Um cidadão é operado no Hospital Particular de Lisboa ao braço esquerdo, quando devia ter sido ao direito.
Verificado o erro, é-lhe dito que a operação àquele braço até foi útil, porque sofria de uma qualquer doença que o doente desconhecia, tendo o operador insinuado que o paciente nada disse quando a operação decorria (sob anestesia geral!), tendo-lhe sido ainda perguntado se, já agora, não era melhor operar já o braço doente, o que o paciente recusou porque ficava incapacitado dos dois braços durante uns tempos.
Erro indesculpável pela equipa que levou a efeito a operação e lata do do médico operador.
2 comentários:
Já tenho lido casos em que o médico operador remove o seio errado!
Casos em que deixam instrumentos no corpo da “vítima” – passo a expressão !
Errar é humano. Todos erram. Mas há certas profissões em que a margem de erro deverá ser quase nula e ao que parece, porque tenho lido e ouvido “from the horse’s mouth”, como os ingleses dizem, ocorrem muitos mais erros em hospitais do que imaginámos!
É assuto demasiado sério para cometer erros tão primários. No caso em apreço o braço foi rapado pela equipa de enfermagem (que admito não fosse a presente) e o operador nem se apercebeu dos pelos do homem. E insinuar que este nem protestou quando lhe faziam a operação errada!
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