sexta-feira, 6 de Novembro de 2009 14:18
Sondagem: Presidente da República já não é o mais popularAo contrário do que é habitual, o Presidente da República já não é a figura mais popular entre os eleitores portugueses, na política nacional. Isto porque, de acordo com uma sondagem para a Rádio Renascença, SIC e Expresso, a popularidade de Cavaco Silva registou uma queda monumental, de 27,4% para 3,5%.
Segundo a Rádio Renascença, a popularidade de Cavaco está agora ao nível dos líderes partidários, entre os quais Paulo Portas, presidente do CDS-PP, surge como o mais bem-visto, com 6,7% de opiniões positivas.
Por outro lado, embora dois terços dos inquiridos afirme continuar a acreditar na cooperação estratégica entre Presidente da República e primeiro-ministro, contra apenas 27,7% de opiniões contrárias, 56,9% dos participantes não têm dúvidas de que as relações entre Belém e São Bento já não são as mesmas, tendo sido afectadas pelo caso das escutas. Apenas 31,2% tem opinião contrária.
Nas intenções de voto, o PS regista uma subida de 2,2%, registando actualmente um score de 38,8%, enquanto o PSD desceu para 27,5%.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
AGUIAR BRANCO DIZ UMA COISA E PACHECO OUTRA E O SEU CNTRÁRIO. SÓCRATES RESPONDEU À LETRA E NÃO SE INTIMIDOU.NÃO ESTÁ TUDO QUE OUVI
O deputado do PSD Pacheco Pereira levantou hoje no Parlamento o caso “Face Oculta”, pedindo explicações ao primeiro-ministro, José Sócrates, sobre a “responsabilidade política de ministros e secretários de Estado” na nomeação de gestores em empresas públicas.
Na resposta, o chefe do Governo acusou o social-democrata de “lançar suspeições indevidas para tudo e para todos” de uma “forma doentia”, motivado pelo “ressentimento político” causado pela derrota nas eleições legislativas.
Intervindo durante o debate do Programa do Governo na Assembleia da República, Pacheco Pereira defendeu que o caso “Face Oculta” tem de ser visto “do ponto de vista político e não apenas do ponto de vista judicial” e questionou directamente Sócrates sobre a sua disponibilidade para fornecer “toda a informação necessária” para o Parlamento “acompanhar as relações entre Governo e grupos económicos numa fase da governação em que há pouca transparência sobre essa matéria”.
José Pacheco Pereira afirmou que “quando se verifica a existência de uma rede tentacular em empresas públicas, que são em última instância responsabilidade dos primeiros responsáveis políticos, ministros e secretários de Estado”, existe “responsabilidade política nos governantes que fizeram as escolhas políticas para a gestão dessas empresas”.
“Quando existem casos de corrupção que perturbam o funcionamento dessas empresas de forma sistemática e são estruturais há responsabilidade política”, considerou Pacheco Pereira , assinalando uma “tendência” para introduzir “o mundo do negócio e dos interesses nos gabinetes ministeriais”.
Por seu lado, José Sócrates disse que para Pacheco Pereira “os fins justificam os meios” e ironizou, aludindo ao passado político do social-democrata: “O senhor deputado passou de educador da classe operária a educador da classe política”.
“A Assembleia da República não é a ‘Quadratura do Círculo’, afirmou, aludindo ao programa televisivo onde participa o social-democrata e acusando-o de trazer para o Parlamento “as suspeições habituais que costuma debitar na televisão”.
“E se o senhor deputado compreendesse o significado das duas derrotas eleitorais do PSD? Talvez não fosse mau dedicar alguma da sua capacidade de análise a isso”, sugeriu, afirmando que as “linhas políticas da pretensão da superioridade com a verdade não vencem em democracia”.
Num pedido de defesa da honra, Pacheco Pereira voltou a defender que o Parlamento "tem que alargar o seu escrutínio".
"Não pode permitir que o senhor primeiro-ministro venha aqui e afirmar-se de decisões que envolvem interesses económicos sem que a Assembleia da República não saiba como elas foram tomadas, porque razão foram tomadas discricionariamente, porque não foram levadas a concurso público, com que empresas e em que circunstâncias e com que contrapartidas o senhor primeiro-ministro lhes ofereceu. Isso é um elemento fundamental desta legislatura", disse.
Na resposta, José Sócrates desejou, ironicamente, "que as próximas intervenções corram melhor" a Pacheco Pereira, considerando que hoje "não fez outra coisa senão meter os pés pelas mãos"
O AGORA IDEÓLOGO DO PSD, QUE JÁ VIROU O SIMBOLO AO CONTRÁRIO, QUE AMEAÇOU QUE MENEZES TINHA QUE SAIR, NEM QUE FOSSE À BOMBA, QUE DISSE COBRAS E LAGARTOS DE SANTANA, QUE SE JULGA O MAIS INTELIGENTE DA MARMELEIRA, QUE COBRA LARGO PELOS COMENTÁRIOS NAS TVS E JORNAIS, QUE É O ÚNICO GAJO SÉRIO EM PORTUGAL, HOJE USOU DA PALAVRA NA AR FORAM DO CONTEXTO E RECEBEU A RESPOSTA DO 1º. MINISTRO. FCOU SEM FALA E PEDIU A DEFESA DA HONRA, TENDO VINDO EM SEU SOCORRO AGUIAR BRANCO. LAMENTÁVEL.
Na resposta, o chefe do Governo acusou o social-democrata de “lançar suspeições indevidas para tudo e para todos” de uma “forma doentia”, motivado pelo “ressentimento político” causado pela derrota nas eleições legislativas.
Intervindo durante o debate do Programa do Governo na Assembleia da República, Pacheco Pereira defendeu que o caso “Face Oculta” tem de ser visto “do ponto de vista político e não apenas do ponto de vista judicial” e questionou directamente Sócrates sobre a sua disponibilidade para fornecer “toda a informação necessária” para o Parlamento “acompanhar as relações entre Governo e grupos económicos numa fase da governação em que há pouca transparência sobre essa matéria”.
José Pacheco Pereira afirmou que “quando se verifica a existência de uma rede tentacular em empresas públicas, que são em última instância responsabilidade dos primeiros responsáveis políticos, ministros e secretários de Estado”, existe “responsabilidade política nos governantes que fizeram as escolhas políticas para a gestão dessas empresas”.
“Quando existem casos de corrupção que perturbam o funcionamento dessas empresas de forma sistemática e são estruturais há responsabilidade política”, considerou Pacheco Pereira , assinalando uma “tendência” para introduzir “o mundo do negócio e dos interesses nos gabinetes ministeriais”.
Por seu lado, José Sócrates disse que para Pacheco Pereira “os fins justificam os meios” e ironizou, aludindo ao passado político do social-democrata: “O senhor deputado passou de educador da classe operária a educador da classe política”.
“A Assembleia da República não é a ‘Quadratura do Círculo’, afirmou, aludindo ao programa televisivo onde participa o social-democrata e acusando-o de trazer para o Parlamento “as suspeições habituais que costuma debitar na televisão”.
“E se o senhor deputado compreendesse o significado das duas derrotas eleitorais do PSD? Talvez não fosse mau dedicar alguma da sua capacidade de análise a isso”, sugeriu, afirmando que as “linhas políticas da pretensão da superioridade com a verdade não vencem em democracia”.
Num pedido de defesa da honra, Pacheco Pereira voltou a defender que o Parlamento "tem que alargar o seu escrutínio".
"Não pode permitir que o senhor primeiro-ministro venha aqui e afirmar-se de decisões que envolvem interesses económicos sem que a Assembleia da República não saiba como elas foram tomadas, porque razão foram tomadas discricionariamente, porque não foram levadas a concurso público, com que empresas e em que circunstâncias e com que contrapartidas o senhor primeiro-ministro lhes ofereceu. Isso é um elemento fundamental desta legislatura", disse.
Na resposta, José Sócrates desejou, ironicamente, "que as próximas intervenções corram melhor" a Pacheco Pereira, considerando que hoje "não fez outra coisa senão meter os pés pelas mãos"
O AGORA IDEÓLOGO DO PSD, QUE JÁ VIROU O SIMBOLO AO CONTRÁRIO, QUE AMEAÇOU QUE MENEZES TINHA QUE SAIR, NEM QUE FOSSE À BOMBA, QUE DISSE COBRAS E LAGARTOS DE SANTANA, QUE SE JULGA O MAIS INTELIGENTE DA MARMELEIRA, QUE COBRA LARGO PELOS COMENTÁRIOS NAS TVS E JORNAIS, QUE É O ÚNICO GAJO SÉRIO EM PORTUGAL, HOJE USOU DA PALAVRA NA AR FORAM DO CONTEXTO E RECEBEU A RESPOSTA DO 1º. MINISTRO. FCOU SEM FALA E PEDIU A DEFESA DA HONRA, TENDO VINDO EM SEU SOCORRO AGUIAR BRANCO. LAMENTÁVEL.
GUINESS
OS BENFEITORES
A fazer fé no Público, o benfeitor de Ovar/Esmoriz foi aprendiz de Vara.
Na verdade, titula aquele jornal, na 1.ª página de ontem: "Vara ajudou empresário da sucata a montar 'rede tentacular'".
Continuo a interrogar-me sobre a fonte das notícias, mas isso não interessa nada, como diria a outra.
Na verdade, titula aquele jornal, na 1.ª página de ontem: "Vara ajudou empresário da sucata a montar 'rede tentacular'".
Continuo a interrogar-me sobre a fonte das notícias, mas isso não interessa nada, como diria a outra.
LÁ COMO CÁ
A fraude fiscal em Espanha é de 23% do PIB (contra 13% da média da UE). O Fisco espanhol estima que o Estado deixe de cobrar qualquer coisa como 241 000 milhões de euros. É obra, coño!
E, por cá, de quanto é?
(Fonte: 20 Minutos)
E, por cá, de quanto é?
(Fonte: 20 Minutos)
A COR DO HORTO GRÁFICO
Novas entradass (ou definições) nos dicionários:
(H)OMOSSEXUAL - Sabão em pó para lavar as partes íntimas
(recebido por e-mail)
(H)OMOSSEXUAL - Sabão em pó para lavar as partes íntimas
(recebido por e-mail)
EFEMÉRIDES
No culto católico, hoje é dia de Santa Isabel, de S. Malaquias e de S. Zacarias
Neste dia, em
- 1846, nasce Joaquim Pimenta de Castro, militar e político
- 1879, morre James K. Maxwell, físico britânico
- 2008, Barak Obama é eleito Presidente dos EUA
Neste dia, em
- 1846, nasce Joaquim Pimenta de Castro, militar e político
- 1879, morre James K. Maxwell, físico britânico
- 2008, Barak Obama é eleito Presidente dos EUA
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
SUGESTÃO
O Presidente da República vai visitar brevemente a Coreia do Sul em viagem de Estado.
Por que não dar um saltinho a Pyongyang e ter uma conversa de pé-de-orelha com o bem-amado líder Kim Jong-Il e convencê-lo a pôr termo àquela coisa das armas nucleares?
Para o ano tínhamos o nosso 3.º Nobel (agora da Paz).
Sugira-se isso ao Presidente.
Por que não dar um saltinho a Pyongyang e ter uma conversa de pé-de-orelha com o bem-amado líder Kim Jong-Il e convencê-lo a pôr termo àquela coisa das armas nucleares?
Para o ano tínhamos o nosso 3.º Nobel (agora da Paz).
Sugira-se isso ao Presidente.
NÃO COMEÇA MUITO BEM
Dos 92 dos 96 deputados do PS que votaram Francisco Assis para líder parlamentar, 15 votaram contra, 7 votaram em branco e verificou-se um voto nulo.
O unanimismo sempre me fez cócegas, mas... Mau começo para Assis?
O unanimismo sempre me fez cócegas, mas... Mau começo para Assis?
REFERENDO, SIM OU NÃO?
Há quem seja favorável ao casamento entre pessoas do mesmo sexo, como há quem esteja frontalmente contra.
Há quem defenda um referendo sobre o assunto e há quem se oponha a tal consulta.
A questão vai estar dentro de dias na agenda política.
Referendo, sim ou não? Ou assunto a ser discutido e votado pelo Parlamento?
Há quem defenda um referendo sobre o assunto e há quem se oponha a tal consulta.
A questão vai estar dentro de dias na agenda política.
Referendo, sim ou não? Ou assunto a ser discutido e votado pelo Parlamento?
A COR DO HORTO GRÁFICO
Novas entradas (ou definições) nos dicionários
- Barracão (leia-se bárra-cão): local interdito a caninos
(Recebido por e-mail)
- Barracão (leia-se bárra-cão): local interdito a caninos
(Recebido por e-mail)
FACES A DESCOBERTO
Lista "provisória" das empresas onde actuava o Godinho-Benfeitor:
- Estradas de Portugal
- Emprodef
- Carris
- CTT
- EDP
- Refer
- CP
- Galp
- Portucel
- Lisnave
- EMEF
- Porto de Setúbal
- IDD
- Estaleiros de Viana
Aguarda-se actualização
- Estradas de Portugal
- Emprodef
- Carris
- CTT
- EDP
- Refer
- CP
- Galp
- Portucel
- Lisnave
- EMEF
- Porto de Setúbal
- IDD
- Estaleiros de Viana
Aguarda-se actualização
FACES POUCO OCULTAS
Armando Vara pediu a suspensão das suas funções no Milleniun BCP.
Depois das declarações de Santos Ferreira, em que admitia que as notícias envolvendo aquele administrador no processo Face Oculta não eram positivas para o banco, era o mínimo dos mínimos exigidos a Vara.
Depois das declarações de Santos Ferreira, em que admitia que as notícias envolvendo aquele administrador no processo Face Oculta não eram positivas para o banco, era o mínimo dos mínimos exigidos a Vara.
EFEMÉRIDES
No culto católico, hoje é dia de S. Carlos Barromeu
Neste dia, em
- 1847, morre Felix Mendelssohn, compositor alemão
- 1946, é fundada a UNESCO
- 1972, nasce Luís Figo, jogador de futebol
- 1995, morre, assassinado, o primeiro-ministro de Israel, Ytzak Rabin
terça-feira, 3 de novembro de 2009
LÉVI-STRAUSS
Morreu sábado, aos 100 anos, Claude Lévi-Strauss, membro da Academia Francesa, antropólogo, um dos maiores intelectuais do passado século. Imprescindível para os estudiosos das áreas sociais.
DEPOIS DE LER ESTE ARTIGO, SÓ UMA CONCLUSÃO: ESTE PAÍS ESTÁ DOIDO

Exclusivo Expresso
Tribunal de Contas chumba duas concessões de auto-estradas
Obras das autoestradas Douro Interior, entre Celorico da Beira e Macedo de Cavaleiros, e Transmontana, entre Vila Real e Bragança, vão ter que parar a menos que haja um recurso da Estradas de Portugal.
O contrato de concessão das auto-estradas terá que ser renegociado ou alterado para voltar ao O Tribunal de Contas (TC) não deu visto prévio às concessões das auto-estradas Douro Interior e Transmontana adjudicadas pela Estradas de Portugal à Mota-Engil e à Soares da Costa, respectivamente.
A não atribuição de visto não é definitiva mas pressupõe que o contrato de concessão tenha que ser renegociado ou alterado para poder voltar a ser apreciado pelo Tribunal de Contas.
Para já, as obras nas duas concessões terão que parar a menos que a Estradas de Portugal apresente recurso da decisão. A empresa tem 15 dias para apresentar recurso ao plenário do TC. Só nessa altura será suspensa a decisão do tribunal.
Fonte oficial do TC confirma a recusa dos vistos mas não avança, para já, os fundamentos da decisão. Revela também que a Estradas de Portugal vai recorrer da decisão. Construtoras desconhecem decisão
O estado maior da Mota-Engil encontra-se na Polónia. Jorge Coelho, presidente executivo da construtora, disse desconhecer em absoluto tal decisão, admitindo que se trata de um boato. O presidente da unidade de concessões da Mota, que estava ao seu lado, também nada sabia.
"Temos quatro frentes de obra, milhares de trabalhadores envolvidos e a obra da na auto-estrada do Douro Interior segue a todo o vapor", referiu Coelho, para vincar a sua incredulidade. Coelho manifestou ainda convicção de que este tipo de concessões rodoviárias não estão dependentes do visto do Tribunal de Contas. A Douro Interior, entre Bragança e Guarda, fora adjudicada há um ano, envolvendo 700 milhões de euros.
A reacção da Soares da Costa é idêntica. A construtora refere que nada sabe sobre a recusa de visto do TC, remetendo eventuais esclarecimentos para a entidade concessionária, a Estradas de Portugal. "O consórcio não sabe de nada, não foi informado de nada. Mas, quem pede o visto ao TC é a concessionária, não o consórcio construtor", referiu o porta-voz da construtora. A AE Transmontana foi adjudicada por 800 milhões, 25% abaixo do valor de referência do estudo prévio de viabilidade.
O TC tem ainda que se pronunciar sobre mais quatro concessões já adjudicadas (Baixo Tejo, Baixo Alentejo, Litoral Oeste e Algarve Litoral). Além destas, há ainda duas concessões (Pinhal Interior e Auto-estradas do Centro) em fase de concurso.
Tribunal de Contas chumba duas concessões de auto-estradas
Obras das autoestradas Douro Interior, entre Celorico da Beira e Macedo de Cavaleiros, e Transmontana, entre Vila Real e Bragança, vão ter que parar a menos que haja um recurso da Estradas de Portugal.
O contrato de concessão das auto-estradas terá que ser renegociado ou alterado para voltar ao O Tribunal de Contas (TC) não deu visto prévio às concessões das auto-estradas Douro Interior e Transmontana adjudicadas pela Estradas de Portugal à Mota-Engil e à Soares da Costa, respectivamente.
A não atribuição de visto não é definitiva mas pressupõe que o contrato de concessão tenha que ser renegociado ou alterado para poder voltar a ser apreciado pelo Tribunal de Contas.
Para já, as obras nas duas concessões terão que parar a menos que a Estradas de Portugal apresente recurso da decisão. A empresa tem 15 dias para apresentar recurso ao plenário do TC. Só nessa altura será suspensa a decisão do tribunal.
Fonte oficial do TC confirma a recusa dos vistos mas não avança, para já, os fundamentos da decisão. Revela também que a Estradas de Portugal vai recorrer da decisão. Construtoras desconhecem decisão
O estado maior da Mota-Engil encontra-se na Polónia. Jorge Coelho, presidente executivo da construtora, disse desconhecer em absoluto tal decisão, admitindo que se trata de um boato. O presidente da unidade de concessões da Mota, que estava ao seu lado, também nada sabia.
"Temos quatro frentes de obra, milhares de trabalhadores envolvidos e a obra da na auto-estrada do Douro Interior segue a todo o vapor", referiu Coelho, para vincar a sua incredulidade. Coelho manifestou ainda convicção de que este tipo de concessões rodoviárias não estão dependentes do visto do Tribunal de Contas. A Douro Interior, entre Bragança e Guarda, fora adjudicada há um ano, envolvendo 700 milhões de euros.
A reacção da Soares da Costa é idêntica. A construtora refere que nada sabe sobre a recusa de visto do TC, remetendo eventuais esclarecimentos para a entidade concessionária, a Estradas de Portugal. "O consórcio não sabe de nada, não foi informado de nada. Mas, quem pede o visto ao TC é a concessionária, não o consórcio construtor", referiu o porta-voz da construtora. A AE Transmontana foi adjudicada por 800 milhões, 25% abaixo do valor de referência do estudo prévio de viabilidade.
O TC tem ainda que se pronunciar sobre mais quatro concessões já adjudicadas (Baixo Tejo, Baixo Alentejo, Litoral Oeste e Algarve Litoral). Além destas, há ainda duas concessões (Pinhal Interior e Auto-estradas do Centro) em fase de concurso.










