(...)"Nem vale a pena perguntar quantos casos de "enriquecimento ilícito" se calcula que existam e quantos chegarão ao fim de quanto tempo a um tribunal e a uma sentença (calculo que poucos). A retórica que por aí vai não passa de uma rejeição para consumo público da miséria que ficou à mostra e que, de resto, os portugueses nunca ignoraram que lá estava. Brandir o "enrequecimento ilícito" equivale a brandir uma virtude rara e uma promessa de salvação iminente. Não custa nada. E paga bem."
Vasco Pulido Valente, in Público de 19.04.09
Subscrevo.
1 comentário:
Inteiramente...subscrito e autenticado..
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