Há não sei quantos milhões de euros de cidadãos e empresas portuguesas no off shore do Liechenstein: seria desjável esclarecer o assunto e cobrar o que há a cobrar e fazer regressar as "massas".
Diz-se, também, que o próprio Estado português utiliza o "esquema" Será verdade? Também conviria saber o que se passa.
4 comentários:
E sobre aqueles senhores dos aços, lá para os lados de Leiria, não se sabe quem são?
Então, não é verdade que o capital não tem pátria? Só não percebo é essa de o Estado também usar essas maningâncias. Quem me explica?
PARA OS PRIVADOS (EMPRESAS/PARTI.)
EXISTEM FORMAS DE CONTROLO E REGU-
-LAMENTAÇÃO QUE É NECESSÁRIO APLICAR;A SUA EFICÁCIA É LIMITADA
DADAS AS CARACTRÍSTICAS DOS "OFF
SHORES".MAS, AQUI A QUESTÃO É A SUA
EXISTÊNCIA.NO QUE RESPEITA AO ESTADO,JULGO QUE NÃO SE TRATA DE
APLICAÇÕES DO TESOURO MAS DE OUTRAS
ENTIDADES.AS NOTÍCIAS QUE APARECEM
NÃO SÃO CLARAS,ANTES CONFUSAS,E
NÃO VI DA PARTE DO MINISTRO VONTADE
DE DIZER ALGO.
OS BANCOS CENTRAIS FAZIAM APLICAÇÕES DE RISCO DE UMA PEQUENA
PARTE DAS RESERVAS DE OURO E DIVISAS COM A FINALIDADE DE REDUZIREM OS CUSTOS DE MANUTENÇÃO
DESSA RESERVA, ALIÁS O BANCO DE
PORTUGAL,ANTES DO EURO,TAMBÉM FAZIA.
O QUE PARECE É QUE EMPRESAS DO
SECTOR PÚBLICO TERÃO UTILIZADO
TÉCNICAS SEMELHANTES PARA MELHORAR
A RENDIBILIDADE DA TESOURARIA.
SERÁ ASSIM?
TEM COBERTURA LEGAL?
A TUTELA SABIA?
VOU TENTAR CONHECER UM POUCO MAIS
DESTA QUESTÃO.
Pois, parece que são Fundos que escapam à fiscalização Central. Isso não impede que eu considere pouco moral tais aplicações por parte de Fundos (para)públicos. O dinheiro não é o único valor em causa.
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