segunda-feira, 28 de setembro de 2009

ESTOU BARALHADO

Estar baralhado parece o meu estado normal. Nada a fazer.
A Ongoing, onde José Eduardo Moniz é agora vice-presidente, vai comprar 35% do capital da Media Capital, "dona" da TVI, onde aquele rera director-geral. E a Manuela (a M. Guedes) sua esposa, está no "pacote"? Ficou a PT a perder (ou a ganhar?).

ESCUTAS?

Escreve aqui em baixo o Carlos Pinto que Cavaco Silva vai falar amanhã sobre as escutas. Como é que ele conhece a agenda do PR? Ao que consegui apurar, Cavaco vai, amanhã, fazer uma declaração "à comunicação social", o que para mim não deixa de ser estranho, pois o PR costuma falar ao país.
Mas que estou curioso, lá isso estou.

CAVACO VAI FALAR ÀMANHÃ. JÁ NÃO HAVIA PACHORRA

cAVACO sILVA FALA ÀMANHA AO pAÍS PELAS 20h00 SOBRE O CASO DAS ESCUTAS.
Até que enfim.

OS LISBOETAS MERECEM UM PRESIDENTE COMO COSTA




Daniel Rocha (arquivo)
A apresentação está a decorrer na Gare Marítima de Alcântara

"Unir Lisboa" tem cerca de mil nomes
Sócrates presente na apresentação da comissão de honra da candidatura de António Costa
28.09.2009 - 18h28 PÚBLICO com Lusa
José Sócrates e Jorge Sampaio são algumas das personalidades que estão presentes durante a apresentação da comissão de honra da candidatura de António Costa à Câmara de Lisboa. A candidatura “Unir Lisboa” tem cerca de mil nomes, tanto o secretário-geral do PS como o ex-Presidente da República estão na lista.A apresentação está a decorrer na Gare Marítima de Alcântara onde Maria Barroso, Manuel Alegre, José Lamego e Luís Nazaré também estão presentes a assistir à cerimónia. A candidatura “Unir Lisboa” tem cerca de mil nomes. Entre os quais destacam-se o constitucionalista Jorge Miranda, o fiscalista Medina Carreira, o escritor António Lobo Antunes, o maestro António Vitorino de Almeida, a actriz Beatriz Batarda, o encenador João Mota entre outros.Além de Sócrates e Sampaio, da “família socialista” dão a cara João Soares, Ferro Rodrigues e Jaime Gama

ESTE É O PSD DE FERREIRA LEITE, ANTÍNIO BORGES, AGUIAR BRANCO, BRANQUINHO, PEDRO DUARTE, SANTANA, MARCELO, PACHECO PEREIRA E DO OPUS DEI PAULO RANGEL.

Manhã agitada no PSD, com várias reacções das distritais à derrota eleitoral. Muitos questionam a liderança de Ferreira Leite, outros optam por um discurso mais ponderado.
O líder da distrital de Évora do PSD, António Costa Dieb, remeteu para depois das autárquicas de 11 de Outubro, em Conselho Nacional, a análise dos resultados eleitorais do partido, que «não foram bons», cita a agência Lusa. Uma vitória relativamente «extraordinária»
Mais incisivo foi o presidente da distrital de Bragança, Adão Silva, que atribuiu a derrota à «falta de perfil» da líder. Considerou que o PSD não teve capacidade de capitalizar o desgaste do Governo socialista «sobretudo devido a uma má organização da campanha eleitoral e a um perfil inadequado da presidente do partido para enfrentar um combate eleitoral como este». «Não soube conduzir uma campanha» afirmou, considerando que Manuela Ferreira Leite deu «sobreimportância a casos marcantes e não teve a percepção do que é que os portugueses queriam».
José Cesário, líder da distrital de Viseu, atribui as culpas «a todos do PSD», e não apenas à sua presidente. «Em Junho (nas eleições europeias) houve uma vitória de todos, que teve uma primeira protagonista. Agora, havendo também uma primeira protagonista, é uma derrota de todos nós», frisou. Na sua opinião, a demissão do assessor do Presidente da República, Fernando Lima, devido ao caso das alegadas escutas em Belém, acabou por prejudicar o PSD nestas eleições: «O modo como as coisas se passaram, o facto de o Presidente da República não ter explicado a demissão, influenciou de certeza. Houve um clima de incredibilidade». Faltou a «máquina»
O presidente da distrital da Guarda, Álvaro Amaro, considera que o partido perdeu as eleições porque «costuma ser uma verdadeira máquina em campanha eleitoral» e desta vez «não foi essa verdadeira máquina».
Ainda assim, recusa «apontar o dedo a quem quer que seja» dentro do partido: «Não concordo com a campanha eleitoral dos autocarros mas a verdade é que em dez dias, os portugueses viram duas campanhas eleitorais completamente distintas, em matéria de mobilização». Pedro Machado, da distrital de Coimbra, por seu lado, defende «uma reflexão do partido no curto prazo». «Falar verdade não era um discurso simpático, os portugueses não quiseram aceitar esse discurso», declarou à agência Lusa. Na sua opinião, «no imediato os militantes do PSD têm que se mobilizar» para as eleições autárquicas de 11 de Outubro, devendo o debate interno ser aberto de seguida.
O presidente da comissão política distrital de Aveiro do PSD, António Topa, acredita que Manuela Ferreira Leite irá colocar o seu lugar à disposição: «Depois de um resultado destes é natural que isso aconteça e é o que vai acontecer».
O líder do PSD/Algarve congratulou-se com o resultado positivo do partido na região, que aumentou o número de deputados de dois para três, mas admitiu estar insatisfeito com o resultado do PSD a nível nacional. «Obviamente que o resultado positivo do PSD no Algarve não nos deixa satisfeitos perante o resultado do PSD ao nível nacional, face às expectativas e à oportunidade», refere Mendes Bota, em comunicado.

portugal e a democracia precisam de outra gente e de outro psd.

FALAR DEPOIS DO JOGO SEM PARTICIPAR NELE, É O MESMO QUE JOGAR NO TOTOBOLA COM 1X2. JÁ NÃO HÁ PACHORRA ENGº. CRAVINHO.

Para João Cravinho, o acto eleitoral de domingo foi o início de uma eleição «a duas voltas», já que «é plausível que haja uma nova eleição daqui a dois anos», em 2011, após as presidenciais.
Neste sentido, continuou o ex-deputado socialista, o PS foi «afortunado» ao vencer as legislativas de domingo, beneficiando também do facto de Ferreira Leite, presidente do PSD, ter dado «tiros de canhão no seu próprio pé».
Para o antigo governante, as ideias de credibilidade e de verdade destruíram a campanha social-democrata, que foi ainda prejudicada por Cavaco Silva, que «geriu desastrosamente o problema das escutas».
Por outro lado, defendeu, o líder do CDS-PP, Paulo Portas, «fez uma excelente campanha».
«Há vários ministros que fizeram um bom desempenho», pelo que deverão continuar no poder, como é o caso do titular da pasta das Finanças, Teixeira dos Santos, afirmou.

COMO NÃO PARTICIPOU NA CAMPANHA DO SEU PARTIDO, DEVIA REMETER-SE AO SILÊNCIO E DEIXAR OS PALPITES PARA OUTROS.

O DR . VANZELLER DEVE PREOCUPAR-SE MAIS COM AS EMPRESAS E DEIXAR A POLÍTICA AOS POLITICOS

segunda-feira, 28 de Setembro de 2009 13:45

CIP a favor Teixeira dos Santos e contra acordos à esquerdaO presidente da Confederação da Indústria Portuguesa (CIP) afirmou, esta segunda-feira, que gostava que o actual ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, continuasse no cargo, no novo governo socialista saído das eleições de ontem. Ao mesmo tempo, Francisco Van Zeller deixou avisos ao PS quanto a acordos à esquerda.
Em declarações à TSF, o presidente da CIP considerou «trágico» caso o novo Governo viesse a fazer acordos com os partidos da Esquerda, uma vez que PCP e BE já assumiram querer «acabar com a economia de mercado, aumentar a intervenção do Estado, reduzir a iniciativa» e «acabar com todas as grandes empresas».
Descrevendo tal casamento como um «desincentivo total» para as empresas, Francisco Van Zeller defendeu, por isso, que a solução deve passar por entendimentos com o CDS-PP ou então por acordos de abstenção com o PSD.
No entender de Van Zeller, «a única coisa que não será positiva do nosso lado é que haja instabilidade de um governo aos zig-zags», ou seja, um executivo que salte de um lado para o outro «até aprovar aquilo que pretende», até porque, acrescentou, as empresas não estão em estado de permitir instabilidade


QUE ECONOMIA DE MERCADO? ESTE QUE LEVOU O MUNDO À FALÊNCIA E AS FAMILIAS À MISÉRIA?
"TRÁGICO"? OS ACORDOS PARLAMENTARES SÃO VÁLIDOS À ESQUERDA E À DIREITA EM TODA A EUROPA.
O DR. VAN ZELLER DESCONHECE ACORDOS AUTÁRQUICOS ENTRE O PSD E A CDU?

O QUE VAI ESTAR NA ORDEM DO DIA:

. AS EXPLICAÇÕES DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA;
. QUE MODELO ECONÓMICO?
. QUAL O PAPEL DO ESTADO? SÓ PODE ENTRAR QUANDO HÁ CRISE E É PRECISO SALVAR A ECONOMIA DE CASINO COM OS NOSSOS IMPOSTOS?
. A FORMAÇÃO DE UM GOVERNO DETERMINADO E COMPETENTE PARA VENCER A GRAVE CRISE.

Tudo o resto é conversa da treta.

urgente-pedido de ajuda

ALGUÉM SABE POR ONDE ANDA UM TAL JOSÉ MANUEL FERNANDES, EX-DIRECTOR DO PÚBLICO?
SERÁ QUE JÁ ESTÁ EM BRUXELAS NO GABINETE DE DURÃO BARROSO OU VAI SUBSTITUIR FERNANDO LIMA NA CASA CIVIL?

FALE SENHOR PROFESSOR! OU ENTÃO DEMITA-SE. JÁ NÃO HÁ PACHORRA COMO DIZ RBEIRO DA CUNHA





Diversos analistas e comentadores sublinham esta manhã que chegou a hora de Cavaco Silva quebrar o silêncio e falar abertamente das razões que o levaram a afastar Fernando Lima e, sobretudo, do que lhe ia na mente quando, ainda antes de demitir o seu mais antigo assessor de Imprensa, disse ao País que, depois das eleições, ia “tentar obter mais informações sobre questões de segurança”. António Costa Pina, politólogo e professor no Instituto de Ciências Sociais, sublinha que o próximo governo será de “combate, sem as concessões que a segurança de uma maioria absoluta permitiram” e que por isso a “governabilidade vai ser tema das elites” o que exige que “o ‘problema de Belém’ terá que ser resolvido rapidamente”. Também no “Público”, Vítor Malheiros sublinha que o dia de ontem era esperado não só para saber quem vai ser o próximo governo, “mas porque foi o dia para o qual o Presidente da República marcou o fim do tabu sobre as escutas”. “Agora, o que queremos ouvir é Cavaco Silva dizer (no momento em que convidar Sócrates para formar governo?) que o primeiro-ministro o andou a escutar ou que foi tudo uma brincadeira de Fernando Lima - e, em ambos os casos, saber por que só fala agora e por que fez o que fez”. “Os próximos dias vão continuar a ser trágico-cómicos”, antecipa o jornalista. No “i”, Paulo Pinto Mascarenhas dá uma volta pela nova “selva política” e põe Cavaco na pele de Tarzan “agarrado a uma frágil liana que é a sua própria credibilidade, posta em causa depois do episódio das escutas”. “O Presidente da República tem muito que explicar – e não é só ao País, mas também ao seu partido de sempre, o PSD”. António José Teixeira, director da SIC Notícias, escreve, a propósito da maior fragmentação no novo Parlamento, que Cavaco Silva “deu também o seu contributo para estes resultados”. “Enfraqueceu-se. Perdeu respeitabilidade. Tem nuvens negras no horizonte da reeleição e a responsabilidade da governabilidade”, sublinha, para concluir: “Já não bastava a crise da economia… Nos tempos mais próximos vamos viver em crise política permanente”. Esta manhã, no site da Presidência da República, a mais recente notícia é datada de ontem, dando conta de que Cavaco Silva exerceu o direito de voto nas Eleições para a Assembleia da República, votando na Escola Bartolomeu de Gusmão, em Lisboa. Na recta final da campanha eleitoral, em pleno “fogo cruzado” sobre as alegadas escutas de São Bento a Belém, Cavaco Silva afirmou que “depois das eleições não deixarei de tentar obter mais informações sobre questões de segurança". E insistiu: "O Presidente da República deve preocupar-se com questões de segurança". "Deixemos passar as eleições e, depois, eu tentarei, naturalmente de uma forma discreta, como costumo fazer, obter informações sobre questões de segurança". Três dias depois, a 21 de Setembro, a Presidência anunciava que tinha afastado Fernando Lima do cargo de assessor de Imprensa, depois de o “DN” ter divulgado uma troca de emails entre o assessor e um jornalista do “Público”, em que, aparentemente, este lhe fornecia o guião para sustentar a notícia de que a Presidência suspeitava estar a ser vigiada pelo Governo. No rescaldo dessa decisão, Pacheco Pereira apelou a Cavaco para esclarecer tudo antes das eleições. “O Presidente da República tem certamente coisas graves para dizer ao País”, escrevia o social-democrata, insistindo que Cavaco Silva tinha rompido o silêncio a que prometera remeter-se durante a campanha eleitoral quando decidiu “falar através da demissão do seu assessor de imprensa e, sendo assim, interferiu de facto na campanha eleitoral”. “Mais valia agora que dissesse tudo para não acordarmos no dia 28 sabendo coisas que mais valia que fossem conhecidas já”, acrescentava no seu blogue “Abrupto”.

QUANDO É QUE A COMUNICAÇÃO SOCIAL APRENDE A SER MAIS ISENTA E RESPONSÁVEL

Bruxelas vai colocar Portugal sob vigilância orçamental, avançando com um calendário para sair da situação de desequilíbrio das contas superior a 3% do PIB.
Lusa
10:06 Segunda-feira, 28 de Set de 2009

o período para corrigir o défice excessivo português será negociado com as autoridades nacionais
Ezequiel Scagnetti
A Comissão Europeia irá abrir em Novembro um procedimento de "défice excessivo" contra Portugal, uma situação em que se encontram mais de metade dos Estados-membros da União Europeia, que viram as suas contas públicas derrapar com a crise.
Bruxelas irá fazer uma série de recomendações, colocar Lisboa sob "vigilância orçamental" e avançar com um calendário para sair da situação de desequilíbrio das contas superior a 3% do PIB (défice excessivo), seguindo as regras que estão estipuladas no Pacto de Estabilidade e Crescimento da União Europeia.
O período que será dado para corrigir o "défice excessivo" português será negociado com as autoridades nacionais. Os prazos já aplicados a outros Estados-membros variam entre 2010, para a Grécia, e 2013/14 para a Irlanda e Reino Unido.
Em Novembro adoptaremos propostas de correcção do défice para os oito países da zona euro que, segundo as previsões, vão violar o défice este ano", declarou no início de Junho o comissário europeu dos Assuntos Económicos e Monetários, Joaquin Almunia.
Ao todo, catorze dos 27 países da União Europeia, incluindo Portugal, vão em 2009 exceder o limite autorizado por Bruxelas para o défice.
Todos os Estados-membros comunicam (reportam) à Comissão Europeia e ao Eurostat (Abril e Outubro) o estado das suas contas públicas (últimos números do ano anterior e previsão para o corrente ano).
Em ano de crise económica, praticamente todos os países no espaço UE esperam apresentar défices orçamentais, à excepção da Bulgária, que conta com um excedente das suas contas públicas em 1,5% do PIB (ao nível do reportado no ano anterior).
O governo português já avisou que o seu défice deverá chegar este ano aos 5,9% do PIB, agravando-se assim o valor face aos 2,6% estimados pelo Executivo de José Sócrates para 2008.
Os países que esperam os maiores saldos negativos são, no entanto, o Reino Unido e a Irlanda, com os governos a esperarem défices de 12,6 e 10,7% do PIB, respectivamente, depois de ambos terem, em 2008, reportado uma estimativa de 7,1% do PIB.
Acima dos 3% ficam ainda os défices da Letónia (8,5%), Espanha (5,8%), França (5,6%), Roménia (5,1%, Polónia (4,6%), República Checa (3,9%), Grécia, Itália e Eslovénia (3,7%), Bélgica (3,4%) e Holanda (3,3%).
De acordo com os dados reportados em Abril pelos vários governos ao Eurostat, em 2008 já quebraram a regra dos três por cento o Reino Unido e a Irlanda, ambos com 7,1%, a Roménia (5,4%), a Grécia (5%), Malta (4,7%), a Letónia (4%), a Polónia (3,9%), a Espanha (3,8%), a Hungria e a França (3,4%) e a Lituânica (3,2%).
O executivo comunitário já iniciou em Fevereiro passado procedimentos por défice excessivo contra seis Estados-membros da União Europeia: Espanha, França, Grécia, Irlanda, Malta e Letónia que tiveram em 2008 um défice orçamental superior ao valor de referência permitido pelo Pacto de Estabilidade e Crescimento.

14 DOS 27 COM DÉFICE EXCESSIVO. pORTUGAL SERÁ NOTIFICADO EM nOVEMBRO, MAS OUTROS JÁ FORAM. PARA QUÊ AGORA E HOJE FAZER UM TÍTULO DESTES?

HÁ PACHORRA?

Aguiar Branco diz que o "caso das escutas" desviou a atenção dos portugueses e prejudicou o PSD!
Alguém tem pachorra para ouvir afirmações como esta?

Marco António, por sua vez, diz que é preciso acabar com o cavaquismo. E então, porque não acabam, se é que essa "coisa" ainda existe?

SEM MISERICÓRDIA

Mira Amaral diz que Ferreira Leite "está arrumada e morta politicamente". Pouco misericordioso para um (julgo eu) católico.

Nogueira Leite, por sua vez, diz que MFL foi demitida pelos portugueses. Falta de misericórdia de Nogueira Leite e/ou dos portugueses.

E Pacheco Pereira, por onde anda, que não o vi a noite passada?

Já agora: o Preto foi eleito?

EFEMÉRIDES

No culto católico, hoje é dia de S. Venceslau

Hoje é o 1.º dia da verdadeira campanha para as Autárquicas.

domingo, 27 de setembro de 2009

RESULTADO (QUASE) FINAL

O próximo Parlamento terá a seguinte composição, em número de deputados:

- PS - 96
- PSD - 78
- CDS - 21
- BE - 16
- CDU - 15

Falta apurar o círculo da emigração, com 4 deputados.

Dificuldades para o PS formar uma maioria na AR.

HUMILDADES

Não há, que eu saiba, nenhuma regra escrita sobre quem deve falar em último lugar ao eleitorado após um acto eleitoral, mas o habitual, compreensivelmente, é ser o candidato vencedor. Hoje, assim não sucedeu: Paulo Portas quis ser o último, abrindo a sua intervenção com o termo "humildade", que repetiu na sua intervenção e que na sua boca soa a blasfémia.
Uma vez mais, não me forniquem.

LOUÇÃ (LOUÇÃO) DIXIT

- Mais 550 mil portugueses e portuguesas votaram no BE
- O problema dos desempregados e desempregadas tem que ser resolvido
- Agradecimentos aos candidatos e candidatas
- O BE vai ter mais deputados e deputadas
- E outros "os" e "as"

Não me fornique...

JARDIM DIXIT

O país endoidou e Portugal está "sobre" um pesadelo.

CONFIRMA-SE A ASFIXIA

Confirma-se a propalada "asfixia democrática" de MFL: ou ficaram em casa (ou na praia) ou não votaram PSD.

DERROTAS SÓ O FINAL

MFL deixa entender, seguindo o exemplo do PCP, que o objectivo último era retirar a maioria ao PS e, assim, o objectivo foi atingido. Porque não disse, antes, que era essa a sua fasquia?
Depois, o "ciclo eleitoral" ainda não acabou. A primeira ronda (Europeias) foi ganha pelo PSD, vem aí a próxima (Autárquicas), que o PSD vai procurar ganhar e, a assim ser, o PSD ganha o "ciclo". Para já há um empate. Quem escreveu o guião a MFL? Terá sido o eremita da Marmeleira ou o inefável dr. Borges? Poupem-me.

SURPRESA?

O que mais me surpreende (ou talvez não) é o colapso do PSD.
As projeccções adiantadas pelas televisões apontam para uma bancada inferior à anterior. Volta Santana, estás perdoado? A "Verdade" não conseguiu vencer...

LEGISLATIVAS

O PS terá ganho, embora sem maioria.
A CDU, que é apontada para o último lugar dos "cinco", atingiu os seus ojectivos: "retirar a maioria ao PS", diz um dirigente daquela coligação. Importa-se de explicar, direitinho, como é? A matemática não deve ser o forte daquele dirigente... Se o PS desce, como se confirma, e a CDU também desce, onde está o contributo desta para o tal "objectivo"? "Alguém" retirou a maioria, mas não pode ter sido a CDU. Honestidade, precisa-se.

PREVISÃO METEREOLÓGICA


DIA DE POSSÍVEL TORNADO
.
(Le Figaro, no Kansas)




COMBATES


HOJE HÁ COMBATE RENHIDO
NÃO FALTE
(Foto: Figaro)

NÃO SE ESQUEÇA


Não se esqueça: hoje é dia de ir votar.
Não deixe que outros decidam por si.

EFEMÉRIDES

No culto católico, hoje é dia de S. Vicente de Paula

Hoje é dia de eleições legislativas.