quinta-feira, 3 de setembro de 2009

A GRANDE GOLPADA COMEÇA A SER DESMONTADA.AINDA BEM




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Reacção do PS ao caso Moura Guedes
Santos Silva desafia TVI a explicar decisão e a pôr no ar notícia sobre Freeport
03.09.2009 - 18h18 Leonete Botelho
O ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, pediu à administração da TVI para dar uma "explicação cabal da decisão" de suspender o Jornal de Sexta de Manuela Moura Guedes e desafiou também a estação a "publicitar já" quaisquer informações que tenham a ver com o PS, aludindo à notícia sobre o caso Freeport que estaria para ir para o ar amanhã, mas sem o referir.O ministro que tem a tutela governamental da comunicação social anunciou ainda que o seu partido pediu ainda a intervenção da Entidade Reguladora da Comunicação Social para averiguar se as leis da comunicação social, nomeadamente a Lei da Televisão e os valores da independência estão a ser cumpridas na TVI.Numa conferência de imprensa na sede do PS, ao Rato, Santos Silva considerou como "absolutamente incompreensível" a decisão de suspender o Jornal Nacional dirigido por Moura Guedes, ao mesmo tempo que rejeitava as "insinuações absolutamente falsas que procuram relacionar" o PS com "esta decisão de uma empresa privada. Até porque, como afirmou, "a decisão objectivamente prejudica o PS"."Repudio qualquer influência ou intervenção do PS na decisão", sublinhou este dirigente, passando de imediato ao contra-ataque à oposição, a qual tem relacionado o caso da TVI com as tensões que a estação tem tido nos últimos meses com o primeiro-ministro. "Tais insinuações titulam quem as profere", disse Santos Silva, acusando "vários dirigentes de partidos políticos de não saberem conviver com a liberdade de expressão", apontando o dedo a Aguiar Branco que momentos antes afirmara no Porto que "Portugal e a democracia estão de luto".Para dar consistência à sua afirmação, afirmou que "o último caso documentado de interferência na comunicação social ocorreu quando José Pedro Aguiar Branco [vice-presidente do PSD] era ministro da Justiça no caso Marcelo Rebelo de Sousa". Nessa altura, afirmou, houve "pressões exercidas pelo Governo [sobre a TVI] para afastar um comentador que lhe parecia hostil.

esta decisão só prejudica o ps e sócrates. já o escrevi em vários jornais online.
é uma dupla golpada: denegrir a TVI e comprar mais barato porque a PRISA está com dificuldades e juntar o jornal de sexta com MMG a fazer-se de virgem ofendida.
Venha lá a peça do FREEPORT que já em 2004 nas eleições foi o mesmo.
A direitaé muito esperta.
Espero que o PS a a sua Direcção questionem Aguiar Branco pelas afirmações que fez e as prove. Este senhor não pode dizer o que lhe vem à cabeça.
Portugal de Luto? O homem endoideceu ou está afito com as sondagens que vão sair.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

PINA MOURA PEDIU CLARIFICAÇÃO A EXPRESSO QUE USOU UM TÍTULO ABUSIVO

Clarificação
Já depois da publicação das suas declarações Pina Moura fez chegar ao Expresso o seguinte pedido de clarificação.
Na sequência de uma opinião minha sobre algumas questões económicas da actualidade nacional, verifiquei, infelizmente, que as repercussões foram muito além do que eu esperava e desejava.
Entendo, por isso, necessário clarificar que me revejo no programa eleitoral do Partido Socialista do qual sou militante.
Acredito que os valores e princípios desse programa, irão contribuir no seu conjunto para uma vida melhor de todos os portugueses, e nomeadamente para a daqueles que na crise que vivemos estão desempregados e a sentir grandes dificuldades.
O Estado em que eu acredito é um aperfeiçoamento daquele que tem vindo a ser desenvolvido nos últimos anos.
Joaquim Pina Moura

O PR ESTÁ DE FÉRIAS MAS TRABALHOU BEM

«Face ao interesse manifestado junto da Presidência da República relativamente à promulgação de diplomas na parte final da legislatura, informa-se que, durante o mês de Agosto, o Presidente da República promulgou 113 diplomas e vetou um diploma», refere a Presidência da República na sua página na Internet.
O veto de Cavaco Silva em Agosto foi o referente à nova lei das uniões de facto, com o Presidente da República a considerar «inoportuno» que em final de legislatura sejam realizadas alterações de fundo à actual lei, alertando ainda para a falta de uma «discussão com profundidade» sobre a matéria.
Aníbal Cavaco Silva, já vetou doze diplomas desde o início do seu mandato, em Março de 2006.
Por outro lado, o Presidente da República, já enviou ao longo do seu mandato dez diplomas para o Tribunal Constitucional (TC).

domingo, 30 de agosto de 2009

O JAPÃO EM MUDANÇA PROFUNDA

Japão: oposição obtém vitória esmagadora em eleição histórica

TÓQUIO - O primeiro-ministro japonês, Taro Aso, anunciou sua renúncia como líder do partido que governou o Japão pelas últimas décadas em consequência da aparente vitória esmagadora do partido da oposição neste domingo, conforme indicam pesquisas

sábado, 29 de agosto de 2009

SÓCRATES NÃO BRINCA EM SERVIÇO

José Sócrates falava no comício de "rentrèe" do PS, na Praia de Santa Cruz, em Torres Vedras, que assinalou também o encerramento do Campus da JS, que juntou cerca de um milhar de jovens desde quinta-feira à noite.
Numa referência a Manuela Ferreira Leiet, José Sócrates advertiu que a 27 de Setembro «uma das principais escolhas será entre duas mundivisões». «Há duas formas de olhar para a sociedade e para o futuro. Aqui, neste partido, neste Governo, ninguém acredita que o casamento deve servir apenas para a procriação; aqui ninguém acredita que é preciso uma lei do divórcio que o dificulte, porque aqui acredita-se na liberdade e na tolerância», declarou, perante uma plateia de jovens.
No mesmo capítulo da sua intervenção, o líder socialista reivindicou para o PS a defesa de uma sociedade aberta e tolerante. «Aqui, no PS, ninguém se lembraria de dizer que as obras públicas é para dar emprego a cabo-verdianos ou ucranianos. Essa mundivisão não tem lugar nem no PS nem num país progressista e moderno como queremos para Portugal», afirmou, em nova referência implícita a Manuela Ferreira Leite. Segundo Sócrates, o PS apresenta-se às eleições como protagonista «de uma visão moderna do país». «Estamos aqui para lutar contra uma visão passadista, uma visão retrógrada, conservadora, que não está à altura dos tempos. Este é o tempo de lutarmos por um país de progresso, de futuro, europeu e à altura do seu tempo, com abertura, tolerância e vontade de vencer», acrescentou.

O PR NÃO DEVE MANDAR RECADOS. DEVE SER FRONTAL COMO NO CASO DOS AÇORES E NA DEFESA DE DIAS LOUREIRO

No dia em que interrompeu as férias para inaugurar a Fundação Manuel Viegas Guerreiro, em Querença, Cavaco Silva recusou comentar o tema das alegadas escutas à Casa Civil da Presidência da República. Mas deixou um aviso, dizendo que as atenções não devem ser desviadas por causa dos «problemas graves de Portugal».
Questionado pelos jornalistas em relação à recente polémica, o chefe de Estado adiantou: «Já disse duas vezes e parece que vou ter de dizer uma terceira: neste tempo que vivemos, entendo que não devo comentar nem fazer declarações sobre matérias com conotações político-partidárias».
O Presidente da República salientou, contudo, que acompanha «com muito interesse tudo aquilo que vai acontecendo no país, procurando interpretar os factos e os acontecimentos para, se for necessário, dizer uma palavra aos portugueses». Porém, sobre o tema das alegadas vigilâncias por parte do Governo, levantado por uma fonte não identificada da sua Casa Civil, que sugeriu essa possibilidade em declarações ao jornal «Público», nem uma palavra por parte de Cavaco Silva. O chefe de Estado preferiu deixar um recado.
«Eu conheço bem os problemas graves de Portugal. E por isso devo ser o último a contribuir para o desvio das atenções. Com certeza que alguns podem desejar afastar as atenções, porque o desemprego é elevado, porque Portugal tem problemas de competitividade, porque existem problemas de insegurança, mas nunca o Presidente da República», apontou, com uma salvaguarda sobre a relação com o Governo.
«Sou um defensor da cooperação entre órgãos de soberania e será assim desde o primeiro último dia do mandato e por isso continuo a utilizar a expressão cooperação estratégica entre órgãos de soberania», apontou.

A JUSTIÇA TEM DE TER MÃO PESADA

Adeptos do FC Porto causam distúrbios em área de serviço na A1
Vários distúrbios e agressões a clientes de uma área de serviço da A1, em Antuã, levaram a GNR a apreender um autocarro e a conduzir 20 dos seus ocupantes a Aveiro, onde estão a ser identificados. Os agressores são adeptos do FC Porto.

ESTES BANDOS TÊM DE PAGAR PELO QUE FAZEM.

PAULA TEIXEIRA DA CRUZ/PSD FALA DA POLÍTICA DE VERDADE DE MFL

29.08.2009 - 12h10 LUSA
A ex-presidente da Distrital de Lisboa do PSD Paula Teixeira da Cruz considerou ontem que os sociais-democratas perderam uma oportunidade, enquanto partido, com as escolhas para candidatos a deputados, lamentando que o caminho iniciado não tenha tido continuidade.
"Pensei muito em vir dizer aqui o que estou a dizer mas, muito honestamente, perdemos enquanto partido uma oportunidade para estes próximos actos eleitorais", afirmou Paula Teixeira da Cruz, numa intervenção num jantar-conferência da Universidade de Verão do PSD, que decorre em Castelo de Vide até amanhã.
Sublinhando que os representantes que legislam têm de estar fora de "uma lógica de suspeição, de falta de rigor, de falta de isenção, falta de imparcialidade", Paula Teixeira da Cruz, que é membro da comissão política social-democrata e presidente da Assembleia Municipal de Lisboa, lamentou o “corte” com o caminho que tinha anteriormente sido iniciado. "Perdemos uma grande oportunidade, o caminho estava iniciado, o mais difícil tinha sido feito, ainda que à custa da queda de uma liderança, fosse qual fosse o preço era um preço sempre baixo a pagar por uma requalificação da democracia", apontou, alertando que caso os partidos não se renovem estão "condenados à morte".
Como critério principal para a escolha de deputados, Paula Teixeira da Cruz, que foi vice-presidente do PSD durante a liderança de Luís Marques Mendes, apontou a competência em áreas diversificadas, "longe de escolhas aleatórias, nepotistas e partidocráticas ou de quem não esteja em condições de isenção, para poder legislar".
Numa intervenção de mais de meia hora, Paula Teixeira da Cruz retomou ainda o tema da ética, que já tinha sido abordado durante a Universidade de Verão do PSD por Marques Mendes e pelo ex-líder parlamentar da bancada social-democrata Paulo Rangel, afastando a ideia de que ética e política não tenham de estar lado a lado. "A ética tem a ver com tudo na vida e, muito em particular, com a política", enfatizou, coincidindo com as ideias deixadas na terça-feira por Marques Mendes. Numa resposta indirecta a Paulo Rangel, que defendeu que a credibilidade da política não está na ética, a ex-líder da distrital de Lisboa recusou que "a ética fique à porta da política". "É muito confortável dizer que a ética fica à porta da política mas a ética nunca fica à porta da política", declarou, insistindo que os políticos são cidadãos com responsabilidades acrescidas.
As listas eleitorais do PSD incluem dois arguidos em processos judiciais, António Preto e Helena Lopes da Costa, pelo Círculo de Lisboa, o que motivou duras críticas à direcção.

O QUE ELES DIZEM

O elogio de Sócrates
Inesperadamente, o maior elogio ao trabalho de Sócrates veio de onde e de quem menos se esperava, do PSD e de Manuela Ferreira Leite, como se isso fosse pouco esse eleogio tem como título “programa eleitoral do PSD”. Exceptuando as banalidade habituais de alguma direita portuguesa que ainda anda em busca de referenciais ideológicos, como a “treta” do Estado asfixiante, o programa eleitoral acaba por reconhecer o sucesso das políticas do governo.
Se o estado do país fosse aquele que o governo do PS encontrou Manuela Ferreira Leite não poderia fazer propostas de reduções de impostas, mesmo que se saiba que não são para cumprir. Com um défice de 6%, uma economia desorientada e os portugueses entretids a fazerem anedotas sobre Santana em vez de pensarem no país, Ferreira Leite estaria a prometer o reequilíbrio das contas públicas e dizendo com aquele ar de Margaret Teacher da Marmeleira que não haviam condições para reduzir impostos.
Se Ferreira Leite pode dispensar receitas fiscais acabando com o pagamento especial por conta, reduzir impostos e retardar a cobrança do IVA isso só é possível porque as contas públicas estão mais equilibradas do que tem dito e, mais ainda, mais transparentes do que tem insinuado.
Se a Segurança Social estivesse no Estado em que o seu governo a deixou, se em vez de tranquilidade os portugueses estivessem aterrorizados com o risco de falência do sistema como estavam nos tempos em que Ferreira Leite era ministra das Finanças, o PSD nunca poderia falar agora na sua privatização, esse passo não seria viável numa situação de falência técnica do sistema.
Se o sistema de segurança social estivesse quase falido como sucedia no passado recente como poderia agora o programa do PSD prometer a redução da taxa social única?
Estas são as grandes medidas propostas pelo programa do PSD, o resto são banalidades ideológicas ou promessas de circunstância. No essencial o programa do PSD é o maior elogio que Sócrates recebeu desde que tomou posse como primeiro-ministro.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

E QUE IRÃO AGORA FAZERR, SANTANA LOPES E ALGUNS DIRIGENTES DO PSD?


A acusação no caso Freeport deverá abranger apenas os arguidos já constituídos. A investigação está praticamente concluída, aguardando apenas novos elementos da polícia inglesa. Só se estes trouxerem dados novos sobre José Sócrates é que a investigação prosseguirá. Até agora, segundo fonte ligada ao processo, não há qualquer indício contra o líder do PS
O primeiro-ministro, José Sócrates, não fará parte do processo Freeport como arguido, adiantou ao DN uma fonte do Departamento Central de Investigação e Acção Penal. A investigação está praticamente concluída. Os procuradores apenas aguardam dados pedidos à polícia inglesa para fechar o processo. "Só se nestes elementos surgirem factos novos é que o processo prossegue. Até agora não há nenhum indício contra o primeiro-ministro", assegurou a mesma fonte contactada pelo DN.
O mesmo interlocutor do DN garantiu que nas perícias feitas às contas bancárias e fluxos financeiros que constam do processo, não existe qualquer ligação a José Sócrates. Por isso, o primeiro-ministro nem como testemunha deverá ser chamado. A tese que irá ser sustentada pelo Ministério Público é que os eventuais crimes praticados, entre finais de 2002 e nos primeiros meses de 2003, ocorreram numa estrutura intermédia, a qual terá no vértice da pirâmide Carlos Guerra, antigo presidente do Instituto de Conservação da Natureza (ICN), constituído arguido por suspeitas de corrupção passiva para acto ilícito.
Uma eventual acusação a Carlos Guerra assentará numa relação causa-efeito entre o facto de o ICN ter liderado, em 2002, a alteração dos limites da Zona de Protecção do Estuário do Tejo (ZPE) - uma mudança que "encaixou" no projecto Freeport -, sendo que, em 2004, Carlos Guerra trabalhou para Manuel Pedro (um dos sócios da empresa consultora Smith&Pedro), tendo recebido um adiantamento de 75 mil euros. Porém, a discussão sobre a aprovação do Freeport promete arrastar-se pelos tribunais: acto lícito ou ilícito? Haverá opiniões para todos os gostos.
Ontem, numa nota enviada à imprensa, o Departamento Central de Investigação e Acção Penal, tal como o DN adiantou, garantiu que "não está prevista" a audição de Pedro Silva Pereira, actual ministro da Presidência, secretário de Estado de José Sócrates em 2002. A hipótese de inquirição de Silva Pereira foi levantada, ontem, pela revista Sábado, tendo em conta o depoimento de Carlos Guerra ao juiz de instrução, Carlos Alexandre. O antigo presidente do ICN terá dito que Silva Pereira, como secretário de Estado do Ordenamento, acompanhou a par e passo o projecto Freeport.
Porém, o entendimento dos investigadores é que os governantes apenas tomaram determinadas decisões, tendo em conta os pareceres técnicos que os serviços lhes apresentavam. Daí considerarem ser desnecessário ouvir Silva Pereira e José Sócrates. Da equipa do Ministério do Ambiente de 2002, só Rui Gonçalves, antigo secretário de Estado do Ambiente, foi ouvido como testemunha.
Apesar de ontem o DCIAP ter referido que as autoridades inglesas estão a prestar uma "valiosa colaboração", o DN sabe que não é bem assim. Nos últimos meses, houve muitas demoras quanto ao envio de elementos pedidos pela investigação portuguesa. Em Abril deste ano, Cândida Almeida, directora do DCIAP, liderou uma dele-gação portuguesa a Londres. Na sede do Serious Fraud Office, agência inglesa antifraude, chegou a ficar acordada uma calendarização de envio de elementos para Portugal. Só que os ingleses nunca cumpriram.

PARA CONHECIMENTO

Nacional

Novo Código de Execução de Penas é constitucional

O Tribunal Constitucional pronunciou-se hoje, sexta-feira, pela constitucionalidade do novo Código de Execução de Penas, ao apreciar uma norma sobre a qual o Presidente da República requereu a fiscalização preventiva da constitucionalidade.
Em conferência de imprensa, o TC anunciou que entendeu não se pronunciar pela inconstitucionalidade da norma em causa, depois do Presidente da República, Cavaco Silva, ter colocado dúvidas sobre o artigo 14º, nº 6, alínea b), do Decreto nº 366/X, do Parlamento, que aprova o novo Código de Execução de Penas.
"A citada norma, ao permitir a colocação do recluso em regime aberto no exterior, mediante simples decisão administrativa do Director-Geral dos Serviços Prisionais, suscitou ao Presidente da República dúvidas quanto à sua constitucionalidade, em face dos princípios da reserva de jurisdição e do imperativo do respeito pelo caso julgado por parte dos órgãos da Administração", segundo um comunicado da Presidência emitido a 13 de Agosto.
"A norma não viola quer a reserva de jurisdição quer o imperativo de respeito do caso julgado por parte dos órgãos da Administração Pública", considera o TC.
Esta decisão teve cinco votos favoráveis e dois vencidos, um dos quais do presidente do TC.
Em declarações aos jornalistas, o presidente do TC, Rui Moura Ramos, afirmou que a decisão do tribunal se baseou no facto de a Constituição "não impor" que a decisão da colocação do recluso em regime aberto tenha que caber ao juiz.
Rui Moura Ramos afirmou que o facto de ter votado vencido não é relevante, uma vez que a decisão foi colegial, mas referiu achar que a norma "viola a reserva de jurisdição", acrescentando que a decisão "deve ser tomada por um juiz".
Contudo, "aquela decisão tomada pela Direcção-Geral dos Serviços Prisionais não é contrária à Constituição", reiterou.
No pedido de fiscalização preventiva, o Presidente da República tinha invocado o risco para as vítimas ou de alarme social pela possibilidade de um recluso ir para o regime aberto sem intervenção de um juiz.
Rui Moura Ramos afirmou que a apreciação do TC "não entrou messe campo".
O Presidente da República, Cavaco Silva, requereu no dia 13 de Agosto ao TC a fiscalização preventiva de uma norma do diploma que aprova o novo Código de Execução de Penas.
Segundo a página da Presidência da República, o Chefe de Estado requereu a fiscalização preventiva da constitucionalidade da norma do artigo 14º, nº 6, alínea b), do Decreto nº 366/X, da Assembleia da República, que aprova o novo Código de Execução de Penas.
De acordo com a Presidência da República, a possibilidade de "colocar em regime aberto ao exterior, e sem vigilância directa", reclusos que cumpram determinados requisitos "é susceptível de criar riscos para as vítimas e justo receio de alarme social".
O novo Código de Execução de Penas foi aprovado a 23 de Julho na Assembleia da República, com os votos favoráveis do PS, os votos contra do PSD e CDS-PP e a abstenção do PCP, BE e PEV.
O diploma confere mais direitos aos reclusos, consagra o regime aberto de prisão e reforça o papel do Tribunal de Execução de Penas.

É ESTA A POLÍTICA DE VERDADE DA DIREITA, DRª. MANUELA?

Hoje

Caso BPN
Documentos descobertos em porta oculta na casa de Dias Loureiro
Por Ana Paula Azevedo e Felícia Cabrita
Numa busca à casa de Dias Loureiro os investigadores do caso BPN foram surpreendidos com a descoberta de uma porta com acesso apenas através de uma casa-de-banho, atrás da qual estavam guardados documentos relevantes para o processo, avança a edição do SOL desta sexta-feira

O ex-conselheiro de Estado diz ao SOL que se tratava apenas de uma ‘parte esconsa do escritório’ e desvaloriza a importância da documentação apreendida.
Os documentos sobre os negócios do BPN em Porto Rico e Marrocos, que serão relevantes para comprovar os crimes pelos quais Dias Loureiro foi constituído arguido pelo Ministério Público, foram encontrados numa pequena divisão ‘escondida’ da sua residência, com acesso apenas através de uma casa-de-banho.
Entre a documentação – cuja descoberta sucedeu por acaso e constituiu uma surpresa para os investigadores e magistrados –, estavam três dossiês sobre aqueles dois negócios e ainda um livro de Dias Loureiro, com uma resenha da sua actividade empresarial, que o próprio afirmara antes não saber onde estava.

E VAI MAIS UM. É ESTA APOLITICA DE VERDADE DRª. MANUELA?


Política
Emigrantes queixam-se de candidato do PSD
Por Luís Rosa
O n.º 2 do PSD para o círculo da Europa é acusado por emigrantes portugueses na Alemanha de os ter burlado com um esquema de aplicações financeiras e generosas taxas de juro, que terminou em falências e perda do dinheiro investido, avança a edição do SOL desta sexta-feira

Santos Ferreira terá chegado a invocar a imunidade parlamentar para atrasar a sua audição pelas autoridades alemãs, quando é apenas deputado suplente na actual legislatura. Na anterior, substituiu por alguns meses, em 2004, o cabeça-de-lista do círculo da Europa.
Em declarações ao SOL, Stephanie Muller-Bromley, advogada de quatro famílias de emigrantes lesadas, confirmou que apresentou queixa no MP de Munster e Osnabruck, em 2006, contra Santos Ferreira e o Bausparkasse Mainz (BKM) – caixa mutualista alemã virada para o mercado imobiliário, onde este é director comercial.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

A GRIPE


Não é a A (H1N1)

SINAIS E AVISOS

FIM DE LINHA
.
(Telegraph)

A CRISE FINANCEIRA

NOVAMENTE OS AMERICANOS NA BANCA SUÍÇA


CLÃ KENNEDY




John, Robert (Bob) e Edward (Ted) Kennedy

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

SINAIS E AVISOS


Cumbria, norte da Grã-Bretanha

CARTOONS DA CRISE


A UBS E AS CONTAS NUMERADAS NA MIRA DOS AMERICANOS

terça-feira, 25 de agosto de 2009

MÁRIO SOARES SEM PAPAS NA LINGUA



Críticas à entrevista na RTP1
Mário Soares: Manuela Ferreira Leite "roçou o patético"

Num artigo escrito no DN de hoje, Mário Soares diz que a entrevista da líder do PSD à RTP1 na semana passada foi “de uma banalidade que, algumas vezes, roçou o patético” e constitui “uma profunda decepção”.
Indo ao encontro das críticas do secretário-geral do PS, José Sócrates, para quem o PSD ainda não apresentou um programa político credível, Mário Soares escreve que o programa eleitoral do PSD é “um deserto de ideias”, sem “qualquer elemento novo” que permita aos eleitores escolher um governo nas próximas eleições legislativas.
O antigo Presidente da República critica a atitude de Manuela Ferreira Leite na entrevista que deu à RTP1 na semana passada, em que chamou mentiroso a José Sócrates, “um termo pouco próprio num debate democrático entre adversários políticos” e, acrescenta, “com um olhar de mazinha ao canto do olho que me surpreendeu...”.
Mário Soares continua as críticas à líder do PSD, dizendo que Ferreira Leite “não disse nada de jeito” sobre “cultura, educação, ciência, ambiente, Europa, justiça, administração, Segurança Social, luta contra a criminalidade, defesa, luta contra o terrorismo, imigração, política no sentido mais estrito, relações partidárias, reforço da democracia”.
Soares questiona ainda se a líder do PSD terá concedido a entrevista à RTP1 “apenas para se mostrar no seu encantador new look” e ironiza: “Nesse aspecto, aceito que, dentro do possível, não tenha estado mal.”
Para Mário Soares, a entrevista "foi uma verdadeira ocasião perdida

MAIS UMA JARDINICE ORDINÁRIA. E NINGUÉM O METE NA ORDEM?

Protocolos com o SIS e SIED
Jardim proíbe espiões a Madeira por despacho
25.08.2009 - 22h34 Lusa
O Presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, proibiu hoje, por despacho, a assinatura de protocolos com o Serviço de Informações da República (SIS) e com o Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED), com qualquer entidade regional.
O despacho Nº 13/2009, com a data de 25 de Agosto e assinado na Ilha do Porto Santo, considera que “os Serviços, Institutos e Empresas Públicas sob tutela do Governo Regional, não são instituições do Estado”, pode ler-se.“Antes que alguém se lembrasse de usar aqueles métodos nos serviços do Governo Regional eu cortei a questão”, declarou Jardim à margem da inauguração das novas instalações das Finanças Regionais, na Ilha do Porto Santo.
Jardim acredita que nem os serviços de Estado, nem os da Região, nem mesmo os municipais “precisam de espiões”, porque considera Portugal um pais de “gente séria”, onde ninguém coloca a pátria em perigo.“A não ser que os espiões sejam para fiscalização política e não para defesa do Estado”, sentenciou.
O líder madeirense reagia desta forma à notícia do matutino Correio da Manhã que, na edição de de segunda-feira, noticiava que o SIS e o SIED se preparavam para colocar agentes em alguns ministérios como forma de combater o combate à criminalidade organizada e crime financeiro.

O BORGES REAPARECEU E FOI PRUDENTE. LEU A CARTILHA E REPETE A CHEFA

António Borges, que começou por traçar um ‘cenário negro’ sobre a situação económica do país, considerando que «já é legítimo pensar se há uma recuperação possível», reconheceu que a margem de manobra do futuro Governo será muito limitada.
«Mesmo em termos daquilo que nós, PSD, podemos fazer quando formos para o Governo, o que se tudo correr bem será daqui a uns dias, não é evidente que haja muita coisa que se possa fazer, porque a situação é de tal maneira difícil, os problemas são de tal maneira grandes que a margem de manobra que o futuro Governo vai ter é muito limitada e o programa do PSD é deliberadamente prudente», revelou.
Falando numa aula da Universidade de Verão do partido, que decorre até domingo em Castelo de Vide, o vice-presidente do PSD admitiu que essa prudência decorre não só da «regra» instituída pela líder do partido de não propor aquilo que não pode ser cumprido, mas também das dúvidas que existem sobre a situação exacta em que se encontra o país, nomeadamente no que diz respeito às contas públicas.
«Temos de ter uma certa cautela, não estar propor o que não podemos cumprir, por isso começamos com uma atitude prudente», sublinhou.
Contudo, numa antecipação das medidas que o programa do PSD irá incluir, António Borges revelou que vão lá estar inscritas muitas daquelas que têm sido as ‘bandeiras’ do PSD, como a redução da carga fiscal sobre os custos das empresas, em particular da taxa social única, o fim do Pagamento Especial por Conta ou a alteração do pagamento do IVA, no sentido de só ser pago depois das empresas receberem.

INSÓLITOS

Uma inglesa de 30 anos, em turismo por França, entrou por engano no "Hôtel de Ville" (Câmara Municipal) de uma cidade de província, pensando tratar-se de um verdadeiro hotel. Era de noite e ali decorria uma qualquer reunião. Dirigiu-se à casa de banho e quando dali saiu verificou que o "hotel" já estava encerrado. E, assim, não teve outro remédio que não fosse ali pernoitar, num banco corrido, depois de várias vezes ligar e desligar luzes, mas ninguém se deve ter dado conta. De manhã lá chamou a atenção, escrevendo um papel (mal escrito) e mostrá-lo de uma janela, até que a "soltaram". E a tal cidade nem possui qualquer hotel.


Quando é que os ingleses aprendem outra língua para além da materna?

CARTEIRISTAS

Uma empresa britânica de telecomunicações contratou carteiristas "profissionais" para colocar notas nos bolsos ou carteiras dos transeuntes, a título de campanha publicitária.

Deve ter mandado publicar um anúncio mais ou menos deste tipo

OFERTA DE EMPREGO TEMPORÁRIO
Empresa de telecomunicações procura carteiristas profissionais. Assunto sério. Boa remuneração, a combinar, conforme experiência demonstrada. Exigem-se referências. Contacto: tlm. n.º 123456789

Há cada uma!

MULHER OU HOMEM?


A sul-africana que venceu os 800 metros em Berlim (foto) acusou, recentemente, ter testosterona três vezes superiores ao normal numa mulher.

Mais uma fraude, como nos bons velhos tempos da RDA e da URSS?
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(Foto: Público)