Um empreiteiro de Faro, que ao longo do tempo entregou à IURD um valor superior a 104 000 euros, na esperança de ser retribuído em "triplo" (era a promessa que lhe faziam), farto de esperar pelo milagre e sem dinheiro, pediu emprestada uma máquina de terraplanagens e toca de entrar com ela no templo da "organização", causando prejuízos elevados, de que a IURD quer ser ressarcida.
E agora, que ao homem parece só restar a casa de habitação, que não foi vendida e o produto entregue à IURD por oposição da familia?
Com papas e bolos se enganam os tolos.
E a senhora justiça, que vai dizer sobre o asunto, quando for o tempo? Sim, porque isto vai parar a tribunal.
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