O ex-presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carmona Rodrigues, e outros foram ilibados do crime de prevaricação de que estavam acusados no processo da permuta de terrenos em que inteveio a Bragaparques.
O juiz considerou que os dados da acusação não são do foro criminal mas do foro administrativo. Acresce que a matéria de que eram acusados foi decidida pela Assembleia Municipal e não por eles próprios, pelo que nunca poderiam ser acusados pessoalmente.
Se assim é, como se entende que o processo tenha chegado a julgamento, pelo menos por esta via criminal? Alguém não fez bem o trabalho de casa. E há responsáveis pelos custos que o processo necessariamente gerou, a começar pelos suportados pelos acusados? Quem fundamentou o quê e como? E quem paga o vexame a que goram sujeitos?
E assim vamos, com a justiça que por cá vamos tendo. E o zé-pagode que pague as incompetências.
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