domingo, 19 de abril de 2009

CRITICAR É FÁCIL. FAZER É MAIS DIFÍCIL. ESTOU DE ACORDO COM AS PALAVRAS DO 1º. MINISTRO

O Chefe do Governo recusou-se a comentar as declarações de Cavaco Silva, que sexta-feira defendeu um «maior activismo» do Estado mas sem «intervencionismos populistas ou voluntarismos sem sentido» e com uma resposta eficaz aos problemas sociais.
Contudo, durante um discurso no Fórum Novas Fronteiras, em Lisboa, o primeiro-ministro disse que Portugal «não precisa neste momento de política do recado, do remoque, do pessimismo, do bota-abaixo ou da critica fácil».
O país precisa antes de «políticos que digam aos portugueses o que é preciso fazer, o que é possível fazer e o que está ao nosso alcance fazer», defendeu o socialista, numa declaração sem destinatário assumido.

6 comentários:

Carlos Pinto disse...

O Presidente Cavaco já está em campanha eleitoral?
Assim não contribui nada para a resolução da CRISE.

Anónimo disse...

O actual PR fez tudo bem enquanto PM? Sabemos que não. Isso não invalida que emita os seus juízos sobre a actualidade, sem que tal possa ser tido como interferência onde não deve e, muito menos, campanha eleitoral a favor de uma das partes.

Carlos Pinto disse...

É campanha eleitoral para as próximas Presidenciais. O TABU demorou 10 anos, mas agora é mais cedo.
Discursos de meias palavras não ajudam.
E todas as semanas tem lá o 1º. para lhe puxar as orelhas.
A CRISE É DE HÁ MUITOS ANOS. O MODELO ECONÓMICO ESTÁ ERRADO CÁ E NO MUNDO COMO SE VÊ.

Ambrósio disse...

Para mim não é campanha para as presidenciais, mas para as legislativas. Ele quer a MFL como PM. Mas, no fundo, não tem ele alguma razão?

oportuno disse...

Tem inteira razão o Senhor Presidente da Republica.

Embora considerada Campanha, os PORTUGUESES, tem direito de saber como vai este Pais...

Carlos Pinto disse...

Mas para haver culpados temos que fazer o balanço de 30 anos, porque ir mais longe não interessa.
Não é em 4 anos que se pode fazer o que outros em melhores condições não fizeram.
Para já a UE continuar a esgrimir com os défices é um erro grave.
Contas públicas em ordem SIM. Mas neste momento o défice que se lixe. E nenhum País vai à falência por causa do defice.
Obras Públicas de retorna imediato.
Apoio às familias e às empresas.