domingo, 4 de julho de 2010

Jornalismo, Futebol e Política

No Público, 1 de Julho, p. 4, é atribuído à Reuteurs o seguinte texto:

"Portugal dificilmente pode dar-se ao luxo de criar má vontade nos investidores internacionais e nas autoridades da UE. Houve alguma dignidade na derrota do país no Mundial de futebol pela Espanha. Mas a última jogada de Lisboa retirou ao governo credibilidade no momento em que dela mais precisa".

Afinal, a atitude do Governo teria sido um "prolongamento" do jogo? Uma espécie de retaliação, de vingança?... Haveria muito a comentar...

1 comentário:

R. da Cunha disse...

Pois é. A Espanha, com toda a justiça, diga-se, envia a equipa portuguesa para casa. Vai daí, O Sócrates vinga-se e "aplica" uma grande penalidade contra a Telefónica. Há quem diga que foi um erro de arbitragem, mas isso agora não interessa nada. Contra-golpe: a Agência de Viagens Marsans cobra o carcanhól aos portugueses e encerra portas sem dizer água (ou ar, dependendo do meio de transporte escolhido) vai. O Ronaldo, por seu lado, comunica 'urbi et orbi' que foi pai de um rapaz, desconhecendo-se quem é a mãe. Será espanhola? E, se for, isso é bom ou mau?
E o "campeonato", tal como o verdadeiro, o do Mundo de Futebol, ainda não terminou. Palpita-se que vai ser um Alemanha-Espanha e no fim ganha a Alemanha (ao que ouvi, o Sócrates já falou com a senhora Merkel sobre o assunto).