quarta-feira, 22 de abril de 2009

CASO FREEPORT - QUE SE ESCLAREÇA TUDO E RÁPIDO

Advogados ingleses rejeitam que Smith esteja relacionado com actos de corrupção em Portugal
Um escritório de advogados ingleses considera que Charles Smith não pode ser associado a actos de corrupção em Portugal relativos ao caso Freeport. Segundo o DN, a Decherts concluiu que o empresário escocês inventou esta história.
Um escritório de advogados inglês entende que Charles Smith não tem qualquer ligação a actos de corrupção praticados em Portugal relativos ao caso Freeport, tendo o escocês, quando muito, tentado «'sacar' mais dinheiro do Freeport pela consultadoria prestada».
Segundo o Diário de Notícias, depois de chamados a investigar o vídeo em que o empresário escocês aparece a falar em subornos, o escritório Decherts concluiu que Charles Smith inventou a história dos subornos.
Estes advogados explicaram ainda que Alan Perkins fez este vídeo em Março de 2006, tendo este o ex-administrador do Freeport apenas apresentado o mesmo à administração em Janeiro de 2007, numa altura em que estava a negociar a sua saída da empresa.
A Decherts também analisou todas as transferências de dinheiro de Inglaterra para Portugal, sem ter encontrado nada que pudesse sustentar as palavras de Charles Smith relativamente a pagamentos de subornos ao actual primeiro-ministro português.
De acordo com documentos a que o DN teve acesso, terá sido em Inglaterra que Smith contou, pela primeira vez, a história de que o escritório Antunes Marques Oliveira Ramos Gandarez & Associados tinha preparado uma proposta, a 4 de Dezembro de 2001, no sentido de pedir à Freeport cerca de quatro milhões de libras para que o projecto em Portugal fosse aprovado.
Keith Payne, um dos cidadãos ingleses, residentes em Portugal, a quem Charles Smith contou esta história, escreveu uma carta a um então financeiro da empresa Freeport, tendo este depois escrito a um administrador da empresa referindo-se ao primeiro como o «tipo que me alertou para o suborno dos dois milhões».
Esta informação vem nos documentos ingleses, mas nas suas recentes inquirições os advogados José Francisco Gandarez, Albertino Antunes er Alexandre Oliveira terão negado fazer uma proposta neste sentido.
Os investigadores portugueses que investigam o caso Freeport depararam-se com a frase “No Way Jose» num documento da empresa Smith&Pedro, tendo questionado o empresário escocês sobre esta frase, ao lhe perguntarem a que José se referia.
Contudo, no interrogatório feito a Smith, os investigadores acabaram por perceber que esta expressão que aparecia num documento manuscrito era apenas uma frase idiomática em inglês que simplesmente quer dizer “Nem pensar”.

4 comentários:

R. da Cunha disse...

Já começa a enjoar esta merda. Que raio andaram a fazer durante todos estes anos, não me dizem? E os senhores Pedro e Smith que dizem de certeza certa?

Ambrósio disse...

Este folhetm vai ser pior que as pilhas Duracel: duram, duram...

Carlos Pinto disse...

O que eu lamento é que ninguém tenha vergonha na cara.
Agora até a tradutora da PJ não conhecia uma rase idiomática. Ainda estará ao serviço?
"No Way José" não tem nada a vêr com Sócrates.
Este não é um processo igual aos outros, NAO. Está em causa o 1º. ministro de Portugal. Tem de haver prioridade na investigação.E que se condene quem tiver culpas no cartório.
Deixar arrastar este caso até às eleições europeias e muito grave.
Até me faz lembrar o caso Casa Pia, em que só havia ped´filos na Direcção do PS.Agora já ninguém quer falar nisso.
Vamos até às últimas consequências mas rápido.
Já cheira mal este cas.
Para que consta e porque aguns não gostam que se ale, é bom lembrar que isto começou em 2001, foi-se arrasando e agora já se sabe que houve julgamento do docmento falsificado por um elemento da PJ de Setúbal para dar ao Independente, que acarta anónma já não é, foi de um autarca do CDS, que houve encontros com polícias, jornalistas e políticos e que em plena campanha eleitoral foi usado o FREEPORT contra o PS e Sócrates.
Um dos que constam no processo de então ainda é deputado do PSD e foi chefe de gabinete de Santana Lopes.
Tem de ser esclarecido tudo desde nício.
Quanto ao sujeitinho inglês ainda nao há provas para o meter dentro?

oportuno disse...

Isto vai dar àgua para lavar as Barbas