Pesquei, por acaso, o blogue A Terceira Noite, onde Rui Bebiano escreve: "Será que «no seu tempo» o jovem Aníbal António se interessava por política? Se sim, folgo muito, pois não fazia a menor ideia de que tal pudesse ter ocorrido". Bem esgaçado!
4 comentários:
Anónimo
disse...
O facto de, no seu tempo, o jovem Aníbal António não se interessar pela política não é, hoje (em que temos condições radicalmente diferentes), relevante. Por isso, é normal que o actual PR se preocupe com o divórcio que a juventude revela quanto à política e - muito em particular - quanto aos péssimos políticos que temos. Não crei ser excessivo dizer que temos, hoje, péssimos políticos. Os (maus) exemplos aí estão para me darem razão. Uma razão que eu muito apreciaria deixar de ter de imediato... ou a curto prazo. Só que os (actuais) políticos não me vão fazer tal "malfeitoria". Falta-lhes categoria para isso.
Nos primeiros tempos da democracia houve políticos (não todos) de alto gabarito, concordasse-se ou não com eles. Agora, sobram-me dedos de uma só mão para os contar. Como é evidente, os juvenis de hoje não têm qualquer preocupação com a política, mas deviam ser chamados para a cidadania e a política lá chegaria na hora acertada.
4 comentários:
O facto de, no seu tempo, o jovem Aníbal António não se interessar pela política não é, hoje (em que temos condições radicalmente diferentes), relevante.
Por isso, é normal que o actual PR se preocupe com o divórcio que a juventude revela quanto à política e - muito em particular - quanto aos péssimos políticos que temos. Não crei ser excessivo dizer que temos, hoje, péssimos políticos. Os (maus) exemplos aí estão para me darem razão. Uma razão que eu muito apreciaria deixar de ter de imediato... ou a curto prazo. Só que os (actuais) políticos não me vão fazer tal "malfeitoria". Falta-lhes categoria para isso.
Nos primeiros tempos da democracia houve políticos (não todos) de alto gabarito, concordasse-se ou não com eles. Agora, sobram-me dedos de uma só mão para os contar.
Como é evidente, os juvenis de hoje não têm qualquer preocupação com a política, mas deviam ser chamados para a cidadania e a política lá chegaria na hora acertada.
No seu tempo a sua política era o trabalho, perdão, os estudos, e os saltos em altura, ou lá o que era.
O homem está sempre atento e parece que agora já lê jornais (será o 24 Horas?)
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