Dos dicionários:
Esbulho: espoliação
Espoliar: tirar (a outrem) com arte e manha a propriedade de alguma coisa; desapossar com violência ou fraude.
Esbulho ou espoliação, é o que sinto que foi cometido pelo governo ao desviar para a região mais rica do país (a de Lisboa), recursos que estavam afectados pelo QREN à Região Norte, uma das mais deprimidas da UE.
E parece que a "coisa" ainda pode continuar.
Haja vergonha por parte do poder central e haja reacção, violenta, por parte das chamadas forças vivas do Norte.
sábado, 10 de outubro de 2009
ISTO É IRRESPONSABILIDADE SINDICAL.A OUSADIA DE PEDIR AUMENTOS DE 9% TEM DE SER CONDENADA POR TODOS NÓS.
Hoje
Aviação
Greves na TAP ameaçam dividir sindicato dos pilotos
Mais de uma dezena de antigos dirigentes do Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil desvincularam-se da estrutura, em desacordo com as estratégias seguidas pela actual direcção, admitindo que uma «percentagem significativa» não alinharia numa futura greve
Em causa estão duas grandes razões: a estratégia de negociação com a TAP - com a exigência de um aumento salarial de 9,3 por cento e admitindo o recurso à greve - e a contratação de Paulo Rodrigues para consultor estratégico da direcção do SPAC.
Vários antigos dirigentes e outros pilotos contactados pela Lusa realçaram que esta não é altura para pedir estes aumentos salariais, por muita razão que possa assistir aos pilotos.
Além dos vários antigos dirigentes do sindicato dos pilotos que se desvincularam desta estrutura (uma pequena percentagem face aos cerca de 2.000 associados do SPAC), vários comandantes referiram à Lusa que outros históricos são contrários à linha actual do sindicato, apesar de se manterem associados.
«Há uma fatia significativa [de pilotos] descontente com a actual direcção», disse à Lusa um antigo dirigente do SPAC, acrescentando que «a cisão» pode tornar-se mais visível caso o sindicato avance para uma nova greve.
«Se agora fosse marcada uma nova greve, muitos pilotos que aderiram à anterior não o fariam», afirmou.
A última greve marcada pelos pilotos - a 24 e 25 de Setembro - levou ao cancelamento de mais de 50 voos, com um impacto que a empresa estimou em cerca de 10 milhões de euros.
Esta semana o diferendo entre a administração e os sindicatos teve desenvolvimentos, com as duas partes a acordarem voltarem a sentar-se à mesa. A próxima reunião deverá acontecer na próxima semana. As conversações estavam interrompidas desde há três meses.
Questionada pela Lusa sobre em que medida esta cisão entre os pilotos pode afectar as negociações entretanto retomadas, fonte oficial da TAP escusou-se a fazer qualquer comentário.
Outra polémica a dividir os pilotos é a contratação por parte da actual direcção do SPAC dos serviços de consultoria do também piloto Paulo Rodrigues, que alegadamente envolve o pagamento de mais de meio milhão de euros.
Alguns dos pilotos não concordam que este serviço seja pago, outros dizem que o valor é demasiado elevado, outros invocam questões éticas. Há ainda quem refira todas estas em conjunto.
Contactado pela Lusa para comentar as desvinculações, o SPAC desvalorizou a situação, afirmando que «o número de associados tem vindo a aumentar com a actual direcção».
Por outro lado, o sindicato afirma que «tem resolvido e continuará a resolver os problemas dos pilotos»
Aviação
Greves na TAP ameaçam dividir sindicato dos pilotos
Mais de uma dezena de antigos dirigentes do Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil desvincularam-se da estrutura, em desacordo com as estratégias seguidas pela actual direcção, admitindo que uma «percentagem significativa» não alinharia numa futura greve
Em causa estão duas grandes razões: a estratégia de negociação com a TAP - com a exigência de um aumento salarial de 9,3 por cento e admitindo o recurso à greve - e a contratação de Paulo Rodrigues para consultor estratégico da direcção do SPAC.
Vários antigos dirigentes e outros pilotos contactados pela Lusa realçaram que esta não é altura para pedir estes aumentos salariais, por muita razão que possa assistir aos pilotos.
Além dos vários antigos dirigentes do sindicato dos pilotos que se desvincularam desta estrutura (uma pequena percentagem face aos cerca de 2.000 associados do SPAC), vários comandantes referiram à Lusa que outros históricos são contrários à linha actual do sindicato, apesar de se manterem associados.
«Há uma fatia significativa [de pilotos] descontente com a actual direcção», disse à Lusa um antigo dirigente do SPAC, acrescentando que «a cisão» pode tornar-se mais visível caso o sindicato avance para uma nova greve.
«Se agora fosse marcada uma nova greve, muitos pilotos que aderiram à anterior não o fariam», afirmou.
A última greve marcada pelos pilotos - a 24 e 25 de Setembro - levou ao cancelamento de mais de 50 voos, com um impacto que a empresa estimou em cerca de 10 milhões de euros.
Esta semana o diferendo entre a administração e os sindicatos teve desenvolvimentos, com as duas partes a acordarem voltarem a sentar-se à mesa. A próxima reunião deverá acontecer na próxima semana. As conversações estavam interrompidas desde há três meses.
Questionada pela Lusa sobre em que medida esta cisão entre os pilotos pode afectar as negociações entretanto retomadas, fonte oficial da TAP escusou-se a fazer qualquer comentário.
Outra polémica a dividir os pilotos é a contratação por parte da actual direcção do SPAC dos serviços de consultoria do também piloto Paulo Rodrigues, que alegadamente envolve o pagamento de mais de meio milhão de euros.
Alguns dos pilotos não concordam que este serviço seja pago, outros dizem que o valor é demasiado elevado, outros invocam questões éticas. Há ainda quem refira todas estas em conjunto.
Contactado pela Lusa para comentar as desvinculações, o SPAC desvalorizou a situação, afirmando que «o número de associados tem vindo a aumentar com a actual direcção».
Por outro lado, o sindicato afirma que «tem resolvido e continuará a resolver os problemas dos pilotos»
VEM AÍ TEMPESTADE.
BPN: Investigação a Oliveira Costa acelera A investigação em torno do ex-presidente do Banco Português de Negócios acelerou após as férias judiciais. O prazo de prisão preventiva de Oliveira e Costa acaba a 21 de Novembro, o que leva a que o Ministério Público esteja a querer concluir a investigação até lá.
“É prioridade absoluta”, refere Cândida Almeida, do Departamento Central de Investigação e Acção Penal, Cândida Almeida, ao ‘Semanário Económico’. O caso passa assim para primeiro plano face aos 293 processos mais complexos que estão no departamento.
Em resultado disso, desde 1 de Setembro, as diligências nos interrogatórios e na análise de documentos têm-se intensificado.
“É prioridade absoluta”, refere Cândida Almeida, do Departamento Central de Investigação e Acção Penal, Cândida Almeida, ao ‘Semanário Económico’. O caso passa assim para primeiro plano face aos 293 processos mais complexos que estão no departamento.
Em resultado disso, desde 1 de Setembro, as diligências nos interrogatórios e na análise de documentos têm-se intensificado.
O CICLO ELEITORAL SÓ TERMINA EM JANEIRO DE 2011
Presidente Alegre?
Por Vasco Pulido Valente
Consta que os portugueses estão fartíssimos de eleições - de "europeias", de legislativas, de autárquicas. Foi de facto uma dose concentrada de populismo, demagogia e retórica de televisão. Mas não me parece que os portugueses, da direita ou da esquerda, não estejam interessados nas presidenciais. Pelo contrário. O que até agora ficou por resolver, talvez se resolva para o ano. Não seria com certeza irrelevante que o próximo Presidente - condenado a dissolver esta Assembleia - fosse Cavaco (se ele, por acaso, se recandidatar) ou Manuel Alegre - ou mesmo Guterres, Jaime Gama ou Marcelo. Por aqui e por ali começa uma agitação surda, que os resultados de 27 de Setembro, o caso da "espionagem" e o absurdo comportamento de Cavaco no episódio inteiro manifestamente animaram.
Se Manuel Alegre conseguisse ganhar, unindo o PS, o PC e Bloco, é em princípio possível que, a seguir, essa maioria (bem diferente da de Mário Soares) se reproduzisse no Parlamento. O país teria, então, uma espécie de "frente popular", decidida ao pior. As dificuldades, como é óbvio, são muitas. Em primeiro lugar, Alegre nunca irá a parte alguma, se provocar uma cisão no PS: radicais, para um lado, moderados, para outro. Ele próprio reconhece que "uma parte" do partido (os "soaristas", franco-atiradores como João Cravinho ou Sérgio Sousa Pinto e um grande grupo de gente que sempre se inclinou para a "respeitabilidade" e o centro) "tudo" fará para que o PS não o apoie; e que, semana a semana, inventará um novo candidato para baralhar as coisas (como, de resto, já hoje tenta com a promoção de Guterres, Sampaio e Jaime Gama).
Só que a crise (mais de 600.000 desempregados dentro de pouco tempo), a previsível paralisação do governo Sócrates na Assembleia da República e a impotência do Presidente para garantir uma vida política "regular" vão empurrar o país para uma saída drástica e, provavelmente, ajudarão Alegre. Ainda por cima, a debilidade do PSD, em que, como de costume, ninguém se entende, e que perdeu qualquer espécie de identidade ou propósito; e o desprestígio de Cavaco (que tenderá a aumentar à medida que aumentarem as dificuldades do português comum), não anunciam à direita um candidato forte. A excitação de Alegre e a correlativa angústia de Soares vêm muito simplesmente de que eles, por uma vez, perceberam que o dr. Cavaco é derrotável. E é.
Por Vasco Pulido Valente
Consta que os portugueses estão fartíssimos de eleições - de "europeias", de legislativas, de autárquicas. Foi de facto uma dose concentrada de populismo, demagogia e retórica de televisão. Mas não me parece que os portugueses, da direita ou da esquerda, não estejam interessados nas presidenciais. Pelo contrário. O que até agora ficou por resolver, talvez se resolva para o ano. Não seria com certeza irrelevante que o próximo Presidente - condenado a dissolver esta Assembleia - fosse Cavaco (se ele, por acaso, se recandidatar) ou Manuel Alegre - ou mesmo Guterres, Jaime Gama ou Marcelo. Por aqui e por ali começa uma agitação surda, que os resultados de 27 de Setembro, o caso da "espionagem" e o absurdo comportamento de Cavaco no episódio inteiro manifestamente animaram.
Se Manuel Alegre conseguisse ganhar, unindo o PS, o PC e Bloco, é em princípio possível que, a seguir, essa maioria (bem diferente da de Mário Soares) se reproduzisse no Parlamento. O país teria, então, uma espécie de "frente popular", decidida ao pior. As dificuldades, como é óbvio, são muitas. Em primeiro lugar, Alegre nunca irá a parte alguma, se provocar uma cisão no PS: radicais, para um lado, moderados, para outro. Ele próprio reconhece que "uma parte" do partido (os "soaristas", franco-atiradores como João Cravinho ou Sérgio Sousa Pinto e um grande grupo de gente que sempre se inclinou para a "respeitabilidade" e o centro) "tudo" fará para que o PS não o apoie; e que, semana a semana, inventará um novo candidato para baralhar as coisas (como, de resto, já hoje tenta com a promoção de Guterres, Sampaio e Jaime Gama).
Só que a crise (mais de 600.000 desempregados dentro de pouco tempo), a previsível paralisação do governo Sócrates na Assembleia da República e a impotência do Presidente para garantir uma vida política "regular" vão empurrar o país para uma saída drástica e, provavelmente, ajudarão Alegre. Ainda por cima, a debilidade do PSD, em que, como de costume, ninguém se entende, e que perdeu qualquer espécie de identidade ou propósito; e o desprestígio de Cavaco (que tenderá a aumentar à medida que aumentarem as dificuldades do português comum), não anunciam à direita um candidato forte. A excitação de Alegre e a correlativa angústia de Soares vêm muito simplesmente de que eles, por uma vez, perceberam que o dr. Cavaco é derrotável. E é.
É ESTA A UE FORTE?
União EuropeiaPresidente polaco ratifica Tratado de Lisboa
O Presidente da Polónia Lech Kaczynski ratificou este sábado o Tratado de Lisboa. A República Checa passa a ser o único estado membro da União Europeia que ainda não assinou o documento. O presidente checo exige uma cláusula anti-alemã.
O Presidente da Polónia Lech Kaczynski ratificou este sábado o Tratado de Lisboa. A República Checa passa a ser o único estado membro da União Europeia que ainda não assinou o documento. O presidente checo exige uma cláusula anti-alemã.
ESTES SENHORES NÃO TERÃO VERGONHA?

Esteve para ser a surpresa da arruada da manhã, mas Carmona Rodrigues só à tarde deu 'aquele' abraço a Santana Lopes. Um apoio que frisa ser pessoal e não político. Quanto ao sentido de voto, lembra o fado 'nem às paredes confesso'.
"Um apoio pessoal a um amigo de há 43 anos" - assim quis definir Carmona Rodrigues o abraço que foi ontem dar a Pedro Santana Lopes durante a arruada que ao fim da tarde se iniciou na Av. da Igreja.
A "surpresa" do abraço do antigo vice-presidente de Santana Lopes na autarquia lisboeta esteve para acontecer de manhã, na baixa da cidade, tendo Santana Lopes afirmado aos jornalistas que "por razões ligadas à universidade, Carmona não podia ir ao Chiado - mas que podia transmitir o abraço pessoal".
Pouco depois, através da Lusa, chegava às redacções um esclarecimento do próprio Carmona Rodrigues a "negar qualquer apoio político". "Não apoio ninguém, é uma posição que manifestei quando decidi não me recandidatar e que mantenho" disse o actual vereador que ficou depois largas horas telefonicamente incontactável.
Foi, assim, com grande surpresa que a imprensa viu chegar Carmona Rodrigues à arruada da tarde, uma das mais tradicionais do PSD de Lisboa, que desde sempre se realiza na zona das avenidas Novas. A chegada de Carmona Rodrigues fez recrudescer o entusiasmo na arruada e foi o momento para Santana Lopes frisar à imprensa que "não mentiu" quando tinha divulgado o abraço.
O encontro da tarde serviu para Carmona Rodrigues esclarecer que tem "uma amizade de mais de 43 anos com Santana Lopes que acabou por ficar prejudicada por vicissitudes políticas". No entanto, frisou que "por razões da sua vida pessoal Santana Lopes e ele se encontraram à cerca de duas semanas e puderam esclarecer uma série de equívocos que os tinham afastado". Carmona Rodrigues assumiu que ele e Santana Lopes não se falavam há dois anos mas que quando se reaproximaram tiveram oportunidade de esclarecer "tudo o que se tinha passado" e de "o ultrapassar".
Quanto ao sentido de voto, Carmona Rodrigues lembrou apenas a letra do fado "nem às paredes confesso". E só após insistentes perguntas disse ter sempre votado no PSD durante toda a vida, excepto quando votou em si próprio. Mas deixou sempre o ponto em aberto: não se trata de "uma assinatura perpétua". DN
porque seráque mudou de ideias e foi?
"Um apoio pessoal a um amigo de há 43 anos" - assim quis definir Carmona Rodrigues o abraço que foi ontem dar a Pedro Santana Lopes durante a arruada que ao fim da tarde se iniciou na Av. da Igreja.
A "surpresa" do abraço do antigo vice-presidente de Santana Lopes na autarquia lisboeta esteve para acontecer de manhã, na baixa da cidade, tendo Santana Lopes afirmado aos jornalistas que "por razões ligadas à universidade, Carmona não podia ir ao Chiado - mas que podia transmitir o abraço pessoal".
Pouco depois, através da Lusa, chegava às redacções um esclarecimento do próprio Carmona Rodrigues a "negar qualquer apoio político". "Não apoio ninguém, é uma posição que manifestei quando decidi não me recandidatar e que mantenho" disse o actual vereador que ficou depois largas horas telefonicamente incontactável.
Foi, assim, com grande surpresa que a imprensa viu chegar Carmona Rodrigues à arruada da tarde, uma das mais tradicionais do PSD de Lisboa, que desde sempre se realiza na zona das avenidas Novas. A chegada de Carmona Rodrigues fez recrudescer o entusiasmo na arruada e foi o momento para Santana Lopes frisar à imprensa que "não mentiu" quando tinha divulgado o abraço.
O encontro da tarde serviu para Carmona Rodrigues esclarecer que tem "uma amizade de mais de 43 anos com Santana Lopes que acabou por ficar prejudicada por vicissitudes políticas". No entanto, frisou que "por razões da sua vida pessoal Santana Lopes e ele se encontraram à cerca de duas semanas e puderam esclarecer uma série de equívocos que os tinham afastado". Carmona Rodrigues assumiu que ele e Santana Lopes não se falavam há dois anos mas que quando se reaproximaram tiveram oportunidade de esclarecer "tudo o que se tinha passado" e de "o ultrapassar".
Quanto ao sentido de voto, Carmona Rodrigues lembrou apenas a letra do fado "nem às paredes confesso". E só após insistentes perguntas disse ter sempre votado no PSD durante toda a vida, excepto quando votou em si próprio. Mas deixou sempre o ponto em aberto: não se trata de "uma assinatura perpétua". DN
porque seráque mudou de ideias e foi?
TENHO DE RECONHECER QUE MIGUEL PORTAS TEM BOM GOSTO

A companheira de Miguel Portas (quarta-feira, 7 de Outubro de 2009 17:21) OS TIQUES DA " DITA " BURGUESIA !!!
A “companheira” Marisa Matias
A licenciada em sociologia Marisa Matias de 33 anos de idade, eleita para o Parlamento Europeu pelo Bloco de Esquerda, não é nem mais nem menos que a namorada e companheira de Miguel Sacadura Cabral Portas de 51 anos de idade, o número um da lista.
Ambos vão pois para o Parlamento Europeu auferir de dois salários que somam cerca de 15 mil euros mensais acrescidos das despesas de viagem e estadia pagas contra factura e despesas de assessoria, etc.
Trata-se, como é sabido de toda a gente, de uma personalidade muito "conhecida" do grande público. Nunca tinha ouvido falar na senhora dos longos cabelos negros e, apenas sei, que concorreu a umas eleições à Câmara da Covilhã em que perdeu porque está escrito na Net. Mas agora, os míseros 381.791 votos permitiram a sua eleição, pois estava em segundo lugar a seguir ao companheiro Portas.
O homem tem bom gosto e, neste aspecto, não é igual ao mano.
Excelente exemplo de nepotismo do Bloco de Esquerda. Tudo em família na esquerda trotsquista, maoista, etc
A “companheira” Marisa Matias
A licenciada em sociologia Marisa Matias de 33 anos de idade, eleita para o Parlamento Europeu pelo Bloco de Esquerda, não é nem mais nem menos que a namorada e companheira de Miguel Sacadura Cabral Portas de 51 anos de idade, o número um da lista.
Ambos vão pois para o Parlamento Europeu auferir de dois salários que somam cerca de 15 mil euros mensais acrescidos das despesas de viagem e estadia pagas contra factura e despesas de assessoria, etc.
Trata-se, como é sabido de toda a gente, de uma personalidade muito "conhecida" do grande público. Nunca tinha ouvido falar na senhora dos longos cabelos negros e, apenas sei, que concorreu a umas eleições à Câmara da Covilhã em que perdeu porque está escrito na Net. Mas agora, os míseros 381.791 votos permitiram a sua eleição, pois estava em segundo lugar a seguir ao companheiro Portas.
O homem tem bom gosto e, neste aspecto, não é igual ao mano.
Excelente exemplo de nepotismo do Bloco de Esquerda. Tudo em família na esquerda trotsquista, maoista, etc
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
SANTANA MAIS UMA VEZ MENTIU. O DESESPERO LEVA A TUDO
Há 1 hora
Autárquicas/Lisboa
Santana Lopes anuncia apoio de Carmona Rodrigues, mas este nega
O candidato social-democrata a Lisboa, Santana Lopes, anunciou hoje que o ex-presidente da Câmara Carmona Rodrigues o apoia na campanha autárquica, mas o próprio negou à Lusa que lhe tenha manifestado qualquer apoio político
Autárquicas/Lisboa
Santana Lopes anuncia apoio de Carmona Rodrigues, mas este nega
O candidato social-democrata a Lisboa, Santana Lopes, anunciou hoje que o ex-presidente da Câmara Carmona Rodrigues o apoia na campanha autárquica, mas o próprio negou à Lusa que lhe tenha manifestado qualquer apoio político
A ESTOCADA FINAL?
Editorial
Lisboa: uma vitória difícil de engolir
por Francisco Camacho, Publicado em 09 de Outubro de 2009
Nas legislativas todos saíram vencedores. Nas autárquicas, em Lisboa, não há vitória sem senão tanto para Sócrates como para Ferreira Leite
Parece que a honradez da derrota assumida deixou de ser estimada - e, claro, alguma responsabilidade a plateia há-de ter nisto. Acabou o tempo dos cavalheiros, o tempo em que quem ganhava e quem perdia era claro para todos e os discursos da noite eleitoral sempre serviam para desmontar as tendas e dizer: basta de circo.
O medo do ridículo, que antes forçava os líderes partidários a terem o mínimo de juízo, contenção e lucidez no momento de reagir aos resultados, poupando-nos a contorcionismos de retórica demasiado descarados, foi ultrapassado de vez. Perdeu-se a vergonha. Agora, mais que nunca, nas noites eleitorais já não há vencidos. Só vencedores.
Aprendemos essa lição de alta política nos discursos de 27 de Setembro. Se as últimas europeias foram marcadas pelo descrédito das sondagens, as legislativas destacaram-se por este absurdo: a ausência de derrotados. Como o povo não se indignou com a profusão de discursos triunfantes, o mais provável é que a fórmula continue a ser utilizada por todos os líderes em noites de eleições daqui em diante. Assim, quaisquer que sejam as percentagens nacionais ou o número de câmaras conquistadas pelos partidos no domingo, já ganharam todos. Para os políticos, é um expediente muito tranquilizador: nunca mais se sentirão obrigados a assumir um desaire perante o país. Para o povo, é reconfortante: demonstra que tinha razão para desconfiar dos políticos. Este novo discurso transversal, em que todos ganham e ninguém perde, pode ser facilmente rebatido numa leitura antecipada dos resultados do PS e do PSD nas autárquicas em Lisboa. Isto é: o líder do partido que vencer no domingo leva também uma derrota pessoal para casa. Veja-se a situação delicada de Manuela Ferreira Leite. O facto de ter aceitado Pedro Santana Lopes como cabeça-de-lista em Lisboa nunca chegou para apagar o historial de desavenças entre os dois. Não fez esquecer o que Ferreira Leite disse à "Sábado", em Maio do ano passado, sobre os seus dilemas como eleitora nas legislativas de 2005.
Uma vitória em Lisboa do antigo primeiro-ministro, que na altura considerou essas declarações uma violação dos estatutos do partido, teria um sabor amargo para Ferreira Leite. Pior sabor só mesmo a derrota em Lisboa. Poderia ser a estocada final numa liderança muito fragilizada. Resumindo: Ferreira Leite não terá razões, em circunstância alguma, para grandes festejos no domingo.
Se António Costa ganhar, José Sócrates irá obviamente cantar vitória e aparecer em público abraçado ao presidente da câmara. Mas o triunfo não será do primeiro-ministro e ele sabe-o melhor que ninguém. O PS que Costa representa é um partido mais à esquerda que o de Sócrates. É um partido que se entende com Manuel Alegre, que tem o apoio de Helena Roseta, Sá Fernandes e até Carvalho da Silva, o líder da CGTP. Uma vitória clara de Costa em Lisboa daria um novo ânimo a uma parte do PS que não gosta de Sócrates. Além de um peso acrescido ao homem que mais sombra lhe faz no partido.
Lisboa: uma vitória difícil de engolir
por Francisco Camacho, Publicado em 09 de Outubro de 2009
Nas legislativas todos saíram vencedores. Nas autárquicas, em Lisboa, não há vitória sem senão tanto para Sócrates como para Ferreira Leite
Parece que a honradez da derrota assumida deixou de ser estimada - e, claro, alguma responsabilidade a plateia há-de ter nisto. Acabou o tempo dos cavalheiros, o tempo em que quem ganhava e quem perdia era claro para todos e os discursos da noite eleitoral sempre serviam para desmontar as tendas e dizer: basta de circo.
O medo do ridículo, que antes forçava os líderes partidários a terem o mínimo de juízo, contenção e lucidez no momento de reagir aos resultados, poupando-nos a contorcionismos de retórica demasiado descarados, foi ultrapassado de vez. Perdeu-se a vergonha. Agora, mais que nunca, nas noites eleitorais já não há vencidos. Só vencedores.
Aprendemos essa lição de alta política nos discursos de 27 de Setembro. Se as últimas europeias foram marcadas pelo descrédito das sondagens, as legislativas destacaram-se por este absurdo: a ausência de derrotados. Como o povo não se indignou com a profusão de discursos triunfantes, o mais provável é que a fórmula continue a ser utilizada por todos os líderes em noites de eleições daqui em diante. Assim, quaisquer que sejam as percentagens nacionais ou o número de câmaras conquistadas pelos partidos no domingo, já ganharam todos. Para os políticos, é um expediente muito tranquilizador: nunca mais se sentirão obrigados a assumir um desaire perante o país. Para o povo, é reconfortante: demonstra que tinha razão para desconfiar dos políticos. Este novo discurso transversal, em que todos ganham e ninguém perde, pode ser facilmente rebatido numa leitura antecipada dos resultados do PS e do PSD nas autárquicas em Lisboa. Isto é: o líder do partido que vencer no domingo leva também uma derrota pessoal para casa. Veja-se a situação delicada de Manuela Ferreira Leite. O facto de ter aceitado Pedro Santana Lopes como cabeça-de-lista em Lisboa nunca chegou para apagar o historial de desavenças entre os dois. Não fez esquecer o que Ferreira Leite disse à "Sábado", em Maio do ano passado, sobre os seus dilemas como eleitora nas legislativas de 2005.
Uma vitória em Lisboa do antigo primeiro-ministro, que na altura considerou essas declarações uma violação dos estatutos do partido, teria um sabor amargo para Ferreira Leite. Pior sabor só mesmo a derrota em Lisboa. Poderia ser a estocada final numa liderança muito fragilizada. Resumindo: Ferreira Leite não terá razões, em circunstância alguma, para grandes festejos no domingo.
Se António Costa ganhar, José Sócrates irá obviamente cantar vitória e aparecer em público abraçado ao presidente da câmara. Mas o triunfo não será do primeiro-ministro e ele sabe-o melhor que ninguém. O PS que Costa representa é um partido mais à esquerda que o de Sócrates. É um partido que se entende com Manuel Alegre, que tem o apoio de Helena Roseta, Sá Fernandes e até Carvalho da Silva, o líder da CGTP. Uma vitória clara de Costa em Lisboa daria um novo ânimo a uma parte do PS que não gosta de Sócrates. Além de um peso acrescido ao homem que mais sombra lhe faz no partido.
GOSTEI MUITO

Academia Sueca
Barack Obama vence Prémio Nobel da Paz de 2009
A Academia Sueca acaba de anunciar a atribuição do Prémio Nobel da Paz de 2009 ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pelo impacto que teve na política internacional e pelos esforços na questão das armas nucleares
•
Perfil de Barack Obama
Segundo o Comité do Nobel, Obama recebeu o prémio «pelos seus extraordinários esforços de reforço da diplomacia internacional e cooperação entre povos».
«Só raramente uma pessoa consegue, como fez Obama, capturar a atenção de todo o mundo e dar ao seu povo esperança para um futuro melhor», disse o Comité no seu anúncio.
«A sua diplomacia é fundada no conceito de que os que lideram o mundo devem fazê-lo com base nos valores partilhados pela maioria da população mundial».
O Comité afirmou ainda que atribui especial importância ao esforço de Obama em trabalhar por um mundo sem armas nucleares.
«Obama criou, enquanto presidente, um novo clima na política internacional. A diplomacia multilateral recuperou uma posição de destaque, com ênfase no papel das Nações Unidas e de outras entidades internacionais».
Além disso, devido à sua influência, «o diálogo e as negociações são preferidas como instrumentos para a resolução mesmo dos mais difíceis conflitos internacionais», sendo que «a visão de um mundo livre de armas nucleares estimulou poderosamente e as negociações de controlo de armas».
Graças à iniciativa de Obama, «os EUA estão agora a desempenhar um papel mais construtivo na abordagem dos grandes desafios das alterações climáticas que o mundo enfrenta» e «a democracia e os direitos humanos serão reforçados».
«Só muito raramente uma pessoa capturou como Obama a atenção do mundo e deu esperança ao seu povo num futuro melhor», lê-se ainda na citação.
«A sua diplomacia baseia-se no conceito de que quem dirige o mundo o deve fazer na base de valores e atitudes partilhadas pela maioria da população mundial».
A concluir, o Comité Nobel norueguês sublinha esforçar-se «há 108 anos por estimular precisamente essa política internacional e essas atitudes das quais Obama é o principal porta-voz no mundo».
É por isso que o comité afirma subscrever o apelo de Obama de que «chegou o momento de todos partilharmos a responsabilidade de uma resposta global aos desafios globais».
O prémio será entregue em Oslo a 10 de Dezembro, data do aniversário da morte do seu fundador, o industrial e filantropo sueco Alfred Nobel, e consiste numa medalha, um diploma e um cheque de 10 milhões de coroas (cerca de 980 mil euros).
andreia.coelho@sol.pt com agências
Barack Obama vence Prémio Nobel da Paz de 2009
A Academia Sueca acaba de anunciar a atribuição do Prémio Nobel da Paz de 2009 ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pelo impacto que teve na política internacional e pelos esforços na questão das armas nucleares
•
Perfil de Barack Obama
Segundo o Comité do Nobel, Obama recebeu o prémio «pelos seus extraordinários esforços de reforço da diplomacia internacional e cooperação entre povos».
«Só raramente uma pessoa consegue, como fez Obama, capturar a atenção de todo o mundo e dar ao seu povo esperança para um futuro melhor», disse o Comité no seu anúncio.
«A sua diplomacia é fundada no conceito de que os que lideram o mundo devem fazê-lo com base nos valores partilhados pela maioria da população mundial».
O Comité afirmou ainda que atribui especial importância ao esforço de Obama em trabalhar por um mundo sem armas nucleares.
«Obama criou, enquanto presidente, um novo clima na política internacional. A diplomacia multilateral recuperou uma posição de destaque, com ênfase no papel das Nações Unidas e de outras entidades internacionais».
Além disso, devido à sua influência, «o diálogo e as negociações são preferidas como instrumentos para a resolução mesmo dos mais difíceis conflitos internacionais», sendo que «a visão de um mundo livre de armas nucleares estimulou poderosamente e as negociações de controlo de armas».
Graças à iniciativa de Obama, «os EUA estão agora a desempenhar um papel mais construtivo na abordagem dos grandes desafios das alterações climáticas que o mundo enfrenta» e «a democracia e os direitos humanos serão reforçados».
«Só muito raramente uma pessoa capturou como Obama a atenção do mundo e deu esperança ao seu povo num futuro melhor», lê-se ainda na citação.
«A sua diplomacia baseia-se no conceito de que quem dirige o mundo o deve fazer na base de valores e atitudes partilhadas pela maioria da população mundial».
A concluir, o Comité Nobel norueguês sublinha esforçar-se «há 108 anos por estimular precisamente essa política internacional e essas atitudes das quais Obama é o principal porta-voz no mundo».
É por isso que o comité afirma subscrever o apelo de Obama de que «chegou o momento de todos partilharmos a responsabilidade de uma resposta global aos desafios globais».
O prémio será entregue em Oslo a 10 de Dezembro, data do aniversário da morte do seu fundador, o industrial e filantropo sueco Alfred Nobel, e consiste numa medalha, um diploma e um cheque de 10 milhões de coroas (cerca de 980 mil euros).
andreia.coelho@sol.pt com agências
UMA DÚVIDA NÃO METÓDICA
Sócrates sempre convidou o Louçã, ou o Fazenda por ele, para o governo? A minha dúvida resulta de todos os dias e em todas as suas intervenções, Louçã negar essa possibildade.
LIDO
"Manuela Ferreira Leite tornou-se um dos exemplos políticos mais ilustratativos do famoso Princípio de Peter, ao ultrapassar vertiginosamente o seu nível competência desde que foi eleita presidente do PSD"
Alfredo Barroso, no blogue Sorumbático
Alfredo Barroso, no blogue Sorumbático
MAIS UM PAUZINHO NA ENGRENAGEM
O presidente checo, Vaclav Klaus, havia dito que, tal como o seu colega polaco, assinaria o Tratado de Lisboa após o referendo irlandês. Pois agora, vem meter mais um pauzinho na engrenagem: quer "uma nota de rodapé" (seja lá o que for isso) na Carta dos Direitos Fudamentais da UE.
Haverá pachorra para aturar políticos deste estofo?
Haverá pachorra para aturar políticos deste estofo?
Ó DIABO...
Há dias, uma sondagem dava o PS a ganhar em Matosinhos, com uma grande folga em relação a Narciso Miranda. Uma outra, agora do Expresso de hoje, dá os seguintes resultados:
- PS - 33,2% a 37,4%
- NM - 28,1% a 32,3%
Como a margem de erro é de 4,23%, verifica-se um empate técnico.
Pode vir a ser complicado para o PS...
- PS - 33,2% a 37,4%
- NM - 28,1% a 32,3%
Como a margem de erro é de 4,23%, verifica-se um empate técnico.
Pode vir a ser complicado para o PS...
NÃO SABIA
Consulto o folheto da candidatura do PS às Autárquicas do Porto e constato que ando ainda bastante mais distraído do que é usual em mim.
Então não é que mudaram o nome da Freguesia de S. Nicolau para Ribeira? Quando foi? E, já agora, porquê? Soa melhor ou "vende" mais? E que instâncias o decidiram e votaram?
Então não é que mudaram o nome da Freguesia de S. Nicolau para Ribeira? Quando foi? E, já agora, porquê? Soa melhor ou "vende" mais? E que instâncias o decidiram e votaram?
AUTÁRQUICAS
Acabo de assistir, na RTP, ao debate entre os candidatos à Câmara Municipal do Porto.
Nada de novo. Muito ruído e pouca música audível.
Nada de novo. Muito ruído e pouca música audível.
ERRO DE "TRADUÇÃO"?
(...)"Referindo-se ao resultado das legislativas, a social-democrata [Manuela Ferreira Leite] afirmou que o PSD não ganhou, mas conseguiu mais deputados do que o PS, tanto mais que os resultados da emigração, conhecidos ontem, vieram confirmar isso".
Jornal de Notícias de ontem, artigo assinado por Glória Lopes.
Vou esperar pelo JN de hoje, para ver se não houve erro de "tradução" do dito para o escrito.
Jornal de Notícias de ontem, artigo assinado por Glória Lopes.
Vou esperar pelo JN de hoje, para ver se não houve erro de "tradução" do dito para o escrito.
FRASES
Tem os olhos bem abertos antes do casamento e semi-cerrados depois.
(Benjamim Franklin)
(Recebida por e-mail)
(Benjamim Franklin)
(Recebida por e-mail)
FOTO DO DIA
EFEMÉRIDES
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
ISTO É PURA CHANTAGEM E MAU PERDER
PSD
Ferreira Leite sai do partido com Passos Coelho.
Marcelo e Rangel apontados para a liderança
Por Sofia Rainho
Pedro Passos Coelho vai ter Marcelo Rebelo de Sousa como adversário na corrida à sucessão de Manuela Ferreira Leite na liderança dos sociais-democratas. Ou Paulo Rangel, caso o professor acabe por resistir a todas as pressões e tentações, avança a edição do SOL desta sexta-feira
Ferreira Leite sai do partido com Passos Coelho.
Marcelo e Rangel apontados para a liderança
Por Sofia Rainho
Pedro Passos Coelho vai ter Marcelo Rebelo de Sousa como adversário na corrida à sucessão de Manuela Ferreira Leite na liderança dos sociais-democratas. Ou Paulo Rangel, caso o professor acabe por resistir a todas as pressões e tentações, avança a edição do SOL desta sexta-feira
ESTA SENHORA NÃO PENSA NO QUE DIZ. ENTÃO JÁ NÃO TINHA MAIS DEPUTADOS QUE TODA A OPOSIÇÃO JUNTA?
Em Bragança
Ferreira Leite lembra Sócrates de que PSD tem mais deputados do que toda a oposição junta
A presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, afastou quarta-feira qualquer possibilidade de entendimento com José Sócrates e desafiou o primeiro-ministro a dizer com que partido pretende governar depois de o PSD somar mais deputados do que toda a oposição junta
Ferreira Leite lembra Sócrates de que PSD tem mais deputados do que toda a oposição junta
A presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, afastou quarta-feira qualquer possibilidade de entendimento com José Sócrates e desafiou o primeiro-ministro a dizer com que partido pretende governar depois de o PSD somar mais deputados do que toda a oposição junta
EU QUERIA UM FERRARI
Gostaria de ter um Ferrari (a acompanhar uns quantos outros de outras marcas) na minha garagem, mas não posso.
Gosto que o meu País tenha uma companhia de aviação de bandeira, mas parece que o meu País também não pode tê-la ou, tendo-a, como é o caso, tenha sistematicamente prejuízos, que têm que ser cobertos pelos contribuintes, até onde a UE o permitir.
A Administração da TAP voltou às reuniões com o Sindicato dos Pilotos, que exigem um aumento salarial de 9%. Terão as suas razões, que não conheço e por isso não contesto, mas não me apetece comparticipar em tal aumento.
Privatização? Porque não? Condições e preço? Ignoro. Mas creio que a situação é insustentável e algo tem que mudar.
Gosto que o meu País tenha uma companhia de aviação de bandeira, mas parece que o meu País também não pode tê-la ou, tendo-a, como é o caso, tenha sistematicamente prejuízos, que têm que ser cobertos pelos contribuintes, até onde a UE o permitir.
A Administração da TAP voltou às reuniões com o Sindicato dos Pilotos, que exigem um aumento salarial de 9%. Terão as suas razões, que não conheço e por isso não contesto, mas não me apetece comparticipar em tal aumento.
Privatização? Porque não? Condições e preço? Ignoro. Mas creio que a situação é insustentável e algo tem que mudar.




