AEP - Associação Empresarial de Portugal, Apiccaps - Associação Portuguesa dos Industriais do Caçado, Componentes e Artigos de Pele e seus Sucedâneos e da AIDA -Associação Industrial do Distrito de Aveiro.
A homenagem a Manuel Pinho é justificada pelos organizadores como reconhecimento do «trabalho desenvolvido [enquanto ministro da Economia e da Inovação do XVII Governo Constitucional], em particular no âmbito das pequenas e médias empresas (PME)».
Entre as dezassete empresas portuguesas que estarão representadas no jantar de homenagem, constam a farmacêutica Bial, grupo Amorim, Aerosoles, Frezite, grupo Cordex, Coelima, Hello Kitty e a Fepsa, líder mundial de produtos de feltro de topo de gama, caso dos chapéus feitos para George Bush ou para venda nas lojas Hermès.
Manuel Pinho pediu a demissão a 2 de Julho, na sequência de um incidente na Assembleia da República, quando o ex-ministro colocou os dois dedos indicadores na testa a imitar chifres, num gesto dirigido ao líder da bancada parlamentar do Partido Comunista Português, Bernardino Soares.
domingo, 26 de julho de 2009
É ESTA A DEMOCRACIA NA MADERA SENHOR PRESIDENTE?
Os dirigentes do PND tinham preparado um zeppelin para sobrevoar os sociais-democratas na festa do Chão da Lagoa, na Madeira.
De um lado do aparelho lia-se «PND voa mais alto», do outro «olho à ladroagem».
Quando preparavam a descolagem, foram interceptados com quatro balas de carabina.
A notícia é avançada pelo Público, que adianta que tudo se passou a cerca de mil metros do local da festa anual do PSD-Madeira. «O recurso à violência é preocupante e indicia que o partido do poder não olha a meios para neutralizar tudo o que mexe à sua volta», disse o Baltazar Aguiar àquele jornal.
Trata-se do mesmo deputado que no 25 de Abril ocupou simbolicamente com um chaimite a Quinta Vigia. Os dirigentes da Nova Democracia ainda foram abordados pela polícia e pela guarda florestal, mas, apresentando todas as licenças necessárias ao voo, os agentes não conseguiram impedir a largada do zeppelin.Foi pouco depois que os quatro tiros foram disparados sobre o dirigível.
O PND apresentou queixa contra autores desconhecidos e solicitou a presença da Polícia Judiciária no local, a fim de para proceder à recolha de dados necessários à análise balística.
De um lado do aparelho lia-se «PND voa mais alto», do outro «olho à ladroagem».
Quando preparavam a descolagem, foram interceptados com quatro balas de carabina.
A notícia é avançada pelo Público, que adianta que tudo se passou a cerca de mil metros do local da festa anual do PSD-Madeira. «O recurso à violência é preocupante e indicia que o partido do poder não olha a meios para neutralizar tudo o que mexe à sua volta», disse o Baltazar Aguiar àquele jornal.
Trata-se do mesmo deputado que no 25 de Abril ocupou simbolicamente com um chaimite a Quinta Vigia. Os dirigentes da Nova Democracia ainda foram abordados pela polícia e pela guarda florestal, mas, apresentando todas as licenças necessárias ao voo, os agentes não conseguiram impedir a largada do zeppelin.Foi pouco depois que os quatro tiros foram disparados sobre o dirigível.
O PND apresentou queixa contra autores desconhecidos e solicitou a presença da Polícia Judiciária no local, a fim de para proceder à recolha de dados necessários à análise balística.








