Uma professora do Instituto Politécnico do Porto apresentou tese de doutoramento na Universidade do Minho, provável plágio de um trabalho de autor brasileiro, sendo-lhe atribuído o grau de "doutora". Ao que parece, a senhora, agora "doutora", limitou-se a "traduzir" do "brasileiro" para o português de Portugal, tipo corta e cola.
A senhora já teria sido, há anos, beneficiada pelo seu próprio pai, que liderava então o IPP, que a nomeou professora adjunta do ESEIG.
Assim, também eu...
O "caso" está a ser investigado...
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