sábado, 26 de setembro de 2009

MENSAGEM

Está anunciada para esta noite uma mensagem do PR ao país.
Para apelar ao voto? Não creio que esse eventual apelo consiga demover quem já está decidido a não ir votar. Convencer os indecisos, que não sabem se vão, se não vão? Duvido que resulte.
Outro assunto? Espero bem que não.

REFLEXÃO


(O Pensador, de Rodin)



A partir deste momento estou em reflexão. Agradeço que não me interrompam.


SINAIS & AVISOS


"Tempos Dificeis"
(Telegraph)

CARTOONS


(El País)

FOTO DO DIA

Bota de um soldado chinês

(20 Minutos)

EFEMÉRIDES


No culto católico, hoje é dia de S. Cosme e S. Damião


Lua em Quarto Crescente às 4h50 a 23 graus em Sagitário


Neste dia, em

- 1888, nasce T. S. Eliot, poeta e dramaturgo americano

- 1897, nasce Giovani B.A.M. Montini, o papa Paulo VI (foto)

- 1936, nasce Luís Fernando Veríssimo, escritor brasileiro




sexta-feira, 25 de setembro de 2009

DESCRENTES?

Não, não vou falar de MFL e do seu PSD.
Quero referir-me ao Fêquêpê, que joga amanhã no Dragão contra o Sporting e que vai pôr à venda bilhetes a 1 euro. Isto é, tudo a saldo de fim de época. A descrença já chegou aos adeptos? Tenham calma, que o campeonato ainda está verde (este "verde" nada tem a ver com a lagartagem).

UM POST DO BLOG - O JUMENTO

Os que em vez de fazerem propostas credíveis para ajudar os portugueses a superar a crise, que se limitaram a sonhar com o agravamento da situação económica das famílias portuguesas excitando-se com as más notícias e ficando em silêncio quando surgiram as primeiras boas notícias, não ganharão.
Os que instrumentalizaram a justiça, que em vez de usarem os instrumentos colocados à disposição dos tribunais para tornar Portugal um país mais justo e democrático usaram-nos para manipular a opinião pública usaram-nos para denegrir os governantes que ousaram tocar-lhe nas pequenas mordomias, não ganharão.
Os aprendizes de jornalismo que julgam os portugueses tão idiotas que votam ao sabor da sua manipulação da informação, não ganharão.
Os que consideram que o Estado serve para assegurar o bem-estar das suas corporações com o dinheiro dos contribuintes, tornando o serviço público refém dos seus interesses ou de estratégias partidárias, não ganharão.
Os que ganharam dinheiro a rodos com negócios pouco transparentes com o BPN e que agora esperam voltar ao poder ou deter todo os poderes, não ganharão.
Os que sabendo da justiça e necessidades de reformas como as do Sistema Nacional de Saúde, optaram pelos argumentos populistas que tiravam partido da ignorância popular em vez de analisarem essas reformas com honestidade intelectual, não ganharão.
Os que dirigem jornais e enquanto pensavam que bajulando o governo influenciavam as decisões governamentais e que quando estas decisões prejudicaram os seus patrões transformaram jornais credíveis em pasquins, não ganharão.
Os que pretendem governar sem apresentarem qualquer projecto político ou limitando-se a manobras de bastidores, não ganharão.
Os que estão mais interessados no seu próprio enriquecimento, que põem os seus interesses acima dos do país não ousando derrubar governos que lhes toquem nos interesses, não ganharão.Os que não hesitam em boicotar empresas indispensáveis ao país só para impor a sua lógica partidária nas relações laborais, não ganharão.
Os que usam a credibilidade das instituições democráticas para promoverem conspirações contra a democracia, não ganharão.
Não sou nem nunca fui militante do PS, nem sequer sou simpatizante deste partido, mas este foi um dos poucos governos portugueses das últimas três décadas que governou, que teve a coragem de promover reformas que há muito deveriam ter sido implementadas, que enfrentou problemas como a dependência energética, que apostou consequentemente na modernização.
Certamente cometeu erros, provavelmente demasiados, mais do que os que teriam sido cometidos se tivesse tido uma oposição credível, se todos os sindicatos tivessem negociado a pensar no interesse dos profissionais e do país. Talvez tenha sido arrogante, talvez não tenha sabido travar a arrogância de alguns serviçais, mas foi o mesmo governo que nunca se esquivou a debates no parlamento, que deu condições de igualdade à oposição.
Nenhum governo, nem mesmo os de Marcelo Caetano, mereceram uma oposição tão feroz por parte da esquerda conservadora, nenhum foi tão odiado pelos grupos corporativos, alguns deles herdeiros de mordomias vindas do tempo do fasscimo. Mesmo assim e apesar de um contexto económico adverso teve a coragem de governar, porque governar é decidir o que em cada momento e a pensar no futuro deve ser decidido.
Uma derrota do PS e de Sócrates seria uma vitória dos interesses corporativos que sempre se opuseram ao desenvolvimento do país, seria uma derrota do futuro de Portugal. Uma derrota do PS significa que este país nunca será capaz de dar os passos necessários para romper com a pobreza e o desenvolvimento. Por isso vou votar PS e no dia seguinte voltarei a ser a voz crítica independentemente de quem ganhar estas eleições.

QUE DIFERENÇA NOS DISCURSOS DO PS E OS DO PSD


O dirigente socialista António Costa sustentou hoje que há uma mudança do clima político relativamente às eleições europeias e considerou que na tradicional descida do Chiado os lisboetas demonstraram vontade em dar a vitória ao PS.
António Costa falava aos jornalistas após ter estado presente no almoço do PS na Trindade e de ter percorrido ao lado do líder do seu partido, José Sócrates, o Chiado e as ruas da baixa pombalina.
Interrogado pelos jornalistas se a meta do PS é ganhar com maioria absoluta, o presidente da Câmara de Lisboa deu uma resposta seca, dizendo que os socialistas estão "a trabalhar para ganhar".
"Aquilo que é necessário é merecer a confiança dos eleitores. Acho que é claro que há uma mudança em relação ao estado do país nas eleições europeias", afirmou.
O "número dois" da direcção do PS sublinhou depois que "só no dia das eleições é que se sabe quem ganha e quem perder".

ENCERRAMENTO DO PSD. O DISCURSO DO MEDO, DO ÓDIO, DAS INVENTONAS, DAS ESCUTAS E DO ATAQUE PESSOAL PELA FALTA DE IDEIAS E DE PROPOSTAS

Num discurso extremamente duro para o PS, a líder social-democrata passou em revista o cenário negro de 4 anos e meio de governação socialista. Área a área, insistiu em evidenciar dois projectos muito diferentes, ponto por ponto. «Temos um país em que se olha para a corrupção com um encolher de ombros», «um país com uma mão cheia de dívidas e outra mão vazia de esperança», apontou.
As críticas desta vez chegaram também à «máquina de propaganda» do PS e à comunicação social, que, diz Manuela, «se deixou enganar com camionetas que serviram para enfeitar as imagens».
E pediu aos portugueses para não se deixarem mais enganar por um Governo de «mentiras» e de «políticos que ameaçam e dizem tudo o que for preciso para se manter no poder». «Não se iludam, o mesmo José Sócrates candidato a primeiro-ministro é o mesmo José Sócrates que foi primeiro-ministro», alertou. «O mesmo que calou quem ousou enfrentá-lo, que agrediu e humilhou as pessoas», reforçou. E a sala respondeu com a maior vaia de toda a campanha ao secretário-geral do PS.
O tema da asfixia democrática esteve sempre presente do primeiro ao último discurso de Manuela. «O PSD viu e denunciou as tentativas pouco democráticas de silenciamento de tudo e todos os que incomodam o engenheiro Sócrates». «O PSD foi o primeiro partido a denunciar este clima», recordou.
Manuela carregou a nota no voto útil no PSD. «Aqueles que mais se vão arrepender são os que não votando no PSD ou no PS vão votar noutros partidos», julgando que assim enfraquecem Sócrates. «Mas no dia seguinte ele vai calar todos», avisou.
A líder do PSD pediu aos portugueses uma «confiança consistente» e quis fazer uma «confidência»: «Tenho a profunda convicção de que vamos ganhar».
E ficou, mais uma vez, a nota da «tranquilidade» com as sondagens. «Não nos deixamos impressionar. Não nos esquecemos do que há menos de três meses se passou nas europeias».
Manuela deixou um agradecimento às bases «que nunca deixam de apoiar este partido» e «àquelas que são todas as referências do partido».

IGUAL A SI PRÓPRIA. NEM A DECISÃO DE CAVACO COM A ESCUTAS INVENTADAS E OS ATAQUES PESSOAIS DEIXARAM ESTE SENHORA ATÉ AO ÚLTIMO MINUTO. AGORA VIRA-SE PARA AS SONDAGENS E PARA A COMUNICAÇÃO SOCIAL.

ENCERRAMENTO DA CAMPANHA DO PS. QUE DIFERENÇA DO PSD DE MFL: SEM ATAQUES PESSOAIS E SEM INVENTONAS

O PS levou os apoiantes ao rubro no comício de encerramento da campanha, na antiga FIL, em Lisboa. José Sócrates, António Costa, Jaime Gama, Almeida Santos apelaram ao voto no progresso contra «o choradinho das carpideiras e o medo dos velhos do Restelo». Todas as referências ao PSD foram assinaladas com estridentes vaias.
«O que moveu a campanha do PSD foi o ódio a um homem, o que moveu a campanha do PS foi o amor a Portugal», afirmou António Costa, num balanço dos últimos 15 dias, denunciando «as campanhas negras, os insultos e as insinuações» que os social-democratas lançaram contra Sócrates.
«Nós fizemos a campanha da liberdade contra a fabricação da intriga. A fabricação da intriga não é a política de verdade», lançou, por seu turno, Jaime Gama, cabeça-de-lista por Lisboa, numa sala cheia de pessoas e de bandeiras coloridas.
De um lado, o PS, um partido «moderno, progressista e unido». Do outro, o PSD, um partido «fechado e envelhecido», «uma candidatura de facção». Esta é a escolha que deve ser feita no domingo, segundo os máximos dirigente socialistas.
Com a campanha a correr bem na recta final, José Sócrates não quer ser prejudicado pelas sondagens que dão o PS a ganhar com folga as eleições legislativas. Esta sexta-feira, mais uma vez, avisou que as sondagens não ganham as eleições e que é preciso lutar até domingo. «A única coisa que conta são os votos que entram nas urnas», avisou, para que ninguém fique em casa.


aTÉ ÀS 19hOO DE DOMINGO QUE NINGUÉM FALTE. aINDA NÃO ESTÁ GANHO E ATENÇÃO ATÉ AO ÚLTIMO VOTO CONTADO E CONFIRMADO.

FERREIRA LEITE TERMINA CAMPANHA AO LADO DE SANTANA LOPES, MAS COM MÁ CARA

HOJE NA ARRUADA DO CHIADO. UMA AJUDA?

A ASFIXIA DEMOCRÁTICA DE VOLTA

Manuela Ferreira Leite não acredita nas sondagens, porque os inquiridos têm medo de dizer que não vão votar Sócrates!
Voltou o discurso da asfixia democrática! Não há pachorra.

E O QUE DIRÁ HOJE MANELA?

Menezes: “Campanha foi a mais intelectualmente medíocre da democracia portuguesa”
A campanha eleitoral que hoje conclui foi a mais medíocre da democracia portuguesa, considera Luís Filipe Menezes em artigo publicado na edição de hoje do diário “El País”. O antigo presidente do PSD defende o TGV e enumera pontos que, segundo ele, devem nortear as relações entre Portugal e Espanha.

SONDAGENS

Sondagem da Intercampus:

- PS - 38%
- PSD - 29,9%
- BE - 9,4%
- CDU - 8,4%
- CDS - 7,7%

Indecisos - 13,2%

Não é referida a margem de erro.

Sondagem consistente com as conhecidas ontem

Os eleitores andarão, todos, a enganar as empresas de sondagens?

O PRACE, EM PORTUGAL

O consórcio de supercomputação vai ter sede em Portugal, foi decidido por unanimidade pelos seus 20 membros.

Boas (ou más, para alguns) notícias.

PESAR AS PALAVRAS

A Bastonária dos Farmacêuticos mandou umas "bocas" quanto às farmácias hospitalares acusando-as de concorrência desleal e contrafaccção, sendo logo contraditada pelo homem forte das farmácias, o dr. Cordeiro. Face a um provável processo judicial, recua e diz que apenas quis alertar para uma situação insustentável daquelas farmácias.
A senhora não podia dar-se a conhecer ao país pesando melhor as suas palavras? Nas antigas pharmácias havia umas balanças de grande precisão, que ela já não conheceu, de certo.

PRESSA OU GOLPE?

"A Conferência Episcopal Portuguesa esclareceu hoje [ontem] que não recebeu confirmação final do Vaticano da visita do Papa a Portugal, o que a impediu de fazer um anúncio «concertado» com a Presidência da República na próxima semana, como pretendia".

Expresso, on line

A Presidência estava com pressa de divulgar a visita do Papa a...Fátima..., em Maio do próximo ano. Porque seria? É de ler as declarações de D. Jorge Ortiga e do Cardeal Policarpo, na sua linguagem rebuscada...

APRENDENDO

Louis Sarkozy ouvindo seu pai na ONU

(Le Figaro)

SINAIS & AVISOS

Na Madeira...

(Telegraph)

CARTOONS



Discrição na abertura, não no encerramento......

(Chappatte)

A CRISE



(El País)

FOTO DO DIA


Incêndio na Califórnia
(20 minutos)

EFEMÉRIDES

No culto católico, hoje é dia de S. Firmino e de Santa Aurélia

Neste dia, em
- 1513, Vasco Nuñez de Balboa, explorador espanhol, descobre o Oceano Pacífico
- 1897, nasce William Faulkner, escritor americano, prémio Nobel da Literatura em 1949

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

MAIS SONDAGENS - 2

Sondagem da Universidade Católica:

- PS - 38%
- PSD - 30%
- BE - 11%
- CDS - 8%
- CDU - 7%

Indecisos - 12%

Margem de erro - 1,5%

Ainda que a percentagem de indecisos seja relativamente elevada, a verificarem-se estes resultados o PS ganhará.
Esta sondagem não difere em muito a da Aximage, embora esta tenha tido por objecto um menor universo e a margem de erro, também por isso, seja mais elevada.