quarta-feira, 14 de outubro de 2009

FOTO DO DIA


Ponte, na Coreia do Sul, com 21,38 kms, a ser inaugurada no próximo dia 16.
((20 Minutos)

EFEMÉRIDES


No culto católico, hoje é dia de S. Calisto


Neste dia, em

- 1927,nasce Roger Moore, actor britânico

- 1959, morre Errol Flynn (foto), actor americano

terça-feira, 13 de outubro de 2009

O POVO É SÁBIO. NAS EUROPEIAS CATIGOU O PS, MAS CORRIGIU NAS LEGISLATIVAS E DAS AUTÁRQUICAS PORQUE NÃO QUER A DIREITA

Os "senhores da esquerda" aprenderam uma lição
A esquerda conservadora, PCP e Bloco de Esquerda, aprendeu uma dura lição nestas eleições autárquicas, habituada a tutelar aqueles que designa como "povo de esquerda" viu-os votar PS em nome dos seus anseios e não de acordo com estratégias partidárias dos "senhores da esquerda". Se Sócrates e o PS são de direita, como gostam tanto de acusar, terão de aceitar que bastiões como Marinha Grande, Beja ou Aljustrel optaram por essa mesma direita tão odiada por Jerónimo de Sousa e Louça. Em Lisboa os "senhores da esquerda" apostaram nos seus projectos políticos pessoais, msmo sabendo que isso poderia significar a vitória de Santana Lopes, mas os eleitores disseram-lhes não.
Os mesmos eleitores de Lisboa que convenceram Louçã que já era um grande líder da extrema-esquerda, optaram agora por o mandar à fava nas eleições de Lisboa, Francisco Louçã foi vítima da sua própriam arrogância. Louçã enganou-se ao justificar-se ao dizer que tinha muito a aprender nas eleições autárquicas, o que ele tem de aprender é que o “povo de esquerda” não é nenhum rebanho, nem uma massa de idiotas que iriam eleger um babaca como vereador para, em contrapartida, verem Santana Lopes ganhar a câmara.
Este eleitorado de esquerda, de que Louçã tanto gostar de se armar em representante pode ficar irritado com algumas políticas de Sócrates, pode castigar o PS pelas asneiras governamentais ou para exorcizar as consequências financeiras, mas não faz o que lhe mandam Louça ou Jerónimo de Sousa lhes mandam fazer. Foi o “povo de esquerda” que impediu a direita de chegar ao governo nas legislativas e agora infligiu uma pesada derrota pessoal a Ferreira Leite, Louçã e Jerónimo de Sousa.
Quando Jerónimo de Sousa diz que é a grande força de esquerda nas autarquias como explica a derrota a CDU em Beja? Ao fim de trinta anos os bejenses não evoluíram como povo ou, cruzes canhoto, deixou de ser de esquerda para passar a ser um eleitorado de direita e escolheu um PS de direita? Bem, ainda algum dirigente do PCP se vai lembrar de dizer que o povo de Beja enriqueceu tanto com o progresso resultante da gestão CDU e acabou por se aburguesar. Ou então sucedeu um fenómeno idêntico ao da RDA, invejou os padrões de consumo nas autarquias geridas pela direita e traiu o PCP.
Este povo de esquerda é bem menos burro do que julga o BE e o PCP e não votou contra a maioria absoluta de António Costa ou para manter alguns concelhos com o estatuto de pequenas RDAs. Pior ainda, ao longo dos anos tem afirmado a tendência para o divórcio com modelos de gestão autárquica onde pontuam controleiros alheios aos interesses das populações. Na Marinha Grande os eleitores não aceitaram os golpes baixos o aparelho do PCP e em Aljustrel a população percebeu que Manuel Pinho estava bem mais empenhado em defender os seus interesses do que Bernardino Soares.
Estas eleições mostraram que o tal “povo de esquerda” não obedece a dirigentes políticos que olham para os eleitores como os "senhores da guerra", sabe o que quer e começa a perceber que há uma grande distância entre o desenvolvimento que anseia e os paraísos que estes "senhores da esquerda" prometem. O "povo de esquerda", como todo o povo, quer que as autarquias funcionem, que as escolas tenham qualidade, que o país progrida, não querem nem desejam a grande crise que provará que Marx tem razão e muito menos o desmoronar do sistema ideológico.
Nestas autárquicas o povo disse não aos "senhores da esquerda", foram eles os grandes derrotados, estiveram mais empenhados em eleger mais dois ou três vereadores mesmo que isso significasse mais autarquias geridas pela direita e perderam. Não só não beliscaram a direita, como perderem muitas autarquias para o PS. (Blog - jumento)

O NOVO GOVERNO

José Sócrates foi indigitado primeiro-ministro pelo PR, competindo-lhe apresentar o seu programa e o novo governo, após a habitual consulta aos partidos com assento parlamentar.
Quem serão os próximos ministros e secretários de Estado? Todos esperamos que sejam figuras credíveis e com provas dadas, que os tempos vão maus.
Alguém quer dar palpites sobre os nomes de quem nos vai governar?

AINDA AS AUTÁRQUICAS

O PSD ganhando, perdeu. Ganhou porque é o detentor do maior número de câmaras; perdeu, porque diminuiu o número de câmaras que detinha, algumas delas emblemáticas. Por isso, após uma não-vitória nas legislativas, está instalada a guerra na sua liderança.

O PS, no Porto, perdeu em toda a linha e não tem desculpas. Os líderes (da concelhia e da distrital) devem explicações. E não vão retirar consequências? Vai ficar tudo em águas mornas, para não dizer chilras?

É URGENTE UMA REFORMA PROFUNDA NO SSTEMA FISCAL

Jornal de Negócios Online
As propostas avançadas pelo relatório elaborado por um grupo de peritos que é hoje apresentado no Ministério das Finanças pressupõem alterações em vários impostos, como o IVA, o IMT, o IRS e o IRC.
O Relatório Técnico do Grupo de Trabalho para o Estudo da Política Fiscal, Competitividade, Eficiência e Justiça do Sistema Fiscal será apresentado será apresentado esta manhã às 10h00.Segundo o jornal "Público”,
Na fiscalidade da compra de venda de casas, a proposta passa pela extinção gradual do IMT e a análise para a sua substituição por outro imposto, como o IVA ou Imposto de Selo. No IRS, além da possibilidade de os contribuintes entregarem a sua declaração em separado, o grupo de trabalho recomenda a exclusão de certas actividades do regime simplificado, como ourivesaria, construção civil e sucatas.Ainda no IRS, além da tributação das mais-valias bolsistas a 20%, o Grupo de trabalho recomenda uma simplificação do regime. Os rendimentos do trabalho (dependente e independente), pensões e regimes de imputação ficariam sujeitos a taxas progressivas. Os rendimentos de capitais, prediais e mais-valias pagariam uma taxa única de 20% e todas as taxas liberatórias vigentes desapareceriam. Esta medida poderá representar um agravamento de impostos, sendo que quanto à tributação das grandes fortunas, o estudo não avança com propostas, adianta o “Público”.
Também no IRS, o documento que é hoje apresentado defende ainda uma maior dedução específica para os assalariados e pensionistas, uma maior aproximação das tabelas de retenção na fonte à realidade, de forma a evitar "a retenção em excesso" e a possibilidade de os casais poderem entregar a declaração de IRS em separado. Outra das alterações propostas passa por aumentar a tributação dos rendimentos de propriedade intelectual.Ao nível do IVA, a sugestão passa por baixar a taxa máxima para 19% e retirar produtos da taxa dos 12%. No IRC é proposto o fim do regime simplificado, alterações no regime de tranparência fiscal e a melhoria do Pagamento Especial por Conta.

TERINADOS OS ACTOS ELEITORAIS QUE AVANCE A JUSTIÇA PARA ARRUMAR ALGUNS PROCESSOS QUENTES

O caso Portucale surge relacionado com um despacho assinado por Luís Nobre Guedes (ex-ministro do Ambiente), Carlos Costa Neves (ex-ministro da Agricultura) e Telmo Correia (ex-ministro do Turismo) poucos dias antes das eleições legislativas de 2005 e que permitiu à Portucale, empresa do Grupo Espírito Santo, proceder ao abate de mais de dois mil sobreiros na Herdade da Vargem Fresca, em Benavente, com vista ao arranque do projecto turístico-imobiliário.
Luís José de Mello e Castro Guedes, conhecido como Luís Nobre Guedes, Costa Neves e Telmo Correia não foram acusados da prática de qualquer crime pelo Ministério Público, na investigação do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), mas 11 pessoas, incluindo o ex-dirigente do CDS-PP Abel Pinheiro, foram acusadas de crimes que vão desde tráfico de influências, abuso de poder e falsificação de documentos.
Lusa / SOL

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

CACIQUISMOS

Num qualquer concelho do interior, de preferência do Norte, género Felgueiras, Marco de Canavezes, Gondomar (que não é bem do interior, mas é do Norte), votar sempre no mesmo candidato vezes sem conta, mesmo que não seja um exemplo de cidadania que apontemos aos nossos filhos, é caciquismo puro, como bem sabemos, fruto dos favores e da iliteracia 'tout court' e política, das massas ignaras.


Mas, se o dito candidato o for num concelho do Sul e do Litoral, ali mesmo ao lado da capital, onde o grosso do eleitorado é das classes A e B, isso é a demonstração da capacidade de discernimento e de independência dos esclarecidos e não dependentes eleitores.


Critérios de apreciação...

O facto de não conseguir "encaixar" é defeito meu, com toda a certeza.

DÚVIDAS

Imaginemos Portugal com um único concelho e que tal concelho dava pelo nome de Oeiras e que à sua câmara municipal concorria, a par de outros, um candidato de nome Isaltino. Em quem votaria eu?
Poderia ser um dos 54% que se abstiveram, coisa improvável em mim; poderia votar branco ou nulo, como fizeram 5%, mas que é coisa que raramente utilizo; poderia, ainda, votar numa das outras listas, como fizeram 53%. Mas não será que poderia, como quase 42% dos eleitores, votar no tal Isaltino?
Fico cheio de dúvidas sobre o que "deveria" fazer.
Que sorte a minha não votar no dito concelho...

AS AUTÁRQUICAS

E os vencedores do noite de ontem foram:
O CDS, que manteve a câmara que já detinha (Ponte de Lima) e
o BE que também manteve a câmara que já detinha (Salvaterra de Magos).
Ambos se aguantaram bem e, por isso, estão de parabéns.

EDITORAL DO DN

editorial
Uma vitória de Pirro
As eleições autárquicas de ontem deram ao Partido Socialista o melhor resultado de sempre em eleições locais (o anterior recorde socialista estava fixado em 127 câmaras e este domingo passou para 131). No entanto, e em termos factuais e objectivos, o PSD continua a ser o maior partido português nas autarquias. E desse ponto de vista é lícito que se proclame vencedor destas eleições.
Importa, no entanto, fazer algumas leituras e retirar conclusões. O PS, apesar da dinâmica com que vinha das eleições legislativas de há duas semanas, obtém vitórias, algumas delas bastante significativas, em oito capitais de distrito. A maioria absoluta em Lisboa e o "roubo" de Leiria ao PSD são alguns desses exemplos.
Por outro lado, o PSD lidera em nove capitais de distrito, mas as três vitórias mais importantes - Porto, Coimbra e Faro - foram conseguidas à custa de coligações com outras tantas forças políticas - CDS/PP, PPM e MPT.
A dimensão da vitória em número de câmaras atribuída ao PSD não tem, contudo, correspondência com o número de votos em termos absolutos nem com o número de mandatos alcançados. À luz destes dois critérios, o PS pode proclamar-se vencedor da noite eleitoral.
O PSD, apesar de ser o partido com maior número de presidências de câmara, sai destas eleições mais fragilizado do que entrou. Perdeu 20 autarquias em relação a 2005, sendo que quem foi a votos nalgumas delas foram apostas pessoais de Manuela Ferreira Leite. São os casos de Isabel Damasceno, em Leiria, ou Pedro Santana Lopes. em Lisboa.
O Bloco de Esquerda e o CDS foram outros derrotados nestas autárquicas. Cada um destes partidos manteve a única câmara de que dispunha, mas mostrou-se incapaz de rentabilizar os resultados obtidos nas eleições legislativas de 27 de Setembro. Quando se esperava que confirmassem a tendência de crescimento, vieram ao de cima as fragilidades de implantação no terreno que bloquistas e democratas-cristãos revelam desde há vários anos.
Estes factos permitiram ao PCP fazer o discurso habitual. "Estas eleições demonstraram um reforço significativo da CDU." É um facto que os comunistas resistiram, mais do que os outros, à erosão eleitoral. Mas perderam Beja, um dos seus redutos históricos no Alentejo, ou a emblemática Marinha Grande, para o PS. Perderam votos e mandatos, continuando a ser a terceira força política no poder local.
Ainda a noite não tinha terminado, e já se começavam a afiar as facas no PSD. Em Vila Real, Pedro Passos Coelho afirmou que "o PSD tem de fazer uma reflexão profunda". Já Luís Filipe Menezes deixou clara a sua posição sobre a liderança do partido: "A mudança tem de ser feita já." Manuela Ferreira Leite está assim mais cercada do que nunca.
Fechado o ciclo eleitoral - europeias, legislativas e autárquicas -, a avaliação do desempenho da presidente do PSD é confrangedor. O partido ganhou as eleições de 6 de Junho, sem que Ferreira Leite fosse candidata. Pode reclamar vitória nas autárquicas, mas também aqui a líder não era candidata. Da única vez que foi a votos, nas legislativas, o PSD perdeu. A reflexão sobre o futuro é assim urgente. O País precisa agora de que o maior partido da oposição se fortaleça para que possa ser alternativa ao Governo minoritário do PS.

GOSTAVA DE TER ESCRITO ISTO, PORQUE JÁ O DISSE AQUI ALGUMAS VEZES

Está aberta a pré-campanha para as presidenciais
Ao contrário do que disse Ferreira Leite o ciclo eleitoral em que o PSD está envolvido não ficou concluído com as eleições autárquicas, será concluído com as eleições presidenciais. Aliás, as eleições legislativas foram marcadas pelo empenho de Cavaco Silva num projecto de poder que vinha desenhando há muitos meses e que visavam criar condições para uma recandidatura. A partir do momento em que Sócrates não se revelou o primeiro-ministro servil que o Presidente esperava e desejava passou a ser evidente que o futuro de Cavaco Silva passava por pôr fim à carreira política do líder do PS.
Cavaco Silva vai ter mais dificuldades em conseguir um segundo mandato do que as que teve para ser eleito para o primeiro mandato. Quando se candidatou Cavaco Silva apareceu desalinhado de um PSD dirigido por gente de que não gosta ou diz não gostar. Ao insinuar que Santana Lopes seria a má moeda sem, contudo, ter tido a coragem (este não é um atributo de Cavaco que ao longo da vida nunca exibiu grandes rasgos de coragem) de afirmar que se estava a referir ao menino guerreiro.
Desta vez Cavaco parte “queimado” à esquerda, sem credibilidade em boa parte da direita e exibindo o pior mandato presidencial de que há memória no Portugal democrático. Além disso, não se poderá encostar a José Sócrates como fez no princípio da legislatura, dificilmente o primeiro-ministro o ajudará a recuperar a imagem junto do eleitorado, devolvendo-lhe a estratégia manhosa de tentar levar Ferreira Leite a primeira-ministra.
Mas Cavaco Silva não pode, não está em condições de decidir, não tem condições para apostar numa vitória e, muito provavelmente, não tem saúde para um segundo mandato. Como nem tão cedo vai decidir se é de novo candidato a Presidente da República a partir de hoje o país vai assistir ao segundo tabu de Cavaco Silva. Aliás, será o próprio Cavaco a promover o tabu pois é a forma de estar no centro das atenções e, dessa forma, usar a comunicação social para recupera a imagem.
A indecisão de Cavaco terá consequências no PSD como já se pode constatar, Marcelo ainda não sabe se vai ser candidato à liderança do PSD ou candidato a Presidente da República. O próprio Cavaco não saberá se prefere a liderança de Manuela Ferreira Leite ou, se para se demarcar do PSD, não preferirá que volte uma qualquer má moeda à liderança do PSD.
Feitas as contas das autárquicas, lambidas as feridas por todos os partidos concorrentes, principalmente pelo Bloco de Esquerda, está aberta a pré-campanha para as presidenciais. Cavaco Silva que confunde o país com o seu umbigo vai gerir a Presidência da República com vista a um segundo mandato e enquanto não se decidir ou não se sentir seguro de que vai ganhar tudo fará para que o país gire em seu torno.(dO blog O JUMENTO)

ELES VÃO ANDAR POR AÍ?


RESULTADOS GLOBAIS PROVISÓRIOS

Resultados provisórios a esta hora:
O PS é o partido mais votado e sobe em número de câmaras, não sendo, porém, previsível que retire a presidência da ANM ao PSD. O PS perde Faro, mas ganha Figueira da Foz, Beja e Leiria, onde nunca tinha ganho. Mantém também a Câmara de Lisboa, onde conquista a maioria da vereação.

O balão do BE parece que deu o estouro.

O TEMPO NÃO VOLTA PARA TRÁS...

...pelo menos em Matosinhos. Narciso Miranda quis regressar ao local onde foi feliz, mas sem resultado. O tempo não volta para trás. O Mercado é importante, mas não é tudo, está visto. Vai fazer a vida negra ao presidente (re)eleito?

BOM SENSO

Bom senso foi revelado pelos marcoenses, que não quiseram de volta o Ferreira Torres. Quem vai a(o) amarante, perde o lugar.

HAJA DEUS

Haja Deus: os felgueirenses tiveram a coragem de mandar de volta para o Brasil a senhora Fátima, depois de lhe darem um bom banho de água gelada...

... E ESTOU MUITO ENVERGONHADO...

...porque o eleitorado elitista de Oeiras continua a querer à frente da sua Câmara alguém que está condenado por diversos crimes, ainda que com sentença em recurso.

...E ESTOU ENVERGANHADO...

...e estou envergonhado porque o eleitorado de Gondomar insiste em eleger o candidato dos electrodomésticos e dos bilhetes para concertos pimba para governar durante mais 4 anos a respectiva Câmara...

ESTOU TRISTE ...

Estou triste porque o meu voto não elegeu o "meu" candidato à Câmara nem o "meu" candidato à Junta.

domingo, 11 de outubro de 2009

PREVISÕES ELEITORAIS

Agora, que as urnas já fecharam, publica-se o resultado eleitoral:
todos os partidos ganharam.
Não acreditam? Então, esperem para ver...

CARTOONS

Novo chefe de pessoal

NOBEL DA PAZ

Nobel da Paz, segundo Forges

(El País)

NÃO ESQUEÇA


Não se esqueça de ir votar para a sua Câmara, Assembleia Municipal e Assembleia de Freguesia.
Não venha depois dizer que não sabia.

EFEMÉRIDES

No culto católico, hoje é dia de S. Firmino e de N.ª. S.ª da Vandoma, padroeira do Porto

Feriado Municipal em S. João da Madeira



Quarto Minguante, às 08h56