Penso que é a primeira vez que bato palmas a Vasco da Graça Moura: mandou desinstalar o corrector ortográfico de todos os computadores do CCB.
Agora, só falta mandar desocupar as salas onde o Joe Berardo mandou guardar as tralhas da sua arte moderna.
1 comentário:
Meu Caro Dr. Ribeiro da Cunha: Pela primeira vez, que me lembre, parece que não estou de acordo consigo.
Parece que ainda há uma tolerância para a aplicação do acordo; ele tem algumas chinesices e incoerências, tudo isso é verdade. Mas uma instituição como o CCB deixar ostensivamente de aplicar o Acordo é de uma sobranceria sem limites, uma aproximação a um Estado dentro do Estado, pelo desprezo pela lei e pelos compromissos internacionais. Queria rir-me se um funcionário exigisse escrever segundo o Acordo, para dentro e para fora da instituição. Iriam corrigi-lo? Iriam despedi-lo? Podemos um dia discutir o Acordo. Mas uma vez que está aprovado - e os Brasileiros estão a aplicá-lo, muitos deles a contragosto - vamos ver se cumprimos isso... Há uns corretores tão jeitosos...
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