Se, como é razoável esperar, a tendência de voto se mantiver, temos que uma lei é aprovada contra o partido de governo.
E aí, temos vários cenários: o PS a esperar que Cavaco vete a lei e a oposição na esperança de que o PR a aprove. Ou não? E se o PS esperar que que Cavaco a promulgue, para bater com a porta? E se as oposições, pelo contrário, queiram que tal lei seja vetada, para que Sócrates não tenha pretexto para se demitir?
Teixeira dos Santos, entretanto, afirma não poder abdicar dos "principios" orçamentais.
Mas quem é que inventou, agora, mais esta?
Os valores envolvidos são diminutos, mas o princípio e o momento não me parecem adequados a aumento de transferências e de endividamento, tanto mais que a Madeira se encontra muito acima da média nacional na distribuição de rendimentos.
Tudo isto é ridiculo e seria risível se não fosse sério.
O 'povo' começa a não ter pachorra para estas jogadas.
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