segunda-feira, 25 de outubro de 2010
INJUSTIÇAS
Pressuroso, o senhor juiz-sindicalista Palma vem denunciar que houve ali dedinho do governo português, com o único fito de prejudicar a "classe". E eu tendo a acerditar: os ministros Alberto Martins e Luís Amado estiveram ausentes do país durante uns dias, supõe-se que a mandar uns bitaites à comissão de redacção do relatório.
Uma injustiça a praticada pelos ditos ministros, que deve ser condenada, pelo menos na praça pública.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
FUTEBÓIS
O Dominguinhos lá conseguiu, ontem, a 1.ª vitória. Ainda nem tudo está perdido.
Amanhã há mais.
MINISTÉRIO DA CAÇA?
AS FARMACÊUTICAS
Parece que a maior contribuição fiscal desta indústria é a entrega do IRS cobrado ao pessoal ao seu serviço. A Associação do sector não comenta os números!...
Afinal, não é só a banca a "fugir" ao fisco!
MAIS, DA JUSTIÇA
- Um procurador apresenta uma queixa contra o PGR.
- A queixa vai ser analisada pelo juiz que criticou o PGR, que entende não pedir escusa.
- O "sindicalista" juiz Martins, normalmente tão opinador, diz que não comenta nem deve comentar tal nomeação e aceitação.
E assim continuamos...
GUERRAS BIRRENTAS?
Acresce que a ASFIC também não se fará representar nas comemorações do aniversário da PJ, onde estará o ministro da Justiça.
E tudo, porquê? Ao que parece porque os senhores da Justiça pretendem ser uma casta (e já o são) aparte.
Estes gestos dignificam a JUSTIÇA?
TRIBUNAL DE CONTAS II?
O juiz Martins, tão loquaz quando lhe apraz, perguntado sobre o assunto, declarou não confirmar nem desmentir nada, o que para o cidadão comum significa que confirma a origem e o teor do requerimento.
Depois de ler estas notícias, pergunto-me: o Tribunal de Contas delegou alguns dos seus poderes de fiscalização no "sindicato" dos juízes? Ou foi, antes, a Comissão da AR encaregada destas coisas quem fez a delegação de poderes? Poderia o senhor juiz Martins explicar à gente? A minha estranheza radica, essencialmente, na competência de um "sindicato" sobre a matéria. Ou a Constituição já foi revista e não dei conta?
* Público
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
LAPSO?
E, afinal, para onde vai a diferença de 437 milhões?
DOS JUÍZES
O PORTA VOZ
Leio, ainda, que Cavaco confirmou hoje o "cenário" de Marcelo.
Marcelo é o novo porta-voz de Cavaco? Se sim, como parece, tem que suspender as suas funções de comentador televisivo.
sábado, 16 de outubro de 2010
OE
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
OE - II
OE
O cavalo do inglês foi-se com os cortes na cada vez mais exígua ração de palha que o dono lhe fornecia. Será que vamos ser o cavalo do inglês?
A estória não conta o que fez o dono quando o seu cavalo se foi.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
ONDE ESTÁ A AUTORIDADE?
E onde está a chamada Autoridade da Concorrência do senhor Sebastião? Não tem nada a dizer, ou vai dizer que nada de anormal acontece?
E, já agora, pergunto: para que servem os painéis com os preço dos ditos combustíveis, nas auto-estradas? Alguém os lê? E, se os lê, o que é perigoso quando se conduz, informam o quê?
Quando deixarão de brincar com o pagode? Extinga-se esta e outras altas autoridades, que apenas servem para servirem uns quantos.
Que falta faz, nos dias que correm, um Bordalo Pinheiro!
sábado, 9 de outubro de 2010
O SINDICALISMO JUDICIAL
Falta os deputados virem declarar que também vão para a greve. Quê?, não têm sindicato? Pois que formem um, que o sol quando nasce é para todos. Se os magistrados e os juízes têm "sindicatos", por que não os deputados?
A DELEGAÇÃO
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
FUTEBÓIS
terça-feira, 5 de outubro de 2010
VIVA A REPÚBLICA
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Quadrinha à maneira da Trova do Vento que Passa, de Manuel Alegre
domingo, 3 de outubro de 2010
Crise argumentativa e República
Aristóteles considerava (e muito bem) que, para haver uma discussão salutar, era necessário que os contendores estivessem de acordo sobre algumas coisas elementares (como a neve ser branca ou devermos honrar os pais).
Tenho notado que esse acordo de base está cada vez mais em causa. Como, então, realmente poder discutir, se não há bases comuns para tanto? O que mais se faz hoje é atirar argumentos derivados de dogmatismos, instrumentalizar e deformar factos, etc. As paixões dominam o discurso. Mesmo pessoas inteligentes resvalam para o efeito fácil, a evocação dos medos e dos preconceitos alheios, para o verbalismo e a demagogia.
Há uma crise argumentativa, antes de mais.
E obviamente quem menos regras tem é quem está longe, e ávido de poder... Neste centenário da implantação da República, começa a ser impertinente a lavagem ao cérebro pró-monárquica que é tão veiculada, por exemplo nas redes sociais. O branqueamento da monarquia tornou-se chic...
Não haverá uma resposta republicana?




