quarta-feira, 19 de maio de 2010

JARDIM E O CASAMENTO HOMO

Alberto João Jardim não concorda com a promulgação da lei do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Diz que Cavaco a deveria ter vetado e obrigado o Parlamento a votá-la de novo. E que fosse primeiro-ministro revogava imediatamente tal lei. E está-se nas tintas para que o apelidem de homófobo.
Jardim está no direito de não concordar com a lei. O que eu não sabia é que um primeiro-ministro tinha poderes para revogar uma lei da AR. Bem, talvez isso seja possível na "república" da Madeira se, porventura (sacrilégio!), o Parlamento local se atrevesse a aprovar uma lei contra a opinião do "primeiro-ministro".

2 comentários:

Nuno Cabral (Montalegre) disse...

A paz podre protagonizada (incrivelmente...) por Sócrates e por Jardim no passado recente parece ter sido sol de pouca dura. O que parece ser uma insanável contradição. Porque, agora, é que está a chegar o tempo dele (do Sol, bem entendido).
Estão bem um para o outro.

Anónimo disse...

Mas o que o Jardim diz interressa a alguém que não seja lá do sítio?